O Conselho Federal de Contabilidade - CFC, com o propósito de aprimorar o atendimento aos profissionais da contabilidade em todo o Brasil, está lançando o novo modelo da Carteira de Identidade Profissional da Contabilidade.
A Nova Identidade será fabricada em cartão rígido, com um dos mais modernos e avançados sistemas de segurança anti-fraudes e irá conter um chip criptográfico onde o profissional poderá inserir a certificação digital, através de uma parceria firmada entre o CFC e a Autoridade Certificadora AC Fenacon - Sescons e Sescaps Certisign.
Um dos principais objetivos para substituição da carteira provém da intenção de adequá-la aos novos tempos, isto é, à "Era Digital", capacitando permanentemente os profissionais para enfrentar os desafios dos constantes avanços tecnológicos implantados pelo governo eletrônico, como por exemplo, o Sistema Público de Escrituração Digital - SPED, que envolve o Livro Diário Digital, Nota Fiscal Eletrônica e os Livros Fiscais Eletrônicos Estaduais e em breve os Municipais.
Com a democratização do uso da certificação digital, que garantirá a identidade do profissional da contabilidade nas transações eletrônicas, será possível uma maior utilização dos serviços públicos que hoje são prestados nos balcões de atendimento.
Características
A nova carteira trará as seguintes características:
Cor verde;
Requisitos de segurança contra fraudes;
Chip criptográfico com espaço de 32 kb;
Gravação eletrônica no chip de dados cadastrais e de certificados ICP-Brasil;
Gravação dos dados variáveis, biográficos e biométricos a laser.
Como solicitar a substituição da carteira
O CRC enviará um informativo aos profissionais explicando como deverá ser solicitada a nova identidade.
Feito isso, o profissional deverá preencher os dados através da web e após a validação on-line, será emitido um boleto de cobrança para o pagamento da nova carteira, fixada em R$ 35,00.
Em seguida, deve-se procurar o CRC ou uma delegacia mais próxima. Um representante de um desses locais irá colar a foto, coletar a impressão digital e a assinatura no formulário, mediante apresentação de identificação. Em até vinte dias, o fabricante enviará a nova carteira para a sede do CRC.
Com a nova carteira em mãos, para obter o certificado digital e-CPF A-3 da AC Fenacon, o profissional receberá no e-mail cadastrado o link da Autoridade de Registro Fenacon Certisign mais próxima, marcando o dia e a hora para fazer a inserção da chave dentro do chip da nova carteira. Essa validação deverá ser presencial. Consulte o site www.acfenacon.com.br.
Fonte: Portal da Classe Contábil em 29/11/07.
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* Essa é a lista dos preferidos dos visitantes do Clube do Pai Rico.
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Conjuntura Contábil
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Florianópolis, Brusque, Rio do Sul, Jaraguá e Indaial são os municípios catarinenses com os melhores índices de empregabilidade
Florianópolis, Brusque, Rio do Sul, Jaraguá do Sul e Indaial são as cinco cidades com maior número de empregos por habitante no Estado. É o que mostra um levantamento exclusivo realizado pelo Noticenter a partir de dados sobre empregos formais divulgados pelo Governo do Estado. Juntos, os cinco municípios concentram mais de 22% de todas as vagas existentes em Santa Catarina. Na seqüência aparecem os municípios de Itajaí, São Bento do Sul, Blumenau, Videira e Concórdia. Já entre os setores, a indústria segue como líder em número de empregados, com 33%, seguida pelo segmento de serviços, 27%, e comércio, com 19% das vagas de trabalho catarinenses.
O ranking dos dez municípios com a melhor relação entre emprego e população, com seus respectivos índices, é a seguinte: Florianópolis (1,9), Brusque (2,4), Rio do Sul (2,5), Jaraguá do Sul (2,6), Indaial (2,9), Itajaí (2,9), São Bento do Sul (2,9), Blumenau (2,9), Videira (3,0) e Concórdia (3,1).
A Capital aparece como campeã em empregos em Santa Catarina, com mais de 208 mil postos de trabalho. Proporcionalmente, há uma vaga para cada 1,91 habitante. Quem impulsiona a colocação de Florianópolis no topo da lista é a máquina da Administração Pública, empregando quase 85 mil pessoas, 41% dos trabalhadores da cidade. Mas quem não trabalha para o governo também tem chances. O setor de serviços é responsável por 38% das oportunidades, seguido pelo comércio, com 13% das vagas.
A segunda colocada, Brusque, apresenta um emprego para cada 2,5 moradores. De 2003 para 2005, o número de vagas existentes na cidade cresceu 14%. A indústria continua como a grande potência, empregando quase 59% dos brusquenses. Já o Comércio e o setor de serviços apresentam índices similares, com 17% e 17,5%.
Logo em seguida está Rio do Sul, que oferece uma vaga por 2,6 habitantes, empatando tecnicamente com Jaraguá do Sul. O que difere as cidades são as áreas de atuação com mais oportunidades. Enquanto em Rio do Sul o setor de serviços supera a indústria, com 36% das vagas, em Jaraguá a situação é oposta, o segmento industrial dispara com 59% dos empregados.
A quinta colocada é Indaial. Na cidade movida principalmente pela indústria, que emprega 58,5% dos trabalhadores, uma vaga de emprego é disputada por 2,92 habitantes.
Itajaí, São Bento do Sul, Blumenau e Videira também apresentam índices menores do que uma vaga para cada três moradores. Com exceção de Itajaí, onde o setor que mais emprega é o de serviços, a indústria é a campeã em oferecer postos de trabalho.
A média estadual, de um emprego para cada 3,95 habitantes, é batida em outros dez dos 30 maiores municípios catarinenses. São eles: Concórdia, Rio Negrinho, Tubarão, São José, Caçador, Gaspar, Balneário Camboriú, Joinville, Chapecó e Xanxerê.
A pesquisa revela que 71,5% do total de vagas estão concentradas nas 30 maiores cidades catarinenses, ou seja, 1.063.002 de 1.486.969 empregados. Os outros 263 municípios catarinenses somam apenas 423.967 vagas, 28,5% do total.
EMPREGADOS POR SEGMENTO
A indústria aparece como setor que mais emprega no Estado. Mais de 33% dos catarinenses trabalhavam na área em 2005, o que significa um aumento de 3% em relação ao ano anterior.
Em segundo lugar está o segmento de serviços, com 27% dos postos de emprego, seguido pelo comércio, com 19%. Na quarta colocação está a administração pública, que emprega 13,2% da população catarinense. Os setores de extração mineral, construção civil, agropecuária e serviços industriais de utilidade pública respondem por 7,75% dos empregados.
COMPARATIVOS
Mesmo ganhando o título de setor que mais emprega, a indústria perdeu no que se refere ao crescimento no número de oportunidades. A grande campeã é a construção civil, que em apenas um ano, aumentou o número de empregados em 12%.
O segmento vice em crescimento de número de vagas é o comércio, com 9%, seguido por serviços, 7,3%, e extrativa eineral, 4%. O menor acréscimo ficou por conta do setor agropecuário, 0,5%.
CURIOSIDADES
· Os empregos ligados à extração mineral estão concentrados em dez municípios. Forquilhinha, Treviso, Lauro Muller, Siderópolis, Criciúma, Içara, Itajaí, Araquari, Botuverá e Jaguaruna, representando 66,5% das vagas relacionas a esta área.
· Quase 68% dos empregos de serviços industriais de utilidade pública estão distribuídos por 15 cidades catarinenses. O setor inclui prestadoras como fornecedoras de água, gás, energia elétrica e transporte. Florianópolis oferece quase quatro vezes mais empregos no setor do que a segunda colocada, Blumenau.
· A construção civil é responsável por 7,5% dos empregados de Balneário Camboriú, mais do que o dobro da média de Santa Catarina, 3,3%.
· Florianópolis possui 14 vezes mais empregados em Administração Pública do que Blumenau, a segunda colocada no ranking com quase 6 mil funcionários.
· Aproximadamente 57% dos empregados agrícolas estão divididos em 11 municípios. Fraiburgo é o primeiro da lista, com mais de 3,5 mil trabalhadores.
· Florianópolis, Joinville, Blumenau, São José e Itajaí somam 37% (549.983) do total de empregados do Estado.
MENORES MUNICÍPIOS
A informalidade e o difícil acesso à informação podem ocasionar resultados curiosos, principalmente entre as cidades pequenas.
· Guatambú, um município localizado no Oeste catarinense com 4,7 mil moradores, é a cidade com melhor relação emprego por habitante do Estado, com uma média de 1,36.
· Já o município de Irati, também no Oeste, segundo a pesquisa, aparece com 31 empregados entre seus mais de 2 mil moradores. A cidade fica como última colocada, com um emprego para cada 65 moradores.
Fonte: Noticenter em 28/11/2007
Por Marina Andrade
O ranking dos dez municípios com a melhor relação entre emprego e população, com seus respectivos índices, é a seguinte: Florianópolis (1,9), Brusque (2,4), Rio do Sul (2,5), Jaraguá do Sul (2,6), Indaial (2,9), Itajaí (2,9), São Bento do Sul (2,9), Blumenau (2,9), Videira (3,0) e Concórdia (3,1).
A Capital aparece como campeã em empregos em Santa Catarina, com mais de 208 mil postos de trabalho. Proporcionalmente, há uma vaga para cada 1,91 habitante. Quem impulsiona a colocação de Florianópolis no topo da lista é a máquina da Administração Pública, empregando quase 85 mil pessoas, 41% dos trabalhadores da cidade. Mas quem não trabalha para o governo também tem chances. O setor de serviços é responsável por 38% das oportunidades, seguido pelo comércio, com 13% das vagas.
A segunda colocada, Brusque, apresenta um emprego para cada 2,5 moradores. De 2003 para 2005, o número de vagas existentes na cidade cresceu 14%. A indústria continua como a grande potência, empregando quase 59% dos brusquenses. Já o Comércio e o setor de serviços apresentam índices similares, com 17% e 17,5%.
Logo em seguida está Rio do Sul, que oferece uma vaga por 2,6 habitantes, empatando tecnicamente com Jaraguá do Sul. O que difere as cidades são as áreas de atuação com mais oportunidades. Enquanto em Rio do Sul o setor de serviços supera a indústria, com 36% das vagas, em Jaraguá a situação é oposta, o segmento industrial dispara com 59% dos empregados.
A quinta colocada é Indaial. Na cidade movida principalmente pela indústria, que emprega 58,5% dos trabalhadores, uma vaga de emprego é disputada por 2,92 habitantes.
Itajaí, São Bento do Sul, Blumenau e Videira também apresentam índices menores do que uma vaga para cada três moradores. Com exceção de Itajaí, onde o setor que mais emprega é o de serviços, a indústria é a campeã em oferecer postos de trabalho.
A média estadual, de um emprego para cada 3,95 habitantes, é batida em outros dez dos 30 maiores municípios catarinenses. São eles: Concórdia, Rio Negrinho, Tubarão, São José, Caçador, Gaspar, Balneário Camboriú, Joinville, Chapecó e Xanxerê.
A pesquisa revela que 71,5% do total de vagas estão concentradas nas 30 maiores cidades catarinenses, ou seja, 1.063.002 de 1.486.969 empregados. Os outros 263 municípios catarinenses somam apenas 423.967 vagas, 28,5% do total.
EMPREGADOS POR SEGMENTO
A indústria aparece como setor que mais emprega no Estado. Mais de 33% dos catarinenses trabalhavam na área em 2005, o que significa um aumento de 3% em relação ao ano anterior.
Em segundo lugar está o segmento de serviços, com 27% dos postos de emprego, seguido pelo comércio, com 19%. Na quarta colocação está a administração pública, que emprega 13,2% da população catarinense. Os setores de extração mineral, construção civil, agropecuária e serviços industriais de utilidade pública respondem por 7,75% dos empregados.
COMPARATIVOS
Mesmo ganhando o título de setor que mais emprega, a indústria perdeu no que se refere ao crescimento no número de oportunidades. A grande campeã é a construção civil, que em apenas um ano, aumentou o número de empregados em 12%.
O segmento vice em crescimento de número de vagas é o comércio, com 9%, seguido por serviços, 7,3%, e extrativa eineral, 4%. O menor acréscimo ficou por conta do setor agropecuário, 0,5%.
CURIOSIDADES
· Os empregos ligados à extração mineral estão concentrados em dez municípios. Forquilhinha, Treviso, Lauro Muller, Siderópolis, Criciúma, Içara, Itajaí, Araquari, Botuverá e Jaguaruna, representando 66,5% das vagas relacionas a esta área.
· Quase 68% dos empregos de serviços industriais de utilidade pública estão distribuídos por 15 cidades catarinenses. O setor inclui prestadoras como fornecedoras de água, gás, energia elétrica e transporte. Florianópolis oferece quase quatro vezes mais empregos no setor do que a segunda colocada, Blumenau.
· A construção civil é responsável por 7,5% dos empregados de Balneário Camboriú, mais do que o dobro da média de Santa Catarina, 3,3%.
· Florianópolis possui 14 vezes mais empregados em Administração Pública do que Blumenau, a segunda colocada no ranking com quase 6 mil funcionários.
· Aproximadamente 57% dos empregados agrícolas estão divididos em 11 municípios. Fraiburgo é o primeiro da lista, com mais de 3,5 mil trabalhadores.
· Florianópolis, Joinville, Blumenau, São José e Itajaí somam 37% (549.983) do total de empregados do Estado.
MENORES MUNICÍPIOS
A informalidade e o difícil acesso à informação podem ocasionar resultados curiosos, principalmente entre as cidades pequenas.
· Guatambú, um município localizado no Oeste catarinense com 4,7 mil moradores, é a cidade com melhor relação emprego por habitante do Estado, com uma média de 1,36.
· Já o município de Irati, também no Oeste, segundo a pesquisa, aparece com 31 empregados entre seus mais de 2 mil moradores. A cidade fica como última colocada, com um emprego para cada 65 moradores.
Fonte: Noticenter em 28/11/2007
Por Marina Andrade
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Profissão Contábil
Escritório de contabilidade: uma grande escola
Se for praticando que se aprende, considero que o Escritório de Contabilidade é o melhor formador de mão de obra na área contábil.
Sempre que alguém interessado em ingressar no mercado de trabalho, especificamente na área contábil, me questiona sobre as possibilidades e áreas de atuação no mercado, para os formandos no curso de ciências contábeis, respondo-lhe que se ele realmente deseja ser um profissional requisitado pelas empresas que inicie sua vida profissional o quanto antes num Escritório de Contabilidade.
Falo isso porque é no Escritório de Contabilidade que ele terá oportunidade de conhecer e praticar os conhecimentos adquiridos na Universidade. Ele terá oportunidade de entender como funciona, na prática, a estrutura de uma empresa em diversas áreas, com destaque para: Contábil, Fiscal, Pessoal e Legal.
Por atender a empresas dos mais variados setores - Indústria, Comercio e Serviços -, cria-se também, um ambiente favorável ao aprendizado do funcionamento de vários ramos de atividades, enriquecendo ainda mais o currículo do profissional.
Destaco também a possibilidade de contato direto com os proprietários de empresas e pessoas responsáveis por órgãos públicos, criando com isso uma grande rede de contatos e relacionamentos, muito importante para quem quer se manter no mercado de trabalho.
Uma boa formação técnica e teórica, aliada a um período de trabalho num Escritório de Contabilidade, propicia ao futuro profissional o credenciamento e a capacitação para desempenhar as mais variadas funções em empresas públicas ou privadas, não esquecendo é claro, de também poder empreender seu próprio negócio, seja na própria área contábil ou em outras áreas não menos interessantes.
Conheço vários profissionais que iniciaram suas carreiras em Escritórios de Contabilidade e que hoje atuam nas mais diversas áreas com extrema competência e sucesso (Consultor, Auditor Fiscal, Empresário, Auditor, Contador, etc), e todos são unânimes em afirmar que o período em que trabalharam em Escritórios de Contabilidade foi de grande importância para o desenvolvimento de suas carreiras profissionais.
Então, posso afirmar que uma maneira de estar preparado para o mercado de trabalho, para aqueles que pretendem fazer o curso de Ciências Contábeis, é iniciar sua carreira num Escritório de Contabilidade.
Fonte: Portal da Classe Contábil em 20/11/2007
Autor: Isaac Rincaweski
Sempre que alguém interessado em ingressar no mercado de trabalho, especificamente na área contábil, me questiona sobre as possibilidades e áreas de atuação no mercado, para os formandos no curso de ciências contábeis, respondo-lhe que se ele realmente deseja ser um profissional requisitado pelas empresas que inicie sua vida profissional o quanto antes num Escritório de Contabilidade.
Falo isso porque é no Escritório de Contabilidade que ele terá oportunidade de conhecer e praticar os conhecimentos adquiridos na Universidade. Ele terá oportunidade de entender como funciona, na prática, a estrutura de uma empresa em diversas áreas, com destaque para: Contábil, Fiscal, Pessoal e Legal.
Por atender a empresas dos mais variados setores - Indústria, Comercio e Serviços -, cria-se também, um ambiente favorável ao aprendizado do funcionamento de vários ramos de atividades, enriquecendo ainda mais o currículo do profissional.
Destaco também a possibilidade de contato direto com os proprietários de empresas e pessoas responsáveis por órgãos públicos, criando com isso uma grande rede de contatos e relacionamentos, muito importante para quem quer se manter no mercado de trabalho.
Uma boa formação técnica e teórica, aliada a um período de trabalho num Escritório de Contabilidade, propicia ao futuro profissional o credenciamento e a capacitação para desempenhar as mais variadas funções em empresas públicas ou privadas, não esquecendo é claro, de também poder empreender seu próprio negócio, seja na própria área contábil ou em outras áreas não menos interessantes.
Conheço vários profissionais que iniciaram suas carreiras em Escritórios de Contabilidade e que hoje atuam nas mais diversas áreas com extrema competência e sucesso (Consultor, Auditor Fiscal, Empresário, Auditor, Contador, etc), e todos são unânimes em afirmar que o período em que trabalharam em Escritórios de Contabilidade foi de grande importância para o desenvolvimento de suas carreiras profissionais.
Então, posso afirmar que uma maneira de estar preparado para o mercado de trabalho, para aqueles que pretendem fazer o curso de Ciências Contábeis, é iniciar sua carreira num Escritório de Contabilidade.
Fonte: Portal da Classe Contábil em 20/11/2007
Autor: Isaac Rincaweski
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segunda-feira
Mercado tem menos engenheiros e mais economistas
Apesar do boom no mercado de ações no Brasil, pouco mudou no perfil do profissional de investimento que atua nos bancos e instituições para a atender essa nova demanda. A única mudança de tendência observada é que os engenheiros, que antes migravam para o setor por falta de oportunidades, estão menos disponíveis, o que abre espaço para mais administradores e economistas.
Esses dados estão na pesquisa realizada pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), que ouviu 820 pessoas do mercado, sendo 26% analistas.
Os investidores autônomos são 20%, os executivos de empresa 13% e o gestores de carteira correspondem a 12%. Enquanto em São Paulo, principal centro financeiro do país, 31% dos profissionais de investimento ocupam o cargo de analista e 18% a função de gestor.
O levantamento mostra ainda que, em geral, os profissionais atuam em consultoria (19%), bancos de investimento (14%), corretoras (14%), bolsa de valores (13%), e em gestoras de recursos (8%).
Quanto à formação acadêmica, 34% possuem diploma de administração de empresas, 25% em economia, 11% engenharia e 9% ciências contábeis.
Na sua opinião, o fenômeno que aconteceu no passado, onde os engenheiros migraram para área financeira por falta de oportunidades em seu próprio setor está mudando. "Com a retomada de investimentos em infra-estrutura, eles são novamente procurados na sua área de atuação".
Outro dado interessante: cerca de 35% dos profissionais de investimento fizeram pós-graduação, 25% têm MBA, 13% contam com mestrado e só 2% têm doutorado. Por outro lado, 25% não possuem algum tipo de especialização.
Entre os setores com maior interesse pelos analistas pesquisados estão o de petróleo, gás e biocombustível (20%); financeiro (18%); construção e transporte (11%); bens industriais (10%).
Segundo Lucy, uma informação relevante revelada pela pesquisa é o aumento da presença feminina nesse mercado. No Brasil, elas respondem por 14% e na capital paulista chegam a 25%.
Por Andrea Giardino
Fonte: Valor Online em 19/11/2007
Esses dados estão na pesquisa realizada pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), que ouviu 820 pessoas do mercado, sendo 26% analistas.
Os investidores autônomos são 20%, os executivos de empresa 13% e o gestores de carteira correspondem a 12%. Enquanto em São Paulo, principal centro financeiro do país, 31% dos profissionais de investimento ocupam o cargo de analista e 18% a função de gestor.
O levantamento mostra ainda que, em geral, os profissionais atuam em consultoria (19%), bancos de investimento (14%), corretoras (14%), bolsa de valores (13%), e em gestoras de recursos (8%).
Quanto à formação acadêmica, 34% possuem diploma de administração de empresas, 25% em economia, 11% engenharia e 9% ciências contábeis.
Na sua opinião, o fenômeno que aconteceu no passado, onde os engenheiros migraram para área financeira por falta de oportunidades em seu próprio setor está mudando. "Com a retomada de investimentos em infra-estrutura, eles são novamente procurados na sua área de atuação".
Outro dado interessante: cerca de 35% dos profissionais de investimento fizeram pós-graduação, 25% têm MBA, 13% contam com mestrado e só 2% têm doutorado. Por outro lado, 25% não possuem algum tipo de especialização.
Entre os setores com maior interesse pelos analistas pesquisados estão o de petróleo, gás e biocombustível (20%); financeiro (18%); construção e transporte (11%); bens industriais (10%).
Segundo Lucy, uma informação relevante revelada pela pesquisa é o aumento da presença feminina nesse mercado. No Brasil, elas respondem por 14% e na capital paulista chegam a 25%.
Por Andrea Giardino
Fonte: Valor Online em 19/11/2007
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Profissão Contábil
quarta-feira
GESTÃO
Levantamento mostra quais sâo as principais preocupações dos catarinenses em relação à carreira. Confira as dicas na íntegra:
Vale a pena manter uma rede de relacionamentos? Mesmo empregado, você deve manter seu currículo atualizado? Como se relacionar com funcionários da concorrência? Como medir sua competitividade no mercado? É correto fazer leilão do seu emprego entre duas empresas? Como se livrar de fofocas no trabalho? Essas e outras questões, levantadas diariamente por profissionais catarinenses, encontram respostas num levantamento inédito realizado pela CC&G Gestão de Pessoas, de Joinville, empresa que atua há 15 anos na gestão estratégica de pessoas. As orientações às dúvidas têm como base a atuação prática da CC&G em áreas como gestão por competências, educação corporativa, outsourcing de RH e executive search.
A pesquisa foi elaborada pela consultora e diretora da CC&G, Lise Steigleder Chaves. “Buscamos ouvir as principais dúvidas e anseios de profissionais catarinenses em relação à carreira. A partir das principais questões levantadas, produzimos uma relação de dicas para quem busca orientações sobre carreira e comportamento no trabalho”, informa.
De acordo com a consultora, o momento atual é bastante positivo para carreiras, pois os modelos de gestão adotados pelas empresas nunca valorizaram tanto as competências e a qualificação. “As empresas sabem que só irão adiante se contarem com pessoas motivadas, capacitadas e que, acima de tudo, tenham vontade de crescer e de contribuir com o crescimento delas. O lucro de uma empresa não é mais proporcionado pelos produtos, mas pelas pessoas que nela atuam, em toda a sua cadeia produtiva”, afirma Lise.
De acordo com Lise, o segredo do sucesso está na reciprocidade entre empresas e funcionários. “Quando existe esse equilíbrio, em que a empresa está satisfeita com você e você está motivado, criam-se as melhores condições para o crescimento tanto de um, como de outro. Por isso é preciso investir sempre na gestão do conhecimento, para que você possa fazer parte do processo estratégico da empresa”, diz.
GESTÃO POR COMPETÊNCIAS
“A essência do trabalho da CC&G é conectar as pessoas à geração dos resultados desejados pelos clientes, levando a gestão do capital humano a um nível estratégico, provendo o diagnóstico e apontando soluções específicas e customizadas”, assinala a diretora Lise Steigleder Chaves. Com uma equipe 18 pessoas, todas com graduação, a CC&G tem uma carteira de clientes formada por empresas como Perdigão, Multibrás e Embraco (Whirlpool), Remy, WEG, Wetzel, Datasul, Fabio Perini, Frank, Termotécnica, Unimed entre outras. “As empresas catarinenses valorizam muito o profissionalismo e buscam sempre as melhores parcerias para identificação e contratação de talentos. Elas investem para a disseminação de suas culturas e conhecimentos, pois têm a consciência de que são as pessoas que fazem o sucesso de um negócio”, avalia Lise.
Com clientes nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a CC&G tem entre suas especialidades a gestão por competências, método que identifica e estimula a carreira de profissionais dentro das empresas a partir de talentos demonstrados. “As empresas sabem que a execução de suas estratégias passa pelo envolvimento e pelas condições de crescimento por parte dos funcionários, que devem estar aptos a assumir novas responsabilidades. Depois de terem suas competências identificadas, os funcionários passam a ter uma atenção especial”, explica Lise.
A gestão de competências é uma metodologia de gestão de pessoas e negócios que, baseada nas competências necessárias à organização, estrutura e gerencia os processos existentes, atuando desde o mapeamento das competências até o estabelecimento de processos de desenvolvimento. Garante o vínculo da gestão das pessoas com as necessidades do negócio e estratégias da organização.
O sistema mede as competências apresentadas pelos profissionais da empresa, fornecendo insumos para processos de seleção, sucessão, promoção e qualificação. Fornece aos gestores a informação de quem é quem na organização e a melhor forma de utilização do seu potencial para cada dimensão do negócio, alocando-as para exercerem seus conhecimentos e habilidades, resultando em atitudes pró-ativas e no trabalho alinhado com as estratégias da empresa. É realizado com metodologias reconhecidas, em sintonia com as melhores práticas, proporcionando amostragem acurada a respeito do perfil dos profissionais.
A CC&G atua também na identificação e captação de profissionais especializados e executivos, conforme o perfil técnico e comportamental estabelecido pela organização. Também presta serviços nas áreas de outplacement, preparação para a aposentadoria, diagnósticos de recursos humanos, pesquisas, clima organizacional, processos de avaliação e programas de remuneração variável.
COMO IMPULSIONAR SUA CARREIRA
A seguir, as principais orientações produzidas pela CC&G a partir de dúvidas levantadas por profissionais catarinenses:
Devo atualizar meu currículo mesmo estando empregado?
Mesmo estando empregado, você deve manter seu currículo atualizado. Procure atualizá-lo pelo menos uma vez por ano, colocando nele as principais atividades realizadas. O simples ato de atualizar o currículo serve para que você constate o quanto sua carreira está estagnada ou não.
Mesmo com um emprego estável, devo me preocupar com minha carreira?
Mesmo estando empregado há dez ou 20 anos e que a empresa esteja satisfeita com seu desempenho, você deve se preocupar com a carreira. Você precisa ter em mente que uma carreira é um processo contínuo e que o futuro sempre será incerto. Por isso, semeie hoje cuidados com a sua carreira que você poderá colher no futuro.
Se não aceitar um curso pago pela empresa, ficarei mal visto?
Leve em conta que, no futuro, talvez esse benefício não volte a ser oferecido a você e, além disso, poderá aparecer uma oportunidade em que o curso poderia ter lhe habilitado a assumir novos desafios.
Devo manter uma rede de relacionamentos? Como tratar com colegas que trabalham na concorrência?
Uma rede de relacionamentos é sempre fundamental para qualquer carreira, pois abre portas no futuro, caso seja necessário. O relacionamento com colegas da concorrência é salutar, desde que respeitados alguns limites, como o sigilo em relação a assuntos estratégicos e internos da empresa.
Se meu chefe souber que falo com concorrentes, serei demitido?
Não, desde que você haja com responsabilidade, não repassando informações sobre a empresa, evitando fofocas sobre comportamentos pessoais. Demonstre sempre segurança e adote uma conduta ética em seu ambiente de trabalho e, com certeza, a empresa terá confiança em você mesmo que você converse com os concorrentes.
Como saber se esta na hora de mudar de emprego?
A hora de mudar começa a se materializar quando nos sentimos cansados, desmotivados e passamos a falar sobre essa situação com amigos, familiares e superiores. Caso não surjam novas perspectivas, então é hora de mudar.
Como saber se continuo competitivo no mercado?
O caminho mais confortável é quando você é procurado ou indicado para novas funções dentro ou fora da empresa, fruto de sua visibilidade no mercado. Caso você esteja empregado, a melhor opção é conversar com um especialista. Se estiver procurando emprego, cadastre-se nos bancos de talentos e responda a anúncios de emprego para avaliar a receptividade.
Se estiver procurando um novo emprego, devo abrir o jogo com o meu chefe?
Depende. Você precisa avaliar os riscos e deve levar em conta o suporte financeiro caso a empresa decida dispensá-lo por causa disso. Mas nunca faça isso como forma de chantagem para tentar arrancar aumentos de sua atual empresa, pois você se verá desempregado e desprestigiado.
Posso barganhar aumento informando sobre o interesse de outra empresa?
Não. O leilão costuma não funcionar nas empresas. Se seu problema é remuneração, converse francamente com seu chefe, mostre o quanto tem trazido de resultados e peça aumento como reconhecimento. Somente depois disso, informe sobre sua decisão de sair não tendo como causa principal uma outra oferta, mas pela não valorização da empresa em relação ao seu desempenho.
Meus colegas continuam trabalhando após o expediente. Devo imitá-los para ser valorizado?
Se você consegue executar suas tarefas ou mesmo antecipá-las, não há motivos para ficar depois do expediente. O importante é que seu trabalho seja qualitativamente bem avaliado.
Como devo me posicionar caso seja alvo de fofocas?
A questão é delicada. Nunca faça queixas a seu superior. Se necessário, informe a ele de forma assertiva e direta. Não use e-mails e nem escreva nada em suas respostas a respeito. Mostre que você quer cortar o assunto e solicite à empresa providências caso a pessoa que está originando a fofoca não desista.
Fonte: Noticenter em 07/11/2007
Vale a pena manter uma rede de relacionamentos? Mesmo empregado, você deve manter seu currículo atualizado? Como se relacionar com funcionários da concorrência? Como medir sua competitividade no mercado? É correto fazer leilão do seu emprego entre duas empresas? Como se livrar de fofocas no trabalho? Essas e outras questões, levantadas diariamente por profissionais catarinenses, encontram respostas num levantamento inédito realizado pela CC&G Gestão de Pessoas, de Joinville, empresa que atua há 15 anos na gestão estratégica de pessoas. As orientações às dúvidas têm como base a atuação prática da CC&G em áreas como gestão por competências, educação corporativa, outsourcing de RH e executive search.
A pesquisa foi elaborada pela consultora e diretora da CC&G, Lise Steigleder Chaves. “Buscamos ouvir as principais dúvidas e anseios de profissionais catarinenses em relação à carreira. A partir das principais questões levantadas, produzimos uma relação de dicas para quem busca orientações sobre carreira e comportamento no trabalho”, informa.
De acordo com a consultora, o momento atual é bastante positivo para carreiras, pois os modelos de gestão adotados pelas empresas nunca valorizaram tanto as competências e a qualificação. “As empresas sabem que só irão adiante se contarem com pessoas motivadas, capacitadas e que, acima de tudo, tenham vontade de crescer e de contribuir com o crescimento delas. O lucro de uma empresa não é mais proporcionado pelos produtos, mas pelas pessoas que nela atuam, em toda a sua cadeia produtiva”, afirma Lise.
De acordo com Lise, o segredo do sucesso está na reciprocidade entre empresas e funcionários. “Quando existe esse equilíbrio, em que a empresa está satisfeita com você e você está motivado, criam-se as melhores condições para o crescimento tanto de um, como de outro. Por isso é preciso investir sempre na gestão do conhecimento, para que você possa fazer parte do processo estratégico da empresa”, diz.
GESTÃO POR COMPETÊNCIAS
“A essência do trabalho da CC&G é conectar as pessoas à geração dos resultados desejados pelos clientes, levando a gestão do capital humano a um nível estratégico, provendo o diagnóstico e apontando soluções específicas e customizadas”, assinala a diretora Lise Steigleder Chaves. Com uma equipe 18 pessoas, todas com graduação, a CC&G tem uma carteira de clientes formada por empresas como Perdigão, Multibrás e Embraco (Whirlpool), Remy, WEG, Wetzel, Datasul, Fabio Perini, Frank, Termotécnica, Unimed entre outras. “As empresas catarinenses valorizam muito o profissionalismo e buscam sempre as melhores parcerias para identificação e contratação de talentos. Elas investem para a disseminação de suas culturas e conhecimentos, pois têm a consciência de que são as pessoas que fazem o sucesso de um negócio”, avalia Lise.
Com clientes nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a CC&G tem entre suas especialidades a gestão por competências, método que identifica e estimula a carreira de profissionais dentro das empresas a partir de talentos demonstrados. “As empresas sabem que a execução de suas estratégias passa pelo envolvimento e pelas condições de crescimento por parte dos funcionários, que devem estar aptos a assumir novas responsabilidades. Depois de terem suas competências identificadas, os funcionários passam a ter uma atenção especial”, explica Lise.
A gestão de competências é uma metodologia de gestão de pessoas e negócios que, baseada nas competências necessárias à organização, estrutura e gerencia os processos existentes, atuando desde o mapeamento das competências até o estabelecimento de processos de desenvolvimento. Garante o vínculo da gestão das pessoas com as necessidades do negócio e estratégias da organização.
O sistema mede as competências apresentadas pelos profissionais da empresa, fornecendo insumos para processos de seleção, sucessão, promoção e qualificação. Fornece aos gestores a informação de quem é quem na organização e a melhor forma de utilização do seu potencial para cada dimensão do negócio, alocando-as para exercerem seus conhecimentos e habilidades, resultando em atitudes pró-ativas e no trabalho alinhado com as estratégias da empresa. É realizado com metodologias reconhecidas, em sintonia com as melhores práticas, proporcionando amostragem acurada a respeito do perfil dos profissionais.
A CC&G atua também na identificação e captação de profissionais especializados e executivos, conforme o perfil técnico e comportamental estabelecido pela organização. Também presta serviços nas áreas de outplacement, preparação para a aposentadoria, diagnósticos de recursos humanos, pesquisas, clima organizacional, processos de avaliação e programas de remuneração variável.
COMO IMPULSIONAR SUA CARREIRA
A seguir, as principais orientações produzidas pela CC&G a partir de dúvidas levantadas por profissionais catarinenses:
Devo atualizar meu currículo mesmo estando empregado?
Mesmo estando empregado, você deve manter seu currículo atualizado. Procure atualizá-lo pelo menos uma vez por ano, colocando nele as principais atividades realizadas. O simples ato de atualizar o currículo serve para que você constate o quanto sua carreira está estagnada ou não.
Mesmo com um emprego estável, devo me preocupar com minha carreira?
Mesmo estando empregado há dez ou 20 anos e que a empresa esteja satisfeita com seu desempenho, você deve se preocupar com a carreira. Você precisa ter em mente que uma carreira é um processo contínuo e que o futuro sempre será incerto. Por isso, semeie hoje cuidados com a sua carreira que você poderá colher no futuro.
Se não aceitar um curso pago pela empresa, ficarei mal visto?
Leve em conta que, no futuro, talvez esse benefício não volte a ser oferecido a você e, além disso, poderá aparecer uma oportunidade em que o curso poderia ter lhe habilitado a assumir novos desafios.
Devo manter uma rede de relacionamentos? Como tratar com colegas que trabalham na concorrência?
Uma rede de relacionamentos é sempre fundamental para qualquer carreira, pois abre portas no futuro, caso seja necessário. O relacionamento com colegas da concorrência é salutar, desde que respeitados alguns limites, como o sigilo em relação a assuntos estratégicos e internos da empresa.
Se meu chefe souber que falo com concorrentes, serei demitido?
Não, desde que você haja com responsabilidade, não repassando informações sobre a empresa, evitando fofocas sobre comportamentos pessoais. Demonstre sempre segurança e adote uma conduta ética em seu ambiente de trabalho e, com certeza, a empresa terá confiança em você mesmo que você converse com os concorrentes.
Como saber se esta na hora de mudar de emprego?
A hora de mudar começa a se materializar quando nos sentimos cansados, desmotivados e passamos a falar sobre essa situação com amigos, familiares e superiores. Caso não surjam novas perspectivas, então é hora de mudar.
Como saber se continuo competitivo no mercado?
O caminho mais confortável é quando você é procurado ou indicado para novas funções dentro ou fora da empresa, fruto de sua visibilidade no mercado. Caso você esteja empregado, a melhor opção é conversar com um especialista. Se estiver procurando emprego, cadastre-se nos bancos de talentos e responda a anúncios de emprego para avaliar a receptividade.
Se estiver procurando um novo emprego, devo abrir o jogo com o meu chefe?
Depende. Você precisa avaliar os riscos e deve levar em conta o suporte financeiro caso a empresa decida dispensá-lo por causa disso. Mas nunca faça isso como forma de chantagem para tentar arrancar aumentos de sua atual empresa, pois você se verá desempregado e desprestigiado.
Posso barganhar aumento informando sobre o interesse de outra empresa?
Não. O leilão costuma não funcionar nas empresas. Se seu problema é remuneração, converse francamente com seu chefe, mostre o quanto tem trazido de resultados e peça aumento como reconhecimento. Somente depois disso, informe sobre sua decisão de sair não tendo como causa principal uma outra oferta, mas pela não valorização da empresa em relação ao seu desempenho.
Meus colegas continuam trabalhando após o expediente. Devo imitá-los para ser valorizado?
Se você consegue executar suas tarefas ou mesmo antecipá-las, não há motivos para ficar depois do expediente. O importante é que seu trabalho seja qualitativamente bem avaliado.
Como devo me posicionar caso seja alvo de fofocas?
A questão é delicada. Nunca faça queixas a seu superior. Se necessário, informe a ele de forma assertiva e direta. Não use e-mails e nem escreva nada em suas respostas a respeito. Mostre que você quer cortar o assunto e solicite à empresa providências caso a pessoa que está originando a fofoca não desista.
Fonte: Noticenter em 07/11/2007
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Profissão Contábil
quinta-feira
SISTEMA DE REMUNERAÇÃO DE EXECUTIVOS
E CONSELHEIROS COMO SUPORTE À ESTRUTURA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
Este artigo tem por objetivo verificar se existe alinhamento entre o sistema de remuneração de executivos e conselheiros com a estrutura de governança corporativa. Compõem a estrutura de governança corporativa o presidente do conselho de administração, os conselheiros, CEO e a diretoria executiva.
A literatura consultada indica a existência de obras que evidenciavam aspectos de governança e de remuneração isolados, mas não de forma conjunta e integrada. Para a realização da pesquisa1 foi utilizado o método exploratório e a técnica de entrevista junto às empresas que aderiram aos níveis diferenciados de governança corporativa da Bovespa (nível 1, nível 2 e novo mercado).
Para tratamento dos dados, utilizou-se a análise de conteúdo. Como principal conclusão pode-se afirmar que houve alinhamento entre a Estrutura de Governança Corporativa e o Sistema de Remuneração de Administradores.
Verificou-se haver o contínuo acompanhamento dos resultados operacionais e financeiros e uma preocupação em mostrar aos investidores como as empresas possuem controles confiáveis, sendo a remuneração um dos elementos periodicamente auditados.
Fonte: Revista Base janeiro/abril 2007
Autores:
EDUARDO DE CAMARGO OLIVA
LINDOLFO GALVÃO DE ALBUQUERQUE
Artigo completo
Este artigo tem por objetivo verificar se existe alinhamento entre o sistema de remuneração de executivos e conselheiros com a estrutura de governança corporativa. Compõem a estrutura de governança corporativa o presidente do conselho de administração, os conselheiros, CEO e a diretoria executiva.
A literatura consultada indica a existência de obras que evidenciavam aspectos de governança e de remuneração isolados, mas não de forma conjunta e integrada. Para a realização da pesquisa1 foi utilizado o método exploratório e a técnica de entrevista junto às empresas que aderiram aos níveis diferenciados de governança corporativa da Bovespa (nível 1, nível 2 e novo mercado).
Para tratamento dos dados, utilizou-se a análise de conteúdo. Como principal conclusão pode-se afirmar que houve alinhamento entre a Estrutura de Governança Corporativa e o Sistema de Remuneração de Administradores.
Verificou-se haver o contínuo acompanhamento dos resultados operacionais e financeiros e uma preocupação em mostrar aos investidores como as empresas possuem controles confiáveis, sendo a remuneração um dos elementos periodicamente auditados.
Fonte: Revista Base janeiro/abril 2007
Autores:
EDUARDO DE CAMARGO OLIVA
LINDOLFO GALVÃO DE ALBUQUERQUE
Artigo completo
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Profissão Contábil
quarta-feira
Remuneração e aumentos por mérito: variáveis continuam em alta enquanto aumentos coletivos acompanham a inflação
Foi-se o tempo em que trabalhar bem e cumprir com suas obrigações contavam ponto a favor de um profissional. Atualmente, essas condições ajudam, quando muito, a manter o emprego. Para ingressar à lista seleta dos que terão oportunidades melhores, promoções e remuneração variável é preciso muito mais. A constatação está na análise dos dados apurados na última edição da Pesquisa de Aumentos Salariais (SIS) e da Pesquisa de Remuneração Total (TCM) da Hewitt Associates, que contou com 216 empresas de diferentes segmentos (126-TCM e 90-SIS), atuantes no País.
Aumentos gerais no salário base seguem de perto a inflação – Os dados apurados pelas pesquisas da Hewitt Associates neste ano também apontam outra mudança de comportamento. Nos últimos anos, as empresas, em sua maioria, concederam aumentos coletivos um pouco acima da inflação; para 2008 a tendência é acompanhar mais de perto o índice de inflação, projetada em 4,0%.
Do universo pesquisado, 93% praticam algum tipo de remuneração variável. Dessas, a maior parte tem algum programa de participação nos lucros, com predominância clara pelo PLR (Participação em Lucros e Resultados), e 56% adotam atualmente o pagamento de bônus por desempenho –prática que caiu um pouco, quando comparada ao ano passado, quando 59% adotavam o pagamento de bônus.
O percentual destinado pelas empresas à remuneração por mérito se manteve estável em relação ao ano passado –a maioria prevê destinar cerca de 4% de seu orçamento para este fim. A escolha dos profissionais que têm direito a remuneração por mérito, no entanto, está cada vez mais rigorosa. Para apoiar essa seleção, as empresas estão investindo na implantação de matrizes objetivas para a verificação de desempenho –61% das empresas participantes do estudo já dispõe de métricas claras– e treinando seus gestores para uma melhor avaliação de suas equipes e concessão do aumento por mérito –42% das empresas pesquisadas já fazem isso, contra 28% que treinavam seus gestores nessa prática em 2006.
Para Renato Rovina, líder de Remuneração da Hewitt Associates para a América Latina e Caribe, o movimento indica uma maior preocupação das empresas em adotarem programas transparentes e apoiados em avaliação objetiva do grau de contribuição de cada um de seus colaboradores para o resultado da empresa.
Novas opções para os executivos – A oferta de incentivos de longo prazo para os executivos está mais diversificada. Além dos stocks options –estável em relação a 2006 e restricted stocks; algumas poucas empresas já estão praticando novas modalidades, como os performance units (2% do universo pesquisa este ano); o phantom stock (1%) e o stock apprenciation rights (5%).
Retenção de Talentos – Para reter os talentos, a remuneração variável e as promoções continuam as ferramentas preferenciais. Para os top performers (funcionários de alto desempenho) a prevalência são os pagamentos de bônus especiais de reconhecimento e inclusão em programas de distribuição de ações; enquanto para os hight potentials (funcionários de alto potencial de crescimento hierárquico) a prática mais freqüente é a de promoções.
Fonte: Portal HSM On-line em 30/10/2007
Auotres: Hewitt Associates
Aumentos gerais no salário base seguem de perto a inflação – Os dados apurados pelas pesquisas da Hewitt Associates neste ano também apontam outra mudança de comportamento. Nos últimos anos, as empresas, em sua maioria, concederam aumentos coletivos um pouco acima da inflação; para 2008 a tendência é acompanhar mais de perto o índice de inflação, projetada em 4,0%.
Do universo pesquisado, 93% praticam algum tipo de remuneração variável. Dessas, a maior parte tem algum programa de participação nos lucros, com predominância clara pelo PLR (Participação em Lucros e Resultados), e 56% adotam atualmente o pagamento de bônus por desempenho –prática que caiu um pouco, quando comparada ao ano passado, quando 59% adotavam o pagamento de bônus.
O percentual destinado pelas empresas à remuneração por mérito se manteve estável em relação ao ano passado –a maioria prevê destinar cerca de 4% de seu orçamento para este fim. A escolha dos profissionais que têm direito a remuneração por mérito, no entanto, está cada vez mais rigorosa. Para apoiar essa seleção, as empresas estão investindo na implantação de matrizes objetivas para a verificação de desempenho –61% das empresas participantes do estudo já dispõe de métricas claras– e treinando seus gestores para uma melhor avaliação de suas equipes e concessão do aumento por mérito –42% das empresas pesquisadas já fazem isso, contra 28% que treinavam seus gestores nessa prática em 2006.
Para Renato Rovina, líder de Remuneração da Hewitt Associates para a América Latina e Caribe, o movimento indica uma maior preocupação das empresas em adotarem programas transparentes e apoiados em avaliação objetiva do grau de contribuição de cada um de seus colaboradores para o resultado da empresa.
Novas opções para os executivos – A oferta de incentivos de longo prazo para os executivos está mais diversificada. Além dos stocks options –estável em relação a 2006 e restricted stocks; algumas poucas empresas já estão praticando novas modalidades, como os performance units (2% do universo pesquisa este ano); o phantom stock (1%) e o stock apprenciation rights (5%).
Retenção de Talentos – Para reter os talentos, a remuneração variável e as promoções continuam as ferramentas preferenciais. Para os top performers (funcionários de alto desempenho) a prevalência são os pagamentos de bônus especiais de reconhecimento e inclusão em programas de distribuição de ações; enquanto para os hight potentials (funcionários de alto potencial de crescimento hierárquico) a prática mais freqüente é a de promoções.
Fonte: Portal HSM On-line em 30/10/2007
Auotres: Hewitt Associates
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Profissão Contábil
terça-feira
Profissões 'antigas' mudam de cara e exigem qualificação
Funções como secretária, contador, padeiro e açougueiro pedem especialização. Mercado de trabalho oferece muitas vagas, mas consegue quem faz cursos.
Profissões consideradas "antigas" mudaram de cara e atualmente exigem qualificação. Uma delas é a de secretária. As matérias na grade horária são variadas: economia, administração, contabilidade, gestão de comunicação, estatística, direito, línguas, principalmente inglês, espanhol e português.
As funções dessa profissional vão além do que muita gente imagina. “A secretária hoje tem um perfil de administradora que trabalha com gestão de informação. Ela trabalha com comunicação, que vai desde uma simples reunião até eventos maiores, dentro das empresas”, descreve o sociólogo Luis Guilherme Brom.
Outra profissão com pouco glamour, mas com garantia de emprego é a de contador. E os jovens já descobriram. Os dados mais recentes publicados pelo Ministério da Educação em 2005 apontam que há quase 175 mil alunos matriculados em cursos de graduação em contabilidade em todo o país.
O curso tem duração de quatro anos. E se engana quem pensa que o profissional só verifica a entrada e saída de dinheiro da empresa. Hoje ele virou um gestor financeiro e pode trabalhar até abrir seu próprio negócio. “O salário de um contador começa com algo em torno de R$ 2 mil, R$ 2,5 mil. Um auditor sênior, um diretor de controladoria, por exemplo, pode chegar a R$ 20 mil, R$ 30 mil, RS 40 mil”, conta Luis.
Uma profissão antiga também mas que está de cara nova é a de padeiro, que também precisa de especialização. Francisco da Silva está no setor há 17 anos e faz mais de três mil pães por dia. Como gosta da profissão, decidiu se aperfeiçoar. Fez inúmeros cursos. Resultado: virou um padeiro diferenciado e requisitado. Já recebeu convites de muitas outras padarias. Quando está de folga, faz trabalhos extras para aumentar o salário de R$ 1.000,00.
“Vale muito a pena investir na profissão, participar de concurso, correr atrás de coisas diferentes no mercado. Hoje em dia a gente depende muito de criatividade, novidade. O mercado está exigindo muito”, diz ele.
Os açougueiros são outros que precisam de especialização. O interior de São Paulo, uma região com grande número de frigoríficos e abatedouros voltados a abastecer grande parte dos mercados interno e externo, anda procurando profissionais.
Mesmo com muitas vagas para açougueiros, é a qualificação que faz a diferença. Foi o que aconteceu com o senhor José Nispeque. Ele estudou, se especializou e se tornou um profissional diferenciado e requisitado. Tanto que, depois de 30 anos na profissão, ele abriu o próprio negócio.
Até os filhos largaram as profissões de publicitária e técnico de projetos para trabalhar no açougue com ele. “Tem de ter persistência na profissão, gostar da profissão, e fazer cursos, aprender cortes novos. A pessoa não tem só de ficar cortando carnes, tem de aprender, fazer bastante coisa porque o que o cliente quer é um bom atendimento”, afirma.
Muitas vezes, a falta de informação faz as pessoas pensarem que as profissões mais simples ou antigas não têm mercado porque não estão na moda. Mas há oportunidades e elas podem pagar bem. Portanto, a dica é se atualizar, procurar cursos, colocar em prática idéias que tornem o serviço oferecido mais interessante.
Fonte: G1 em 22/10/2007
Profissões consideradas "antigas" mudaram de cara e atualmente exigem qualificação. Uma delas é a de secretária. As matérias na grade horária são variadas: economia, administração, contabilidade, gestão de comunicação, estatística, direito, línguas, principalmente inglês, espanhol e português.
As funções dessa profissional vão além do que muita gente imagina. “A secretária hoje tem um perfil de administradora que trabalha com gestão de informação. Ela trabalha com comunicação, que vai desde uma simples reunião até eventos maiores, dentro das empresas”, descreve o sociólogo Luis Guilherme Brom.
Outra profissão com pouco glamour, mas com garantia de emprego é a de contador. E os jovens já descobriram. Os dados mais recentes publicados pelo Ministério da Educação em 2005 apontam que há quase 175 mil alunos matriculados em cursos de graduação em contabilidade em todo o país.
O curso tem duração de quatro anos. E se engana quem pensa que o profissional só verifica a entrada e saída de dinheiro da empresa. Hoje ele virou um gestor financeiro e pode trabalhar até abrir seu próprio negócio. “O salário de um contador começa com algo em torno de R$ 2 mil, R$ 2,5 mil. Um auditor sênior, um diretor de controladoria, por exemplo, pode chegar a R$ 20 mil, R$ 30 mil, RS 40 mil”, conta Luis.
Uma profissão antiga também mas que está de cara nova é a de padeiro, que também precisa de especialização. Francisco da Silva está no setor há 17 anos e faz mais de três mil pães por dia. Como gosta da profissão, decidiu se aperfeiçoar. Fez inúmeros cursos. Resultado: virou um padeiro diferenciado e requisitado. Já recebeu convites de muitas outras padarias. Quando está de folga, faz trabalhos extras para aumentar o salário de R$ 1.000,00.
“Vale muito a pena investir na profissão, participar de concurso, correr atrás de coisas diferentes no mercado. Hoje em dia a gente depende muito de criatividade, novidade. O mercado está exigindo muito”, diz ele.
Os açougueiros são outros que precisam de especialização. O interior de São Paulo, uma região com grande número de frigoríficos e abatedouros voltados a abastecer grande parte dos mercados interno e externo, anda procurando profissionais.
Mesmo com muitas vagas para açougueiros, é a qualificação que faz a diferença. Foi o que aconteceu com o senhor José Nispeque. Ele estudou, se especializou e se tornou um profissional diferenciado e requisitado. Tanto que, depois de 30 anos na profissão, ele abriu o próprio negócio.
Até os filhos largaram as profissões de publicitária e técnico de projetos para trabalhar no açougue com ele. “Tem de ter persistência na profissão, gostar da profissão, e fazer cursos, aprender cortes novos. A pessoa não tem só de ficar cortando carnes, tem de aprender, fazer bastante coisa porque o que o cliente quer é um bom atendimento”, afirma.
Muitas vezes, a falta de informação faz as pessoas pensarem que as profissões mais simples ou antigas não têm mercado porque não estão na moda. Mas há oportunidades e elas podem pagar bem. Portanto, a dica é se atualizar, procurar cursos, colocar em prática idéias que tornem o serviço oferecido mais interessante.
Fonte: G1 em 22/10/2007
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Profissão Contábil
18o Congresso Brasileiro de Contabilidade
O maior evento contábil do País será realizado na cidade de Gramado-RS, nas dependências do Serra Park Centro de Feiras e Eventos, no período de 24 a 28 de agosto de 2008.
O Congresso Brasileiro de Contabilidade ocorre a cada quatro anos e a responsabilidade pela organização do evento é do Conselho Federal de Contabilidade em conjunto com os Conselhos Regionais de Contabilidade. Em 2008 terá como lema “Contabilidade: Ciência a serviço do desenvolvimento”.
Espera-se, para esse evento, um público de,aproximadamente, 4.000 (quatro mil) participantes, vindos de todos os estados brasileiros, estratifi cados em 3.000 (três mil) profi ssionais, 700 (setecentos) estudantes e 300 (trezentos) acompanhantes.
A programação será composta de apresentação de palestras, painéis e trabalhos, com um temário rico, que tem por objetivo expor e debater temas atuais e tendências da Contabilidade, para o aperfeiçoamento dos profissionais de constabilidade e, em especial, para a valorização da Contabilidade como ciência. Haverá premiação para os cinco melhores trabalhos científicos apresentados.
O 18º Congresso Brasileiro de Contabilidade tem como propósito estimular a discussão e a refl exão sobre temas atuais e as tendências mundiais da Contabilidade, proporcionando aos profi ssionais da área, bem como aos estudantes, uma gama de oportunidades para reciclagem e aprimoramento.
Paralelamente ao evento, haverá uma Feira de Negócios e Oportunidades, na qual serão montados, aproximadamente, 120 estandes de empresas interessadas em expor seus produtos e serviços para os profissionais, empresários da contabilidade e estudantes.
O 18º CBC é um dos acontecimentos mais aguardados por toda a classe contábil, e você é nosso convidado especial.
Maiores informações: AQUI
O Congresso Brasileiro de Contabilidade ocorre a cada quatro anos e a responsabilidade pela organização do evento é do Conselho Federal de Contabilidade em conjunto com os Conselhos Regionais de Contabilidade. Em 2008 terá como lema “Contabilidade: Ciência a serviço do desenvolvimento”.
Espera-se, para esse evento, um público de,aproximadamente, 4.000 (quatro mil) participantes, vindos de todos os estados brasileiros, estratifi cados em 3.000 (três mil) profi ssionais, 700 (setecentos) estudantes e 300 (trezentos) acompanhantes.
A programação será composta de apresentação de palestras, painéis e trabalhos, com um temário rico, que tem por objetivo expor e debater temas atuais e tendências da Contabilidade, para o aperfeiçoamento dos profissionais de constabilidade e, em especial, para a valorização da Contabilidade como ciência. Haverá premiação para os cinco melhores trabalhos científicos apresentados.
O 18º Congresso Brasileiro de Contabilidade tem como propósito estimular a discussão e a refl exão sobre temas atuais e as tendências mundiais da Contabilidade, proporcionando aos profi ssionais da área, bem como aos estudantes, uma gama de oportunidades para reciclagem e aprimoramento.
Paralelamente ao evento, haverá uma Feira de Negócios e Oportunidades, na qual serão montados, aproximadamente, 120 estandes de empresas interessadas em expor seus produtos e serviços para os profissionais, empresários da contabilidade e estudantes.
O 18º CBC é um dos acontecimentos mais aguardados por toda a classe contábil, e você é nosso convidado especial.
Maiores informações: AQUI
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Profissão Contábil
Novas regras de estágios podem impactar empresas e estudantes
Em vias de ser aprovado no Senado Federal, o projeto de lei que regulamenta o estágio de estudantes de educação superior e de ensino médio é alvo da resistência de entidades do setor, que tentam inserir na proposta regras mais flexíveis para evitar uma possível demissão em massa dos estagiários. O Projeto de Lei nº 44 , de 2007, altera a Lei dos Estágios - a Lei nº 6.494, de 1977 - limita o número máximo de estagiários contratados pelas empresas e fixa um prazo para o período de estágio. As restrições estabelecidas pelo projeto de lei, de autoria do Poder Executivo, vão ao encontro de uma postura rígida adotada pela Justiça trabalhista nos últimos anos em processos envolvendo contratos de estágios considerados inadequados. Hoje existem 600 mil no país, de acordo com estimativas do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).
O temor de que o projeto de lei, se aprovado, provoque uma onda de demissões ocorreu em função do artigo 17º, que estabelece um número máximo de estagiários em relação ao quadro de funcionários da empresa - acima de dez empregados, a entidade pode ter até 20% de estagiários. "Ao menos nas pequenas empresas o limite deveria ser maior", diz Carlos Henrique Mencaci, presidente da Associação Brasileira de Estágios (Abres), que está tentando ampliar esta cota junto aos senadores. Segundo estatísticas da Abres, cerca de 40% dos estagiários são efetivados, diminuindo as estatísticas de desemprego do país. "O estágio também reduz a evasão escolar, já que exige supervisão da universidade", afirma.
Outros pontos polêmicos do projeto são o limite da jornada de estágio - que passaria a ser de seis horas - e da duração do contrário - que pela proposta passa a ser de apenas dois anos, o que poderia causar a demissão de estagiários contratados nos primeiros anos do curso. Além disso, o projeto de lei estabelece ainda a exigência da apresentação periódica de relatórios de estágio às universidades e prevê direitos como férias de 30 dias e auxílio-transporte. "A maioria das empresas já concede estes benefícios, mas a pressão legal será positiva", diz Paulo Nathanael Pereira de Souza, presidente do conselho diretor do CIEE.
Pelo projeto de lei, a fiscalização da Previdência Social poderá constatar irregularidades na contratação e na manutenção dos estagiários. O que, para Souza, dará poderes excessivos aos fiscais do trabalho. "O grande erro do projeto é a prevalência da visão laboral sobre a educativa, que é a função do estágio", diz o presidente do conselho do CIEE. Para o advogado Alexandre de Almeida Cardoso, do escritório TozziniFreire Advogados, o projeto não trará o efeito esperado - de evitar a ilegalidade nos estágios - pois as empresas e os estagiários que agem corretamente é que serão atingidos. "A alteração da lei não vai combater estágios ilegais", diz. "Deveria haver apenas um aumento da fiscalização."
O principal argumento que justifica o Projeto de Lei nº 44 é a postura abusiva de algumas empresas na utilização de estagiários como mão-de-obra barata. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) já demonstrou esta preocupação em julgamentos recentes, quando analisou a regularidade de contratos de estágio. Em outubro, a primeira turma do TST considerou fraudulento um contrato de estágio de uma funcionária que já havia concluído o curso de telefonista do Senac há seis meses e exercia a mesma função de funcionários efetivos. A funcionária recebia remuneração de apenas R$ 156,00, contra R$ 657,64 das outras telefonistas. A empresa foi condenada a reconhecer a relação de emprego, pagar a diferença salarial e as verbas trabalhistas. Em outro caso julgado neste ano, a terceira turma do TST reconheceu o desvirtuamento do contrato de uma estagiária que fazia faculdade de comunicação social e trabalhava como atendente de cliente de seguros. No relatório do processo, os ministros dizem que "o estágio deve proporcionar experiência prática na linha de formação profissional do estudante". Nos tribunais regionais do trabalho (TRTs), os juízes trabalhistas também identificam abusos. Em 2003, o TRT da 5ª Região entendeu que uma empresa de telefonia deveria reconhecer o vínculo empregatício de uma estudante de hotelaria que trabalhava no "call center", onde, segundo ela, havia cerca de 150 estagiários. O TRT entendeu que, neste caso, o estágio se apresenta como forma velada de a empresa não efetivar contratos de trabalho. Mas, para Paulo Nathanael Souza, do CIEE, esta postura é adotada pela minoria das empresas.
O Projeto de Lei nº 44 tramitava em caráter de urgência no Senado, mas teve sua votação adiada em outubro por um impasse causado pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), que alegou plágio de um projeto de sua autoria - o Projeto de Lei nº 473, de 2003. Por isto, perdeu o caráter de urgência e deve passar pelas comissões do Senado.
Fonte: Portal da Classe Contábil em 15/10/2007
O temor de que o projeto de lei, se aprovado, provoque uma onda de demissões ocorreu em função do artigo 17º, que estabelece um número máximo de estagiários em relação ao quadro de funcionários da empresa - acima de dez empregados, a entidade pode ter até 20% de estagiários. "Ao menos nas pequenas empresas o limite deveria ser maior", diz Carlos Henrique Mencaci, presidente da Associação Brasileira de Estágios (Abres), que está tentando ampliar esta cota junto aos senadores. Segundo estatísticas da Abres, cerca de 40% dos estagiários são efetivados, diminuindo as estatísticas de desemprego do país. "O estágio também reduz a evasão escolar, já que exige supervisão da universidade", afirma.
Outros pontos polêmicos do projeto são o limite da jornada de estágio - que passaria a ser de seis horas - e da duração do contrário - que pela proposta passa a ser de apenas dois anos, o que poderia causar a demissão de estagiários contratados nos primeiros anos do curso. Além disso, o projeto de lei estabelece ainda a exigência da apresentação periódica de relatórios de estágio às universidades e prevê direitos como férias de 30 dias e auxílio-transporte. "A maioria das empresas já concede estes benefícios, mas a pressão legal será positiva", diz Paulo Nathanael Pereira de Souza, presidente do conselho diretor do CIEE.
Pelo projeto de lei, a fiscalização da Previdência Social poderá constatar irregularidades na contratação e na manutenção dos estagiários. O que, para Souza, dará poderes excessivos aos fiscais do trabalho. "O grande erro do projeto é a prevalência da visão laboral sobre a educativa, que é a função do estágio", diz o presidente do conselho do CIEE. Para o advogado Alexandre de Almeida Cardoso, do escritório TozziniFreire Advogados, o projeto não trará o efeito esperado - de evitar a ilegalidade nos estágios - pois as empresas e os estagiários que agem corretamente é que serão atingidos. "A alteração da lei não vai combater estágios ilegais", diz. "Deveria haver apenas um aumento da fiscalização."
O principal argumento que justifica o Projeto de Lei nº 44 é a postura abusiva de algumas empresas na utilização de estagiários como mão-de-obra barata. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) já demonstrou esta preocupação em julgamentos recentes, quando analisou a regularidade de contratos de estágio. Em outubro, a primeira turma do TST considerou fraudulento um contrato de estágio de uma funcionária que já havia concluído o curso de telefonista do Senac há seis meses e exercia a mesma função de funcionários efetivos. A funcionária recebia remuneração de apenas R$ 156,00, contra R$ 657,64 das outras telefonistas. A empresa foi condenada a reconhecer a relação de emprego, pagar a diferença salarial e as verbas trabalhistas. Em outro caso julgado neste ano, a terceira turma do TST reconheceu o desvirtuamento do contrato de uma estagiária que fazia faculdade de comunicação social e trabalhava como atendente de cliente de seguros. No relatório do processo, os ministros dizem que "o estágio deve proporcionar experiência prática na linha de formação profissional do estudante". Nos tribunais regionais do trabalho (TRTs), os juízes trabalhistas também identificam abusos. Em 2003, o TRT da 5ª Região entendeu que uma empresa de telefonia deveria reconhecer o vínculo empregatício de uma estudante de hotelaria que trabalhava no "call center", onde, segundo ela, havia cerca de 150 estagiários. O TRT entendeu que, neste caso, o estágio se apresenta como forma velada de a empresa não efetivar contratos de trabalho. Mas, para Paulo Nathanael Souza, do CIEE, esta postura é adotada pela minoria das empresas.
O Projeto de Lei nº 44 tramitava em caráter de urgência no Senado, mas teve sua votação adiada em outubro por um impasse causado pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), que alegou plágio de um projeto de sua autoria - o Projeto de Lei nº 473, de 2003. Por isto, perdeu o caráter de urgência e deve passar pelas comissões do Senado.
Fonte: Portal da Classe Contábil em 15/10/2007
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quarta-feira
Contador, com todo respeito
Certas profissões têm charme na mídia, mas são pouco valorizadas na prática.
Outras são disputadíssimas pela empresas, mas são esquecidas pela mídia.
E, com isso, batalhões de jovens sonhadores escolhem suas faculdades e depois quebram a cara para arranjar um emprego. E, aí, com um diploma na mão, vão ser vendedores de cachorro-quente, o que aliás, parece estar dando muito dinheiro.
Mas vejam os contadores. Por alguma razão, no Brasil, e apenas no Brasil, não são valorizados socialmente. Na Europa e nos Estados Unidos, se você se apresenta como contador, todas as portas se abrem, e os pais sempre comemoram o ingresso do filho numa escola de contabilidade.
Não vou me esquecer nunca da cara de espanto do meu professor de ginásio, lá no Colégio Jácomo Stávale, na Freguesia do Ó, quando quis saber o que cada um dos adolescentes de 14 anos que completava o primeiro grau pretendia ser na vida. No meio de futuros médicos, advogados, engenheiros apareceu um, eu, dizendo que queria ser contador. E fui. Sou um dos 110 mil contadores do Brasil ou 320 mil contabilistas se somados os técnicos em contabilidade.
Aconselho a quem tiver de escolher uma profissão que ingresse em uma boa escola de ciências contábeis e vá ser contador.
Você não imagina quanta emoção e satisfação vai ter. E esqueça que a revista Veja publicou uma matéria de capa sobre as melhores profissões do futuro e não incluiu a de contador, apesar de serem as fontes mais comuns de consulta das redações quando o assunto requer credibilidade e profundidade. É possível que os autores da matéria tenham ficado com a imagem deixada pelo filme "Os Intocáveis", aqueles fantásticos policiais que caçavam os inimigos da "Lei Seca". Tinha um contador que, além de descobrir as falcatruas nos livros contábeis das organizações fora-da-lei, enfrentava a Máfia com uma assustadora metralhadora. Apesar da sua coragem, o contador morre.
Hoje em dia não é bem assim que os contadores trabalham. Também não usam ligas nas mangas de camisas nem tampouco protetores para os olhos. Suas armas são modernos computadores, com softwares que auxiliam a avaliar complexos industriais que são vendidos em leilões de privatização por cifras de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões. Mais do que nunca o Brasil vai demandar contadores.
Esta é uma espécie de profissional que floresce apenas em países democráticos onde a lei é padrão de referência. Em países de economia fechada existe muito pouco mercado para esses profissionais. Agora, quando o País decide abrir suas fronteiras e mergulhar na economia de mercado, só mesmo um bom contador para indicar qual é a melhor opção de investimento.
Imagine como ser competitivo se você não organizar os custos de sua empresa para saber como racionalizá-los? Não há um dólar de investimento no País sem que experientes contadores sejam chamados para analisar os dados e interpretá-los e dar o seu veredicto. Numa economia globalizada, então, nem se fale. Os relatórios contábeis são esmiuçados e preparados dentro de padrões mundiais, conforme requerido pelo Financial Accounting Standards Board (FASB), a junta de Normas de Contabilidade Financeira, sem os quais nenhum centavo é negociado nas bolsas norte-americanas.
No caso do setor público brasileiro, está próximo o tempo em que auditorias serão requeridas para verificar como cada real do contribuinte está sendo aplicado. Não tenham dúvidas, esta é a maneira mais eficaz de se combater desperdícios e evitar déficits. É por isso que no Brasil os auditores ainda são poucos. Apenas 1 para 24.615 habitantes; nos EUA, a relação é de 1 auditor para 2.317 habitantes, e na Holanda, de 1 para 899 habitantes. A média mundial registra 1 auditor para 3 mil habitantes. Mas apesar disso, é intrigante esta rejeição nacional por aquilo que possa resultar da verdade dos números.
Despreza-se com tal empenho o que possa decorrer da organização contábil, ciência também conhecida como a ciência da ordem, que, na área política, parlamentares como o deputado Roberto Campos, homem culto e inteligente, chegam a acusá-la de classe parasitária. Apenas porque a ciência contábil é implacável com a verdade por se basear no princípio de que para cada dinheiro gasto deve existir fonte correspondente, conhecida e identificada. Bem, não se pode dizer que os orçamentos públicos votados pelas Casas Legislativas sejam exatamente produto dessa equação contábil.
Fica aqui reiterado o meu conselho aos jovens deste país. Tomem cuidado ao escolher uma profissão. Cada um saberá tirar o máximo de sabor do seu trabalho, só não confundam profissão do futuro com aquela que lhe vai permitir participar de muitos coquetéis, happy hours, presença em colunas sociais ou que no final do filme a mocinha escolhe como galã da história.
Autor: Antoninho Marmo Trevisan
Outras são disputadíssimas pela empresas, mas são esquecidas pela mídia.
E, com isso, batalhões de jovens sonhadores escolhem suas faculdades e depois quebram a cara para arranjar um emprego. E, aí, com um diploma na mão, vão ser vendedores de cachorro-quente, o que aliás, parece estar dando muito dinheiro.
Mas vejam os contadores. Por alguma razão, no Brasil, e apenas no Brasil, não são valorizados socialmente. Na Europa e nos Estados Unidos, se você se apresenta como contador, todas as portas se abrem, e os pais sempre comemoram o ingresso do filho numa escola de contabilidade.
Não vou me esquecer nunca da cara de espanto do meu professor de ginásio, lá no Colégio Jácomo Stávale, na Freguesia do Ó, quando quis saber o que cada um dos adolescentes de 14 anos que completava o primeiro grau pretendia ser na vida. No meio de futuros médicos, advogados, engenheiros apareceu um, eu, dizendo que queria ser contador. E fui. Sou um dos 110 mil contadores do Brasil ou 320 mil contabilistas se somados os técnicos em contabilidade.
Aconselho a quem tiver de escolher uma profissão que ingresse em uma boa escola de ciências contábeis e vá ser contador.
Você não imagina quanta emoção e satisfação vai ter. E esqueça que a revista Veja publicou uma matéria de capa sobre as melhores profissões do futuro e não incluiu a de contador, apesar de serem as fontes mais comuns de consulta das redações quando o assunto requer credibilidade e profundidade. É possível que os autores da matéria tenham ficado com a imagem deixada pelo filme "Os Intocáveis", aqueles fantásticos policiais que caçavam os inimigos da "Lei Seca". Tinha um contador que, além de descobrir as falcatruas nos livros contábeis das organizações fora-da-lei, enfrentava a Máfia com uma assustadora metralhadora. Apesar da sua coragem, o contador morre.
Hoje em dia não é bem assim que os contadores trabalham. Também não usam ligas nas mangas de camisas nem tampouco protetores para os olhos. Suas armas são modernos computadores, com softwares que auxiliam a avaliar complexos industriais que são vendidos em leilões de privatização por cifras de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões. Mais do que nunca o Brasil vai demandar contadores.
Esta é uma espécie de profissional que floresce apenas em países democráticos onde a lei é padrão de referência. Em países de economia fechada existe muito pouco mercado para esses profissionais. Agora, quando o País decide abrir suas fronteiras e mergulhar na economia de mercado, só mesmo um bom contador para indicar qual é a melhor opção de investimento.
Imagine como ser competitivo se você não organizar os custos de sua empresa para saber como racionalizá-los? Não há um dólar de investimento no País sem que experientes contadores sejam chamados para analisar os dados e interpretá-los e dar o seu veredicto. Numa economia globalizada, então, nem se fale. Os relatórios contábeis são esmiuçados e preparados dentro de padrões mundiais, conforme requerido pelo Financial Accounting Standards Board (FASB), a junta de Normas de Contabilidade Financeira, sem os quais nenhum centavo é negociado nas bolsas norte-americanas.
No caso do setor público brasileiro, está próximo o tempo em que auditorias serão requeridas para verificar como cada real do contribuinte está sendo aplicado. Não tenham dúvidas, esta é a maneira mais eficaz de se combater desperdícios e evitar déficits. É por isso que no Brasil os auditores ainda são poucos. Apenas 1 para 24.615 habitantes; nos EUA, a relação é de 1 auditor para 2.317 habitantes, e na Holanda, de 1 para 899 habitantes. A média mundial registra 1 auditor para 3 mil habitantes. Mas apesar disso, é intrigante esta rejeição nacional por aquilo que possa resultar da verdade dos números.
Despreza-se com tal empenho o que possa decorrer da organização contábil, ciência também conhecida como a ciência da ordem, que, na área política, parlamentares como o deputado Roberto Campos, homem culto e inteligente, chegam a acusá-la de classe parasitária. Apenas porque a ciência contábil é implacável com a verdade por se basear no princípio de que para cada dinheiro gasto deve existir fonte correspondente, conhecida e identificada. Bem, não se pode dizer que os orçamentos públicos votados pelas Casas Legislativas sejam exatamente produto dessa equação contábil.
Fica aqui reiterado o meu conselho aos jovens deste país. Tomem cuidado ao escolher uma profissão. Cada um saberá tirar o máximo de sabor do seu trabalho, só não confundam profissão do futuro com aquela que lhe vai permitir participar de muitos coquetéis, happy hours, presença em colunas sociais ou que no final do filme a mocinha escolhe como galã da história.
Autor: Antoninho Marmo Trevisan
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terça-feira
Citações Memoráveis
A Lista de Schindler é um filme de Steven Spielberg que conta a história de Oskar Schindler, um empresário alemão que usou seu dinheiro e conexões para libertar judeus de campos de concentração, em plena 2ª Guerra Mundial.
Citação de Oskar Schindler para Stern, ao fechar o negócio da fábrica:
"Meu pai foi amigo em dizer que você precisa de três coisas na vida: um bom médico, um padre perdoador, e um hábil contador. Os primeiros dois, eu nunca precisei muito, mas o terceiro..."
Fonte: A Lista de Schindler
Citação de Oskar Schindler para Stern, ao fechar o negócio da fábrica:
"Meu pai foi amigo em dizer que você precisa de três coisas na vida: um bom médico, um padre perdoador, e um hábil contador. Os primeiros dois, eu nunca precisei muito, mas o terceiro..."
Fonte: A Lista de Schindler
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segunda-feira
UBS dobra no país a gestão de fortunas
O Brasil é peça-chave na estratégia de crescimento do UBS na América Latina, pois representa 47% do total do mercado de gestão de fortunas na região. "O país é, de longe, a maior economia, a maior população, o maior Produto Interno Bruto", diz Raoul Weil, do comitê executivo global do UBS e chairman e CEO das áreas de gestão de fortunas global e de business banking, em entrevista exclusiva ao Valor. "E parece promissor do ponto de vista do crescimento econômico", avalia. É justamente o crescimento econômico que mais impulsiona a geração de riqueza pessoal que o UBS se propõe a administrar.
Sob o comando de Eduardo Oliveira, o total de fortunas sob a gestão do UBS no Brasil dobrou de tamanho no último ano, diz Weil. Para fazer frente ao crescimento, o banco investiu e abriu mais três escritórios, em Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre, além dos dois já existentes em São Paulo e no Rio.
O banco é líder no mercado de gestão de fortunas, com US$ 2 trilhões em ativos. Nesse bolo global, o Brasil representa apenas 0,5%, mas a participação deve crescer, acredita Weil. "A economia está bem, o mercado doméstico cresce fortemente, o Brasil é um dos maiores fornecedores de recursos naturais e alimentos para os asiáticos", comenta. "O país depende menos da economia americana do que há 20 anos."
Autora: Cristiane Perini Lucchesi
Fonte: Valor Online em 08/10/2007
Sob o comando de Eduardo Oliveira, o total de fortunas sob a gestão do UBS no Brasil dobrou de tamanho no último ano, diz Weil. Para fazer frente ao crescimento, o banco investiu e abriu mais três escritórios, em Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre, além dos dois já existentes em São Paulo e no Rio.
O banco é líder no mercado de gestão de fortunas, com US$ 2 trilhões em ativos. Nesse bolo global, o Brasil representa apenas 0,5%, mas a participação deve crescer, acredita Weil. "A economia está bem, o mercado doméstico cresce fortemente, o Brasil é um dos maiores fornecedores de recursos naturais e alimentos para os asiáticos", comenta. "O país depende menos da economia americana do que há 20 anos."
Autora: Cristiane Perini Lucchesi
Fonte: Valor Online em 08/10/2007
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Gestão de risco ganha espaço
O aquecimento da economia e o início de megaprojetos de investimento está abrindo um novo nicho de negócios no mercado de seguros. Para baratear o valor das apólices milionárias, o trabalho de consultoria e análise prévia dos riscos envolvidos no projeto ganha cada vez mais espaço.
Um dos exemplo mais recentes é a mineradora MMX, do empresário Eike Batista. A empresa contratou a Marsh, uma das maiores corretoras do mundo, para fazer a gestão de risco e o programa de seguros do "Sistema Minas Rio", projeto com investimentos estimados em nada menos que R$ 2,5 bilhões.
A idéia é quantificar todos os riscos presentes no projeto - que compreende o complexo de minério de ferro em Conceição do Mato Dentro (MG), um mineroduto com extensão de 525 quilômetros e a construção do Porto de Açu, em São João da Barra (RJ). As obras estão previstas para começar ainda este mês, após a recente liberação da licença ambiental pelo Ibama.
A avaliação dos especialistas é que com a abertura do mercado de resseguros, que deve começar para valer no início de 2008, o trabalho de consultoria e mapeamento dos riscos de grandes projetos tende a crescer. A razão é que as resseguradoras internacionais vão exigir maior detalhamento das informações antes de assumirem os riscos de projetos tão diferentes como o setor de petróleo, etanol ou infra-estrutura. Com o mercado de resseguro fechado e o monopólio do IRB Brasil Re - até agora única resseguradora autorizada a operar no país - este tipo de trabalho não tinha muito espaço.
Os especialistas do setor estimam que no máximo 10% dos seguros fechados pelas empresas contam com gerenciamento de risco. "O desconhecimento deste tipo de serviço ainda é muito grande. O potencial de crescimento é enorme", avalia João Pedro Paro Neto, diretor de marketing e canais da seguradora Tokio Marine, que tem internamente uma área dedicada a esse trabalho. A área de transporte de cargas é uma das que mais demandam o serviço.
Alguns especialistas reclamam que há poucas companhias especializadas atuando na área de gestão de risco. Entre as maiores, estão a Marsh e Aon.
Um dos indicadores que mostram o aumento da demanda por consultoria vem da própria Marsh. As operações de consultoria e gestão de risco na corretora tiveram receita 25% maior nos últimos 12 meses. Já as operações de corretagem tradicional cresceram 20%.
Para conduzir as avaliações do projeto de investimento da MMX, a Marsh trouxe ao Brasil um especialista em mineração que trabalha na unidade da corretora no Canadá. A idéia é não apenas quantificar os riscos normalmente avaliados pelas seguradoras, como o de acidentes e inundações. Mas também ver os riscos financeiros, ambientais e políticos, exigidos principalmente pelos bancos que liberam o financiamento para os investimentos. "Queremos ver a probabilidade e freqüência deste riscos", afirma ao Valor, Eduardo Takahashi, um dos especialistas da Marsh envolvidos na operação da mineradora.
Para isso, há o trabalho de campo, visitando as instalações da unidade, e ainda reuniões com os executivos da MMX envolvidos na operação. O objetivo é avaliar o impacto destes riscos sobre o projeto e estruturar a cobertura do seguro. Com base nas análises, a Marsh procura as seguradoras e resseguradoras. "A gestão de riscos contribui para a redução de custos do seguro e minimiza a possibilidade de sinistros", diz Sérgio Rocha, responsável por desenvolvimento de negócios da Marsh no Rio.
No mercado local, a corretora já está apresentando o projeto para as companhias brasileiras. Em novembro, começa a mostrar para as resseguradoras estrangeiras, que devem ficar com a maior parte do risco.
Há várias apólices envolvidas neste tipo de investimento. As principais são a cobertura de riscos de engenharia, responsabilidade civil (danos que a obra possa causar a terceiros) e de transportes (dos materiais para a construção). Mas há outros seguros possíveis. No Porto de Açu, por exemplo, está sendo feita uma reforma e melhoria das instalações, que tem apólice específica. Há ainda a possibilidade de um seguro para cobrir o lucro esperado, ou seja, cobre o ganho que o investidor teria caso a obra não seja concluída.
Autor: Altamiro Silva Júnior
Fonte: Valor Online 08/10/2007.
Um dos exemplo mais recentes é a mineradora MMX, do empresário Eike Batista. A empresa contratou a Marsh, uma das maiores corretoras do mundo, para fazer a gestão de risco e o programa de seguros do "Sistema Minas Rio", projeto com investimentos estimados em nada menos que R$ 2,5 bilhões.
A idéia é quantificar todos os riscos presentes no projeto - que compreende o complexo de minério de ferro em Conceição do Mato Dentro (MG), um mineroduto com extensão de 525 quilômetros e a construção do Porto de Açu, em São João da Barra (RJ). As obras estão previstas para começar ainda este mês, após a recente liberação da licença ambiental pelo Ibama.
A avaliação dos especialistas é que com a abertura do mercado de resseguros, que deve começar para valer no início de 2008, o trabalho de consultoria e mapeamento dos riscos de grandes projetos tende a crescer. A razão é que as resseguradoras internacionais vão exigir maior detalhamento das informações antes de assumirem os riscos de projetos tão diferentes como o setor de petróleo, etanol ou infra-estrutura. Com o mercado de resseguro fechado e o monopólio do IRB Brasil Re - até agora única resseguradora autorizada a operar no país - este tipo de trabalho não tinha muito espaço.
Os especialistas do setor estimam que no máximo 10% dos seguros fechados pelas empresas contam com gerenciamento de risco. "O desconhecimento deste tipo de serviço ainda é muito grande. O potencial de crescimento é enorme", avalia João Pedro Paro Neto, diretor de marketing e canais da seguradora Tokio Marine, que tem internamente uma área dedicada a esse trabalho. A área de transporte de cargas é uma das que mais demandam o serviço.
Alguns especialistas reclamam que há poucas companhias especializadas atuando na área de gestão de risco. Entre as maiores, estão a Marsh e Aon.
Um dos indicadores que mostram o aumento da demanda por consultoria vem da própria Marsh. As operações de consultoria e gestão de risco na corretora tiveram receita 25% maior nos últimos 12 meses. Já as operações de corretagem tradicional cresceram 20%.
Para conduzir as avaliações do projeto de investimento da MMX, a Marsh trouxe ao Brasil um especialista em mineração que trabalha na unidade da corretora no Canadá. A idéia é não apenas quantificar os riscos normalmente avaliados pelas seguradoras, como o de acidentes e inundações. Mas também ver os riscos financeiros, ambientais e políticos, exigidos principalmente pelos bancos que liberam o financiamento para os investimentos. "Queremos ver a probabilidade e freqüência deste riscos", afirma ao Valor, Eduardo Takahashi, um dos especialistas da Marsh envolvidos na operação da mineradora.
Para isso, há o trabalho de campo, visitando as instalações da unidade, e ainda reuniões com os executivos da MMX envolvidos na operação. O objetivo é avaliar o impacto destes riscos sobre o projeto e estruturar a cobertura do seguro. Com base nas análises, a Marsh procura as seguradoras e resseguradoras. "A gestão de riscos contribui para a redução de custos do seguro e minimiza a possibilidade de sinistros", diz Sérgio Rocha, responsável por desenvolvimento de negócios da Marsh no Rio.
No mercado local, a corretora já está apresentando o projeto para as companhias brasileiras. Em novembro, começa a mostrar para as resseguradoras estrangeiras, que devem ficar com a maior parte do risco.
Há várias apólices envolvidas neste tipo de investimento. As principais são a cobertura de riscos de engenharia, responsabilidade civil (danos que a obra possa causar a terceiros) e de transportes (dos materiais para a construção). Mas há outros seguros possíveis. No Porto de Açu, por exemplo, está sendo feita uma reforma e melhoria das instalações, que tem apólice específica. Há ainda a possibilidade de um seguro para cobrir o lucro esperado, ou seja, cobre o ganho que o investidor teria caso a obra não seja concluída.
Autor: Altamiro Silva Júnior
Fonte: Valor Online 08/10/2007.
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sexta-feira
Contadores
Para as pequenas e médias empresas, escolher bem o contador é fundamental. Saiba o que é essencial antes de contratar os serviços de um deles e como acompanhar os trabalhos
O que fazer se o contador atende empresas concorrentes?
Como o contador lida com uma série de informações estratégicas, é melhor não contratar os serviços de um escritório que atende mais de um cliente no mesmo setor. Se isso não for possível, um contrato de confidencialidade, com a previsão de multas, pode ajudar a evitar problemas.
É correto deixar contas para ser pagas pelo contador?
Não. O correto é o contador entregar as guias de recolhimento de impostos e outros deveres para que a própria empresa se encarregue do pagamento. "Por comodidade, muitos empresários preferem correr o risco de o contador ficar com o dinheiro", diz Domingos Chiomento, vice-presidente do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo. Quem optar por delegar a responsabilidade ao contador deve fazer os repasses por meio de cheques. No verso, escreva a que o pagamento se refere. Isso é levado em consideração no caso de fraude.
Qual a melhor forma de fiscalizar o trabalho de um escritório de contabilidade?
Pedir relatórios mensais para conferir o andamento das contas pode dar bons indicadores da qualidade do trabalho. E visitas-surpresa ao escritório de contabilidade para verificar se sua documentação está em ordem podem ser ainda mais reveladoras.
Como obter informações sobre o contador antes de contratá-lo?
Consulte o conselho regional de contabilidade do estado para confirmar se ele possui registro. Também é recomendável pedir certidões negativas na Receita Federal e nos cartórios de protesto. Isso pode ser feito pela internet nos sites ww.protesto.com.br e www.receita.fazenda.gov.br. Por fim, busque referências em outras empresas.
Fontes Primárias: Conselho Federal de Contabilidade, Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo e empresários
Fonte Secundária: Portal Exame
O que fazer se o contador atende empresas concorrentes?
Como o contador lida com uma série de informações estratégicas, é melhor não contratar os serviços de um escritório que atende mais de um cliente no mesmo setor. Se isso não for possível, um contrato de confidencialidade, com a previsão de multas, pode ajudar a evitar problemas.
É correto deixar contas para ser pagas pelo contador?
Não. O correto é o contador entregar as guias de recolhimento de impostos e outros deveres para que a própria empresa se encarregue do pagamento. "Por comodidade, muitos empresários preferem correr o risco de o contador ficar com o dinheiro", diz Domingos Chiomento, vice-presidente do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo. Quem optar por delegar a responsabilidade ao contador deve fazer os repasses por meio de cheques. No verso, escreva a que o pagamento se refere. Isso é levado em consideração no caso de fraude.
Qual a melhor forma de fiscalizar o trabalho de um escritório de contabilidade?
Pedir relatórios mensais para conferir o andamento das contas pode dar bons indicadores da qualidade do trabalho. E visitas-surpresa ao escritório de contabilidade para verificar se sua documentação está em ordem podem ser ainda mais reveladoras.
Como obter informações sobre o contador antes de contratá-lo?
Consulte o conselho regional de contabilidade do estado para confirmar se ele possui registro. Também é recomendável pedir certidões negativas na Receita Federal e nos cartórios de protesto. Isso pode ser feito pela internet nos sites ww.protesto.com.br e www.receita.fazenda.gov.br. Por fim, busque referências em outras empresas.
Fontes Primárias: Conselho Federal de Contabilidade, Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo e empresários
Fonte Secundária: Portal Exame
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segunda-feira
Contadores em perigo de extinção
Aumenta a falta de jovens profissionais com amplos conhecimentos de planificação e análise. Cada vez se torna mais visível em todo o mundo a escassez de contadores e outros profissionais qualificados da área de finanças, em especial no Leste Europeu e Ásia, o que limita os esforços para enviar ao exterior profissionais para as funções financeiras corporativas, segundo uma pesquisa elaborada pela Deloitte Consulting.
A empresa pesquisou 636 executivos veteranos das finanças em 73 países, e descobriu que dois terços deles consideram que a oferta de talentos financeiros de alta qualidade na Ásia é limitada ou inadequada. Seis entre cada dez executivos demonstraram a mesma inquietação a respeito do Leste Europeu. Do ponto de vista internacional, 42% dos executivos explicaram que suas organizações mal conseguiam, ou definitivamente não podiam, satisfazer a demanda por profissionais das finanças, em particular por contadores, que é o grupo mais escasso.
Os resultados obtidos pela Deloitte coincidem com os de uma pesquisa da Manpower, empresa que fornece serviços de trabalho temporário que, no início deste ano, situou os contadores no quinto lugar da classificação dos empregos mais difíceis de preencher, frente ao nono lugar que ocupavam há um ano.
Obstáculos
"Nossos clientes tentam superar essa onda de transferências para o exterior, mas essa escassez de talentos é um obstáculo significativo", assegurou Steven Ehrenhalt, da Deloitte. As empresas que fixam seus objetivos estratégicos no exterior "enfrentam uma difícil corrida para garantir o talento, e farão com que o custo desse talento aumente".
Embora os executivos norte-americanos tenham demonstrado uma menor preocupação com a oferta global de profissionais, reconheceram seu temor diante da possibilidade de determinadas capacidades estarem se atrofiando. Após cinco anos se concentrando nos detalhes contábeis e no cumprimento dos novos requisitos da Lei Sarbanes-Oxley, que diz respeito ao "caso Enron", aumentou o controle sobre os departamentos financeiros empresariais, e as áreas de operações corporativas enfrentam a escassez de jovens profissionais com amplos conhecimentos de planificação e análise, segundo explicou a Deloitte.
Atualmente, as empresas norte-americanas de auditoria e os departamentos financeiros têm problemas na hora de concorrer pelos formados por universidades e os alunos das escolas de administração de empresa, já que essas firmas não são consideradas como metas de longo prazo na carreira profissional para os que estão ingressando no mercado de trabalho.
Salários
Outro problema são os salários. "Os empregos em operações da bolsa e de capital de risco são tão lucrativos que, quando as empresas contratam empregados, buscam os maiores talentos", explicou S. Khotari, diretor do departamento de Economia, Finanças e Contabilidade da Sloan School of Management, do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT). "Cada ano deixam o MIT 400 pessoas que obtiveram um MBA, e de Harvard, 900. Quantos vão parar nas empresas de auditoria? Apenas alguns poucos.Mas a discrepância nos salários não é o que mantém os novos MBA afastados desse setor, assegurou Khotari. "Durante vários anos, os profissionais recém-incorporados se encarregavam de trabalho de baixo nível e com pouca categoria. Por isso, nenhum recém-formado com talento irá mostrar entusiasmo diante da perspectiva de trabalho nessas companhias. Trata-se de uma questão de imagem."
Fonte: Gazeta Mercantil - 07/08/2007
A empresa pesquisou 636 executivos veteranos das finanças em 73 países, e descobriu que dois terços deles consideram que a oferta de talentos financeiros de alta qualidade na Ásia é limitada ou inadequada. Seis entre cada dez executivos demonstraram a mesma inquietação a respeito do Leste Europeu. Do ponto de vista internacional, 42% dos executivos explicaram que suas organizações mal conseguiam, ou definitivamente não podiam, satisfazer a demanda por profissionais das finanças, em particular por contadores, que é o grupo mais escasso.
Os resultados obtidos pela Deloitte coincidem com os de uma pesquisa da Manpower, empresa que fornece serviços de trabalho temporário que, no início deste ano, situou os contadores no quinto lugar da classificação dos empregos mais difíceis de preencher, frente ao nono lugar que ocupavam há um ano.
Obstáculos
"Nossos clientes tentam superar essa onda de transferências para o exterior, mas essa escassez de talentos é um obstáculo significativo", assegurou Steven Ehrenhalt, da Deloitte. As empresas que fixam seus objetivos estratégicos no exterior "enfrentam uma difícil corrida para garantir o talento, e farão com que o custo desse talento aumente".
Embora os executivos norte-americanos tenham demonstrado uma menor preocupação com a oferta global de profissionais, reconheceram seu temor diante da possibilidade de determinadas capacidades estarem se atrofiando. Após cinco anos se concentrando nos detalhes contábeis e no cumprimento dos novos requisitos da Lei Sarbanes-Oxley, que diz respeito ao "caso Enron", aumentou o controle sobre os departamentos financeiros empresariais, e as áreas de operações corporativas enfrentam a escassez de jovens profissionais com amplos conhecimentos de planificação e análise, segundo explicou a Deloitte.
Atualmente, as empresas norte-americanas de auditoria e os departamentos financeiros têm problemas na hora de concorrer pelos formados por universidades e os alunos das escolas de administração de empresa, já que essas firmas não são consideradas como metas de longo prazo na carreira profissional para os que estão ingressando no mercado de trabalho.
Salários
Outro problema são os salários. "Os empregos em operações da bolsa e de capital de risco são tão lucrativos que, quando as empresas contratam empregados, buscam os maiores talentos", explicou S. Khotari, diretor do departamento de Economia, Finanças e Contabilidade da Sloan School of Management, do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT). "Cada ano deixam o MIT 400 pessoas que obtiveram um MBA, e de Harvard, 900. Quantos vão parar nas empresas de auditoria? Apenas alguns poucos.Mas a discrepância nos salários não é o que mantém os novos MBA afastados desse setor, assegurou Khotari. "Durante vários anos, os profissionais recém-incorporados se encarregavam de trabalho de baixo nível e com pouca categoria. Por isso, nenhum recém-formado com talento irá mostrar entusiasmo diante da perspectiva de trabalho nessas companhias. Trata-se de uma questão de imagem."
Fonte: Gazeta Mercantil - 07/08/2007
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Profissão Contábil
Contador tem que se dedicar bastante e ser atento ao novo, diz Antoninho Trevisan
Presidente de duas das maiores empresas de contabilidade do país, a BDO Trevisan, com 16 escritórios espalhados no território nacional, e a Trevisan Consultores, o contador Antoninho Marmo Trevisan, 57, se diz “um produto da ciência contábil”. Aos 13 anos, ele já sabia responder à pergunta “o que você vai ser quando crescer” e ainda na universidade começou a trabalhar numa grande multinacional.
Em 1999, ele criou uma faculdade que hoje conta com quatro cursos (contábeis, marketing, administração e relações internacionais) e diversas pós-graduações onde estudam 800 alunos. Nesta entrevista, ele fala sobre sua carreira, como é ter o próprio negócio e dá dicas aos jovens contadores.
G1 - Por que o senhor quis ser contador?
Trevisan - É uma explicação engraçada. Com 13 anos eu era office boy numa empresa e lá tinha um contador, que todo mundo procurava para tirar dúvidas sobre números, impostos, se informar. Achei interessante o fato de tanta gente procura-lo e pensei, ‘é uma profissão importante’. Todo mundo tem uma dúvida sobre contabilidade. Para você ter uma idéia, não há uma vez que eu vá num médico ou num dentista e eles não me peçam uma consulta.
G1 - Como começou a carreira?
Trevisan - Fiz curso técnico de contabilidade com 16 anos e depois fui fazer faculdade na PUC-SP. Aos 20 anos passei num teste e comecei a trabalhar na auditoria PriceWhitehouse, depois saí, trabalhei em outras duas empresas e voltei para a Price. Quatro anos depois me tornei sócio. No ano seguinte, vi que havia espaço para uma empresa brasileira e criei a Trevisan.
G1 - Como foi abrir o próprio negócio?
Trevisan - No começo era uma salinha pequena e eu trabalhava só. No terceiro mês contratei uma assistente e o negócio foi crescendo. Hoje somos 32 sócios. No início, fazia mais assessoria contábil e financeira e treinava profissionais para o mercado de capitais. Na década de 70, foi introduzida a nova lei das S.As e como entendia muito disso fiquei conhecido.
G1 - O que mais lhe atrai na profissão?
Trevisan - Gosto de fazer planejamento estratégico, de pensar uma solução para o meu cliente. Planos que reduzam custos da empresa e ela possa crescer e gerar empregos.
G1 - Há algo que não gosta de fazer na área?
Trevisan - No começo, achava ruim o fato de o contador trabalhar muito num período que todo mundo está de férias, que é o final do ano, porque tínhamos que fechar balanço, fazer inventário dos produtos e entregar documentos de importo de renda. Hoje não faço mais isso.
G1 - O que é preciso para ser um bom contador?
Trevisan - Tem que se dedicar bastante, ter capacidade de abstração, gostar de organizar coisas, interpretar fatos e, sobretudo, ser uma pessoa inquieta, atenta ao novo.
G1 - O senhor gostava de cálculos desde criança?
Trevisan - Não. É um mito pensar que para ser um bom contador tem que gostar de matemática. No ginásio até fui reprovado em matemática. Não sou apaixonado por equações. O que gostava era de correlacionar dados, interpretar fatos e comparar números.
Fonte: G1 em 31/01/2007
Em 1999, ele criou uma faculdade que hoje conta com quatro cursos (contábeis, marketing, administração e relações internacionais) e diversas pós-graduações onde estudam 800 alunos. Nesta entrevista, ele fala sobre sua carreira, como é ter o próprio negócio e dá dicas aos jovens contadores.
G1 - Por que o senhor quis ser contador?
Trevisan - É uma explicação engraçada. Com 13 anos eu era office boy numa empresa e lá tinha um contador, que todo mundo procurava para tirar dúvidas sobre números, impostos, se informar. Achei interessante o fato de tanta gente procura-lo e pensei, ‘é uma profissão importante’. Todo mundo tem uma dúvida sobre contabilidade. Para você ter uma idéia, não há uma vez que eu vá num médico ou num dentista e eles não me peçam uma consulta.
G1 - Como começou a carreira?
Trevisan - Fiz curso técnico de contabilidade com 16 anos e depois fui fazer faculdade na PUC-SP. Aos 20 anos passei num teste e comecei a trabalhar na auditoria PriceWhitehouse, depois saí, trabalhei em outras duas empresas e voltei para a Price. Quatro anos depois me tornei sócio. No ano seguinte, vi que havia espaço para uma empresa brasileira e criei a Trevisan.
G1 - Como foi abrir o próprio negócio?
Trevisan - No começo era uma salinha pequena e eu trabalhava só. No terceiro mês contratei uma assistente e o negócio foi crescendo. Hoje somos 32 sócios. No início, fazia mais assessoria contábil e financeira e treinava profissionais para o mercado de capitais. Na década de 70, foi introduzida a nova lei das S.As e como entendia muito disso fiquei conhecido.
G1 - O que mais lhe atrai na profissão?
Trevisan - Gosto de fazer planejamento estratégico, de pensar uma solução para o meu cliente. Planos que reduzam custos da empresa e ela possa crescer e gerar empregos.
G1 - Há algo que não gosta de fazer na área?
Trevisan - No começo, achava ruim o fato de o contador trabalhar muito num período que todo mundo está de férias, que é o final do ano, porque tínhamos que fechar balanço, fazer inventário dos produtos e entregar documentos de importo de renda. Hoje não faço mais isso.
G1 - O que é preciso para ser um bom contador?
Trevisan - Tem que se dedicar bastante, ter capacidade de abstração, gostar de organizar coisas, interpretar fatos e, sobretudo, ser uma pessoa inquieta, atenta ao novo.
G1 - O senhor gostava de cálculos desde criança?
Trevisan - Não. É um mito pensar que para ser um bom contador tem que gostar de matemática. No ginásio até fui reprovado em matemática. Não sou apaixonado por equações. O que gostava era de correlacionar dados, interpretar fatos e comparar números.
Fonte: G1 em 31/01/2007
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