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quinta-feira

Negócios com ADR do Brasil batem recorde

A Petrobras ficou em terceiro lugar, com US$ 20,2 bilhões, à frente de outras gigantes mundiais, como a fabricante finlandesa de telefones móveis Nokia (US$ 13,4 bilhões), a PetroChina (US$ 11 bilhões) e a mineradora anglo-australiana BHP Billiton (US$ 9,1 bilhões).[...]Mesmo acelerada, a expansão dos negócios não acompanhou o forte ritmo da Bovespa, onde o giro de negócios em outubro, de R$ 148,4 bilhões, foi 146.

Volume em outubro somou US$ 70,4 bilhões; Vale do Rio Doce e Petrobras foram destaques. O volume de negócios com recibos de ações (ADR) de empresas brasileiras nas bolsas de Nova York atingiu o recorde mensal de US$ 70,4 bilhões em outubro. Os números de 2007 indicam tendência de crescimento em relação a 2006. No último mês do ano passado, o valor foi de cerca de US$ 35 bilhões. De julho a setembro deste ano, a média mensal foi de US$ 51 bilhões, segundo levantamento do The Bank of New York Mellon (BNY).

Só os papéis da Vale do Rio Doce movimentaram US$ 26,6 bilhões no mês passado, mais do que a média mensal do conjunto de ADR brasileiros no ano passado. O giro com os recibos da mineradora em outubro ficou atrás apenas dos negócios com ADR da Baidu.com, site líder de buscas online da China, que em outubro movimentaram US$ 61 bilhões. Em terceiro ficou a Petrobras, com US$ 20,2 bilhões, à frente de outras gigantes mundiais, como a fabricante finlandesa de telefones móveis Nokia (US$ 13,4 bilhões), a PetroChina (US$ 11 bilhões) e a mineradora anglo-australiana BHP Billiton (US$ 9,1 bilhões).

Somadas, as transações com ADR das 32 companhias brasileiras nas bolsas americanas movimentaram 18% dos US$ 398,5 bilhões do giro global de ADR. Segundo o vice-presidente de negócios do BNY no Brasil, Curtis Smith, o movimento reflete a elevação dos preços das commodities no mercado internacional, com aumento da procura dos investidores por empresas do setor, casos da Vale e da Petrobras. Mesmo acelerada, a expansão dos negócios não acompanhou o forte ritmo da Bovespa, onde o giro de negócios em outubro, de R$ 148,4 bilhões, foi 146% maior que em dezembro de 2006.

Página B-1(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Aluísio Alves)

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