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sexta-feira

PRICEWATERHOUSECOOPERS INVESTIRÁ MAIS DE US$ 50 MILHÕES NA CHINA

A PricewaterhouseCoopers (PwC), maior empresa de auditoria do mundo, investirá entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões na China, com a contratação de cerca de 2.000 pessoas nos próximos anos, informou hoje o jornal oficial "China Daily".

O máximo executivo mundial da firma, Samuel A. DiPiazza, que participou de um fórum consultivo anual entre grandes empresários internacionais e o Governo de Xangai para discutir o futuro da cidade, disse na metrópole oriental que a maior parte destes investimentos será destinada a recursos humanos.

Além disso, a PwC potencializará seus negócios de consultoria e contabilidade de impostos no país, acrescentou.

"A companhia está profundamente comprometida com o mercado chinês, considerado seu mercado mais importante para os próximos 20 anos", disse DiPiazza, acrescentando que vê no gigante asiático uma peça "central" para "o futuro da PwC e, de fato, para o dos mercados de capitais de todo o mundo".

"Investimos aqui a partir de uma posição de força", disse, "mas temos a intenção de investir ainda mais no mercado chinês".

Até o momento, a empresa de auditoria destinou à China cerca de US$ 200 milhões e contratou 8.000 funcionários em 12 escritórios em todo o país, a partir das quais examinou a gestão econômica de 40% das entidades chinesas com cotação em Hong Kong.

Fonte: EFE

quinta-feira

KPMG SOBE NO RANKING DE AUDITORIAS E PREVÊ CRESCIMENTO DE 20% NOS NEGÓCIOS

Após quase dobrar o número de companhias abertas atendidas nos últimos dois anos, a KPMG segue confiante no crescimento dos seus negócios e projeta elevar o faturamento em cerca de 20% tanto em 2007 como em 2008. Ao final do primeiro trimestre deste ano, a empresa atendia 85 companhias abertas segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que lhe garantia a segunda posição do ranking, atrás somente da Deloitte, com 135 clientes. Dois anos antes, no fim de março de 2005, a KPMG tinha as contas de 43 empresas e era a quinta do ranking.

Para atender ao aumento no volume de trabalho, a empresa acaba de contratar 380 trainees, o equivalente a 20% da sua força de trabalho atual total no país. No ano passado, tinham sido contratados cerca de 300 profissionais.

Além do movimento de abertura de capital, que amplia o número de de companhias abertas auditadas, a KPMG ampliou sua base de clientes recentemente ao conquistar a conta de 40% das cerca 30 empresas que estavam sendo atendidas pela Deloitte, mas eram na verdade ex-clientes da extinta Arthur Andersen.

Essas empresas tiveram de fazer este ano o rodízio de auditorias, que é obrigatório no Brasil a cada cinco anos.

Apesar de ter tirado vantagem do mecanismo este ano, a KPMG se posiciona contrariamente à obrigação do rodízio. Segundo Pedro Melo, sócio-líder de Auditoria da firma, a troca de quase toda a base de clientes da empresa a cada cinco anos traz incerteza para o negócio, além de, na visão dele, não agregar mais qualidade ao trabalho do auditor. Você treina as pessoas para atender um setor e depois tem de trocar, critica Melo, que tem a expectativa de que a exigência seja revista pela CVM e pelo Banco Central.

Pelo cronograma atual, os bancos terão de trocar de auditoria já no ano que vem e a maior parte das empresas não-financeiras, em 2009.

Ao falar sobre o que explica o crescimento do serviço de auditoria atualmente no Brasil, Melo cita uma lista de fatores. De acordo com o sócio da KPMG, além do aumento no número de companhias abertas por conta das ofertas públicas iniciais (IPOs) de ações, há uma demanda de empresas fechadas que querem aumentar sua governança e melhorar os controles, das empresas estrangeiras que abrem filiais no país e precisam dos serviços de auditoria, e das empresas já abertas que precisam se adaptar, por exemplo, ao modelo de contabilidade internacional, conhecido como IFRS.

Sobre este último item, Melo explica que até mesmo nos Estados Unidos as regras de contabilidade do IFRS são o assunto do momento. Ele não duvida que, no futuro, haja uma convergência entre o modelo contábil dos EUA, conhecido como o US GAAP, e o modelo internacional.

Aqui no Brasil, a CVM determinou que até 2009 todas as companhias abertas terão que apresentar seu balanço consolidado seguindo as normas IFRS. Até lá a adesão será facultativa.

Autor: Fernando Torres
Fonte: Valor Online em 04/10/2007

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