<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500</id><updated>2011-05-16T09:53:27.411-07:00</updated><category term='Empresas'/><category term='Profissão Contábil'/><category term='Balanço Social'/><category term='Contabilidade Tributária'/><category term='Auditoria'/><category term='Governança Corporativa'/><category term='Contabilidade de Custos'/><category term='Contabilidade Financeira'/><category term='Contabilidade Pública'/><category term='Responsabilidade Social'/><category term='Teoria da Contabilidade'/><category term='Perícia'/><category term='Ética'/><category term='Educação Contábil'/><category term='Pesquisas em Contabilidade'/><category term='Controladoria'/><category term='Análise Contábil'/><category term='Finanças Pessoais'/><category term='Arbitragem'/><category term='Economia'/><category term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>Contabilomania</title><subtitle type='html'>Tópicos contemporâneos de Contabilidade e Finanças</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>195</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-8332218502411482687</id><published>2007-12-11T02:16:00.000-08:00</published><updated>2008-02-07T17:14:21.535-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Blog em novo formato...deixe seu comentário!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-8332218502411482687?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/8332218502411482687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=8332218502411482687' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8332218502411482687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8332218502411482687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/12/blog-em-recesso-finalmente-chegou-o.html' title=''/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-4979520059726011426</id><published>2007-12-10T02:23:00.000-08:00</published><updated>2007-12-10T02:24:14.924-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>ATAQUE AO CAIXA DOIS</title><content type='html'>Sonegação de impostos, informalidade e pirataria são marcas atavicas do Brasil arcaico. Mas as aberturas de capital na bolsa de valores estão ajudando a corroer esses velhos vícios. Quem entra na linha pode levantar centenas de milhões de reais com sua emissão de ações -- e transformar, para melhor, a cara do capitalismo brasileiroSonegação de impostos, informalidade e pirataria são marcas atavicas do Brasil arcaico. Mas as aberturas de capital na bolsa de valores estão ajudando a corroer esses velhos vícios. Quem entra na linha pode levantar centenas de milhões de reais com sua emissão de ações -- e transformar, para melhor, a cara do capitalismo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As únicas coisas certas nessa vida", escreveu certa vez o filósofo, inventor e estadista americano Benjamin Franklin, "são a morte e os impostos." No Brasil, a frase de Franklin sempre teimou em estar certa apenas pela metade. Pagar impostos por aqui é, tradicionalmente, uma questão de vontade: o Brasil é um dos países mais informais do mundo, espécie de reino do caixa dois. Estima-se que apenas 1% das empresas brasileiras tenham seu balanço auditado por firmas independentes. O principal motivo para isso é econômico -- aqui, vale a pena arriscar. A balança de vantagens e desvantagens entre pagar e não pagar sempre pendeu para o lado da sonegação, tornando nosso ambiente de negócios uma espécie de faroeste caboclo. Uma miríade de taxas, o caos tributário e uma fiscalização inepta tornaram quase impossível enquadrar empresas sonegadoras, fazendo com que um punhado de companhias arque praticamente sozinho com a sufocante carga tributária. Nos últimos anos, porém, os pesos do lado da formalidade começaram a equilibrar a balança. A revolução do mercado de capitais faz com que empresas que cresciam às margens da formalidade vejam inequívocas vantagens em entrar para o grupo de pagadoras de impostos. O motivo, de novo, é simplesmente econômico: para ganhar as centenas de milhões de reais oferecidos pela bolsa de valores, é preciso entrar na linha -- num ataque sem precedentes ao que se pode chamar de Brasil arcaico. "O desenvolvimento do mercado de capitais está mudando a cara da nossa economia", diz Armando Castelar, diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fenômeno já começa a se refletir na arrecadação. Segundo levantamento exclusivo feito pela Receita Federal a pedido de EXAME, o pagamento de impostos em setores que têm empresas indo à bolsa cresce num ritmo muito maior que a expansão no faturamento das companhias. Isso vale principalmente para mercados conhecidos pelo imenso grau de informalidade. Enquanto as vendas de frigoríficos caíram quase 5% de 2003 a 2006, a arrecadação do setor cresceu 19,4% em termos reais (gigantes como Marfrig e Friboi abriram o capital). As empresas de seguros e planos de saúde tiveram expansão de 6,4% no mesmo período. Já a arrecadação do setor, impulsionada pela abertura de capital de companhias como Porto Seguro e Amil, cresceu 53% (veja quadro ao lado). "As empresas estão descobrindo que vale a pena pagar impostos para captar em condições vantajosas e, assim, ganhar competitividade", diz Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal e um dos maiores especialistas do país em tributação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior exemplo da transformação causada pelo mercado de capitais é o setor de construção civil. Nada menos que 28 construtoras ou incorporadoras foram à bolsa desde que a pioneira Cyrela abriu o capital, em 2005. A conseqüência é que esse mercado, hoje, nada tem a ver com o medievalismo antes reinante. Dez anos atrás, era praticamente impossível comprar um apartamento sem que fosse oferecida ao futuro proprietário a chance de pagar por fora, sem nota fiscal -- o que fazia do setor uma autêntica caixa-preta. Hoje, depois dos 28 IPOs e dos 9,5 bilhões de reais captados, práticas como essa são raras. Para conquistar o investidor, essas companhias foram obrigadas a adotar medidas transparentes, auditar seus balanços e, claro, fechar os ralos da sonegação de impostos. Tome-se como exemplo a construtora paulista Even. Para ser aprovada no teste do mercado de capitais, a companhia foi forçada a passar uma borracha em seu método de gestão e adotar mecanismos rígidos de controle de gastos. Cada obra é fiscalizada em busca de fraudes que poderiam ser cometidas por vendedores. Antes, essa preocupação inexistia. "A profissionalização inibe fraudes comuns do setor", diz Carlos Terepins, presidente da Even. "É praticamente impossível comprar ou vender imóveis por fora quando se é uma companhia aberta." A Even captou 460 milhões de reais em janeiro. E a arrecadação do setor cresceu 39% em três anos, enquanto as vendas aumentaram pouco mais de 11% no período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abundância de recursos do mercado financeiro causa dois tipos de efeito cascata que aceleram a formalização. O primeiro é a reação em cadeia dentro de cada setor. Quando uma empresa abre o capital, pode ganhar uma imensa vantagem competitiva em relação aos rivais -- especialmente se levantou recursos para fazer aquisições. As concorrentes que não querem ser compradas precisam regularizar sua situação e ir à bolsa para fortalecer sua estrutura de capital. E os empresários que querem vender sua companhia também são obrigados a deixar a informalidade. Entrar na mira de um grupo do porte da administradora de shoppings BRMalls, maior comprador de empresas do país, não é tarefa das mais fáceis. A empresa, criada pelos fundos de investimento GP e Equity International, do americano Sam Zell, só investe em companhias com balanços auditados e que estejam totalmente em dia com o Fisco e a Previdência. Para se resguardar contra possíveis problemas, os executivos da BRMalls lançam mão de cláusulas contratuais que repassam quaisquer ônus tributários ou trabalhistas aos antigos proprietários. "Muitos donos de shopping têm arregaçado as mangas para auditar seus balanços e resolver pendências judiciais", afirma Henrique Luz, sócio-diretor da consultoria PricewaterhouseCoopers. "Quem não faz isso fica no pior dos mundos: nem tem força para competir nem pode lucrar com a venda de seu shopping."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O segundo efeito cascata é menos óbvio, mas igualmente relevante: empresas abertas, ou que pretendem ir à bolsa, não podem ter relações comerciais com sonegadores de impostos. Ou seja, uma companhia profissionalizada acaba exigindo que toda a cadeia de fornecedores -- ou boa parte dela -- aperte o cerco contra sonegação, corrupção e outros pecados. O setor de carne bovina é um dos melhores exemplos disso. Desde 2004, o Bertin, segundo maior frigorífico do país, com faturamento de aproximadamente 6 bilhões de reais, exige que seus fornecedores estejam em dia com suas obrigações fiscais e trabalhistas. Além disso, o frigorífico incluiu no rol de exigências a regularização da posse da terra em áreas no norte do país e certificados de isenção de trabalho escravo e infantil. "Pretendemos ir ao Novo Mercado da Bovespa no primeiro semestre do ano que vem, portanto seria uma irresponsabilidade trabalhar com produtores que não estejam alinhados com a nossa política", afirma Douglas de Oliveira, diretor financeiro do Bertin. Até agora, cerca de 20 fornecedores foram desqualificados somente na Região Norte, e outras dezenas receberam um prazo de quatro meses para se adequar aos novos processos. "Essas são as conseqüências de um dos mais importantes choques de capitalismo já vistos no país", diz o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, sócio da consultoria Tendências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do crescimento na arrecadação, outro termômetro adequado para medir a importância dada à formalização é o expressivo aumento no número de clientes das firmas de auditoria. De 2003 para cá, as quatro maiores empresas do setor -- Pricewater-houseCoopers, Deloitte, KPMG e Ernst &amp; Young -- registraram crescimento exponencial na procura por serviços de profissionalização da gestão e acerto da contabilidade. A Ernst &amp; Young foi a que registrou maior expansão: 370% entre 2005 e 2006. Na KPMG, o número de pedidos para auditar balanços mais que triplicou nos últimos quatro anos. Estudos mostram que, arrumada a casa, companhias antes informais pagam em média 30% mais impostos. "Pelo ritmo em que cresce a procura de serviços de auditoria, em alguns anos o caixa dois terá se tornado coisa do passado", afirma Carlos Miranda, consultor da Ernst &amp; Young.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de aumentar gastos com impostos, deixar o mundo das sombras costuma ser um evento traumático: a quantidade de esqueletos no armário, oriunda dos anos de informalidade, pode ser grande. "Não é raro encontrar despesas pessoais incluídas no balanço da empresa, como a compra de um carro", afirma o consultor de uma importante empresa de auditoria. A universidade Estácio de Sá, a maior do país em número de alunos (cerca de 180 000), sentiu na pele as conseqüências da falta de organização contábil. Em 2005, o processo de compra da universidade foi abortado pelo grupo americano Apollo, maior conglomerado educacional do mundo, depois que seus números foram examinados. O balanço contábil da empresa não contemplava dados como valor dos ativos e provisionamento de receitas para cobrir gastos futuros -- informações fundamentais para quem pretende abrir o capital ou ser vendida para grupos estrangeiros. A partir daí, a contabilidade da instituição foi submetida a uma extensa varredura pela Price, para quem o processo foi, desde então, terceirizado. "Os dados bancários da companhia não correspondiam ao que estava no papel. Era uma bagunça", afirma um consultor que acompanhou o processo e pediu para não ser identificado. Segundo a Estácio, a decisão de não vender a universidade ao grupo Apollo partiu dos controladores da companhia. Além disso, a contratação da Price serviu apenas para adequar a contabilidade da empresa aos padrões internacionais. De qualquer forma, o esforço foi compensado no IPO da Estácio de Sá, em julho, quando foram captados aproximadamente 450 milhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ATUAL CORRIDA PARA REGULARIZAR A SITUAÇÃO fiscal e contábil nas empresas é o mais recente e importante capítulo da transformação por que tem passado o ambiente corporativo nacional desde o início dos anos 90. Na década passada, a profissionalização ocorreu pela necessidade de se internacionalizar, captar dinheiro fora do país ou receber investimentos de fundos de private equity. Criada em 1979, a rede de churrascarias Fogo de Chão adotou processos mais rígidos de controladoria e contabilidade para atender às exigências da rigorosa legislação americana ao abrir sua primeira filial nos Estados Unidos, em 1997. Com a casa em ordem, chamou a atenção do  fundo de investimento GP, que investiu 64 milhões de dólares na aquisição de 40% da companhia no ano passado. "O setor de alimentação é marcado pela sonegação de impostos", diz Arri Coser, fundador da rede Fogo de Chão. "Com a profissionalização, conseguimos nos destacar e atrair investidores."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos enormes avanços verificados nos últimos quatro anos, o nível de informalidade entre as empresas no Brasil ainda é considerado um dos mais altos do mundo. Enquanto apenas 1% das companhias brasileiras têm balanços auditados por consultorias independentes, nos Estados Unidos esse índice chega a 15%. Na Europa, passa de 20%. "A sonegação de impostos está arraigada na cultura brasileira", afirma o advogado americano Jonathan Bisgaier, do escritório Skadden Arps, um dos maiores do mundo. "Mas, aos poucos, isso está começando a mudar." O ataque ao caixa dois não deve ser confundido, no entanto, com o outro aspecto da estrutura de arrecadação brasileira, este nocivo -- a escorchante carga tributária, que distorce a economia e paralisa as empresas. Como se sabe, o governo suga cerca de 36% do produto interno bruto nacional em impostos, um recorde mundial. Com a crescente formalização e o resultante aumento na base de arrecadação, está com o governo a chance de diminuir o peso que a sociedade carrega para sustentar um Estado de ineficiência notória. A julgar pelas negociações em torno da CPMF, porém, esse caminho dificilmente será trilhado. Mais uma vez, o caminho para a sensatez econômica está sendo aberto pela mão invisível do mercado -- sem a menor ajuda da mão gorda do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: Portal Exame&lt;br /&gt;06/12/07&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-4979520059726011426?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/4979520059726011426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=4979520059726011426' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4979520059726011426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4979520059726011426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/12/ataque-ao-caixa-dois.html' title='ATAQUE AO CAIXA DOIS'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-701498338814000911</id><published>2007-12-06T05:36:00.000-08:00</published><updated>2007-12-06T05:37:20.852-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>IPO da BM&amp;F infla base de pessoas físicas na Bovespa</title><content type='html'>Mais de 17 mil investidores individuais ingressaram na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em novembro e a base total chegou a 327,7 mil pessoas físicas. Os dados foram inflados pela oferta pública inicial (IPO, em inglês) da Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros (BM&amp;F), que teria atraído mais de 280 mil CPFs, segundo cálculos do Valor, baseados nos critérios de distribuição para o varejo. Em outubro, o número de participantes já tinha aumentado em 26,1 mil, por conta do lançamento de ações da Bovespa Holding, que teve adesão de quase 64 mil aplicadores no total. Só neste ano, a base de pequenos investidores na bolsa cresceu em mais de 100 mil, uma expansão de 49,2% em relação a dezembro de 2006.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais ofertas também influenciaram no aumento do número de investidores cadastrados no home broker, o serviço de negociação de ações da bolsa pela internet. Quem quis vender as ações compradas nos IPOs para fazer lucro rápido teve de fazer uso do sistema. Na estréia de Bovespa HLD no pregão, as ações ordinárias (ON, com voto) tiveram valorização de 52%, estimulando os investidores a participar do lançamento da BM&amp;F.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em novembro, 215,4 mil investidores colocaram ordens de compra e venda pela rede mundial de computadores. É um crescimento de 24% em relação a outubro, com 173, mil, e que já tinha sido recorde, com incremento de 34,3% sobre o mês anterior.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em novembro, o home broker também registrou recordes de médias diárias de volume financeiro, com R$ 1,17 bilhão, e de número de negócios, com 117.794, superando os R$ 1,10 bilhão e as 111.047 transações realizadas em outubro. O giro total mensal por meio do sistema alcançou R$ 22,2 bilhões, ante R$ 24,3 bilhões em outubro, enquanto a soma de todos os negócios ficou em 2,2 milhões, abaixo dos 2,4 milhões do mês anterior.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação do home broker no volume da bolsa foi de 9,38% e, no número de negócios, de 29,58%, ante 9,12% e 28,82%, respectivamente. O valor médio por negócio foi de R$ 9.919, pouco inferior aos R$ 9.946 registrados em outubro. Ao fim de novembro, 57 corretoras ofereciam o serviço, uma a menos do que no mês anterior.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O volume financeiro total movimentado na Bovespa somou R$ 128,7 bilhões em novembro, uma queda de 13% em comparação com os R$ 148,4 bilhões registrados em outubro. O volume médio diário, por sua vez, superou os R$ 6,74 bilhões de outubro, chegando a R$ 6,77 bilhões. Foram realizados, no mês, 3,8 milhões de negócios, com uma média diária de 202.385, enquanto no período anterior esses números foram, respectivamente, de 4,3 milhões e 195.409 transações.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As aplicações realizadas por investidores estrangeiros continuaram liderando a movimentação financeira da Bovespa, em novembro, com participação de 35,34% do volume total, ante 34,21% em outubro. Esses aplicadores seguiram firmes na ponta vendedora, com o saldo de negociação direta fechando o mês com saídas de R$ 3,37 bilhões. Em outubro a perda de recursos foi de R$ 1,81 bilhão. No acumulado do ano, o saldo negativo atingiu R$ 5,367 bilhões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se forem considerados os ingressos por meio das aquisições nas ofertas públicas, o saldo acumulado de janeiro para cá ainda está superavitário em R$ 38,679 bilhões. O capital externo levou R$ 44,047 bilhões, o equivalente a 75,7% do total de ações vendidas no ano, de R$ 58,19 bilhões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investidores institucionais ficaram com uma participação de 30,33% no volume negociado na bolsa, ante 29,53% no mês anterior; as pessoas físicas, com 23,87%, ante 22,94%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ações que registraram maior giro financeiro, em novembro, foram: Petrobras PN, com R$ 22,5 bilhões; Vale PNA (R$ 13,2 bilhões); Petrobras ON (R$ 3,9 bilhões), Vale ON, (R$ 3,7 bilhões) e Bovespa HLD ON (R$ 3,5 bilhões).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um mês de baixa para o Índice Bovespa (Ibovespa) - uma desvalorização de 3,5%, para 63.006 pontos -, o valor de mercado das 405 empresas com ações negociadas no pregão totalizava R$ 2,421 trilhões, em comparação aos R$ 2,502 trilhões de outubro. As 154 empresas que, ao fimde novembro, integravam algum dos níveis diferenciados de governança corporativa da Bovespa representavam 59,78% do valor de mercado, 66,43% do volume financeiro e 73,88% da quantidade de negócios realizados no mercado à vista da Bovespa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado à vista respondeu por 92,5% do volume financeiro total em novembro, seguido pelo mercado a termo, com 4,2%, e pelo de opções, com 3,3%. O after market negociou R$ 688 milhões, com a realização de 51.325 negócios, ante R$ 494 milhões de negócios, no período anterior.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ações que atingiram as maiores altas foram Gafisa ON (+8,18%); Pão de Açúcar PN (+7,95%); VCP PN (+7,01%); Aracruz PNB (+5,51%) e Eletropaulo PNB (+4,94%). No mesmo período, as maiores baixas foram registradas pelas ações da Duratex PN (-23,08%); Cosan ON (-22,89%); Tim Part. S/A ON (-20,35%); Lojas Americanas PN (-15,27%); e pelas units da América Latina Logística (ALL), com desvalorização de 14,69%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bovespa listava então 66 clubes de investimento em novembro, que elevam para 624 o número de novos grupos em 2007 e para 1.988, quando contabilizados desde o início do programa de popularização da bolsa, em setembro de 2002. No total, a Bovespa encerrou novembro com 2.107 clubes de investimento. O patrimônio líquido totalizou R$ 14,8 bilhões e o número de cotistas, 152.461, segundo os últimos dados disponíveis, de outubro.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Colaborou Adriana Cotias)  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Eduardo Campos, do Valor Online &lt;br /&gt;06/12/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-701498338814000911?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/701498338814000911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=701498338814000911' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/701498338814000911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/701498338814000911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/12/ipo-da-bm-infla-base-de-pessoas-fsicas.html' title='IPO da BM&amp;F infla base de pessoas físicas na Bovespa'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-406556798041868512</id><published>2007-12-05T03:45:00.000-08:00</published><updated>2007-12-05T03:46:26.611-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Kraft Foods prepara oferta para comprar a Perdigão</title><content type='html'>A multinacional de alimentos Kraft Foods está em negociações para fazer uma oferta de compra da brasileira Perdigão. Diferentemente do que ocorreu no caso da Sadia, que tentou uma aquisição hostil da concorrente, desta vez as conversas são amigáveis, segundo apurou o Valor, e há interesse dos controladores em vender. As negociações ainda são preliminares e não houve assinatura de qualquer compromisso. Mesmo assim, o tema chegou ao Palácio do Planalto e já enfrenta resistências. O governo prefere que a empresa, controlada por fundos de pensão de empresas estatais, fique nas mãos de outro grupo nacional, como a própria Sadia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Perdigão vale hoje R$ 7,2 bilhões na Bovespa. E está no meio de uma oferta de ações que elevará seu valor em R$ 830 milhões. A companhia está oferecendo 20 milhões de novas ações aos investidores com o objetivo de financiar parte da aquisição da Eleva, do setor de carnes (aves e suínos) e leite.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que recusou a oferta da Sadia, em julho do ano passado, a Perdigão vem executando uma agressiva estratégia de crescimento por meio de aquisições. O objetivo é "engordar" a empresa e diversificar o portfólio de produtos para dificultar uma tomada hostil. A empresa busca afastar-se do perfil de frigorífico de aves e suínos para ser reconhecida como uma companhia de alimentos. Nessa linha, comprou a Batávia, da área de lácteos no Brasil, e a Plusfood, na Europa. Voltou, ainda, a explorar o segmento de carne bovina, do qual havia se afastado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compra da Perdigão não é simples. O seu controle foi pulverizado há cerca de dois anos, mas os fundos que a controlavam ainda mantêm um acordo de voto válido até 2011. As fundações Previ, Petros, Valia, Sistel, Real Grandeza e o fundo de investimentos Sabiá detêm em conjunto 42,84% do capital da empresa, que só tem ações ordinárias e está listada no Novo Mercado. Pelo estatuto social da Perdigão, ao comprar 20% ou mais das ações a Kraft terá de fazer uma oferta a todos os acionistas. Um dos parâmetros para definir o preço aos minoritários é 135% da média da cotação nos 30 dias anteriores à oferta pública.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assessoria de imprensa da Kraft no Brasil disse não ter informações a respeito da transação. A Perdigão não pode se pronunciar porque está em período de silêncio por causa da oferta de ações.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Vanessa Adachi e Raquel Balarin&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 05/12/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-406556798041868512?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/406556798041868512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=406556798041868512' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/406556798041868512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/406556798041868512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/12/kraft-foods-prepara-oferta-para-comprar.html' title='Kraft Foods prepara oferta para comprar a Perdigão'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3968775105928035744</id><published>2007-12-05T03:41:00.000-08:00</published><updated>2007-12-05T03:45:03.118-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Indústria é responsável por 86% das importações catarinenses. Noticenter faz ranking dos municípios que mais importam</title><content type='html'>Os produtos relativos às industrias são responsáveis por 86% das importações de Santa Catarina. Os bens de consumo representam apenas 14% das compras externas catarinenses. Ou seja, o estado adquire recursos que possibilitam a fabricação interna, diminuindo o número de importações de produtos finais. O Noticenter mostra em um estudo exclusivo o que Santa Catarina compra do exterior, quais são os municípios do estado que mais importam e quais apresentam os maiores déficits na balança comercial. O levantamento aponta que Itajaí, Joinville, Florianópolis, Imbituba e São José são as cidades catarinenses que mais compram do exterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre janeiro e outubro deste ano, Santa Catarina importou mais de US$ 4 bilhões. Aproximadamente 64% do valor, US$ 2,5 bilhões, são compras dos chamados bens intermediários, produtos adquiridos pela indústria para transformação em bens de consumo. Mais de 57% dos investimentos são em insumos industriais, como derivados de petróleo, químicos e metais. Outros 7% dizem respeito aos alimentos, bebidas, peças e equipamentos também destinados ao setor industrial.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda dentro dos produtos comprados para a indústria estão os chamados bens de capital, que representam mais de 21% das importações do estado. A média de compra de equipamentos de transporte para a indústria de Santa Catarina (21%) é superior ao valor médio da região Sul (19%). Já a compra de combustíveis e lubrificantes do exterior é bem inferior quando comparada à soma dos três estados. Enquanto os catarinenses dedicam apenas 0,44% das importações, a região Sul importa quase US$ 5 bilhões, 25% do total importado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bens de capital aparecem em segundo lugar no ranking dos produtos importados pelo estado, com 21,5%. Entre outubro de 2006 e 2007, Santa Catarina comprou do exterior mais de US$ 860 mil em máquinas e equipamentos utilizados no processo produtivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bens de consumo aparecem na terceira posição, com 14% do total de importações, somando mais de US$ 560 mil. Até outubro, os catarinenses destinaram US$ 407 mil à compra de bens não duráveis, representando 10% de todas as importações, enquanto os chamados bens duráveis ocupam 4% dos investimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIORES IMPORTADORES &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o ano passado, as quatro primeiras posições do ranking das cidades que mais importam em Santa Catarina não tiveram alterações. Itajaí segue na primeira posição, seguida por Joinville, Florianópolis e Imbituba. Em 2007, a quinta colocação foi assumida por São José, que subiu três posições. Blumenau, que em 2006 estava em quinto lugar, aparece em sexto, seguida por Jaraguá do Sul, que desceu uma colocação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palhoça segue estável na oitava posição. Logo em seguida aparece São Francisco do Sul, quatro posições acima do que em 2006. Navegantes é a décima cidade que mais importa no estado, duas posições a mais do que no ano passado.  Pomerode segue na 11ª posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guaramirim aparece no ranking na 12ª colocação. Brusque caiu da décima posição em 2006, para a 13ª este ano. Já Criciúma caiu da nona colocação para o 14° lugar nos valores de importações. Mafra, que não aparecia na lista das 15 cidades que mais importam em 2006, ocupa agora a 15ª colocação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SALDO POSITIVO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as 15 maiores cidades importadoras de Santa Catarina, apenas seis não apresentam déficit na balança comercial: Itajaí, Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, São Francisco do Sul e Brusque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até outubro deste ano, as compras externas de Itajaí, maior importadora do estado, saltaram de US$ 918.423.516 para US$ 1.402.912.307. O resultado é uma variação positiva de 52,7%, ou seja, US$ 484.488.791. Em 2007, o município comprou mais de US$ 1 milhão em bens intermediários, 62,5% do total de suas importações. Ao contrário da média catarinense, Itajaí importa mais bens de consumo, 16%, do que bens de capital, 11%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joinville, segunda colocada no ranking, importa um valor quase três vezes menor do que Itajaí. A cidade importou quase US$ 470 mil até outubro, 22,5% a mais do que no mesmo período durante o ano passado. O município apresenta um maior equilíbrio entre os tipos de bens importados. Ainda assim, os bens intermediários ocupam a primeira posição com 62% das importações, seguida pelos bens de capital, 33%, e bens de consumo, 22%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A balança comercial fecha com saldo positivo de mais de US$ 260 milhões para Blumenau. O município importa produtos da China (16%), Estados Unidos (12%), Alemanha (12%) e Coréia do Sul (12%). Os bens intermediários representam quase 50% das importações. Já os bens de capital somam 38%, enquanto os bens de consumo são 10% das compras.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaraguá do Sul importou 21% a mais durante este ano, totalizando mais de US$ 130 milhões em compras externas. As exportações de mais de US$ 500 milhões resultam para cidade em um saldo positivo de mais de US$ 370 milhões. Produtos destinados a indústria somam 99% das importações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Francisco do Sul importou 116% mais entre janeiro e outubro do ano passado que durante o ano de 2006. Os países que mais exportam para a cidade são China (37%), Alemanha (19%) e Itália (17%). Durante 2007, São Francisco dobrou as compras de bens intermediários e de consumo, somando US$ 1,6 milhão e mais de US$ 500 mil respectivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximadamente 94% das compras externas de Brusque são de materiais destinados a indústria. A cidade fecha o período com um saldo positivo de mais de US$ 34 milhões na balança comercial. Mais de 67% dos US$ 59 milhões importados pelo município foram comprados da região asiática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CIDADES COM DÉFICIT NA BALANÇA COMERCIAL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imbituba apresenta o maior saldo negativo na balança comercial catarinense, com US$ 280 milhões em importações contra apenas US$ 3 milhões em exportações. O déficit alcançado até outubro deste ano já supera em 6% o valor de 2006. Os insumos industriais, principalmente os cátodos de cobre, correspondem a mais de 90% das compras externas da cidade. Os materiais destinados à indústria são provenientes de países como Chile (66%) e Peru (18%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Florianópolis é a segunda colocada na lista e importa seis vezes mais do que exporta. As importações do município crescem em um ritmo mais acelerado do que as de Imbituda, registrando 8%. Os principais produtos importados são derivados de borracha, vindos da China (20%), Estados Unidos (14%) e Tailândia (12%).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São José e Palhoça, situadas na grande Florianópolis, ocupam o terceiro e quarto lugares respectivamente. O déficit de São José é de quase US$ 160 milhões. Até outubro deste ano, a cidade investiu mais de US$ 41 milhões em equipamentos para captação e transmissão de sinais de televisão, enquanto Palhoça apresenta em suas estatísticas mais de 58% de importações de alimentos e bebidas para a indústria. Juntos, o malte e a cevada correspondem a 55% dos produtos de importados pelo município. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guramirim é o quinto colocado no ranking dos municípios com maior déficit entre os 15 grandes importadores do estado. Em dez meses, o município praticamente dobrou o número de importações em relação ao ano passado. Mais de 70% das importações da cidade são provenientes da Ásia, principalmente Indonésia, Índia e China. Materiais destinados à indústria têxtil correspondem a mais de 50% das compras externas de Guaramirim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navegantes, décima maior importadora do estado, é a sexta cidade em saldo negativo na balança comercial. Em relação ao ano passado, as importações cresceram 37%, resultando em um déficit de quase US$ 50 milhões. Quase 58% das compras externas feitas pela cidade são de bens de capital, enquanto 22,5% são de bens intermediários e 19,5% de bens de consumo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem estar entre as 15 cidades que mais importam, Chapecó aparece com o sétimo maior déficit (US$ 24 milhões). Em seguida aparece Mafra, 15° município que mais importa, com um saldo negativo de US$ 20 milhões. As exportações do município se resumem aos chamados bens intermediários (99%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pomerode também está entre as cidades que mais importam e estão com déficit na balança comercial. O município comprou 45% a mais em relação ao ano passado, resultando em um saldo negativo de mais de US$ 3 milhões. Os produtos importados são na maioria provenientes da China (20%), Alemanha (19%) e Argentina (15%). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menor déficit entre as cidades que mais importam é de Criciúma, mais de US$ 3 mil. Quase 47% das compras exteriores do município são em materiais como garrafas, garrafões e artigos de plástico. A cidade importa 55% dos produtos de países do Mercosul e 19% da União Européia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIORES IMPORTADORAS&lt;br /&gt;Confira a posição das 15 cidades catarinenses que mais importam &lt;br /&gt;Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior&lt;br /&gt;CIDADE -  IMPORTAÇÕES (em US$)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Itajaí  1.402.912.307&lt;br /&gt;Joinville  469.282.854&lt;br /&gt;Florianópolis  305.235.959&lt;br /&gt;Imbituba  283.000.626&lt;br /&gt;São José  190.783.771&lt;br /&gt;Blumenau  167.714.283&lt;br /&gt;Jaraguá do Sul  132.264.204&lt;br /&gt;Palhoça  93.015.234&lt;br /&gt;São Francisco do Sul  74.337.151&lt;br /&gt;Navegantes  66.228.498&lt;br /&gt;Pomerode  64.332.627&lt;br /&gt;Guaramirim  58.816.491&lt;br /&gt;Brusque  58.740.490&lt;br /&gt;Criciúma  54.919.522&lt;br /&gt;Mafra  53.453.167&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;PRODUTOS MAIS IMPORTADOS&lt;br /&gt;Bens mais importados por Santa Catarina  &lt;br /&gt;Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PRODUTOS -  VALOR IMPORTADO (em US$)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bens Intermediários  2.564.851.281 &lt;br /&gt;Bens de Capital  860.002.752 &lt;br /&gt;Bens de Consumo 562.842.716 &lt;br /&gt;Combustíveis e Lubrificantes  17.471.272 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria publicada no noticenter em 05/12/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3968775105928035744?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3968775105928035744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3968775105928035744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3968775105928035744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3968775105928035744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/12/indstria-responsvel-por-86-das.html' title='Indústria é responsável por 86% das importações catarinenses. Noticenter faz ranking dos municípios que mais importam'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3636819743024211716</id><published>2007-12-04T02:44:00.000-08:00</published><updated>2007-12-04T02:46:45.596-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>LINGUAGEM ÚNICA PARA O UNIVERSO CONTÁBIL</title><content type='html'>Resultado de ações do CFC, do CPC e do IBRACON fazem com que a convergência de normas contábeis seja uma realidade cada vez mais concreta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Há cerca de um mês o acompanhamento sistemático que o Instituto vem fazendo ao Projeto de Lei 3741/2000 apresentou outro excelente resultado. Após ter sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça – CCJ - o PL seguiu para o Congresso para ser votado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A aprovação vai garantir importantes benefícios para a auditoria. Dentre eles, o reconhecimento formal do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, por parte do poder público, como o único órgão competente a elaborar normas contábeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O CPC já está em atuação desde o ano passado e vem mostrando que é uma organização eficiente no trabalho pela Convergência de normas. Em pouco mais de um ano elaborou uma norma aprovada pela CVM e pelo CFC, colocou outra em Audiência Pública, além de ter organizado seminários internacionais sobre o tema da convergência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Diante disso, ao ser colocado em funcionamento como lei, provavelmente a partir de 2008, o PL 3741 reforça a convergência das normas por garantir validade legal aos documentos produzidos pelo CPC, que por sua vez estabeleceu como meta concluir a convergência em quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Ao que tudo indica o trabalho segue dentro do planejamento. &lt;br /&gt;O Conselho Federal de Contabilidade, na última quinta-feira, dia 29, aprovando documento produzido pelo CPC, a NBC.T19.10 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, a mesma que havia sido referendada pela CVM dias antes, também deu sua contribuição ao fortalecimento do trabalho. E neste sentido o Conselho Federal foi mais além. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Através de uma resolução que estabelece regras para edição das normas, estabeleceu que todas as normas produzidas daqui para frente devem seguir os padrões internacionais adotados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O processo de Convergência Contábil, que conta com apoio direto do IBRACON, torna-se mais ágil com a participação e total parceria destas entidades que compõem o cenário principal da contabilidade no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: IBRACON NEWS em 03/12/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3636819743024211716?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3636819743024211716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3636819743024211716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3636819743024211716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3636819743024211716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/12/linguagem-nica-para-o-universo-contbil.html' title='LINGUAGEM ÚNICA PARA O UNIVERSO CONTÁBIL'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-2866582923314889024</id><published>2007-12-03T02:51:00.000-08:00</published><updated>2007-12-03T02:52:23.869-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Responsabilidade Social'/><title type='text'>Não basta apenas embelezar o balanço para ter sucesso</title><content type='html'>Houve um tempo em que, para ser um executivo de sucesso, objeto de desejo das maiores empresas, bastava gerar um balanço bonito para os acionistas. Ou seja, exibir lucro a qualquer preço. Hoje nem todas as organizações pensam e agem assim. Uma nova geração de executivos, com visão integrada, passou a ser valorizada.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eles trazem de diferente? Os que se dedicavam predominantemente à visão financeira cederam lugar ao profissional de novo perfil, preocupado com o desenvolvimento do capital humano, novas competências, formação de talentos, de lideranças, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, inserção não invasiva da empresa na comunidade, de forma ética e com responsabilidade social. Claro, também voltado para a geração sustentável de lucros, de tal sorte que as metas financeiras não comprometam a harmonia interna e se situem dentro de uma relação saudável com os funcionários.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos agora acrescentar novos ingredientes à fórmula de sucesso dos que agora fazem a diferença no ambiente corporativo brasileiro: equilíbrio e agilidade. Para adquirir tais virtudes só há um caminho: o auto-conhecimento. Vale terapia, exercício diário de leitura e mesmo meditação, afinal o processo de crescimento pessoal deve ser constante e eterno. Quem está seguro de si se torna capaz de escutar e entender melhor os seus liderados e assim servi-los de forma que a empresa e eles sejam mais eficazes e eficientes. É preciso liderar pela diversidade, contratar pessoas que supram as deficiências da organização e não, simplesmente, alguém que seja uma mera cópia daqueles que estão no poder.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um líder que faz a diferença é capaz de preparar seu sucessor e contrata pessoas que poderão vir a ser tão aptas quanto ele. Não gerencia pela mediocridade, mas trabalha para que todo o grupo se desenvolva. Isso se faz atribuindo responsabilidades e verificando quais são as necessidades deste grupo. Além disso, a humildade de admitir que não sabe tudo e a coragem de enfrentar os desafios são características fundamentais em um líder. Muitas vezes, quando um alto executivo é contratado, a empresa precisa de mudanças radicais para manter uma linha de crescimento. Neste caso, a percepção do profissional deve estar aguçada para tomar atitudes coerentes e éticas, ou seja, para encontrar o equilíbrio entre o balanço financeiro e a integridade dos funcionários.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante é que o network não pode morrer. Fazer marketing pessoal e se apossar das suas habilidades e características é tão imprescindível quanto saber usá-las na hora correta e de acordo com cada ocasião. A técnica de questionar os seus funcionários para que eles próprios assimilem como solucionar os problemas do seu departamento, também conhecida como coaching, é uma característica essencial para executivos em cargos de liderança. E para não perder as rédeas, mesmo em situações e ambientes de total ambigüidade, use a resiliência pessoal. Ou seja, tenha autocontrole, conheça bem o território, fique informado sobre os recursos disponíveis e trace um plano de ação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a palavra chave que as companhias buscam é sustentabilidade. Resultados que sejam de longo prazo e que levem em conta todos os stakeholders - funcionários, clientes e até a sociedade de um modo geral. Não basta melhorar a empresa, um líder deve se preocupar em construir um mundo melhor para funcionários, familiares, comunidade e toda a sociedade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Irene Azevedo&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online 03/12/2007&lt;br /&gt;* Irene Azevedo é sócia da Keseberg &amp; Partners&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-2866582923314889024?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/2866582923314889024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=2866582923314889024' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2866582923314889024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2866582923314889024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/12/no-basta-apenas-embelezar-o-balano-para.html' title='Não basta apenas embelezar o balanço para ter sucesso'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-6685127466839669232</id><published>2007-12-03T02:47:00.000-08:00</published><updated>2007-12-03T02:48:05.292-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>GOVERNANÇA CORPORATIVA</title><content type='html'>Em julho deste ano, o engenheiro Meyer Joseph Nigri, presidente executivo e do conselho de administração da Tecnisa, decidiu acumular mais uma função: a de diretor de relações com investidores. A decisão lhe rendeu uma avalanche de críticas de analistas. "Diziam que em meio a tantas atribuições ou eu não fazia nada ou fazia tudo sozinho", afirma Nigri. "E, tanto num caso como no outro, isso não era nada bom." Até fevereiro, quando abriu o capital da empresa na Bovespa, Nigri jamais precisou se preocupar com esse tipo de comentário. Depois do IPO, apesar de ainda controlar a construtora com 58% de seu capital, ele precisou aprender a dividir poder e informação com seus novos sócios na bolsa. O criticado acúmulo de postos, por exemplo, durou apenas dois meses. Em setembro, Nigri indicou um novo diretor de relações com investidores, o paranaense Leonardo Paranaguá, que já trabalhava na área financeira da empresa. Um mês depois, anunciou que também cederia o comando da Tecnisa, a partir de janeiro de 2008, ao executivo Carlos Alberto Júlio, atual presidente da promotora de seminários corporativos HSM no Brasil. "Preciso de alguém para dividir as responsabilidades", diz Nigri. "Não foi apenas uma resposta ao mercado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impasses como os vividos pelo dono da Tecnisa começam a aflorar passados os primeiros momentos de euforia com a bolsa brasileira -- e são mais comuns do que se imagina. Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) com 366 empresas brasileiras de capital aberto, publicado com exclusividade por EXAME, mostra que a governança dessas companhias ainda tem muitas vulnerabilidades (veja quadro abaixo). Numa escala de zero a 20 pontos, as companhias alcançaram a média de 8,8 neste ano. É uma nota maior do que os 7,9 e 7,7 obtidos, respectivamente, nos dois anos anteriores, porém, ainda inferior à metade do que é considerado ideal pelo instituto. O que derruba o resultado global são práticas resultantes do controle excessivo do dono -- e hoje metade das companhias abertas brasileiras tem controle familiar. "A dificuldade dos empreendedores em abrir mão das decisões criou, historicamente, uma barreira para a participação dos demais acionistas", diz Alexandre di Miceli, pesquisador sênior do IBGC e coordenador técnico do estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse poder exagerado dos controladores gera algumas distorções. Uma delas é que apenas 1% das companhias proíbem empréstimos em favor do controlador em seu estatuto (há três anos, nenhuma proibia). A falta de diretrizes claras sobre o assunto gerou incidentes, como o vivido pelos investidores da Gerdau. Em 2002, eles foram pegos de surpresa por um empréstimo de 45,3 milhões de reais concedido pela empresa ao Haras Joter, controlado pelo então presidente do grupo, Jorge Gerdau Johannpeter. Ainda que afirme nunca mais ter praticado operação semelhante, a Gerdau -- listada no nível 1 da Bovespa -- cometeu outro deslize recentemente. Em abril de 2006, a companhia decidiu elevar subitamente a cobrança de royalties pela marca Gerdau, pagos pela empresa à família controladora. De menos de 1 milhão de reais por ano, o valor passou para 16,2 milhões no primeiro trimestre de 2006. Embora não fosse ilegal, a cobrança chamou a atenção de minoritários, como o americano Mark Mobius, especialista em mercados emergentes da gestora de fundos Franklin Templeton Investments, e também da Comissão de Valores Mobiliários. Para evitar polêmica, os controladores voltaram atrás e cederam os direitos da marca à Gerdau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prestaçãode contas &lt;br /&gt;Um levantamento do IBGC mostra os avanços e as fragilidades na governança das companhias brasileiras de capital aberto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avanços:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 30% das companhias listadas possuem apenas papéis com direito a voto. Eram 18% há três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72% das empresas abertas já têm pelo menos um quarto de seu capital negociado em bolsa — 5 pontos percentuais a mais do que em 2004. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou de 8% para 26% o grupo de empresas que prevêem tag along(1) para ações preferenciais ou maior de 80% para ações ordinárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fragilidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só 4% das empresas revelam a composição do salário pago à diretoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O percentual de empresas que divulgam como lidam com conflitos de interesses em investimentos ou relações com fornecedores não chega nem a 1%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas 1% das companhias proíbem formalmente empréstimos em favor do controlador ou de pessoas e empresas a ele relacionadas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Extensão para todos os acionistas das mesmas condições conseguidas pelos controladores na venda do controle da companhia Base: companhias abertas cujos papéis foram negociados pelo menos uma vez no ano da pesquisa&lt;br /&gt;Fonte: IBGC  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, teoricamente responsável por garantir o interesse de todos os investidores, e não de um ou outro acionista, também não escapa à ingerência dos controladores. No Brasil, 77% das companhias possuem um conselho formado apenas por membros externos -- ou seja, conselheiros que não são funcionários, mas que podem ser parentes, amigos, prestadores de serviço ou manter qualquer outro elo com empregados e executivos da companhia. Na prática, essa composição resulta em casos como o da fabricante de papéis Klabin. Dez das 12 cadeiras do conselho da empresa são ocupadas por descendentes dos Klabin e dos Lafer, primos entre si. Os outros dois assentos pertencem a executivos que fazem parte também do conselho do grupo Monteiro Aranha, que detém um quinto das ações com direito a voto da Klabin. Ainda que não trabalhem na empresa, todos os conselheiros têm interesses diretos na gestão. E nada garante que sejam os mesmos dos donos dos 48% do capital da companhia que está na bolsa. (Procurada por EXAME, a Klabin afirmou apenas que atende a todos os requisitos do nível 1.) "As empresas brasileiras que mantêm conselhos dominados por membros independentes são raridade", diz Miceli. Trata-se de uma realidade diferente da encontrada em países como os Estados Unidos. Segundo dados do IBGC, os conselhos americanos possuem em média 12 membros, dos quais 11 são independentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AINDA SÃO POUCAS AS EMPRESAS que realmente distribuem o poder entre os acionistas, com ações que possuem o mesmo peso de voto. Grande parte das ações que estão na bolsa represen ta papéis preferenciais, sem direito a voto. Em seis de cada dez companhias listadas na Bovespa, a porcentagem de ações sem voto é maior do que 20% do capital, fenômeno atrelado sobretudo à resistência de grupos familiares em permitir que as ordens também venham de acionistas de fora do clã. O Novo Mercado avançou, mas ainda representa apenas 20% das empresas listadas. (Entre as demais, 14% estão nos níveis 1 e 2 de governança e 66% no mercado tradicional.) A centenária seguradora SulAmérica, da família Larragoiti, abriu capital em outubro no nível 2 da Bovespa. Quase 33% de suas ações foram lançadas na bolsa -- dois terços delas sem direito a voto. "Os papéis sem voto foram um recurso da administração para que a companhia pudesse aproveitar ao máximo a experiência dos controladores", diz Patrick de Larragoiti Lucas, presidente da SulAmérica e representante da quinta geração da família. "Os minoritários são muito importantes, mas os controladores têm a visão para o crescimento da empresa." Assumir a disposição de não participar do Novo Mercado é melhor do que mudar as regras do jogo no meio do caminho. Foi o que aconteceu com o grupo usineiro Cosan. Em junho, o controlador Rubens Ometto anunciou uma reestruturação em que a Cosan deixaria de operar no Novo Mercado da Bovespa. Os 15 000 acionistas individuais e institucionais do grupo tiveram a opção de trocar suas participações por ações de uma nova empresa, a Cosan Limited, baseada nas Bermudas e registrada na bolsa de Nova York. O controlador ficou com ações que dão direito a dez votos, o que garante a Ometto e seus familiares 49% do capital e 90% do total de votos da Cosan Limited. A chiadeira do mercado foi tanta que, pouco mais de um mês depois do anúncio, a administração decidiu estender o benefício aos acionistas minoritários, criando uma nova classe de ações, a B2. Tanto as B2 quanto as B, detidas por Ometto, perdem o poder de fogo se vendidas, e passam a valer apenas um voto (veja reportagem sobre a empresa na pág. 81).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O mercado é imperfeito, você não consegue impedir que as partes tentem tirar alguma vantagem", diz Luiz Leonardo Cantidiano, um dos pais do modelo do Novo Mercado. Ainda assim, o advogado acredita que as companhias já evoluíram em questões importantes, como a concessão do tag along, benefício que estende aos minoritários as condições conseguidas pelo controlador no caso de venda do controle. A porcentagem de empresas que garantem esse direito subiu de 8% em 2004 para os atuais 26%. Os avanços podem ser ainda maiores pela pressão de autoridades do mercado. A CVM estuda uma nova forma de divulgação de informações relevantes pelas empresas, como a da remuneração de diretoria e conselho, hoje informada apenas em bloco. Somente 4% das empresas publicam quanto pagam a cada um de seus executivos e quais os indicadores atrelados à remuneração variável. Nos Estados Unidos, todas as companhias são obrigadas a abrir esses números. "A divulgação é fundamental para que os acionistas saibam qual a ligação dos executivos com a empresa", diz José Carlos Grubisich, presidente da petroquímica Braskem, empresa que divulgou um pagamento de 18,9 milhões de reais à diretoria e de 1,7 milhão de reais ao conselho em 2007. "A transparência é sempre o melhor caminho."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal Exame&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-6685127466839669232?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/6685127466839669232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=6685127466839669232' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6685127466839669232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6685127466839669232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/12/governana-corporativa.html' title='GOVERNANÇA CORPORATIVA'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5996362524359058345</id><published>2007-11-30T02:42:00.000-08:00</published><updated>2007-11-30T02:43:23.452-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissão Contábil'/><title type='text'>Nova Identidade do Profissional da Contabilidade - A Chave do Futuro da Profissão Contábil</title><content type='html'>O Conselho Federal de Contabilidade - CFC, com o propósito de aprimorar o atendimento aos profissionais da contabilidade em todo o Brasil, está lançando o novo modelo da Carteira de Identidade Profissional da Contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Identidade será fabricada em cartão rígido, com um dos mais modernos e avançados sistemas de segurança anti-fraudes e irá conter um chip criptográfico onde o profissional poderá inserir a certificação digital, através de uma parceria firmada entre o CFC e a Autoridade Certificadora AC Fenacon - Sescons e Sescaps Certisign.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais objetivos para substituição da carteira provém da intenção de adequá-la aos novos tempos, isto é, à "Era Digital", capacitando permanentemente os profissionais para enfrentar os desafios dos constantes avanços tecnológicos implantados pelo governo eletrônico, como por exemplo, o Sistema Público de Escrituração Digital - SPED, que envolve o Livro Diário Digital, Nota Fiscal Eletrônica e os Livros Fiscais Eletrônicos Estaduais e em breve os Municipais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a democratização do uso da certificação digital, que garantirá a identidade do profissional da contabilidade nas transações eletrônicas, será possível uma maior utilização dos serviços públicos que hoje são prestados nos balcões de atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova carteira trará as seguintes características:&lt;br /&gt;Cor verde; &lt;br /&gt;Requisitos de segurança contra fraudes; &lt;br /&gt;Chip criptográfico com espaço de 32 kb; &lt;br /&gt;Gravação eletrônica no chip de dados cadastrais e de certificados ICP-Brasil; &lt;br /&gt;Gravação dos dados variáveis, biográficos e biométricos a laser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como solicitar a substituição da carteira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CRC enviará um informativo aos profissionais explicando como deverá ser solicitada a nova identidade.&lt;br /&gt;Feito isso, o profissional deverá preencher os dados através da web e após a validação on-line, será emitido um boleto de cobrança para o pagamento da nova carteira, fixada em R$ 35,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, deve-se procurar o CRC ou uma delegacia mais próxima. Um representante de um desses locais irá colar a foto, coletar a impressão digital e a assinatura no formulário, mediante apresentação de identificação. Em até vinte dias, o fabricante enviará a nova carteira para a sede do CRC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a nova carteira em mãos, para obter o certificado digital e-CPF A-3 da AC Fenacon, o profissional receberá no e-mail cadastrado o link da Autoridade de Registro Fenacon Certisign mais próxima, marcando o dia e a hora para fazer a inserção da chave dentro do chip da nova carteira. Essa validação deverá ser presencial. Consulte o site www.acfenacon.com.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal da Classe Contábil em 29/11/07.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5996362524359058345?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5996362524359058345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5996362524359058345' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5996362524359058345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5996362524359058345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/nova-identidade-do-profissional-da.html' title='Nova Identidade do Profissional da Contabilidade - A Chave do Futuro da Profissão Contábil'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5190981496055424477</id><published>2007-11-29T02:15:00.000-08:00</published><updated>2007-11-29T02:19:48.553-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Responsabilidade Social'/><title type='text'>Conheça as 20 empresas que são modelo de sustentabilidade</title><content type='html'>EXAME premiou as melhores práticas em três aspectos: econômico-financeiro, ambiental e social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 20 empresas brasileiras com as melhores práticas de sustentabilidade deste ano foram premiadas pela Revista EXAME na noite desta terça-feira (27/11), durante uma cerimônia no Teatro Alfa, em São Paulo. As companhias foram selecionadas pelo Guia EXAME de Sustentabilidade 2007, levando em consideração três aspectos: econômico-financeiro, ambiental e social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cerimônia desta terça, que teve como mestre de cerimônias o jornalista Chico Pinheiro, estiveram presentes executivos da Abril e de algumas das mais importantes empresas do país. Durante o discurso de abertura do evento, o presidente da Editora Abril, Roberto Civita, destacou o engajamento das empresas brasileiras em programas de sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Do total de companhias analisadas, 63% contam com um comitê de sustentabilidade, 83% têm uma política corporativa ambiental e 81% utilizam critérios sociais para a escolha de seus fornecedores. Cerca de um terço dessas empresas também vincula a remuneração variável de seus executivos a metas ambientais e sociais. São números notáveis, sem dúvida”, afirmou Civita. O empresário observou, porém, que "quando o assunto é sustentabilidade dos negócios, é difícil dizer que seja suficiente."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Civita, é necessário que as companhias aprofundem o seu compromisso com as práticas sustentáveis. E destacou o papel da própria Editora Abril nesse processo. "É preciso estabelecer um compromisso de longo prazo. Um compromisso que, aliás, a Editora Abril segue desde sua criação e que, como muitas empresas do país, vem tentando aprofundar. Exemplo disso é o engajamento de várias de nossas publicações no Planeta Sustentável, projeto editorial pioneiro que trata de sustentabilidade em todas as suas dimensões."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 20 premiadas por EXAME&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Empresa &amp; Boas práticas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Accor: No primeiro dia de trabalho, os funcionários aprendem que ações relacionadas à sustentabilidade precisam ser incorporadas ao dia-a-dia de suas atividades &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesita: A empresa investe em programa de empresa júnior para estudantes do ensino médio. O desafio é melhorar a qualificação de sua própria mão-de-obra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanco: Reduzir o consumo de água e de outros insumos é uma obrigação que afeta diretamente o bolso de seus executivos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aracruz: Destaque no mercado financeiro mundial por suas políticas de sustentabilidade, é a única empresa florestal no mundo a figurar no Índice Dow Jones de Sustentabilidade da bolsa de Nova Yokr &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arcelor: Investe 270 milhões de reais em programas de gestão ambiental e reduz o uso de insumos não renováveis na produção de aço &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basf: Redesenhou toda a sua estrutura de produção e acabou se tornando uma pioneira em seu setor &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Braskem: A companhia colocou a sustentabilidade no centro de sua estratégia de expansão dos negócios &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caterpillar: Instalada em Piracicaba há três décadas, a empresa liderou a criação de uma agenda de crescimento sustentável para o município &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CPFL: Ao aumentar a produtividade de suas usinas, a empresa está conseguindo acumular créditos de carbono para financiar seus projetos ambientais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elektro: Com o projeto Energia Comunitária, a empresa colabora para a reurbanização de áreas pobres e melhora a qualidade de vida de milhares de pessoas nas cidades onde atua &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IBM: Incentiva o uso da capacidade ociosa de computadores em pesquisas voltadas para a saúde e o meio ambiente &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Itaú: Lançou o primeiro fundo de investimento que permite ao correntista contribuir para neutralizar os gases que destroem a camada de ozônio &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mapfre: O projeto de segurança viária da empresa atinge 2,5 milhões de alunos da rede pública estadual paulista e vira referência em educação de trânsito &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natura: Pioneira em sustentabilidade no Brasil, a empresa possui um dos programas de neutralização de carbono mais eficazes &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Philips: Para ganhar mercado, a subsidiária brasileira aposta em equipamentos que consomem menos energia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promon: A empresa dissemina o conceito de "edifício verde" e exige que seus fornecedores também adotem práticas sustentáveis nos negócios &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Real: O banco transforma seus funcionários em agentes multiplicadores de práticas sustentáveis. A remuneração dos executivos está vinculada ao desempenho da instituição também nas dimensões social e ambiental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serasa: Incentiva o engajamento dos funcionários e troca o modelo de simples doações por consultorias completas em gestão de instituições beneficientes &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suzano: Ao adotar o conceito de sustentabilidade, a Suzano conseguiu expandir a produção e valorizar suas ações na Bovespa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unilever: Ao mudar o formato das embalagens de seus produtos, a subsidiária brasileira diminuiu em quase 305 o consumo de papel &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua oitava edição, o guia passa pela maior mudança de sua história. Exame firmou uma parceria com o Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (GVces) e definiu uma nova metodologia. Outra novidade da edição é o aumento do número de reportagens. Além de retratar as instituições que são modelo, o anuário terá matérias sobre tendências no Brasil e no mundo, como crédito de carbono e agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, foram realizadas 206 inscrições de companhias de diferentes portes, setores e regiões do Brasil. A análise para a escolha das melhores é feita em duas etapas. Na primeira, elas respondem a um extenso questionário desenvolvido pela FVG. Na segunda, as 32 empresas com melhor pontuação nos questionários são analisadas por um conselho formado por oito especialistas, sob a coordenação de Mario Monzoni, do GVces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Guia de Sustentabilidade circula em todo o país a partir 29/11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forte: Portal Exame em 27/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5190981496055424477?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5190981496055424477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5190981496055424477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5190981496055424477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5190981496055424477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/conhea-as-20-empresas-que-so-modelo-de.html' title='Conheça as 20 empresas que são modelo de sustentabilidade'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3681942969680027155</id><published>2007-11-28T02:28:00.000-08:00</published><updated>2007-11-28T02:30:39.301-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissão Contábil'/><title type='text'>Florianópolis, Brusque, Rio do Sul, Jaraguá e Indaial são os municípios catarinenses com os melhores índices de empregabilidade</title><content type='html'>Florianópolis, Brusque, Rio do Sul, Jaraguá do Sul e Indaial são as cinco cidades com maior número de empregos por habitante no Estado. É o que mostra um levantamento exclusivo realizado pelo Noticenter a partir de dados sobre empregos formais divulgados pelo Governo do Estado. Juntos, os cinco municípios concentram mais de 22% de todas as vagas existentes em Santa Catarina. Na seqüência aparecem os municípios de Itajaí, São Bento do Sul, Blumenau, Videira e Concórdia. Já entre os setores, a indústria segue como líder em número de empregados, com 33%, seguida pelo segmento de serviços, 27%, e comércio, com 19% das vagas de trabalho catarinenses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ranking dos dez municípios com a melhor relação entre emprego e população, com seus respectivos índices, é a seguinte: Florianópolis (1,9), Brusque (2,4), Rio do Sul (2,5), Jaraguá do Sul (2,6), Indaial (2,9), Itajaí (2,9), São Bento do Sul (2,9), Blumenau (2,9), Videira (3,0) e Concórdia (3,1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Capital aparece como campeã em empregos em Santa Catarina, com mais de 208 mil postos de trabalho. Proporcionalmente, há uma vaga para cada 1,91 habitante. Quem impulsiona a colocação de Florianópolis no topo da lista é a máquina da Administração Pública, empregando quase 85 mil pessoas, 41% dos trabalhadores da cidade. Mas quem não trabalha para o governo também tem chances. O setor de serviços é responsável por 38% das oportunidades, seguido pelo comércio, com 13% das vagas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda colocada, Brusque, apresenta um emprego para cada 2,5 moradores. De 2003 para 2005, o número de vagas existentes na cidade cresceu 14%. A indústria continua como a grande potência, empregando quase 59% dos brusquenses. Já o Comércio e o setor de serviços apresentam índices similares, com 17% e 17,5%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida está Rio do Sul, que oferece uma vaga por 2,6 habitantes, empatando tecnicamente com Jaraguá do Sul. O que difere as cidades são as áreas de atuação com mais oportunidades. Enquanto em Rio do Sul o setor de serviços supera a indústria, com 36% das vagas, em Jaraguá a situação é oposta, o segmento industrial dispara com 59% dos empregados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quinta colocada é Indaial. Na cidade movida principalmente pela indústria, que emprega 58,5% dos trabalhadores, uma vaga de emprego é disputada por 2,92 habitantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Itajaí, São Bento do Sul, Blumenau e Videira também apresentam índices menores do que uma vaga para cada três moradores. Com exceção de Itajaí, onde o setor que mais emprega é o de serviços, a indústria é a campeã em oferecer postos de trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A média estadual, de um emprego para cada 3,95 habitantes, é batida em outros dez dos 30 maiores municípios catarinenses. São eles: Concórdia, Rio Negrinho, Tubarão, São José, Caçador, Gaspar, Balneário Camboriú, Joinville, Chapecó e Xanxerê. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa revela que 71,5% do total de vagas estão concentradas nas 30 maiores cidades catarinenses, ou seja, 1.063.002 de 1.486.969 empregados. Os outros 263 municípios catarinenses somam apenas 423.967 vagas, 28,5% do total. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMPREGADOS POR SEGMENTO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indústria aparece como setor que mais emprega no Estado. Mais de 33% dos catarinenses trabalhavam na área em 2005, o que significa um aumento de 3% em relação ao ano anterior. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em segundo lugar está o segmento de serviços, com 27% dos postos de emprego, seguido pelo comércio, com 19%. Na quarta colocação está a administração pública, que emprega 13,2% da população catarinense. Os setores de extração mineral, construção civil, agropecuária e serviços industriais de utilidade pública respondem por 7,75% dos empregados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMPARATIVOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo ganhando o título de setor que mais emprega, a indústria perdeu no que se refere ao crescimento no número de oportunidades. A grande campeã é a construção civil, que em apenas um ano, aumentou o número de empregados em 12%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segmento vice em crescimento de número de vagas é o comércio, com 9%, seguido por serviços, 7,3%, e extrativa eineral, 4%. O menor acréscimo ficou por conta do setor agropecuário, 0,5%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURIOSIDADES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Os empregos ligados à extração mineral estão concentrados em dez municípios. Forquilhinha, Treviso, Lauro Muller, Siderópolis, Criciúma, Içara, Itajaí, Araquari, Botuverá e Jaguaruna, representando 66,5% das vagas relacionas a esta área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Quase 68% dos empregos de serviços industriais de utilidade pública estão distribuídos por 15 cidades catarinenses. O setor inclui prestadoras como fornecedoras de água, gás, energia elétrica e transporte. Florianópolis oferece quase quatro vezes mais empregos no setor do que a segunda colocada, Blumenau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· A construção civil é responsável por 7,5% dos empregados de Balneário Camboriú, mais do que o dobro da média de Santa Catarina, 3,3%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Florianópolis possui 14 vezes mais empregados em Administração Pública do que Blumenau, a segunda colocada no ranking com quase 6 mil funcionários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Aproximadamente 57% dos empregados agrícolas estão divididos em 11 municípios. Fraiburgo é o primeiro da lista, com mais de 3,5 mil trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Florianópolis, Joinville, Blumenau, São José e Itajaí somam 37% (549.983) do total de empregados do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MENORES MUNICÍPIOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informalidade e o difícil acesso à informação podem ocasionar resultados curiosos, principalmente entre as cidades pequenas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Guatambú, um município localizado no Oeste catarinense com 4,7 mil moradores, é a cidade com melhor relação emprego por habitante do Estado, com uma média de 1,36.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Já o município de Irati, também no Oeste, segundo a pesquisa, aparece com 31 empregados entre seus mais de 2 mil moradores. A cidade fica como última colocada, com um emprego para cada 65 moradores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Noticenter em 28/11/2007&lt;br /&gt;Por Marina Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3681942969680027155?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3681942969680027155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3681942969680027155' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3681942969680027155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3681942969680027155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/florianpolis-brusque-rio-do-sul-jaragu.html' title='Florianópolis, Brusque, Rio do Sul, Jaraguá e Indaial são os municípios catarinenses com os melhores índices de empregabilidade'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5412006575076473225</id><published>2007-11-27T02:37:00.000-08:00</published><updated>2007-11-27T02:39:16.458-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>Inversão de papéis</title><content type='html'>As empresas estão tomando para si a responsabilidade por serviços "públicos", como educação e saúde -- e essa é uma distorção perigosa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de 2006, 240 alunos do terceiro ano do ensino médio do Centro de Ensino Experimental Ginásio Pernambucano, localizado em Recife, prestaram vestibular. Todos os estudantes passaram. Metade deles conquistou uma vaga numa das três melhores instituições de ensino superior do estado -- a Universidade Federal de Pernambuco, a Universidade de Pernambuco e a Universidade Católica de Pernambuco. Os outros 120 estudantes foram aprovados em universidades privadas de menos renome. O que torna esses números surpreendentes é o fato de que esses jovens se formaram numa escola pública. Em sua maioria, eles vêm de famílias cuja renda mensal não supera dois salários mínimos. Até o início desta década, seria impossível pensar que os estudantes do Ginásio Pernambucano, como é localmente conhecido, pudessem ter esse desempenho. Primeiro, porque a própria sede da escola, uma construção histórica e imponente tombada pela Unesco, estava literalmente caindo aos pedaços -- a situação era tão crítica que, por segurança, os alunos haviam sido transferidos para outro prédio. Em segundo lugar, porque a qualidade do ensino que ali se praticava deixava muito a desejar, para dizer o mínimo. "Como na maioria das escolas públicas, o Ginásio Pernambucano tinha altas taxas de evasão e repetência", afirma Thereza Barreto, diretora do colégio desde 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do ano 2000, porém, um plano de resgate para salvar as instalações e a qualidade da educação oferecidas pela escola foi colocado em prática. A ação foi encabeçada pelo pernambucano Marcos Magalhães, que até abril de 2007 ocupou o cargo de presidente da Philips para a América Latina e desde então dedica-se à presidência do conselho da operação brasileira. Sensibilizado pela decadência da escola onde estudaram os escritores Ariano Suassuna e Clarice Lispector (além dele próprio), Magalhães conseguiu recursos da Philips e de outras empresas, como Odebrecht, ABN Amro e Chesf, para restaurar o prédio. A reforma, que custou cerca de 2,5 milhões de reais, começou em 2000 e levou dois anos para ser concluída. A iniciativa de Magalhães e das empresas envolvidas nessa história só pode ser louvada -- uma escola capaz de preparar alunos para o vestibular é muito melhor que uma instituição decrépita. Errado é achar que o preenchimento do vácuo deixado por um Estado que arrecada impostos para suprir as demandas sociais pela iniciativa privada seja algo normal ou desejável. "As doações e os serviços sociais prestados pelas empresas não devem substituir a ação que os governos de nações que se julgam avançadas devem prover à população", afirma Robert B. Reich, professor de políticas públicas da Universidade da Califórnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex-secretário do Trabalho durante o governo Bill Clinton, Reich reacendeu o debate sobre a responsabilidade social das empresas no recém-lançado livro Supercapitalism -- The Transformation of Business, Democracy, and Everyday Life (em tradução livre "Supercapitalismo -- A transformação dos negócios, da democracia e da vida cotidiana", ainda não lançado no Brasil). Na obra, ele discorre sobre o enfraquecimento do sistema democrático nos Estados Unidos e no resto do mundo nos últimos 30 anos e, sobretudo, sobre o risco de a população acreditar que as empresas vão resolver os grandes dilemas que o planeta vive hoje. Como o economista Milton Friedman, Reich acredita que a responsabilidade das empresas é apenas dar lucro -- e que a saúde e a educação dos cidadãos são um problema do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a polêmica sobre o papel das empresas e do Estado ganha contornos mais dramáticos. "No mundo todo as empresas se adaptam ao Estado que têm, e as nossas se adaptaram a um que não funciona", diz Marcos Kisil, presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), ONG que ajuda companhias de todo o país a estruturar projetos sociais. "Nenhuma empresa quer substituí-lo, mas simplesmente corrigir as ineficiências que as impedem de funcionar." O perigo, segundo uma corrente de especialistas da qual Reich faz parte, é que a população e o próprio governo se convençam de que, ao assumir projetos ligados a áreas como saúde, educação ou segurança, as empresas não estão fazendo mais do que sua obrigação. Assim como é obrigação de todos pagar seus impostos em dia. Trata-se de um risco real. Um levantamento da consultoria Market Analysis Brasil mostra que 65% da população acredita que cabe às empresas resolver questões de impasses sociais -- o índice mais elevado entre os 25 países pesquisados (veja quadro ao lado). "Existe uma cobrança exagerada em cima das empresas e ela é estimulada pelo próprio governo", afirma Wilberto Luiz Lima Junior, diretor de responsabilidade social da Klabin. "A questão é que pagamos impostos e já compartilhamos nosso lucro com centenas de funcionários que recebem salários e benefícios e que, com isso, movimentam a economia." Em outras palavras, como mostra a pesquisa, no Brasil os papéis estão cada vez mais embaralhados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dinheiro privado para fins públicos &lt;br /&gt;Segundo levantamento do Gife, entidade que reúne mais de 100 institutos, fundações e empresas de origem privada no Brasil, suas associadas investiram cerca de 1 bilhão de reais em 2005 em projetos ligados à responsabilidade social.As áreas que mais receberam investimentos foram: &lt;br /&gt;Meio ambiente: 18 milhões de reais &lt;br /&gt;Saúde: 36 milhões de reais &lt;br /&gt;Educação: 124 milhões de reais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESSE CENARIO COLOCA AS EMPRESAS NUMA SINUCA: se não aceitam resolver questões sociais, são malvistas por consumidores e pelas comunidades; se tomam para si essa tarefa, podem acabar com bombas-relógio nas mãos. Driblar esse impasse exige um planejamento cuidadoso. Em janeiro de 2005, a subsidiária brasileira da Unilever decidiu "adotar" o município de Araçoiaba, no estado de Pernambuco, onde possui quatro fábricas. A meta da multinacional anglo-holandesa era articular uma série de ações para elevar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), indicador usado pelas Nações Unidas para avaliar a qualidade de vida de uma região. À época, o IDH de Araçoiaba era um dos mais baixos do estado. Para minimizar os riscos, desde o início a Unilever definiu regras claras para o projeto. Ele se encerraria em dezembro de 2007 (prazo que poderia ser prorrogado por, no máximo, mais um ano), consumiria 3 milhões de reais da empresa e, o mais importante, não deveria suplantar o papel do Estado. "No início, a população passou a nos ver como solução para todos os problemas e, se deixássemos, a prefeitura nos colocaria mesmo para atuar em todas as frentes", diz Elaine Molina, gerente de responsabilidade social da empresa. A estratégia foi condicionar a entrega de benfeitorias à mobilização da comunidade e do poder público. Para ganhar uma escola nova, por exemplo, a prefeitura teve de ajudar a Unilever a alfabetizar 2 000 pessoas. "Estabelecer esse tipo de relação de barganha é saudável e evita que o poder público se isente de sua responsabilidade", diz a americana Christine Letts, especialista em filantropia e liderança para instituições sem fins lucrativos da Universidade Harvard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expectativas demais &lt;br /&gt;No Brasil, o percentual da população que atribui às empresas — e não ao governo — o papel de resolver problemas sociais é bem superior ao de outros países. É o que mostra uma pesquisa realizada pela Market Analysis com cerca de 1 000 habitantes de cada nação &lt;br /&gt;Brasil 65% &lt;br /&gt;Argentina 51% &lt;br /&gt;Rússia 47% &lt;br /&gt;México 44% &lt;br /&gt;Alemanha 28% &lt;br /&gt;China 26% &lt;br /&gt;França 23% &lt;br /&gt;Estados Unidos 20% &lt;br /&gt;Fonte: Market Analysis Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro deste ano, como planejado, a Unilever deixará Araçoiaba. O IBGE deverá medir o IDH da cidade em dezembro e divulgá-lo ao longo de 2008. "Como trabalhamos muito nas áreas de saúde, educação e geração de renda, temos certeza de que vamos conquistar nossa meta", afirma Elaine. Para terminar o projeto com a certeza de que não gastou dinheiro ou energia em vão, a Unilever tomou alguns cuidados. Um deles foi estimular a aprovação de uma lei municipal para que o Centro de Saúde Infantil, no qual a empresa investiu 120 000 reais, receba mensalmente uma verba do governo capaz de garantir seu futuro. Com ajuda do centro, que atende crianças de zero a 5 anos e gestantes, o município conseguiu reduzir drasticamente a mortalidade infantil. Em janeiro de 2005, de cada 1 000 bebês que nasciam em Araçoiaba, 36 morriam antes de completar 1 ano de vida. Em dezembro de 2006, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a taxa havia sido reduzida para seis. A mesma estratégia de blindagem foi usada por Marcos Magalhães para garantir a perenidade do projeto educacional para os alunos de ensino médio. Ele conseguiu que duas leis estaduais fossem aprovadas. Uma regulamentou o modelo de 19 escolas que, assim como o Ginásio Pernambucano, passaram a funcionar em horário integral. A outra lei regulamentou a criação de um departamento dentro da Secretaria Estadual de Educação, com autonomia técnica, administrativa e financeira para gerir essas escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o americano Reich, criar regras claras e formais que definam o papel do Estado e da iniciativa privada é premissa fundamental. O estabelecimento desse código de conduta não apenas ajudaria a minimizar o jogo de empurra-empurra entre as partes como ainda evitaria que as empresas usassem as ações de responsabilidade social como peça de marketing -- atitude que, segundo ele afirma em seu livro, está se tornando cada vez mais comum. Reich não é o único a desconfiar das boas ações propagadas pelas empresas. Numa recente reportagem da revista Business Week, a real envergadura das iniciativas frente à crise ambiental do planeta foi questionada pelo ambientalista Auden Schendler. Cria do Rocky Mountain Institute, renomada instituição ambiental sediada em Aspen, Schendler foi contratado em 1999 para ser o executivo de sustentabilidade do Aspen Skiing Company, um dos resorts de inverno mais luxuosos do mundo. Oito anos depois, ele continua no posto -- mas se diz desanimado. Schendler afirma que não tem mais a convicção de que as empresas estão realmente dispostas a fazer sacrifícios, mesmo que haja retorno no longo prazo, para atuar de maneira ambientalmente correta. "Implementei um monte de projetos vistosos, mas não consegui fazer o que me propus", afirmou ele à revista. Um desses fracassos está relacionado à diminuição do consumo de energia elétrica. Segundo Schendler, a empresa preferiu comprar novos equipamentos para os praticantes de esqui a reformar velhas acomodações do hotel que gastam muita energia. Robert Reich e Auden Schendler podem até ser considerados céticos radicais. O mundo em que vivemos continuará a colocar na balança as atitudes das empresas diante da sociedade e do meio ambiente. Mas pode ser ingênuo e até arrogante achar que as corporações podem tomar conta do mundo. Assim como pode ser irresponsável agir como se o Estado -- legitimado por nós mesmos -- nada mais tenha a ver com os problemas que estão aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Ana Luiza Herzog&lt;br /&gt;Fonte: Portal Exame em 01/11/2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5412006575076473225?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5412006575076473225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5412006575076473225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5412006575076473225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5412006575076473225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/inverso-de-papis.html' title='Inversão de papéis'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-171563360962736281</id><published>2007-11-26T03:36:00.000-08:00</published><updated>2007-11-26T03:37:19.792-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Os calouros da bolsa</title><content type='html'>As reuniões da família Brito já não são mais as mesmas. Se antes boa parte das conversas era dedicada a palpites sobre a escalação e peripécias dos times rivais São Paulo e Palmeiras, agora são os vaivéns do Ibovespa e de alguns papéis que dominam os diálogos. Termos como "day trade", "flipping", "stop loss", análise técnica ou fundamentalista pontuam os colóquios, às vezes bastante inflamados. Só que são os mais jovens, Maurício e Leandro, ambos com 32 anos, que mostram aos tios Nilson e Nilton, de 43 e 45 anos, maior destreza no trato com os riscos da renda variável. Em comum, eles têm o fato de querer administrar por conta própria a parcela da poupança investida em ações.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esse perfil que tem inflado as estatísticas de pessoas físicas na Bovespa. Já são mais de 310 mil investidores ativos. Os jovens, com até 40 anos, representavam, em julho, 25% da base. Trata-se de um público que tem plena afinidade com a tecnologia e não encontra barreiras para comprar e vender ações pelo home broker, o sistema de negociação pela internet, diz o diretor de marketing da Bovespa, Luis Abdal. Ele estima que 35% dos 500 mil participantes do programa Bovespa vai até você sejam de jovens. "Eles vêm com a ansiedade de duplicar ou triplicar o patrimônio em pouco tempo e desmistificamos isso, deixando claro que o investimento em ações é para o longo prazo, em empresas que são suscetíveis a fatores da economia e setoriais", diz.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro Maurício é, dos Brito, quem está há mais tempo na bolsa e já sentiu o gostinho de ganhar e o dissabor de perder. Há dois anos ele começou a "brincar" com as ações por influência de um amigo e hoje 80% dos recursos estão na renda variável. "Tenho um perfil arrojado, mas lido bem com o risco", diz. "Não me incomodei em perder um pouco no começo para no médio e longo prazos ganhar mais, fiquei confortável para aumentar o investimento."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, no princípio a estratégia era comprar e vender ações mais voláteis, como Cosan, e até participar de ofertas públicas iniciais (IPO, em inglês) com o intuito de obter ganhos imediatos, agora o dinheiro de Maurício está distribuído em nomes mais robustos, como Vale do Rio Doce, Petrobras, Itaú e Tractebel. "Prefiro setores que podem puxar o crescimento da economia, como os fornecedores para a indústria ou empresas que estão fazendo investimentos, olho mais para fundamentos e, se um papel poderá subir em um ou dois anos, acho que vale a pena."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fixação de Maurício pelo mercado acabou levando o primo Leandro ao mesmo caminho. Ele entrou na bolsa em maio, dois meses antes de estourar a crise das hipotecas americanas de alto risco. Em pouco tempo conseguiu um retorno de 12% para a carteira composta por Itaú, Bradesco, Vale, Petrobras e Gerdau. Só que a chacoalhada do "subprime" acabou transformando aquele lucro num prejuízo de 13%. Foi ali que o administrador de empresas se confrontou pela primeira vez com o risco bolsa. "Na conta total perdi mais de 20% porque deixei de realizar os lucros anteriores e não tinha nenhum 'stop loss' (ordem de venda, com a fixação de um preço inferior ao corrente) que protegesse parte dos ganhos", diz. "Se tivesse estudado antes de começar, teria evitado muita besteira."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leandro aprendeu com os próprios erros. Passou a dedicar as poucas horas livres, adentrando as madrugadas, ao estudo da análise técnica, baseada na interpretação de gráficos de preços e volumes para identificar tendências. Ganhou, assim, segurança para operar com papéis de segunda linha, sempre atualizando os limites de desvalorização de cada ação. Para a carteira global, que inclui aquilo que tem em renda fixa, a oscilação máxima que aceita para os ativos é de 6% para baixo. Na hora de comprar, olha para os gráficos, mas não descuida de questões que remetem a fundamentos. "Mesmo que o gráfico mostre compra, se a empresa paga mal seus fornecedores ou tem protestos, não compro."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o tio, o engenheiro Nilson, não olha para nada disso e entrou de cabeça no "day trade" (compra e venda no mesmo pregão) em papéis mais voláteis como Klabin, Embratel e Embraer. Descontente com os ganhos que vinha obtendo em fundos de renda fixa e multimercados, ele julgou-se, mesmo leigo, com capacidade para conseguir melhor retorno do que um gestor profissional. A estratégia é bem intuitiva: ele acompanha as cotações históricas para identificar se as ações estão caras ou baratas e, pelo noticiário, tenta enxergar algo que possa mover os papéis. "A minha meta é conseguir 1% ao mês", diz.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acertou no timing. Entrou no mercado em agosto, em plena crise do "subprime" e, desde então, conseguiu retorno de 8% no primeiro mês, 6% no seguinte e 4% em outubro. Em novembro, a carteira ainda está no vermelho. Só 25% da sua poupança está em ações, mas essa parcela tem sido ampliada porque o investidor opera alavancado, com empréstimos da corretora. Quando não consegue vender a ação ao preço predefinido, automaticamente aumenta sua exposição em bolsa e a um custo de 2,99% ao mês.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O irmão Nilton, analista de sistemas, é o calouro da turma. Tirou todo o dinheiro que tinha de um fundo de renda fixa e colocou, há cerca de duas semanas, em apenas dois papéis, Petrobras e Vale, com a intenção de ganhar no curto prazo. Deu uma sorte danada. Vendeu Petrobras com um lucro de 14% no dia da divulgação da descoberta do Campo de Tupi. "Eu nem sabia o que estava acontecendo, mas vi o papel subir e vendi logo."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disparadas como a da Petrobras e o sucesso de muitos IPOs desde 2004 têm atraido boa parte desses novos investidores. O dentista Marcelo Antunes de Paiva, de 36 anos, mantinha todas as suas aplicações em fundos de renda fixa. Começou a se entusiasmar com a bolsa ao ver alguns amigos se gabando dos ganhos instantâneos. "Resolvi pagar para ver o que era tão bom nesse tal de IPO."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros, Antunes teve ganhos, mas nada comparável com o que lucrou com a oferta da Bovespa Holding. Ele comprou R$ 12 mil e, alguns dias depois, vendeu o lote todo de ações, que já valia R$ 16 mil. "Tento não vender logo no dia seguinte para não cair na malha fina dos 'flippers' nas próximas ofertas, mas foi irresistível não sair do papel."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente de seus amigos, que se jogaram de cabeça em bolsa, Antunes segue à risca a regra que impôs a si mesmo, de ter entre 30% e 40% do patrimônio em ações. "Tenho disciplina, toda vez que as ações se valorizam e ganham um peso maior do que esse percentual eu vendo e coloco esse dinheiro na renda fixa", garante o dentista. Ele reconhece que alguns se deslumbram com o ganho, muitas vezes significativo e do dia para a noite, perdendo a medida do razoável. "Um amigo meu, que foi mandado embora, pegou todo o dinheiro do FGTS e aplicou em ações. Agora ele passa 24 horas por dia comprando e vendendo os papéis via internet."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Adriana Cotias e Daniele Camba, de São Paulo&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 26/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-171563360962736281?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/171563360962736281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=171563360962736281' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/171563360962736281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/171563360962736281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/os-calouros-da-bolsa.html' title='Os calouros da bolsa'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-665904658626798842</id><published>2007-11-23T02:40:00.000-08:00</published><updated>2007-11-23T02:41:38.781-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>O que faz os ricos, ricos</title><content type='html'>Uma piada que tem circulado nas rodas de gestores de fortunas brinca com a diferença no estilo de vida dos ricos e dos super-ricos dos últimos tempos. Enquanto os ricos acham que viajar de primeira classe é um luxo, os super-ricos consideram que chique mesmo é ter um avião para chamar de seu. O motivo do bom humor dos administradores de recursos é que o número de endinheirados, sejam ricos ou super-ricos, cresce a uma velocidade quase supersônica no Brasil, e boa parte dos gestores está pegando carona neste vôo. No ano passado, os ativos dos milionários nacionais cresceram 20%, de acordo com um levantamento da consultoria Boston Consulting Group. Em outra pesquisa, realizada pela corretora Merril Lynch, observa-se um aumento de 10,1% no número de pessoas com mais de R$ 1 milhão para investir ao longo de 2006, um incremento superior ao da média global de 8,3% no mesmo período. "Em 2007, vivemos o pico do boom desta liquidez no país", afirma Paulo Colaferro, sócio-diretor da Taler Empreendimentos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capitalização de pessoas físicas brasileiras tem crescido como efeito colateral de uma conjuntura favorável do mercado: expansão das fusões e aquisições no país - R$ 23,6 bilhões no primeiro semestre e estimativa de chegar a R$ 70 bilhões até o mês que vem-, aquecimento do mercado imobiliário e aumento substancial do volume das ofertas públicas de ações, que até quarta-feira geraram R$ 29,5 bilhões em 2007. A expectativa é que o IPO da Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros (BM&amp;F) na próxima sexta-feira deva adicionar outros nomes à crescente lista de milionários, a exemplo do que ocorreu com o lançamento de papéis da Bovespa neste ano.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um agente influente e poderoso para o aumento desta liquidez no mercado são os fundos de private equity, geridos por financistas que montam fundos e compram e vendem empresas na bolsa. A análise é de René Werner, da Werner &amp; Associados Consultores Internacionais em Desenvolvimento Societário, que também observa uma alteração significativa no horizonte com a chegada de novas gerações no comando das empresas familiares. "A primeira geração das companhias nacionais aplicava 100% de seus lucros na operação. Com a entrada das segundas e das terceiras gerações, vejo uma diversificação no portfólio, com aplicações também no setor financeiro. O que antigamente era visto apenas como risco é agora uma grande oportunidade."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da fase atual de bonança, muitos dos clientes da Taler - empresa que administra uma carteira de R$ 1 bilhão - possuíam grande número de ativos engessados, com pouca liquidez. Com a onda de fusões e aquisições, muitos se desfizeram de seus empreendimentos e alguns venderam seus imóveis para grandes incorporações, o que resultou na disponibilidade de mais dinheiro para investir no mercado financeiro. Hoje, 45% do patrimônio dos clientes cujos recursos são administrados pela Taler têm participação acionária e 30% investem em ativos imobiliários.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vivemos um fenômeno de amadurecimento dos mercados. É o capitalismo chegando no Brasil. Antes vivíamos um pré-capitalismo, em que poucas pessoas dispunham de acesso ao mercado de capitais", afirma Ricardo Taboaço, sócio da Taboaço, Nieckele &amp; Associados, que administra cerca de R$ 800 milhões em sua carteira. "Metade desses recursos foram gerados pelo esplendor da nova riqueza", prossegue.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o estudo do Boston Consulting, o aquecimento na formação de fortunas no Brasil começou a se intensificar no início da década. Entre 2001 e 2006, o país ocupou a vice-liderança no ranking das nações que experimentou maior expansão no volume de riqueza, com aumento de 22,4%. Perdeu apenas para a quase sempre imbatível China, que teve acréscimo de 23,4% ao longo do mesmo período. "Desejo que 2008 seja tão bom quanto 2007, entretanto, não acho que vamos manter a mesma velocidade no aumento de liquidez. Mas o ano que vem será um bom ano", afirma o diretor da Taler.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem manter o ritmo, as perspectivas seguem uma rota de prosperidade. "Projetamos um crescimento de 7,2% ao ano nos ativos dos ricos da América Latina até 2011, mais do que a média global de 6,8% prevista para o mesmo período", diz Michael Angelicola, gerente do grupo de pesquisas estratégicas das Américas da consultoria Capgemini, que realiza anualmente o levantamento World Wealth Report em parceria com o Merril Lynch.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos globais, a situação também tem sido positiva. Os ativos financeiros das pessoas super-ricas somados aos das ricas tiveram ganhos de 11,4% no ano passado, totalizando US$ 37,2 trilhões, segundo dados da corretora americana. Foi a primeira vez, em sete anos, que esse índice chegou aos dois dígitos. No ano passado, havia 9,5 milhões de pessoas no mundo - 0,14% da população da Terra - com mais de US$ 1 milhão em ativos para investimentos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) têm sido alguns dos propulsores dessa economia próspera, de acordo com Angelicola. A China e a Rússia estão no topo da lista dos dez países que possuem maior aumento no número de milionários do mundo. "A população de chineses ricos cresceu 7,8% e a de russos, 15,5%. O Brasil e a Índia se mantêm fortes", observa. Para ele, o aumento do PIB das nações em desenvolvimento, a estabilidade econômica, o encorpado lucro das companhias dos países emergentes e do fluxo maior de investimentos estrangeiros também devem ser considerados como fatores de enriquecimento das pessoas das nações em desenvolvimento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na categoria "exclusiva" dos super-ricos, o Brasil também vai bem, obrigado. Na última lista da mítica revista "Forbes", o país contribui com 20 nomes. Em 2006, havia apenas 16 super-ricos nacionais e há cinco anos eram apenas 5. A maioria dos empresários brasileiros da "Forbes" é de industriais ou de donos de empresas prestadoras de serviços, que não herdaram fortunas e deram saltos por si mesmos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;"Vivemos um fenômeno de amadurecimento dos mercados. É o capitalismo chegando no Brasil", afirma Ricardo Taboaço&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A soma dos bens desses brasileiros passou de US$ 33,5 bilhões para US$ 46,2 bilhões. Trata-se de um aumento de 38% na comparação com 2006, superior à média de 35% dos super-ricos do ranking total da revista. O banqueiro Joseph Safra, de 68 anos, é o mais rico. Dono do banco Safra, ele aparece no 119º lugar na perspectiva mundial. Sua fortuna é de US$ 6 bilhões. Como segundo brasileiro mais rico e em 165º lugar no âmbito global está o empresário Jorge Paulo Lemann, da Ambev e Inbev, com R$ 4,9 bilhões. Um ex-banqueiro e atualmente empresário aparece no terceiro posto entre os brasileiros (214º no mundo): Aloysio de Andrade Faria, do Grupo Alfa, com US$ 4 bilhões. No quarto lugar (226º no mundo) vem a família liderada pelo empresário Antonio Ermírio de Moraes, do Grupo Votorantim, com US$ 3,9 bilhões (leia lista na página 7).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No âmbito internacional, delineou-se também um bom cenário para esta pequena parcela da população. O total de pessoas com patrimônio acima de US$ 1 bilhão, segundo a "Forbes", atingiu a marca recorde de 946 neste ano, 178 a mais do que o verificado no ano passado e maior do que qualquer outro número divulgado pela revista. Os Estados Unidos mantêm sua supremacia habitual. Possuem mais super-ricos do que qualquer outro país: 415. Mas a China mostra sua força com um belo segundo lugar. Ao todo, 53 países figuram na última lista da "Forbes", o que representa um recorde.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bilionários da "Forbes" acumulam hoje US$ 3,5 trilhões, com uma renda de US$ 3,14 bilhões, bem mais do que a média de US$ 231 milhões de 1982, quando Malcolm Forbes (1919-1990), criou o índice, há 25 anos. Na época, havia apenas 13 pessoas com fortuna acima de US$ 1 bilhão no ranking e era preciso ter US$ 75 milhões para ingressar no seleto grupo da "Forbes" - de apenas 400 nomes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senha atual para participar do clube é ter no mínimo US$ 1 bilhão. Trata-se de uma evidência de que a economia global está bem mais aquecida, um resultado direto de um ciclo de expansão inédito no mundo. Na análise de Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve (o Banco Central americano), essa liquidez mundial é resultado do fim do comunismo, o que resultou na entrada de grande número de pessoas na sociedade de mercado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa nova ordem mundial implica fortes mudanças. Quando era criança, por exemplo, um descendente da tradicional família Vanderbilt, que durante décadas esteve no topo da lista dos clãs mais ricos do mundo, acreditava que todas as pessoas que morriam se transformavam em estátuas. A impressão de que a morte se materializava em bronze nasceu de sua freqüente presença em cerimônias de inauguração de bustos em praças públicas poucas semanas após o funeral de seus parentes aristocratas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o pequeno príncipe provavelmente não teria elaborado a mesma teoria sobre o outro lado da vida. A roda da fortuna está muito mais dinâmica e os símbolos da riqueza estão mais concentrados em empreendedores individuais do que nos cultuados herdeiros de corporações. "É a maravilhosa meritocracia do dinheiro", explica Peter W. Bernstein, autor de "All the Money in the World" (Todo o dinheiro do mundo).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu livro, recém-publicado nos Estados Unidos pela editora Alfred A. Knopf, revela a história da vida dos super-ricos, segundo a revista "Forbes". A análise da publicação permite captar uma grande mudança no perfil do capitalismo: o chamado dinheiro velho de poderosos sobrenomes perdeu força para o dinheiro novo de self-made men e de nomes conhecidos apenas do jet set empresarial, consolidando o segmento social dos emergentes. A maioria desses super-ricos é filha da classe média, acumulou a própria fortuna e gosta de alardear sua origem modesta, muitas vezes na periferia do mundo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando a lista da "Forbes" saiu pela primeira vez, 53% dos integrantes do ranking haviam criado o próprio império, ante 47% de herdeiros de famílias tradicionais americanas como Vanderbilt, DuPont e Rockfeller. No ano passado, a proporção de super-ricos que ganharam dinheiro com o próprio suor era de 70%, mais de duas vezes o número de pessoas que já havia nascido em berço de ouro.  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante esses anos todos, houve também uma significativa mudança na relevância dos setores fundamentais para a acumulação de riquezas (ou super-riquezas). Em 1982 o petróleo era a fonte de 22,8% das fortunas. Era o setor mais relevante, batendo a indústria (15,3%), o mercado financeiro (9%) e o de tecnologia (3%). Na lista do ano passado, o petróleo caiu para 8,5%, o mesmo índice do setor industrial. A tecnologia, por outro lado, subiu para 11,7% e o mercado financeiro para extraordinários 24,5%. Não por acaso, esses dois setores são muito mais ligados à inovação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que hoje é chamado de dinheiro velho nos Estados Unidos já teve seu momento de frescor. No fim do século XIX, o Reino Unido era a grande potência da economia internacional, e os EUA eram apenas uma ex-colônia britânica. Com as duas Grandes Guerras na primeira metade do século XX, as nações do Velho Mundo se tornaram terras arrasadas e os EUA emergiram como potência econômica mundial. Saíam de cena os nobres europeus e magnatas como John D. Rockefeller, Andrew Carnegie e Cornelius Vanderbilt ganhavam os holofotes. Rockfeller foi o primeiro bilionário da história. Chegou a controlar 90% das refinarias de petróleo dos EUA, acumulando uma fortuna de US$ 236 bilhões, em valores atualizados. Os feitos o elevaram a símbolo de uma era, que, segundo Bernstein, evidenciava uma energia de empreendedorismo extraordinária, quando a sociedade enfatizava o poder das corporações e os herdeiros das fortunas acreditavam que a vida acabava em liga metálica de cobre e estanho numa praça qualquer.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Robinson Borges, de São Paulo&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online 23/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-665904658626798842?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/665904658626798842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=665904658626798842' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/665904658626798842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/665904658626798842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/o-que-faz-os-ricos-ricos.html' title='O que faz os ricos, ricos'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-9221886153504844990</id><published>2007-11-21T02:21:00.000-08:00</published><updated>2007-11-21T02:22:10.178-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissão Contábil'/><title type='text'>Escritório de contabilidade: uma grande escola</title><content type='html'>Se for praticando que se aprende, considero que o Escritório de Contabilidade é o melhor formador de mão de obra na área contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que alguém interessado em ingressar no mercado de trabalho, especificamente na área contábil, me questiona sobre as possibilidades e áreas de atuação no mercado, para os formandos no curso de ciências contábeis, respondo-lhe que se ele realmente deseja ser um profissional requisitado pelas empresas que inicie sua vida profissional o quanto antes num Escritório de Contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo isso porque é no Escritório de Contabilidade que ele terá oportunidade de conhecer e praticar os conhecimentos adquiridos na Universidade. Ele terá oportunidade de entender como funciona, na prática, a estrutura de uma empresa em diversas áreas, com destaque para: Contábil, Fiscal, Pessoal e Legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por atender a empresas dos mais variados setores - Indústria, Comercio e Serviços -, cria-se também, um ambiente favorável ao aprendizado do funcionamento de vários ramos de atividades, enriquecendo ainda mais o currículo do profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaco também a possibilidade de contato direto com os proprietários de empresas e pessoas responsáveis por órgãos públicos, criando com isso uma grande rede de contatos e relacionamentos, muito importante para quem quer se manter no mercado de trabalho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma boa formação técnica e teórica, aliada a um período de trabalho num Escritório de Contabilidade, propicia ao futuro profissional o credenciamento e a capacitação para desempenhar as mais variadas funções em empresas públicas ou privadas, não esquecendo é claro, de também poder empreender seu próprio negócio, seja na própria área contábil ou em outras áreas não menos interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheço vários profissionais que iniciaram suas carreiras em Escritórios de Contabilidade  e que hoje atuam nas mais diversas áreas com extrema competência e sucesso (Consultor, Auditor Fiscal, Empresário, Auditor, Contador, etc), e todos são unânimes em afirmar que o período em que trabalharam em Escritórios de Contabilidade foi de grande importância para o desenvolvimento de suas carreiras profissionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, posso afirmar que uma maneira de estar preparado para o mercado de trabalho, para aqueles que pretendem fazer o curso de Ciências Contábeis, é iniciar sua carreira num Escritório de Contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal da Classe Contábil em 20/11/2007&lt;br /&gt;Autor: Isaac Rincaweski&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-9221886153504844990?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/9221886153504844990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=9221886153504844990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/9221886153504844990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/9221886153504844990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/escritrio-de-contabilidade-uma-grande.html' title='Escritório de contabilidade: uma grande escola'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-20602804221370129</id><published>2007-11-20T02:42:00.000-08:00</published><updated>2007-11-20T02:43:26.220-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>O lucro ainda é importante</title><content type='html'>O lucro tem sido considerado uma medida manipulável de desempenho de uma empresa. Um estudo recente, que foi destaque no Financial Times (Number-crunchers are socially desirable again, reportagem de autoria de John Authers, 17/11/2007, p. 8) mostrou que a idéia de que o fluxo de caixa seria o rei ("cash is king") e que deveria prevalecer sobre a informação do lucro está errada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo pesquisadores da University of California, Columbia University e Yale University, que usaram dados da Austrália, França, Alemanha, Hong Kong, Japão, África do Sul, Taiwan, Inglaterra e Estados Unidos, o melhor preditor de valor de uma empresa é o lucro, obtido pela contabilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados variam conforme o país, mas as suposições feitas pelos contadores ajudam mais o investidor do que atrapalha. O artigo original chama-se Cash Flow is King? Comparing Valuations Based on Cash Flow Versus Earnings Multiples (Jing Liu, Dorron Nissim e Jacob Thomas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por César Tibúrcio &lt;br /&gt;Blog Contabilidade Financeira em 20/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-20602804221370129?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/20602804221370129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=20602804221370129' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/20602804221370129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/20602804221370129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/o-lucro-ainda-importante.html' title='O lucro ainda é importante'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-4162656338685334958</id><published>2007-11-19T02:36:00.000-08:00</published><updated>2007-11-19T02:38:21.228-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissão Contábil'/><title type='text'>Mercado tem menos engenheiros e mais economistas</title><content type='html'>Apesar do boom no mercado de ações no Brasil, pouco mudou no perfil do profissional de investimento que atua nos bancos e instituições para a atender essa nova demanda. A única mudança de tendência observada é que os engenheiros, que antes migravam para o setor por falta de oportunidades, estão menos disponíveis, o que abre espaço para mais administradores e economistas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses dados estão na pesquisa realizada pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), que ouviu 820 pessoas do mercado, sendo 26% analistas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investidores autônomos são 20%, os executivos de empresa 13% e o gestores de carteira correspondem a 12%. Enquanto em São Paulo, principal centro financeiro do país, 31% dos profissionais de investimento ocupam o cargo de analista e 18% a função de gestor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento mostra ainda que, em geral, os profissionais atuam em consultoria (19%), bancos de investimento (14%), corretoras (14%), bolsa de valores (13%), e em gestoras de recursos (8%).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à formação acadêmica, 34% possuem diploma de administração de empresas, 25% em economia, 11% engenharia e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;9% ciências contábeis&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua opinião, o fenômeno que aconteceu no passado, onde os engenheiros migraram para área financeira por falta de oportunidades em seu próprio setor está mudando. "Com a retomada de investimentos em infra-estrutura, eles são novamente procurados na sua área de atuação".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dado interessante: cerca de 35% dos profissionais de investimento fizeram pós-graduação, 25% têm MBA, 13% contam com mestrado e só 2% têm doutorado. Por outro lado, 25% não possuem algum tipo de especialização.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os setores com maior interesse pelos analistas pesquisados estão o de petróleo, gás e biocombustível (20%); financeiro (18%); construção e transporte (11%); bens industriais (10%).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Lucy, uma informação relevante revelada pela pesquisa é o aumento da presença feminina nesse mercado. No Brasil, elas respondem por 14% e na capital paulista chegam a 25%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Andrea Giardino&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 19/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-4162656338685334958?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/4162656338685334958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=4162656338685334958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4162656338685334958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4162656338685334958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/mercado-tem-menos-engenheiros-e-mais.html' title='Mercado tem menos engenheiros e mais economistas'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-6607648428520913814</id><published>2007-11-16T02:41:00.000-08:00</published><updated>2007-11-16T02:42:10.023-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Wal-Mart leva marca gaúcha Nacional a Santa Catarina</title><content type='html'>O grupo Wal-Mart dá o primeiro passo para levar a bandeira Nacional para fora do Rio Grande do Sul. O grupo já iniciou a construção e programa a abertura de uma primeira loja em Santa Catarina, em janeiro de 2008. Até agora, a rede de supermercados que leva este nome, com 33 anos de existência, estava somente em solo gaúcho, com 68 unidades em operação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expansão além dos limites do Rio Grande do Sul ocorrerá a partir de uma unidade no Floripa Shopping, empreendimento inaugurado há um ano no norte de Florianópolis. A família Demeterco, ex-dona da rede de supermercados Mercadorama, no Paraná, controla o shopping (com 89% de participação no capital), e foi a partir dela que se deram as tratativas com o Wal-Mart. Os Demeterco já possuíam um relacionamento com o grupo Wal-Mart, uma vez que depois da compra da Sonae no Brasil, o varejista passou a ser inquilino da família em 15 imóveis no Paraná.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filipe Demeterco, representante dos acionistas do Floripa Shopping, diz que procurou o Wal-Mart para ocupar um espaço dentro do empreendimento. Não houve necessidade de procurar outras redes pois o plano de expansão do Wal-Mart incluía a instalação de um supermercado em Santa Catarina. Até agora, o grupo varejista operava no Estado apenas no atacado, com a bandeira Maxxi, e no varejo por meio dos hipermercados BIG, com unidades em cidades como Blumenau, Joinville, Florianópolis e em São José, na Grande Florianópolis. A estimativa de mercado é de um investimento em torno de R$ 10 milhões na nova unidade. Wal-Mart não divulgou valores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No momento em que detectamos que um supermercado seria importante para a nossa ancoragem, o grupo Wal-Mart foi o primeiro a ser procurado porque já eram parceiros", explica Filipe Demeterco.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um ano, quando o shopping contava com outros acionistas, entre eles o dono das joalherias Bergerson e Roberto Grazziano, um dos sócios da Cougar, não havia unanimidade quanto à instalação ou não de um supermercado dentro do centro comercial. As primeiras conversas com o grupo varejista se deram em julho deste ano e já há data para a inauguração do Nacional: dia 24 de janeiro. Há poucos dias, foi aberto o processo de seleção de 150 funcionários.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Nacional, rede voltada a público de classes média e média-alta e que aposta na seção de hortifruti, é uma das marcas do Wal-Mart Brasil para a área de supermercados. Além dela, o grupo possui neste segmento a bandeira Bom Preço, com a qual atua no Nordeste. Dentro da Wal-Mart Brasil, a Nacional possui o maior número de lojas em um Estado brasileiro. Já há outras experiências do Nacional em shopping centers, caso do Iguatemi de Porto Alegre e o Shopping Praia de Belas, também em Porto Alegre.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demeterco diz que o supermercado não chega com o intuito de "reanimar" o shopping porque, segundo ele, não há problemas com o fluxo de pessoas, hoje entre 300 mil e 350 mil por mês. "O supermercado vem para atender a necessidade dos clientes, que já manifestaram interesse neste tipo de loja, e poderá melhorar essa movimentação em 25%".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o executivo, o modelo de loja que está sendo construído pelo Wal-Mart no shopping pretende manter o tipo de público que o empreendimento atualmente atende: classes A e B. A unidade catarinense do Nacional será sofisticada, longe do modelo de hipermercado, cujo foco é de muitos produtos em ofertas. A área de venda total será de 1,7 mil metros quadrados.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O avanço do grupo Wal-Mart chama a atenção por representar mais uma fatia de mercado que será dividida. Em Santa Catarina, o Nacional vai concorrer com bandeiras locais, em um mercado que apresentou crescimento médio anual de 5% nos últimos quatro anos, segundo executivos do setor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zéfiro Giassi, presidente da rede Giassi, que prepara sua nona loja no Estado, em Blumenau, diz que a chegada de novas bandeiras é uma "ameaça natural, já dentro do previsto", e não quer dizer que irá inviabilizar os varejistas já existentes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As redes que saíram do nada devem ter conhecimento suficiente para conseguir lidar com essa situação. Não podemos contra-atacar gigantes, mas podemos fazer nosso papel, falando a mesma linguagem do cliente, conhecendo-o mais de perto", diz Giassi.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Julio Lohn, presidente em exercício da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), não se pode menosprezar o movimento da maior empresa do mundo neste setor, ainda que o novo passo dado no Estado não se apresente tão agressivo, não tendo a empresa adquirido, por exemplo, uma rede já existente. "Esse movimento vai levar as regionais a buscar melhoras de eficiência".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vanessa Jurgenfeld, de Florianópolis&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 16/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-6607648428520913814?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/6607648428520913814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=6607648428520913814' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6607648428520913814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6607648428520913814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/wal-mart-leva-marca-gacha-nacional.html' title='Wal-Mart leva marca gaúcha Nacional a Santa Catarina'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5844796055685656414</id><published>2007-11-14T02:29:00.000-08:00</published><updated>2007-11-14T02:31:33.836-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Choque cultural ameaça 90% das fusões e aquisições</title><content type='html'>O choque entre diferentes culturas organizacionais vêm ameaçando o sucesso das fusões e aquisições no mundo inteiro. Um estudo do Hay Group intitulado "Dangerous Liasons: Mergers and Acquisitions: The Integration Game" revela que esse tipo de problema foi responsável por 90% dos maus resultados nos processos ocorridos na Europa nos últimos três anos. O levantamento analisou as operações de 200 empresas realizadas ano passado e que foram responsáveis por um volume de negócios de US$ 3,6 trilhões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da necessidade de se avaliar os bens intangíveis, 96% dos CEOs ainda fazem apenas o 'due diligence' (diagnóstico) da parte financeira e dos ativos da companhia. "E somente 22% deles fazem uma avaliação dos aspectos intangíveis, relacionados a liderança, capital humano e cultura organizacional", afirma Claude Dion, consultor sênior do Hay Group.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado: os prejuízos para aquelas que não obtiveram sucesso nos primeiros 12 meses após a fusão são bastante significativos. De acordo com Dion, o valor da empresa no mercado cai cerca de 10% e nos anos seguintes 5%. A pesquisa aponta ainda que apenas 9% dos líderes entrevistados acreditam que as fusões e aquisições atingem seus objetivos. Durante sua visita ao Brasil esta semana, Dion falou com exclusividade ao Valor. Confira a seguir os principais trechos da entrevista:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O mercado tem visto um importante movimento de fusões e aquisições no mundo. De que forma esses processos vêm sendo conduzidos nas empresas?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claude Dion: De fato, há um crescimento no número de fusões e aquisições, o que gerou, só em 2006, um volume de negócios de US$ 3,6 trilhões. Para se ter uma idéia, o estudo ouviu 200 empresas européias, alvo de operações desse tipo ano passado. Enquanto no Brasil, o salto foi de 154 para 238 fusões e aquisições entre 2006 e 2007. Um aumento de 54%. No entanto, há várias lacunas a serem preenchidas quando olhamos para a gestão de pessoas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Que aspectos o senhor considera mais críticos?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dion: As diferenças culturais. O estudo detectou que elas foram responsáveis por 90% dos maus resultados dos processos de fusão e aquisição ocorridos na Europa nos últimos três anos. E continuam sendo a principal ameaça no sucesso dessas operações. Prova disso é que apenas 9% dos líderes entrevistados acredita que as fusões e aquisições atingem seus objetivos. Quando as questões culturais de integração não são ponderadas, podem surgir muitas barreiras. Acontecem resistências, tornando todo o processo mais lento. As mudanças passam pelo lado emocional e se as pessoas não as digerem, acabam contribuindo para que os processos de fusão não aconteçam como deveriam.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: A pesquisa aponta a importância de se avaliar os bens intangíveis, a exemplo da cultura e do capital humano. Como esses aspectos vêm sendo ponderados pelas organizações?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dion: Metade dos líderes europeus ouvidos pela consultoria ressaltou a necessidade de se avaliar os bens intangíveis. No entanto, 70% deles afirmou ser complicado obter informação por parte das empresas que são alvo de operações de fusão e aquisição. Hoje, 96% dos CEOs fazem o 'due diligence' (diagnóstico) da parte tangível ou financeira e dos ativos da companhia. E somente 22% deles fazem uma avaliação da parte intangível, relacionada à liderança, capital humano e cultura organizacional. No Brasil, esse cenário é bem similar.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Que setores da economia possuem maior impacto relacionados a valores intangíveis?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dion: Telecomunicações e finanças. Neles, os impactos são diretos. Prova disso é que 79% do valor de uma empresa de telecom está ligada aos seus bens intangíveis. Em finanças, esse patamar é de 64% e na área de consumo sobre para 94%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O estudo mensurou a probabilidade de sucesso em casos onde são promovidas mudanças. Que tipo de ganhos essas empresas têm?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dion: Aqueles que não fazem qualquer tipo de mudança no time gerencial só têm 19% de chance de ter uma fusão com sucesso. Em compensação, aquelas empresas que promovem mudanças, obtém 50%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Como ficam os expatriados quando a empresa em que trabalham sofre um processo de fusão? Eles são demitidos?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dion: A decisão de demiti-los ou não depende se ele é expatriado ou não. Isso está mais ligado a uma situação de sobreposição de cargos. O que pode acontecer com profissionais que não foram transferidos mas ocupam uma função em que há outro executivo vindo da nova empresa. Aí, opta-se por quem tem o perfil desejado. Se você for redundante, acabará saindo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Há algum dado que aponte os prejuízos gerados por fusões mal sucedidas?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dion: De uma forma em geral, se olharmos aquelas que não obtiveram sucesso, nos primeiros 12 meses pós-fusão ou aquisição, o valor da companhia cai 10%. Nos anos subseqüentes, esse índice fica em torno de de 5%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Segundo o estudo, a questão do estresse é algo que permeia todo o processo. De que forma isso pode ser resolvido?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dion: Adotar uma postura de total transparência, principalmente quando as mudanças acontecerem. É importante que as pessoas da empresa adquirida saibam quem é quem e como funciona o alto escalão. Em dois, três meses após a fusão ou aquisição, os postos de liderança já devem estar organizados, porque qualquer processo de reestruturação exige rapidez. Nas questões específicas sobre cultura, é importante que existam estudos prévios sobre o clima interno.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O Hay Group ouviu empresas européias, mas elas retratam a realidade de outros países?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dion: Sim. A maioria tem impacto global por conta das operações que as multinacionais possuem em vários lugares.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Andrea Giardino, de São Paulo&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 14/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5844796055685656414?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5844796055685656414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5844796055685656414' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5844796055685656414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5844796055685656414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/choque-cultural-ameaa-90-das-fuses-e.html' title='Choque cultural ameaça 90% das fusões e aquisições'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-99187813618831080</id><published>2007-11-14T02:28:00.001-08:00</published><updated>2007-11-14T02:28:47.220-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>Vale vai comprar energia tirada do bagaço da cana</title><content type='html'>Rio, 14 de Novembro de 2007 - Empresa que consome 4,5% da eletricidade produzida no Brasil, a Cia. Vale do Rio Doce está em negociação com cerca de 30 usinas de açúcar e álcool para diversificar sua carteira de projetos de energia, antes que seja tarde. A entrada da mineradora nos canaviais pode viabilizar a geração por meio do bagaço de cana. "Como grande consumidor que somos, não podemos brincar", diz Vânia Somavilla, diretora de Energia da mineradora. A Vale quer incentivar os usineiros com garantias de que a produção terá comprador, e por isso podem investir sem medo. A prioridade é negociar com as grandes usinas do Sudeste, mais próximas à rede do sistema interligado. A empresa tem intenção de fornecer os equipamentos para conexão das usinas com o sistema elétrico, peça que faltava para viabilizar a produção a partir de biomassa em maior escala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C1(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Sabrina Lorenzi)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-99187813618831080?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/99187813618831080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=99187813618831080' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/99187813618831080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/99187813618831080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/vale-vai-comprar-energia-tirada-do.html' title='Vale vai comprar energia tirada do bagaço da cana'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-4181679470938626048</id><published>2007-11-14T02:25:00.000-08:00</published><updated>2007-11-14T02:26:41.363-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Lucro do grupo Pão de Açúcar cresce 10,2% no 3o trimestre</title><content type='html'>O grupo Pão de Açúcar anunciou nesta terça-feira que fechou o terceiro trimestre com alta de 10,2 por cento no lucro líquido em relação ao mesmo período do ano passado, apoiada em uma melhora do desempenho da unidade Sendas Distribuidora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a primeira melhora do resultado após cinco trimestres de queda no lucro. As ações da companhia subiam cerca de 4 por cento esta manhã, enquanto o Ibovespa cedia 0,2 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia, teve lucro líquido de 35 milhões de reais no trimestre passado, ante 31 milhões de reais obtidos um ano antes. O número de 2006 exclui impacto negativo após impostos de 74,9 milhões de reais relativo a pagamento de multas geradas por comercialização de soja e derivados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vale ressaltar que o lucro líquido foi impactado por 42,7 milhões de reais em despesas com amortização de ágio", observou a empresa em comunicado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa é uma despesa não-caixa, que tem efeito positivo para a Companhia do ponto de vista de benefício fiscal", complementou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa teve geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de 238 milhões de reais, crescimento de 14,4 por cento sobre o registrado um ano antes. A margem teve ligeiro avanço de 0,5 ponto percentual no período, para 6,8 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo teve receita líquida de 3,5 bilhões de reais no trimestre encerrado em setembro, crescimento de 6 por cento na comparação com o mesmo período de 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia acertou recentemente a formação de uma joint-venture com a rede atacadista paulista Assai Comercial e Importadora, ficando com 60 por cento de participação após investimento de 208 milhões de reais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Por Alberto Alerigi Jr.) &lt;br /&gt;Fonte: Reuters 13/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-4181679470938626048?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/4181679470938626048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=4181679470938626048' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4181679470938626048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4181679470938626048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/lucro-do-grupo-po-de-acar-cresce-102-no.html' title='Lucro do grupo Pão de Açúcar cresce 10,2% no 3o trimestre'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7459207865667160429</id><published>2007-11-14T02:23:00.000-08:00</published><updated>2007-11-14T02:25:04.416-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Pública'/><title type='text'>A alteração da Lei de Responsabilidade Fiscal</title><content type='html'>O Valor de 23 de outubro informou que o governo federal pretende alterar a Lei de Responsabilidade Fiscal para que os Estados possam contratar novos empréstimos se as despesas de pessoal do Poder Executivo estiverem dentro dos limites legais, ainda que haja descumprimento dos percentuais de gastos pelos demais poderes - Judiciário e Legislativo - e pelo Ministério Público. E para que todos sejam obrigados a cumprir esses limites, o governo pretende tipificar como crime a conduta daqueles que se negarem a reconduzir seus gastos à legalidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta é sensata e procura deixar claro que o chefe do Poder Executivo não pode ser responsabilizado por atos e omissões de outros poderes, detentores de autonomia administrativa e financeira. Mas não há necessidade de alterar a Lei de Responsabilidade Fiscal para isso. O texto atual já permite essa interpretação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O direito tem uma milenar aversão à responsabilização objetiva. E muitos inocentes expiaram culpas alheias até que fosse acolhida a doutrina da personalidade da responsabilidade criminal. Com aplicação em outros campos da teoria punitiva, defendia-se o que hoje parece óbvio: a pena não pode passar da pessoa que cometeu o delito.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A responsabilização de autoridades que não têm instrumentos para coibir abusos cometidos por outras está na contramão deste processo evolutivo empreendido pelas civilizações modernas. O repúdio à responsabilidade sem culpa evita perplexidades como a criada pela atual interpretação dada pelo governo à Lei de Responsabilidade Fiscal: o chefe do Poder Executivo não pode adotar nenhuma medida para reconduzir os gastos dos demais poderes aos limites legais. Mas responde, juntamente com toda a comunidade, pela omissão impune e deliberada praticada pelos dirigentes de outros órgãos, detentores de grande autonomia e de quase nenhuma responsabilidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a inconstitucionalidade do artigo 9º, parágrafo 3º da Lei de Responsabilidade Fiscal no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) nº 2.238, que autorizava o chefe do Poder Executivo a cortar o gasto do Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público feitos em desacordo com a lei. Retirou, com isto, o único instrumento capaz de compelir os demais órgãos a cumprir os limites de despesas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas em outro julgamento, o ministro Eros Grau apontou a solução para este aparente vazio legislativo ao suspender a aplicação das restrições previstas no artigo 23, parágrafo 3º da Lei de Responsabilidade Fiscal (recebimento de transferências voluntárias, obtenção de garantias e proibição de contratar novos empréstimos), quando o Poder Executivo tiver feito o seu dever de casa e o descumprimento dos limites estiver restrito aos demais poderes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão envolvia um pedido de empréstimo do Estado do Amapá ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), cuja autorização foi negada pelo Ministério da Fazenda por "descumprimento dos limites de despesa com pessoal previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal no âmbito do Ministério Público e do próprio Tribunal de Contas". A decisão, proferida na Ação Cautelar nº 1.761, considerou que as sanções não podem "ultrapassar as esferas específicas dos entes administrativos devedores" e nem "inviabilizar a prestação, pelo Estado-membro, de serviços públicos essenciais". Este entendimento está amparado na jurisprudência do Supremo que considera ilegal, dentre outros casos, a inscrição de Estados e municípios em cadastros de restrição ao crédito em razão de irregularidades praticadas por órgãos autônomos da administração pública (autarquias, fundações, empresas públicas etc.).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um outro ponto que merece reflexão: é ilegal o Ministério da Fazenda negar autorização para operação de crédito por descumprimento da repartição de limites de um dos poderes quando o ente federado como um todo cumprir o limite global de despesas, sob pena de violar-se o pacto federativo e a autonomia dos entes federados.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tempo de complementar os instrumentos exigidos por uma política fiscal equilibrada e sólida. Mas é preciso evoluir na interpretação das normas existentes para que populações como a do Distrito Federal não permaneçam privadas de obras essenciais pela falta de um entendimento coerente e atual da Lei de Responsabilidade Fiscal. Concentremos esforços para transformar em lei a proposta que torna criminosas as ações e omissões dos dirigentes públicos que descumprirem as graves obrigações de obedecer aos limites de gastos impostos pela legislação e necessários à eficiente administração das finanças públicas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Fernando Teixeira, de Brasília &lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 14/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7459207865667160429?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7459207865667160429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7459207865667160429' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7459207865667160429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7459207865667160429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/alterao-da-lei-de-responsabilidade.html' title='A alteração da Lei de Responsabilidade Fiscal'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-630928013648567935</id><published>2007-11-13T02:34:00.000-08:00</published><updated>2007-11-13T02:38:30.346-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Acumulações Discricionárias</title><content type='html'>ANÁLISE DOS REFLEXOS DO ACCRUAL ACCOUNTING NO LUCRO OU PREJUÍZO CONTÁBIL: UM ESTUDO EM SOCIEDADES ANÔNIMAS ABERTAS NO BRASIL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo objetiva analisar os reflexos do accrual accounting no lucro ou prejuízo contábil em sociedades anônimas abertas no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para constatação de evidências empíricas,utilizaram-se como população-alvo as sociedades anônimas abertas apresentadas entre as 500 Maiores e Melhores Empresas no Brasil, segundo critério da Revista Exame na edição de 2004. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amostra extraída da população foi do tipo intencional não probabilística, com sete empresas representativas do setor de siderurgia e metalurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, delineado como descritivo, utiliza técnicas de cluster para categorizar os dados necessários para as inferências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os coeficientes de correlações entre o resultado contábil do período ajustado pelos accruals e a variação do capital circulante líquido não apresentaram homogeneidade no setor observado, mas denotaram significância estatística. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidenciam que os accruals provocam alterações no resultado do período e que não influenciam, simultaneamente, o fluxo financeiro das atividades operacionais das empresas. Palavras-chave: accrual accounting, lucro ou prejuízo contábil, variação do capital circulante líquido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores:&lt;br /&gt;ROMUALDO DOUGLAS COLAUTO&lt;br /&gt;ILSE MARIA BEUREN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;BASE – Revista de Administração e Contabilidade da Unisinos&lt;br /&gt;4(2):171-181, maio/agosto 2007&lt;br /&gt;2007 by Unisinos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/publicacoes_cientificas/base/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=43&amp;Itemid=124&amp;menu_ativo=active_menu_sub&amp;marcador=124"&gt;Artigo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-630928013648567935?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/630928013648567935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=630928013648567935' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/630928013648567935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/630928013648567935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/acumulaes-discricionrias.html' title='Acumulações Discricionárias'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1932642251546513746</id><published>2007-11-13T02:25:00.000-08:00</published><updated>2007-11-13T02:26:30.658-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Após lua-de-mel com Petrobras, a lástima</title><content type='html'>Passada a euforia com as ações da Petrobras, conseqüência das novas estimativas de extração de petróleo no campo de Tupi e, em menor escala, a valorização dos papéis da Vale do Rio Doce, com a intenção da mineradora BHP Billiton de comprar a concorrente Rio Tinto, o mercado brasileiro começa a mostrar, de fato, o momento negativo pelo qual está passando. Desde quinta-feira da semana passada, o humor dos investidores piorou e o grande motivo foi o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, na própria quinta. Em linha gerais, Bernanke mostrou-se mais preocupado com a inflação do que com o crescimento econômico, que anda derrapando. Em outras palavras, o mercado interpretou que é bom se consolar com os dois cortes que o Fed já fez nos juros porque outros não virão.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Ibovespa tem a 2ª maior queda deste ano&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;"A alta dos papéis da Vale, mas especialmente os da Petrobras, que na quinta subiram 14%, acabaram maquiando a mudança do mercado, que ficou bastante negativo", diz o analista da Prosper Gestão de Recursos Gustavo Barbeito. Ele lembra que, só na quinta, a escalada das ações preferenciais (PN, sem voto) da Petrobras contribuíram positivamente com mais de 2.000 pontos no Índice Bovespa, que mesmo assim fechou em tímida alta de 0,10%. "Isso já dá uma boa idéia da lástima que teria sido a bolsa sem a Petrobras", afirma Barbeito.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a alta das ações da companhia, que os analistas batizaram de "efeito Tupi", o mercado passou a refletir o cenário de uma estagflação nos EUA, que nada mais é do que inflação com a estagnação da economia. O Ibovespa fechou em queda de 4,34%, aos 61.526 pontos. Percentualmente, essa é a segunda maior queda do ano, atrás apenas de 27 de fevereiro, quando o indicador caiu 6,63%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuga para o risco zero &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investidores acreditam cada vez menos que os emergentes conseguirão se descolar da situação ruim nos EUA, por maior que seja o crescimento desses países. Com isso, desde a semana passada, estão tirando dinheiro das bolsas de emergentes e aplicando nos títulos do Tesouro americano que, em tese, possuem risco zero. Nessa realocação de portfólio, o investidor acaba saindo primeiro das bolsas que subiram mais, grupo no qual a Bovespa está inserida. Isso significa que a bolsa brasileira poderá passar por quedas maiores que a dos demais mercados. Para agravar o cenário de aversão ao risco, um relatório do Deutsche Bank aponta que as perdas com os títulos americanos de hipotecas de alto risco ("subprime") podem atingir entre US$ 300 bilhões e US$ 400 bilhões no mundo. "Se a expectativa já era ruim quando se esperava que as perdas fossem de US$ 150 bilhões, o que dirá agora?", indaga o estrategista para pessoa física da Itaú Corretora, Fábio Anderaos. O mercado ontem refletiu o resultado da Petrobras, no terceiro trimestre, abaixo do esperado e que foi divulgado na sexta-feira. As ações ordinárias (ON, com voto) da empresa caíram 7,19% e as PNs, 6,50%  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Daniele Camba&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 13/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1932642251546513746?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1932642251546513746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1932642251546513746' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1932642251546513746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1932642251546513746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/aps-lua-de-mel-com-petrobras-lstima.html' title='Após lua-de-mel com Petrobras, a lástima'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3426691624012010470</id><published>2007-11-13T02:24:00.000-08:00</published><updated>2007-11-13T02:25:16.531-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Fechamento de capital recua pela primeira vez desde 2004</title><content type='html'>São Paulo, 13 de Novembro de 2007 - O total de companhias que fecharam o capital neste ano diminuiu pela primeira vez desde 2004 e ficou abaixo do volume de novas aberturas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Desde janeiro, 47 empresas abriram o capital, enquanto 13 saíram da Bolsa. A mudança de tendência tem origem na liquidez internacional, que trouxe para o pregão um fluxo crescente de investidores estrangeiros, além da entrada da economia brasileira no rumo do "investment grade", o que pode ocorrer em 2008. Segundo o advogado especialista em mercado Paulo Aragão, sócio do escritório Barbosa, Müssnich e Aragão, esse cenário deu às companhias a opção de "repaginar-se" para captar recursos. "As empresas têm consciência de que o crescimento é inevitável e que podem financiá-lo com a venda de ações." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, o alto custo de manter o capital aberto deixou de ser o principal motivo das empresas para sair da Bolsa. Neste ano, a maioria dos processos de deslistagem foi decorrente de processos de incorporação, fusões e aquisições. Entre eles Submarino, que se transformou em B2B, a partir de sua fusão com a Americanas.com, controlada pela Lojas Americanas. Outros exemplos de incorporação são o Banespa, comprado pelo Santander; o Sudameris, incorporado pelo Banco Real; a Copesul, incorporada pela Braskem; e Arcelor Brasil, que teve sua controladora, a européia Arcelor, comprada pela Mittal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O movimento é de colocar ações e não de tirar ações do mercado", afirmou Aragão, que participou do processo de criação da AmBev, com a conseqüente retirada das ações das companhias Brahma e Antarctica da Bovespa. O grande movimento de fechamento de capital aconteceu na década de 80. Na época , diz o advogado da área empresarial Jorge Vannier, havia mais de mil empresas na Bovespa. Atualmente são apenas 446. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B1(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Lucia Rebouças)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3426691624012010470?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3426691624012010470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3426691624012010470' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3426691624012010470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3426691624012010470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/fechamento-de-capital-recua-pela.html' title='Fechamento de capital recua pela primeira vez desde 2004'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-8602434639644689854</id><published>2007-11-13T02:22:00.000-08:00</published><updated>2007-11-13T02:24:21.500-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Santa Catarina bebe mais refrigerante e Vonpar investe</title><content type='html'>A Vonpar Refrescos, fabricante da Coca-Cola em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, decidiu ampliar a sua fábrica em Antônio Carlos, município a cerca de 30 quilômetros de Florianópolis. Depois de se deparar com uma forte demanda no verão passado, deixando alguns supermercados catarinenses sem o refrigerante, os investimentos chegam para um aumento de 80% no total da capacidade instalada da unidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São R$ 33 milhões que estão sendo investidos em Santa Catarina, depois de cinco anos sem destinar recursos significativos para ampliação no Estado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com os novos investimentos, esperamos atender a demanda de 2008 e de 2009", diz Luis Wintter, gerente de instalações industriais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investimento chega em um ano surpreendente em vendas para a empresa. Enquanto o mercado de refrigerantes no geral em Santa Catarina cresceu até agora 7,9% em 2007, a Vonpar cresceu 10,9%, segundo informações fornecidas pela empresa. "São números muitos otimistas se considerarmos que o crescimento em média da Vonpar nos últimos anos foi de 8% neste mercado", diz Wintter.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais motivos para o bom desempenho, segundo o gerente d Vonpar, é a melhor distribuição de renda, que fez com que pessoas de classes de renda mais baixas passassem a consumir refrigerantes e algumas substituíssem produtos similares, de preços mais baixos, pela Coca-Cola.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wintter explica que o principal foco dos investimentos em Santa Catarina seguiu uma estratégia que foi adotada pela empresa também no Rio Grande do Sul: reforço da produção de refrigerantes em embalagens PET. Em Santa Catarina, esta produção está dobrando de tamanho. Para efeito de comparação, a nova linha PET, a terceira de Antônio Carlos, tem capacidade para produção de 1,8 milhão de pacotes de oito garrafas PET por mês. As duas linhas existentes fabricavam cada uma 800 mil por mês.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Wintter, a empresa focou os investimentos em PET por ter constatado neste tipo de produto a maior demanda da região, mas outras áreas deverão ser reforçadas em breve. Para 2008, estão programados mais R$ 50 milhões nas unidades industriais, sendo R$ 30 milhões para novamente a fábrica catarinense, com o foco na colocação de uma linha para produção de latas. Hoje, a unidade não possui linha de latas, sendo a produção vendida em Santa Catarina trazida principalmente do Rio Grande do Sul, e eventualmente de outras fabricantes do sistema Coca-Cola, localizadas no Paraná ou em São Paulo. A linha nova terá capacidade de produção de 3 milhões de pacotes de 12 latas por mês.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os novos investimentos em SC também contemplam aumento da área de armazenagem e uma nova estação de tratamento, que foi contratada junto à empresa Dedini, detentora do licenciamento da empresa holandesa Paques BV, que fornece processos de tratamentos de efluentes. Com a estação, a Vonpar reduzirá em 70% a geração de substâncias orgânicas remanescentes da produção de refrigerantes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a conclusão dos investimentos em Antônio Carlos, prevista para dezembro, a Vonpar encerra o ano com ampliação de 60% na sua capacidade de produção de PET no sul do país, e investimentos totais de R$ 79 milhões nas suas três unidades: Porto Alegre, Santo Ângelo (RS) e Antônio Carlos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Vonpar adquiriu em 1993 a unidade de Antônio Carlos, que antes era da Catarinense Refrigerantes. Segundo Wintter, os novos investimentos sinalizam a expectativa de que as taxas de crescimento do mercado catarinense para a empresa manterão o bom desempenho de 2007. Atualmente, a empresa detém 59% do mercado de refrigerantes do Estado. No RS, onde fica sua matriz, a Vonpar detém 54%. A empresa projeta faturamento de R$ 1,17 bilhão neste ano ante R$ 1,01 bilhão em 2006, um crescimento de 16,5%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Vanessa Jurgenfeld&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 13/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-8602434639644689854?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/8602434639644689854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=8602434639644689854' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8602434639644689854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8602434639644689854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/santa-catarina-bebe-mais-refrigerante-e.html' title='Santa Catarina bebe mais refrigerante e Vonpar investe'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7401307912862281433</id><published>2007-11-12T03:09:00.001-08:00</published><updated>2007-11-12T03:11:47.884-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pesquisas em Contabilidade'/><title type='text'>A CONTABILIDADE TRADICIONAL E A CONTABILIDADE BASEADA EM VALOR</title><content type='html'>Importantes avanços estão sendo constatados na forma de atuação das empresas. A moderna gestão de empresas descarta a postura convencional da busca pela medição do lucro e rentabilidade e cede espaço a uma gestão voltada à riqueza dos acionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crescimento da competitividade costuma, ainda, exigir vultosos investimentos para ganhos adicionais de market share, avaliados, muitas vezes, como de difícil recuperação econômica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criar valor aos acionistas demanda estratégias financeiras e novas medidas de sucesso empresarial, voltadas a agregar riqueza aos seus proprietários. Diante disso, exige-se da contabilidade uma atuação mais destacada e sofisticada, visando a cobrir as necessidades de informações dos vários agentes de mercado, dentro de um ambiente de moderna gestão das empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objetivos do estudo são: (i) constatar a importância da contabilidade na moderna administração empresarial; (ii) sensibilizar o pesquisador e profissional contábil da premente necessidade de modernização do sistema contábil; (iii) apresentar os fundamentos de um modelo de gestão baseada no valor, comparativamente aos procedimentos tradicionais de administração focada nos lucros; e (iv) constatar a relevância da informação contábil sob a ótica da essência econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores:&lt;br /&gt;Alexandre Assaf Neto&lt;br /&gt;Adriana Maria Procópio de Araújo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;Revista Contabilidade &amp; Finanças &lt;br /&gt;NÚMERO 33&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.eac.fea.usp.br/cadernos/completos/cad33/revista_33_parte2.pdf"&gt;Artigo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7401307912862281433?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7401307912862281433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7401307912862281433' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7401307912862281433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7401307912862281433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/contabilidade-tradicional-e.html' title='A CONTABILIDADE TRADICIONAL E A CONTABILIDADE BASEADA EM VALOR'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-435624000411111787</id><published>2007-11-12T03:06:00.000-08:00</published><updated>2007-11-12T03:07:26.703-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Brasileiros dominam rota do lucro na China</title><content type='html'>Hangshou e Pequim, 12 de Novembro de 2007 - O modo de ganhar dinheiro com produção industrial mudou na China. A multiplicação de lucros da empresa chinesa, que gera inveja mundo afora, ocorre quando a fábrica migra da periferia das grandes cidades para as Zonas de Desenvolvimento Industrial (ZDI). Nestas áreas, o governo central cuida da infra-estrutura e da formação da mão-de-obra, toda jovem. Pequim incentiva as parcerias entre estatais e multinacionais a mudar para estas áreas, preferindo as que aceitam investir em novas tecnologias na China. Muitas vezes, estes dois sócios aceitam um terceiro: um investidor privado chinês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas empresas brasileiras perceberam que esse era o caminho da felicidade. Foi o caso da Embraco, fábrica de compressores para refrigeração, com sede em Joinville (SC), que estava no país desde 1995, instalada na periferia de Pequim em parceria com uma estatal. Em 2004, começou o projeto de mudar a fábrica para a ZDI de Tianzhu, decisão de Ernesto Heinzelmann, presidente da empresa. A produção triplicou em quatro anos. O governo chinês queria algo mais que tecnologia do parceiro: queria aprender a fazer controle de qualidade e a desenvolver sistema mais moderno de gestão de produção. A região em que os projetos de ZDI mais deram certo foi no Delta do Rio YangTse, com centro de negócios em Xangai, a capital econômica da China. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a26(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Leonardo Trevisan)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-435624000411111787?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/435624000411111787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=435624000411111787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/435624000411111787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/435624000411111787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/brasileiros-dominam-rota-do-lucro-na.html' title='Brasileiros dominam rota do lucro na China'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-6730459962045251097</id><published>2007-11-12T02:35:00.000-08:00</published><updated>2007-11-12T02:36:28.985-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Normas contábeis internacionais</title><content type='html'>Partir do pressuposto que as denominadas Normas Internacionais de Contabilidade sejam expressões de cultura superior no campo da ciência é cometer um grave equívoco.&lt;br /&gt;Diversas das referidas merecem contestações por fugirem à realidade, esta que só ao científico interessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sequer se pode afirmar que as aludidas representem um consenso geral, pois, na realidade, a voz ativa nas decisões está longe de representar a totalidade ou até mesmo um número significativo de intelectuais de reconhecida expressão em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de várias entidades participarem das entidades ditas “internacionais” não autoriza dizer que elas sejam as representantes da comunidade cultural de melhor nível da Contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos são os artigos que tenho editado e que denunciam erros básicos conceituais das ditas Normas Internacionais, assim como de metodologia aplicada às mesmas e o mesmo têm feito outros escritores de nossa área, bastando citar como destaque Abrahan Briloff.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, entretanto, há um forte interesse em adotar tais normas ao sabor do mercado de capitais, mas, isso não significa que o aplicado ao campo especulativo financeiro possa ser aceito como matéria científica acolhida pela intelectualidade contábil mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveras forte e influente é a ação dos grupos interessados em editarem tais pronunciamentos (poderosos política e economicamente) e a capacidade de difusão que possuem, assim como os adeptos que arregimentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem que se procura projetar é a de uma “infalibilidade” e “prioridade” de tais procedimentos e a de “convergência” ou “harmonização”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria falso dizer que todas as Normas até então editadas estão erradas e que não se deve tentar uma generalidade; muitas delas são cópias de matéria coerente com a teoria, mas o que não parece justo, entretanto, é aceitar submissão cultural, cópia irrestrita de modelos nem as que colidem com as doutrinas científicas da Contabilidade, tão como admitir-se como dogma o dimanado das instituições que emitem os procedimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sem número de intelectuais do próprio mundo anglo saxão (fonte das influências normativas) tem feito severas críticas ao regime, desde Paton, como as prosseguem fazendo na atualidade Hendricksen, Briloff e no Brasil Koliver, Almada Rodrigues e outros reconhecidos expoentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IASB que hoje substitui em presença as instituições estadunidenses continua tendo a influência anglo-saxônia (o referido órgão é vinculado à Fundação para o Comitê de Normas Internacionais de Contabilidade, com sede em Delaware, Estados Unidos) e não é difícil isto constatar pela simples análise de quem influi no regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inexpressividade dos representantes no IASB da cultura latina, esta que é o berço da doutrina científica da Contabilidade bem evidencia quanto não se pode afirmar sobre o processo realmente democrático da questão (a menos que aceitemos tacitamente tal fato como um desprezo à latinidade por incompetência, o que se aceito seria aviltante, além de falacioso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta acessar a página na Internet (www.iasb.org) para confirmar a realidade sobre o referido predomínio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As falhas vão persistindo e a aludida “convergência para um padrão internacional” se não for feita com independência intelectual, respeito a nossa civilização e idioma, terminará por ser apenas “subserviência”; sério será então o prejuízo para a cultura da Contabilidade, com a manutenção das portas abertas para a já tradicional vulnerabilidade, esta que se fez presente nos grandes escândalos do mercado de capitais noticiados pela imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um vasto relatório de 1760 páginas da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado dos Estados Unidos desde a década de 70 do século passado, publicado pela imprensa oficial do governo daquele País é um eloqüente depoimento sobre a má qualidade da normatização contábil anglo-saxônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louvável, agora, é uma uniformização, mas, operada sob inspiração científica, com o ocorreu em outros ramos do conhecimento humano: na Química Moderna liderada por Lavoisier, nas Neurociências por elites culturais de várias nações, na Física pelas influências de Einstein e Planck. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Antônio Lopes de Sá&lt;br /&gt;Fonte: Portal da Classe Contábil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-6730459962045251097?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/6730459962045251097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=6730459962045251097' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6730459962045251097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6730459962045251097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/normas-contbeis-internacionais.html' title='Normas contábeis internacionais'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1010484655270252347</id><published>2007-11-12T02:33:00.001-08:00</published><updated>2007-11-12T02:33:59.505-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Lucro da TAM cai 77% em trimestre marcado por acidente</title><content type='html'>A TAM divulgou nesta sexta-feira que encerrou o terceiro trimestre com lucro de 48,5 milhões de reais, recuo de 77,2 por cento na comparação com o resultado obtido um ano antes. O balanço foi atingido por aumento de custos e diminuição de receitas durante um trimestre marcado pela queda de uma aeronave da empresa no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta semana, a rival Gol divulgou queda de 79 por cento no lucro líquido do terceiro trimestre, também impactada pelos problemas do mercado brasileiro de aviação e aumento de custos no período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e leasing de aeronaves (Ebitdar, na sigla em inglês) foi de 313,33 milhões de reais, 45 por cento abaixo dos 568,55 milhões de reais registrados no terceiro trimestre de 2006. A margem caiu de 27,4 para 15,2 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia manteve suas estimativas de desempenho para o ano, de crescimento da demanda doméstica entre 10 e 15 por cento e taxa de ocupação de aeronaves de 70 por cento. A empresa divulgou que para 2008, a expectativa para a expansão na demanda interna é de 8 a 12 por cento, com a mesma taxa de ocupação de aeronaves de 2007. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A receita operacional líquida doméstica e internacional caiu ligeiros 0,7 por cento no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2006, para 2,061 bilhões de reais. Enquanto a receita externa cresceu 22,3 por cento, a interna caiu 17 por cento no período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, o total de custos de serviços prestados e despesas operacionais avançou 16,1 por cento, para 2 bilhões de reais. Separadamente, a conta com combustíveis cresceu 9,1 por cento, enquanto despesas com pessoal cresceram 57,2 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa transportou 6,7 milhões de passageiros pagantes no trimestre passado, queda de 1,4 por cento sobre o mesmo período de 2006. Enquanto isso, a oferta de assentos cresceu 29,3 por cento, com adição de novas aeronaves à frota, e a taxa de ocupação recuou de 76,8 para 68,6 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Alberto Alerigi Jr.&lt;br /&gt;Fonte: Reuters em 09/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1010484655270252347?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1010484655270252347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1010484655270252347' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1010484655270252347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1010484655270252347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/lucro-da-tam-cai-77-em-trimestre.html' title='Lucro da TAM cai 77% em trimestre marcado por acidente'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-258380586119331371</id><published>2007-11-12T02:31:00.000-08:00</published><updated>2007-11-12T02:32:20.311-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Votorantim e Itaú sobem no ranking de grandes grupos</title><content type='html'>O salto do grupo Votorantim do 15º para o 7º lugar é a principal alteração no topo do ranking dos grandes grupos que operam no Brasil. O anuário "Valor Grandes Grupos", que traz informações de balanços do ano passado dos 200 maiores conglomerados do país, inclusive os de capital fechado, mostra também que o Grupo Itaúsa tomou a posição do Banco do Brasil e agora ocupa o terceiro lugar no ranking. A Petrobras manteve a liderança e o Bradesco, o segundo lugar.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "Valor Grandes Grupos", publicação única no gênero, com as árvores completas das empresas e suas controladas e coligadas, circula hoje para assinantes e já está à venda em bancas. Dados consolidados dos 200 maiores grupos mostram que essas organizações cresceram no ano passado a um ritmo três vezes superior ao da expansão do PIB do país. A receita bruta total cresceu 10,3% em 2006 - o crescimento do PIB foi de 3,7%. O lucro dessas corporações aumentou 16,6% e a rentabilidade (lucro líquido sobre patrimônio) passou de 16,6% em 2005 para 17%, a maior taxa já registrada pelo anuário em suas seis edições.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ascensão do Votorantim se explica pela forte expansão do braço financeiro do grupo, o Banco Votorantim, e também pela alta dos preços internacionais das commodities industriais. Além disso, avançados modelos de governança corporativa e gestão profissionalizada têm garantido a saúde financeira dos grupos. Estes também tendem a apresentar resultados superiores em razão da tendência mundial de concentração, diz Thomaz Kunze, consultor da Roland Berger. A concentração, que permite economia de escala crescente, pode ser constatada em levantamento do consultor: da lista dos 50 maiores grupos industriais de 1995, apenas 27 permaneciam em 2005.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governança e profissionalização aparecem como resultado, também, de uma nova realidade: as aberturas de capital. Desde 2006, segundo levantamento feito pelo anuário, 16 grandes grupos abriram o capital, seja da holding ou de uma das empresas. Em alguns casos, o grupo não divulgava balanço e, por isso, sequer era incluído no ranking dos maiores - com a divulgação dos números, passaram a enriquecer a lista dos 200.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 12/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-258380586119331371?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/258380586119331371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=258380586119331371' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/258380586119331371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/258380586119331371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/votorantim-e-ita-sobem-no-ranking-de.html' title='Votorantim e Itaú sobem no ranking de grandes grupos'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-2364190244813628663</id><published>2007-11-12T02:27:00.000-08:00</published><updated>2007-11-12T02:28:12.149-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Petrobras coloca a CVM em saia justa</title><content type='html'>A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - o xerife do mercado de capitais brasileiro - tem pela frente uma de suas mais difíceis tarefas, a de investigar a possibilidade de vazamento e uso de informação privilegiada (o "insider information") no caso do campo de Tupi, da Petrobras. Não apenas por ser uma estatal e a maior empresa da bolsa brasileira, mas também pelo fato de envolver nada menos que o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo publicou o jornal "Folha de S. Paulo" na sexta-feira, o presidente teria contado aos governadores que o acompanharam na viagem para o anúncio da Copa de 2014, em 30 de outubro, que a Petrobras anunciaria descobertas que aumentariam em 50% as reservas de petróleo do país. A CVM terá de descobrir se pessoas usaram a informação sobre o campo de Tupi - antes de ela se tornar pública - para negociar ações.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Autarquia irá investigar chance de vazamento&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À primeira vista, as negociações com as ações da Petrobras não caíram no filtro da CVM. "Não detectamos nenhuma movimentação atípica com os papéis, nem no volume financeiro e nem na oscilação de seus preços", disse ao Valor o superintendente de relações com o mercado e intermediários da autarquia, Waldir de Jesus Nobre. Ele lembrou que, pelas ações da estatal estarem entre as mais importantes do pregão, a CVM acompanha muito de perto seu desempenho no dia-a-dia e os filtros são bem mais apertados do que os de outros papéis. Mesmo sem nenhum indício de anormalidade, a autarquia irá pedir para a Bovespa o nome de todos os investidores que compraram ou venderam papéis da Petrobras nas últimas três semanas. "A nossa maior preocupação é, obviamente, com quem comprou", afirmou Nobre. Essa análise irá englobar o comportamento dos papéis durante os dias da viagem do presidente Lula com os governadores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o chefe de análise da consultoria CMA, Luiz Francisco Rogé Ferreira, também não houve uma negociação anormal de opções (direito de comprar ou vender ações a um determinado preço, numa data pré-estabelecida) da Petrobras na semana passada. "Houve apenas na quinta-feira (dia do anúncio) uma correria de investidores comprando as ações para cobrir suas posições a descoberto (vender o papel sem tê-lo), antes que o papel subisse ainda mais", disse Rogé. Para ele, se tivesse havido o uso de informação privilegiada, as ações não teriam subido 14% no dia do anúncio. Elas teriam se valorizado bastante alguns dias antes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dessa crença, a situação, no mínimo, torna público os erros de governança corporativa que a estatal vêm cometendo, juntamente com o seu maior acionista, o governo. "A governança vem se deteriorando nos últimos quatro anos, além de a companhia ser usada como instrumento de política pública", afirmou o professor de finanças da USP e especialista em governança Alexandre Di Miceli. Para o professor do Instituto Coppead André Carvalhal, o ideal seria a Petrobras ter feito toda a divulgação após o fechamento da bolsa, para influenciar as ações só no dia seguinte. "A situação deve provocar um constrangimento para a CVM, que terá de julgar o ato do presidente Lula que, em última instância, é quem nomeia o presidente da autarquia", avaliou um gestor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Daniele Camba&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 12/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-2364190244813628663?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/2364190244813628663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=2364190244813628663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2364190244813628663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2364190244813628663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/petrobras-coloca-cvm-em-saia-justa.html' title='Petrobras coloca a CVM em saia justa'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7709532705658341570</id><published>2007-11-09T02:50:00.000-08:00</published><updated>2007-11-09T02:53:02.701-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade de Custos'/><title type='text'>De novo !!! Convite !!!</title><content type='html'>A Câmara de Assuntos Tributários e Legislativos da Federação das  Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC, em parceria com a Fundação  Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras - FIPECAFI, órgão de apoio institucional da FEA/USP, sintonizadas com a necessidade de atualização empresarial sobre temas que afetam ao setor produtivo, convidam para palestra a ser ministrada sobre Gestão de Custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciclo de Palestras FIPECAFI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gestão de Custos: Como ser competitivo em tempos de carga tributária elevada, inflação baixa e câmbio valorizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tópicos que serão abordados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  a.. Instrumentos contemporâneos de gestão de custos;&lt;br /&gt;  b.. Pontos críticos a considerar na gestão de custos;&lt;br /&gt;  c.. Inimigos e aliados na guerra da redução de custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestrante: Dr. Welington Rocha - Professor do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA/USP e Diretor Financeiro da FIPECAFI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 13 de novembro de 2007 (3º feira)&lt;br /&gt;Horário: 14h30&lt;br /&gt;Local: Centro de Eventos Sistema FIESC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodovia Admar Gonzaga, 2.765, Itacorubi, Florianópolis/SC&lt;br /&gt;Inscrições Gratuitas: A participação deverá ser confirmada até o dia 9 de novembro, através do e-mail: gustavo@fiescnet.com.br ou pelo telefone  (48) 3231-4329, com Gustavo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7709532705658341570?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7709532705658341570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7709532705658341570' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7709532705658341570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7709532705658341570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/de-novo-convite.html' title='De novo !!! Convite !!!'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-8673105472438201457</id><published>2007-11-09T02:36:00.000-08:00</published><updated>2007-11-09T02:37:51.696-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Petrobras sobe 14% e rouba a cena até do BC americano</title><content type='html'>Nada, nem ninguém conseguiu ofuscar o brilho da Petrobras ontem. Nem mesmo o tão esperado discurso do presidente do Federal Reserve (Fed - o banco central americano), e que foi altamente negativo para os mercados, especialmente dos EUA, tirou a força brutal dos papéis da estatal. As preferenciais (PN, sem voto) chegaram a subir 19,57%, mas fecharam em alta de 14,16%. Essa é a maior valorização num único dia desde 15 de janeiro de 1999, quando as PNs subiram 20,68%, logo depois de o governo fazer a desvalorização do real. Nesse mesmo 15 de janeiro, o Índice Bovespa subiu 33,40%. A alta de ontem das PNs é a quinta maior da história da companhia na bolsa. Já as ordinárias (ON, com voto) se valorizaram 18,99% durante o pregão e encerraram com alta de 14,45%. É a maior alta desde 10 de agosto de 2000, quando subiu 14,98%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum papéis de menor liquidez subirem mais de dois dígitos num pregão. Mas, em ações importantes como a Petrobras e a Vale do Rio Doce, é preciso uma notícia bombástica que traga uma avalanche de dinheiro para esses papéis se moverem nessa magnitude. E foi exatamente o que aconteceu. A notícia de que a estatal descobriu uma reserva gigante de gás natural e de petróleo leve no campo de Tupi, na bacia de Santos, levou os investidores a se animarem com as perspectivas para a companhia e irem às compras. Não é à toa que, juntas, ONs e PNs, negociaram R$ 3,819 bilhões de um total de R$ 10,648 bilhões da bolsa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a companhia, a descoberta pode aumentar em mais de 50% as reservas de petróleo e gás do país, que hoje são de 14 bilhões de barris. A nova área deve agregar entre 5 e 8 bilhões de barris e, como a Petrobras possui 65% do projeto, deve significar um aumento entre 3,3 e 5,2 bilhões de barris apenas para ela.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas contas do analista da corretora Geração Futuro Lucas Brendler, considerando-se o número mais conservador da descoberta de Tupi, de 5 bilhões de barris, isso aumentaria o tempo de exploração das reservas da Petrobras de 15 anos para 23 anos. "Esse aumento é muito significativo principalmente levando-se em conta que é de petróleo leve e possui um valor agregado bem maior", diz Brendler. Ele lembra que essa notícia se soma a outros aspectos positivos para a companhia como a entrada em operação de três novas plataformas até o fim do ano, o que deve acarretar um aumento de produção, além da perspectiva do petróleo continuar em níveis elevados pelos próximos meses.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O cenário é muito positivo para a Petrobras daqui para frente e isso irá se refletir no preço de suas ações", afirma Brendler. No ano, as PNs da estatal sobem 66,93% enquanto o Índice Bovespa tem alta de 42,92%. A valorização é boa, mas ainda perde para papéis como as ONs da Vale, que no ano sobem 100,97% e suas PNAs, com alta de 98,51%. "As ações da Petrobras tiveram um primeiro trimestre ruim, o que acabou prejudicando seu desempenho no ano", diz. A companhia divulga hoje o seu balanço do terceiro trimestre e as expectativas são de bons resultados. As estimativas médias dos analistas são de um lucro líquido de R$ 7,6 bilhões ante R$ 6,8 bilhões no segundo trimestre e uma geração de caixa operacional (Ebitda) de R$ 14,6 bilhões ante R$ 14,1 bilhões no trimestre anterior.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do tom negativo das bolsas internacionais com o discurso de Bernanke, o Ibovespa ainda fechou em alta de 0,10%, aos 63.561 pontos, obviamente graças ao ouro negro: a Petrobras.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Daniele Camba&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 09/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-8673105472438201457?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/8673105472438201457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=8673105472438201457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8673105472438201457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8673105472438201457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/petrobras-sobe-14-e-rouba-cena-at-do-bc.html' title='Petrobras sobe 14% e rouba a cena até do BC americano'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-654252323080553718</id><published>2007-11-09T02:35:00.000-08:00</published><updated>2007-11-09T02:36:37.964-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Tributária'/><title type='text'>Fisco barra compensação de Cofins</title><content type='html'>Mesmo depois de terem suas ações sobre a questão do alargamento da base de cálculo do PIS/Cofins finalizadas no Poder Judiciário, algumas empresas começam a enfrentar um novo embate com a Receita Federal: a compensação dos tributos pagos a mais com impostos a pagar. As dificuldades têm sido variadas e vão desde a demora na homologação dos créditos até a proibição de compensação de parte dos valores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os advogados Rogério Mollica e Carlos Eduardo Orsolon, do escritório Demarest e Almeida, dizem que alguns clientes já tiveram que entrar com mandados de segurança na Justiça federal para conseguirem compensar o PIS/Cofins pagos com base em receitas de arrendamento, por exemplo, mesmo não sendo esta sua atividade-fim. Segundo eles, isto tem acontecido por dois motivos. Primeiro, porque a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu a vitória aos contribuintes e considerou inconstitucional o alargamento da base de cálculo do PIS/Cofins promovida pela Lei nº 9.718, de 1998, foi genérica. Os ministros não definiram o que seria considerado faturamento em cada caso. O segundo motivo decorre de a autuação da Receita, lá atrás, ter sido feita somente para evitar a prescrição - não havia o questionamento sobre o que seria ou não receita.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fisco também tem rejeitado a compensação de valores pagos a mais sobre receitas de variação cambial, segundo conta Orsolon. Os casos ainda são poucos, mas os advogados já esperam problemas futuros. Tércio Chiavassa, do escritório Pinheiro Neto, diz que seus clientes não têm tido dificuldades em conseguir a homologação dos créditos, mas lembra que o fisco ainda tem um prazo de cinco anos para analisar com quais outros tributos a empresa vai poder fazer a compensação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A advogada Eunyce Faveret, do escritório Ulhôa Canto, Rezende e Guerra Advogados, lembra que desde a edição da Instrução Normativa nº 600 existe uma maior dificuldade na compensação de tributos em processos que já transitaram em julgado. A medida prevê uma análise prévia da Receita Federal para homologar os créditos e, com isso, evitar as inúmeras fraudes que vinham ocorrendo nas compensações. O problema, segundo Eunyce, é que, apesar de existir uma previsão legal que diz que a Receita deve fazer a homologação em 30 dias, na prática estes prazos não têm sido cumpridos. Além disso, a advogada conta que, em alguns casos, o fisco tem feito a compensação com débitos tributários que os contribuintes possuem, mas que ainda serão contestados.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurada, a Receita Federal informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai se manifestar sobre esse assunto por enquanto. Existe também uma polêmica sobre os casos em que as empresas continuam questionando a majoração da alíquota da Cofins de 2% para 3%, também promovida pela Lei nº 9.718. As empresas, desde a edição da lei, em 1998, questionam a majoração da alíquota e o alargamento da base de cálculo em suas ações judiciais. No julgamento do Supremo em 2005, o alargamento foi declarado inconstitucional, mas a majoração da alíquota foi aceita. Mas alguns contribuintes, representados pelos escritórios Pinheiro Neto e Mattos Filho, conseguiram levar o assunto novamente ao Supremo mostrando que nem todos os pontos foram apreciados no julgamento de 2005.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em função disso, a Vale do Rio Doce, por exemplo, não conseguiu compensar a parte dos créditos a que teria direito, já que a parte de sua ação judicial que questionava o alargamento da base de cálculo da Cofins já transitou em julgado. A empresa não só não conseguiu compensar os tributos como teve que enfrentar uma execução fiscal de R$ 640 milhões. A execução foi suspensa e o processo da empresa corre agora na esfera administrativa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Josette Goulart&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online 09/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-654252323080553718?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/654252323080553718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=654252323080553718' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/654252323080553718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/654252323080553718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/fisco-barra-compensao-de-cofins.html' title='Fisco barra compensação de Cofins'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5186044824813456439</id><published>2007-11-09T02:32:00.001-08:00</published><updated>2007-11-09T02:32:50.218-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Lançamento de ações da BM&amp;F pode superar R$ 4 bi</title><content type='html'>Segundo alguns analistas, a operação pode superar a da Bovespa, a maior da história no Brasil ao levantar R$ 6 bilhões, saindo por um preço acima do máximo esperado. [...]O aviso ao mercado e o prospecto preliminar saem hoje, quando começa a rodada de apresentações a investidores e o processo de formação de preço (bookbuilding). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oferta pública inicial de ações da BM&amp;F deve superar R$ 4 bilhões, se sair pelo preço máximo. Segundo fontes do mercado, serão vendidas 260 milhões de ações e a faixa de preço estimada vai de R$ 14,50 a R$ 16,50. Os papéis devem estrear no próximo dia 30. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo alguns analistas, a operação pode superar a da Bovespa, a maior da história no Brasil ao levantar R$ 6 bilhões, saindo por um preço acima do máximo esperado. Se a demanda por papéis da BM&amp;F for muito grande, podem ser vendidas mais 39 milhões de ações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor mínimo para investimento deve ficar em R$ 5 mil. O aviso ao mercado e o prospecto preliminar saem hoje, quando começa a rodada de apresentações a investidores e o processo de formação de preço (bookbuilding). O período de reservas começa dia 19, termina no dia 27 e a fixação do preço é dia 28. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Página A-4(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(São Paulo)&lt;br /&gt;9 de Novembro de 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5186044824813456439?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5186044824813456439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5186044824813456439' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5186044824813456439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5186044824813456439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/lanamento-de-aes-da-bm-pode-superar-r-4.html' title='Lançamento de ações da BM&amp;F pode superar R$ 4 bi'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3901112625861837547</id><published>2007-11-09T02:30:00.000-08:00</published><updated>2007-11-09T02:31:23.324-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Nova reserva de óleo pode valer US$ 48 bi</title><content type='html'>Avaliada extra-oficialmente em até US$ 48 bilhões, segundo executivos da estatal, a reserva tem potencial de produção de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de óleo equivalente (Boe, que inclui petróleo e gás) apenas na acumulação batizada de Tupi (BM S-11), na bacia de Santos. [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta da megadescoberta, considerada estratégica, o governo anunciou a exclusão de 41 blocos da 9 Rodada de Licitação, medida que causou surpresa e frustração das petrolíferas privadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com descoberta no campo Tupi, País deverá ficar entre os dez maiores produtores mundiais. A Petrobras anunciou ontem, oficialmente, a descoberta da maior reserva de petróleo e gás da história do País. Avaliada extra-oficialmente em até US$ 48 bilhões, segundo executivos da estatal, a reserva tem potencial de produção de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de óleo equivalente (Boe, que inclui petróleo e gás) apenas na acumulação batizada de Tupi (BM S-11), na bacia de Santos. A notícia sobre o potencial da reserva foi antecipada pela Gazeta Mercantil em setembro de 2005. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos da descoberta foram sentidos imediatamente nas ações da estatal negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e na Bolsa de Nova York (Nyse). Na Bovespa, os papéis subiram 14,45% no pregão de ontem, fechando a R$ 93,30. A valorização foi maior em Nova York, onde os ADR da Petrobras passaram de US$ 79 para US$ 99,65, com alta de 26,14%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta da megadescoberta, considerada estratégica, o governo anunciou a exclusão de 41 blocos da 9 Rodada de Licitação, medida que causou surpresa e frustração das petrolíferas privadas. "A descoberta é espetacular para o País, mas como fica a participação dos diferentes atores na exploração do petróleo depois dessa decisão do governo de retirar as melhores áreas?", indaga João Carlos De Luca, presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás Natural (IBP), que reúne as empresas privadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Página A-6(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Ricardo Rego Monteiro e Sabrina Lorenzi)9 de Novembro de 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3901112625861837547?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3901112625861837547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3901112625861837547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3901112625861837547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3901112625861837547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/nova-reserva-de-leo-pode-valer-us-48-bi.html' title='Nova reserva de óleo pode valer US$ 48 bi'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-4785448985704878741</id><published>2007-11-09T02:28:00.000-08:00</published><updated>2007-11-09T02:29:32.301-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Ford fecha trimestre com redução acentuada no prejuízo</title><content type='html'>A Ford Motor divulgou nesta quinta-feira uma redução sensível no prejuízo bilionário sofrido no terceiro trimestre do ano passado, após queda nos custos e aumento de margens sobre a venda de veículos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia também informou que espera concluir no início do próximo ano um acordo para a venda de suas marcas de luxo Jaguar e Land Rover. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A montadora divulgou prejuízo líquido de 380 milhões de dólares para o terceiro trimestre, ou 0,19 dólar por ação, ante perda de 5,2 bilhões de dólares, ou 2,79 dólares por ação, sofrida um ano antes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prejuízo da Ford excluindo itens extraordinários foi de 0,01 dólar por ação. Nessa base de comparação, analistas de Wall Street esperavam perda de 0,48 dólar por ação, segundo a Reuters Estimates. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ford informou que cortou 6.800 empregos na América do Norte durante o trimestre passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters em 08/11/2007 10:38:06&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-4785448985704878741?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/4785448985704878741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=4785448985704878741' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4785448985704878741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4785448985704878741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/ford-fecha-trimestre-com-reduo.html' title='Ford fecha trimestre com redução acentuada no prejuízo'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5850517825030587577</id><published>2007-11-09T02:26:00.001-08:00</published><updated>2007-11-09T02:26:35.998-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Lucro líquido do Unibanco cresce 17,8% no 3º trimestre</title><content type='html'>O Unibanco divulgou nesta quinta-feira lucro líquido recorrente de 667 milhões de reais no terceiro trimestre, um avanço de 17,8 por cento sobre igual período de 2006, impulsionado por um crescimento nas carteiras de financiamento de veículos, crédito consignado e pequenas e médias empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado ficou acima da média de previsões de cinco analistas consultados pela Reuters, que indicava ganho recorrente de 622 milhões de reais. No segundo trimestre, o Unibanco teve lucro ajustado de 638 milhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem os ajustes que incluem um ganho de 680 milhões de reais com a oferta pública inicial de ações da empresa de cartões Redecard, o Unibanco teve um lucro líquido de 1,2 bilhão de reais no terceiro trimestre, um salto frente aos 106 milhões de reais de um ano antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retorno sobre patrimônio líquido médio anualizado antes de itens extraordinários, importante indicador da lucratividade de um banco, cresceu no período de 24,8 por cento para 26,5 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carteira de crédito atingiu 55,9 bilhões de reais ao final de setembro, evolução de 29 por cento sobre o mesmo período do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destaque no período foi o financiamento de automóveis, que avançou 70,6 por cento, para 7,17 bilhões de reais. O crédito a pequenas e médias empresas subiu 37,1 por cento e o item cartões cresceu 31,2 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Unibanco fechou o trimestre com ativos totais de 133,92 bilhões de reais, crescimento de 31,4 por cento na comparação com o terceiro trimestre de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters&lt;br /&gt;08/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5850517825030587577?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5850517825030587577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5850517825030587577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5850517825030587577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5850517825030587577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/lucro-lquido-do-unibanco-cresce-178-no.html' title='Lucro líquido do Unibanco cresce 17,8% no 3º trimestre'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1301022122208332516</id><published>2007-11-09T02:20:00.000-08:00</published><updated>2007-11-09T02:21:13.186-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>APROVADO NA CCJ O PROJETO DE LEI 3741</title><content type='html'>Com grande empenho o deputado Carlos Willian, de Minas Gerais, conquistou a aprovação de seu parecer favorável ao PL 3741 que tramitava desde 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A partir de agora são esperadas 5 sessões para que seja feito o relatório final e encaminhado à mesa diretora da Câmara, que em seguida enviará ao Senado para sua tramitação naquela casa. O IBRACON, assim como foi feito até agora, continuará acompanhando todo o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Comunicação IBRACON&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1301022122208332516?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1301022122208332516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1301022122208332516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1301022122208332516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1301022122208332516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/aprovado-na-ccj-o-projeto-de-lei-3741.html' title='APROVADO NA CCJ O PROJETO DE LEI 3741'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-8159092463676396381</id><published>2007-11-08T02:42:00.000-08:00</published><updated>2007-11-08T02:44:59.950-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Negócios com ADR do Brasil batem recorde</title><content type='html'>A Petrobras ficou em terceiro lugar, com US$ 20,2 bilhões, à frente de outras gigantes mundiais, como a fabricante finlandesa de telefones móveis Nokia (US$ 13,4 bilhões), a PetroChina (US$ 11 bilhões) e a mineradora anglo-australiana BHP Billiton (US$ 9,1 bilhões).[...]Mesmo acelerada, a expansão dos negócios não acompanhou o forte ritmo da Bovespa, onde o giro de negócios em outubro, de R$ 148,4 bilhões, foi 146.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volume em outubro somou US$ 70,4 bilhões; Vale do Rio Doce e Petrobras foram destaques. O volume de negócios com recibos de ações (ADR) de empresas brasileiras nas bolsas de Nova York atingiu o recorde mensal de US$ 70,4 bilhões em outubro. Os números de 2007 indicam tendência de crescimento em relação a 2006. No último mês do ano passado, o valor foi de cerca de US$ 35 bilhões. De julho a setembro deste ano, a média mensal foi de US$ 51 bilhões, segundo levantamento do The Bank of New York Mellon (BNY). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só os papéis da Vale do Rio Doce movimentaram US$ 26,6 bilhões no mês passado, mais do que a média mensal do conjunto de ADR brasileiros no ano passado. O giro com os recibos da mineradora em outubro ficou atrás apenas dos negócios com ADR da Baidu.com, site líder de buscas online da China, que em outubro movimentaram US$ 61 bilhões. Em terceiro ficou a Petrobras, com US$ 20,2 bilhões, à frente de outras gigantes mundiais, como a fabricante finlandesa de telefones móveis Nokia (US$ 13,4 bilhões), a PetroChina (US$ 11 bilhões) e a mineradora anglo-australiana BHP Billiton (US$ 9,1 bilhões). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somadas, as transações com ADR das 32 companhias brasileiras nas bolsas americanas movimentaram 18% dos US$ 398,5 bilhões do giro global de ADR. Segundo o vice-presidente de negócios do BNY no Brasil, Curtis Smith, o movimento reflete a elevação dos preços das commodities no mercado internacional, com aumento da procura dos investidores por empresas do setor, casos da Vale e da Petrobras. Mesmo acelerada, a expansão dos negócios não acompanhou o forte ritmo da Bovespa, onde o giro de negócios em outubro, de R$ 148,4 bilhões, foi 146% maior que em dezembro de 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Página B-1(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Aluísio Alves)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-8159092463676396381?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/8159092463676396381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=8159092463676396381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8159092463676396381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8159092463676396381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/negcios-com-adr-do-brasil-batem-recorde.html' title='Negócios com ADR do Brasil batem recorde'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-2196709918795338082</id><published>2007-11-08T02:37:00.000-08:00</published><updated>2007-11-08T02:39:11.705-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Regra da SEC facilita ação da Receita</title><content type='html'>A US Securities and Exchange Commission (SEC) - a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dos Estados Unidos - passou a exigir desde o início deste ano que as empresas que seguem as regras contábeis americanas façam uma abertura detalhada, em seus balanços, de todas as posições fiscais de imposto de renda consideradas incertas, mesmo aquelas que ainda não foram fiscalizadas pela Receita Federal. Isto significa que os planejamentos tributários e o uso de incentivos ficais terão que ser informados e em alguns casos as empresas terão até mesmo que fazer provisões, caso já exista jurisprudência desfavorável ao uso destes instrumentos para abater o imposto. A exigência é fruto de uma nova regra contábil dos Estados Unidos, apelidada de "FIN 48", que trará reflexos para os balanços das empresas brasileiras que têm ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação das empresas brasileiras deve ser grande, segundo o diretor executivo da Ernst &amp; Young, Erik Smith. Isto porque, pela nova regra, elas precisam fazer um detalhamento completo e documentado - uma verdadeira "due dilligence" - de todas as suas decisões sobre o pagamento de imposto de renda dos últimos cinco anos. Este período corresponde ao prazo prescricional para possíveis autuações da Receita Federal. A documentação detalhada não precisa ser divulgada aos investidores ou repassada à SEC, mas abre caminho para uma fiscalização muito mais acirrada e efetiva, já que os fiscais da Receita podem pedir à empresa o documento produzido em função da FIN 48 - e nele vão encontrar todos os caminhos usados pela empresa para economizar imposto de renda.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora poucas companhias brasileiras divulgaram balanços em US GAAP (que segue as regras contábeis americanas) porque a divulgação trimestral não é obrigatória. Por enquanto, há informações prestadas pela Gerdau, TAM, Gol, Vale do Rio Doce e Petrobras. Todas dizem que a adoção da nova regra da Junta de Normas de Contabilidade Financeira (FASB, na sigla em inglês) não trouxe impactos significativos em seus balanços. Mas alguns sinais já foram demonstrados.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Gerdau, por exemplo, informou que tem R$ 22 milhões de benefícios fiscais não reconhecidos em seu balanço, dos quais R$ 19 milhões, se reconhecidos, reduziriam a alíquota do imposto de renda. A companhia foi procurada para explicar melhor a nota explicativa, mas até o fechamento desta edição sua assessoria de imprensa não respondeu à reportagem. No balanço em US GAAP da Petrobras também pode se notar a diferença. A parte das notas explicativas que trata de informações de imposto de renda e contribuição social está agora mais detalhada. Por meio de sua assessoria de imprensa, a companhia informou que, de fato, o detalhamento já é um reflexo da adoção das normas da FIN 48.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O real impacto, entretanto, só poderá ser mensurado em meados do ano que vem, quando as empresas brasileiras divulgam o chamado formulário 20F, que seria o equivalente aos balanços anuais divulgados no Brasil. A aplicação das regras pelas empresas americanas e pelas brasileiras pode trazer impactos diferenciados. Isto porque nos Estados Unidos é usual a negociação de débitos com o fisco sem um processo administrativo nos moldes brasileiros, segundo explica Roberto Haddad, sócio da KPMG especialista em tributação internacional. Com isso, as regras de provisionamento em função da FIN 48 são mais flexíveis nos Estados Unidos do que no Brasil.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa da Ernst &amp; Young mostra que, no primeiro semestre deste ano, 44% das empresas de capital aberto americanas reduziram o valor de suas provisões ao seguirem a FIN 48. Cerca de 27% tiveram que aumentá-las e apenas 6% não fizeram nenhuma alteração nos balanços. Mas o diretor executivo da Ernst no Brasil, Erik Smith, diz que diretores da SEC já se manifestaram publicamente dizendo que a abertura de posições fiscais feita até agora não é suficiente.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sócio da área de auditoria da Deloitte, Bruce Mescher, explica que a FIN 48 é uma tentativa americana de criar mais consistência nas informações prestadas pelas empresas. "As regras de contingências existentes são focadas apenas no passivo", diz Mescher. "A FIN 48 muda a perspectiva, pois é focalizada no ativo, no benefício fiscal". Isto significa que, para fins contábeis, a empresa não tem o direito de reconhecer o benefício e tem que provar que a posição fiscal adotada é sustentável.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa posição fiscal sustentável afeta diretamente os planejamentos tributários. As auditorias independentes passam a ser obrigadas a exigir das empresas pareceres independentes para confirmar se determinada posição é ou não sustentável. A regra diz que uma posição fiscal incerta só pode ser reconhecida quando a probabilidade de êxito frente a uma possível contestação for maior que 50%. A partir disso, é preciso comunicar no balanço e fazer uma provisão para fazer frente a uma eventual perda.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado Plínio Marafon, do escritório Braga &amp; Marafon, diz que nos últimos meses já fez cinco pareceres para empresas que precisavam sustentar seus planejamentos tributários e, assim, evitar a exigência de sua divulgação ou provisionamento no balanço. Mesmo os planejamentos tributários ainda em andamento já estão sendo afetados. "As empresas querem saber se o planejamento se enquadra na FIN 48", diz Marafon. Desta forma, evitam ter que dar a informação "de bandeja" ao fisco, já que a regra diz que as empresas precisam divulgar planejamentos tributários antes mesmo de sofrerem autuações.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gerente de normas contábeis da CVM, José Carlos Bezerra da Silva, diz que a Deliberação nº 489 do órgão tem o mesmo tipo de previsão da FIN 48, ou seja, de divulgação de planejamentos tributários questionáveis. Mas auditores e advogados entendem que a regra da CVM é uma regra sobre contingências, ou seja, quando a posição fiscal já foi questionada pelo fisco. Bezerra diz que as demonstrações financeiras em balanço que seguem as regras contábeis brasileiras deveriam ser as mesmas que as prestadas à SEC. Na prática, porém, isto não acontece, segundo alguns auditores - por ser a fiscalização da SEC mais austera do que a da CVM e também pelas regras rígidas da Lei Sarbanes Oxley.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regras da FIN 48 também afetam as subsidiárias de empresas americanas instaladas no Brasil. Mas, neste caso, a abertura é menor porque a informação acaba diluída no balanço consolidado nos Estados Unidos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 08/11/2007&lt;br /&gt;Por Josette Goulart&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-2196709918795338082?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/2196709918795338082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=2196709918795338082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2196709918795338082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2196709918795338082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/regra-da-sec-facilita-ao-da-receita.html' title='Regra da SEC facilita ação da Receita'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-6972289608112903634</id><published>2007-11-08T02:35:00.000-08:00</published><updated>2007-11-08T02:36:49.466-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Caixa lança carteira de ações que segue o ISE</title><content type='html'>A área de administração de recursos de terceiros da Caixa Econômica Federal (CEF) quer investir mais em produtos de gestão diferenciada, como fundos de ações e multimercados. Esta semana, a instituição lança um fundo de ações com perfil diferente, que busca replicar a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial, o Caixa FI Ações ISE. "Esse fundo, focado no índice de sustentabilidade, é um produto que tem tudo a ver com a filosofia da Caixa", diz o novo vice-presidente de ativos de terceiros, Bolivar Moura Neto.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o executivo, que assumiu a área de administração de recursos em meados deste ano, a idéia é ampliar a oferta de fundos de renda variável e de multimercados. "Somos muito fortes nos produtos de renda fixa, por isso, agora, estamos querendo desenvolver mais também os produtos de renda variável e multimercados", explica ele. "Esse será um grande foco para nós em 2008", adianta.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro produto no qual a instituição está depositando grande expectativa é o fundo que vai permitir a aplicação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no segmento de infra-estrutura. Moura Neto explica que a Caixa aguarda a regulamentação para lançar a novidade. "Acho que vai ser um produto muito forte", diz o executivo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundo Caixa Ações ISE, lançado esta semana, já está disponível nas agências e no site da Caixa. A aplicação mínima é de R$ 1 mil e há taxa de administração de 2,5%, sem taxa de performance. O ISE, índice que deve ser replicado pela carteira do fundo, é composto por 34 empresas e acumula variação de 33,98 % este ano, até o dia 6 de novembro. Para entrar no índice, as companhias são avaliadas em quesitos como governança corporativa, ambiental, social e outros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O executivo da Caixa lembra que o mercado e a economia brasileira estão mudando e que a Caixa quer acompanhar isso. "No ano que vem, provavelmente lançaremos outras carteiras de fundos multimercados e possivelmente outros fundos de ações também", diz ele.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novidades surgem também de demandas dos próprios clientes, em função de fatores como a queda de juros e a maior popularidade que vem ganhando o mercado de ações. Nessa linha, outro produto que está sendo estudado é um fundo do tipo capital garantido. Este ano, a Caixa já tinha lançado também um fundo long/short (de arbitragem).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moura Neto assumiu a área de gestão de recursos em meados deste ano, sucedendo Wilson Risolia, que foi para o fundo de pensão do Estado do Rio. Funcionário de carreira do Banco Central (BC), Moura Neto atuou no Ministério da Fazenda - época em que também presidiu o Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, conhecido como conselhinho - e, há pouco mais de dois anos, tinha se transferido para a vice-presidência de risco da Caixa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com informações do ranking global da Associação Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid), a Caixa é a quinta maior gestora do país, com R$ 64,7 bilhões em recursos sob administração em setembro. Desse total, diz Moura Neto, cerca de R$ 52 bilhões estão em fundos abertos ao público em geral e o restante em carteiras exclusivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 08/11/2007&lt;br /&gt;Por Catherine Vieira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-6972289608112903634?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/6972289608112903634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=6972289608112903634' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6972289608112903634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6972289608112903634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/caixa-lana-carteira-de-aes-que-segue-o.html' title='Caixa lança carteira de ações que segue o ISE'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3951521179490386013</id><published>2007-11-08T02:30:00.000-08:00</published><updated>2007-11-08T02:32:13.495-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>Como competir num mundo dirigido pelas ciências</title><content type='html'>Uma das características mais marcantes da economia mundial na atualidade diz respeito à ascensão da China e da Índia no mercado internacional. Usando esse mote, Juan Enriquez, chairman e CEO da Excel MedicalVentures/Biotechonomy, e considerado uma das maiores autoridades mundiais no impacto da ciência nos negócios e em nossas vidas, iniciou sua conferência na ExpoManagement 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, esse fenômeno tem marcado os rumos da economia. “A Índia está crescendo mais do que pode sustentar. Esse é um problema que eu como mexicano gostaria de ter e que os brasileiros também gostariam”, confessou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele lembra, por exemplo, que a idade da pedra não terminou por falta de pedra, mas pelo surgimento do ferro. E se nós não entendermos o que vem acontecendo na revolução tecnológica, poderemos ficar fora dessa nova realidade, desse mercado. “A única diferença entre nós e o macaco é que temos capacidade de transmitir conhecimento através das gerações e não apenas aos nossos filhos”, refletiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova linguagem – Os ensinamentos contidos numa parede de caverna podem guiar uma tribo, mas não um império. É necessário que o conhecimento seja disponível em diversas localidades, em diversas línguas. De repente, todas as línguas e idiomas estão disponíveis em código binário 1 e 0, e cada música, palavra, imagem pode ser codificada nesses dois números. “Ou seja, houve uma mudança de linguagem que a Índia aproveitou, ensinando-a a suas crianças e nós, no Brasil, no México e na Argentina, por exemplo, não fizemos nem fazemos isso ainda”, lamentou, lembrando que o conhecimento é um produto cada vez mais valioso e é pouco produzido na América Latina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, o que fez com que alguns países, como Índia, o segundo maior desenvolvedor de software no mundo, China, Singapura, Malásia e Coréia do Sul alcançassem níveis de crescimento de dois dígitos é o investimento em educação. “A forma de ascender na Índia é mostrar o quão inteligente se é a ponto de conseguir entrar numa escola de tecnologia. Isso faz com que grande parte dos técnicos do Vale do Silício seja proveniente da Índia e da China. Os talentos em tecnologia são incentivados, como o que ocorre com os talentos para o futebol no Brasil”, esclareceu. Lembrando que faz parte da cultura indiana as crianças montarem seus próprios computadores, mostrando o quanto é importante a introdução do ensino de uma nova linguagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oportunidade – Segundo ele, agora devemos atentar para o fato de que existe uma oportunidade a agarrar. O estudo do DNA, do genoma. Toda a vida no planeta está inserida nas letras do código ATCG. A decodificação dessa nova linguagem, com base nessas letras, contém toda a base da vida, seja vegetal, animal ou humana. “Saber qual é o código e que a conseqüência da mudança de uma única letra em mil desse código é suficiente para transformações radicais é o futuro. Tudo depende do código genético. Uma mudança na forma como um gene está ativado pode causar a diferença entre morte e vida nas pessoas que podem desenvolver o câncer”, ressaltou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a vida é um código e estamos começando a entender e interpretá-lo. O futuro é o estudo da linguagem da vida e o seu domínio. A Argentina, por exemplo, já está desenvolvendo a clonagem genética em bovinos. “Mas, além da clonagem, as vacas estão sendo usadas para produzir remédios contra o câncer, a partir de uma única mudança no gene”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ainda lembrou que é possível programar a vida de acordo com a sua vontade, da mesma forma que pode programar um computador. O corpo tem toda a capacidade de produzir e reproduzir tudo o que forma a estrutura humana. Apenas é necessário reprogramar as células para produzir o que se quer. Isso muda o setor farmacêutico, mas também a alimentação, o setor energético, têxtil, produtivo, com a introdução de bioenergia, bioplástico, biofibras, biocomponentes plásticos para automóveis. Isso faz com que grandes empresas, como a Toyota, GE, Google e outras invistam em biotecnologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como aproveitar a oportunidade – Essa nova linguagem, novo código é importante porque significa que se pode construir um novo Brasil em uma geração, segundo o conferencista. Mas para isso é necessário que se tomem algumas providências. Uma delas é começar a tratar pelo menos 5% das escolas como se fossem peneiras para treinamento de futebol. É necessário identificar os melhores alunos e investir neles. Além disso, é preciso investir em novas empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É essencial dobrar o número de empresas na Bolsa para que se dobre o crescimento do país. E as empresas devem deixar de ser apenas fábricas para se tornar provedoras de soluções e fornecedoras de tecnologia”, ensinou, acrescentando que também pode ser boa idéia compara algumas dessas novas companhias voltadas à tecnologia genética. “Os países que criam os novos negócios e que são empreendedores vão ser os novos líderes econômicos”, previu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Juan Enriquez, fundador do Life Sciences Project da Harvard Business School, em sua palestra na ExpoManagement 2007&lt;br /&gt;Fonte: HSM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3951521179490386013?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3951521179490386013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3951521179490386013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3951521179490386013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3951521179490386013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/como-competir-num-mundo-dirigido-pelas.html' title='Como competir num mundo dirigido pelas ciências'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1817385188591062656</id><published>2007-11-07T02:50:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T02:53:42.264-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pesquisas em Contabilidade'/><title type='text'>AVALIAÇÃO DA LIQUIDEZ DAS EMPRESAS ATRAVÉS DA ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA</title><content type='html'>Dentre as principais alterações previstas na legislação societária inclui-se a substituição da demonstração das origens e aplicações de recursos pela demonstração de fluxos de caixa (DFC), que apresentam finalidades até certo ponto distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas divulgada no país por algumas raras companhias, a DFC permanece pouco explorada no tocante a seu formato de exposição por categorias de atividades, seus métodos de elaboração do fluxo de caixa gerado pelas operações e, principalmente, sua utilização para fins de análise da liquidez das organizações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização de quocientes extraídos de relações entre valores da DFC facilita a interpretação da situação financeira da empresa, sendo o fluxo de caixa operacional a medida absoluta mais relevante mostrada no relatório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses índices foram classificados em quatro categorias distintas, cujos propósitos variam da avaliação da capacidade de pagamento do negócio até a determinação das taxas de recuperação (retorno) de caixa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo a demonstrar a viabilidade da análise financeira com base na DFC, foram calculados e interpretados os quocientes extraídos dos relatórios publicados pelas empresas CVRD e CEMIG, para dois anos consecutivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, foram expostas algumas linhas de pesquisa, e ressaltada a questão inerente à classificação dos fluxos de caixa entre as atividades operacionais, de financiamento e de investimento, um problema que os órgãos normativos terão de enfrentar em momento próximo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores:&lt;br /&gt;Roberto Braga&lt;br /&gt;José Augusto Veiga da Costa Marques&lt;br /&gt;Fonte: Revista Contabilidade &amp; Finanças &lt;br /&gt;NÚMERO 25 (Janeiro/Abril de 2001)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.eac.fea.usp.br/cadernos/completos/cad25/Revista_25_parte_1.pdf"&gt;ARTIGO&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1817385188591062656?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1817385188591062656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1817385188591062656' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1817385188591062656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1817385188591062656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/avaliao-da-liquidez-das-empresas-atravs.html' title='AVALIAÇÃO DA LIQUIDEZ DAS EMPRESAS ATRAVÉS DA ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1797955831013586309</id><published>2007-11-07T02:45:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T02:46:21.474-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Oi chega a São Paulo para brigar na telefonia celular</title><content type='html'>A Oi, ex-Telemar, se prepara para entrar no mercado de São Paulo. A empresa, que tentou em vão nos últimos 18 meses uma reestruturação societária que lhe permitiria sonhar com grandes oportunidades de expansão, deixou de lado temporariamente esses planos e resolveu partir para a ação. Ela já atende clientes corporativos de telefonia fixa no Estado e agora vai lançar seu serviço celular no primeiro semestre de 2008.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos próximos 15 dias, a Oi abre a chamada para contratação de fornecedores de infra-estrutura, como centrais telefônicas, controladoras, rádios e os responsáveis pelas obras civis. A expectativa é que participem da concorrência grandes grupos como Nokia Siemens, Ericsson, Huawei e Alcatel Lucent. Além disso, cerca de 40 executivos deverão ser contratados, a maioria para a filial paulista.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comunicado aos funcionários da Oi, seu presidente, Luiz Eduardo Falco, detalhou os planos para São Paulo e disse que o momento é de "um passo ousado" para ampliar o leque de serviços. Amanhã, lança o serviço de televisão pelo celular e também de IPTV, a TV por protocolo de internet, nos Estados onde já atua. Vai oferecer vídeos sob demanda no início do próximo ano, começando pelo Rio, para gradativamente chegar aos demais 13 Estados de sua concessão.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compra de equipamentos pela Oi está mexendo com o mercado. Alguns fornecedores preparam proposta incluindo soluções de terceira geração da telefonia celular (3G), cujas licenças ainda não foram leiloadas. A Oi só tem freqüência, adquirida em setembro por R$ 170 milhões, para implantar a rede GSM. Mas a aposta é que ela vai entrar praticamente ao mesmo tempo com as duas soluções no mercado paulista. Procurada, a empresa não informou o valor do investimento em São Paulo, mas R$ 800 milhões do orçamento de R$ 2,1 bilhões para 2007 ficaram para o último trimestre do ano, abrindo espaço para compras na telefonia celular e, também, para ampliar a rede de banda larga, foco da companhia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A investida da Oi coincide com uma retomada do crescimento acelerado na produção de telefones celulares no Brasil. Segundo dados do IBGE, houve um aumento de 13% em setembro. Com isso, a indústria trabalha agora com a expectativa de produzir entre 44 milhões e 45 milhões de unidades neste ano.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Heloisa Magalhães&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 07/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1797955831013586309?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1797955831013586309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1797955831013586309' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1797955831013586309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1797955831013586309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/oi-chega-so-paulo-para-brigar-na.html' title='Oi chega a São Paulo para brigar na telefonia celular'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-6784093666769790186</id><published>2007-11-07T02:41:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T02:42:18.866-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>BRA sai do ar</title><content type='html'>Cada dia, uma turbulência – a crise aérea já voou um longo percurso pelos céus e aeroportos do Brasil, pelos gabinetes de governo e de empresas também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terça-feira (6), mais um sinal da precariedade extrema desse serviço essencial ao país: uma companhia deixou de funcionar, demitiu os funcionários e, literalmente, saiu do ar. A BRA, a terceira maior empresa em operação, deixou passageiros longe de casa, descumprindo os contratos, deu poucas explicações e surpreendeu os órgãos do governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem ficou com o bilhete? Mais um mico na mão. Ninguém sabia de nada. Ao todo, 1,1 funcionários ficaram sem emprego de uma hora para outra. Tinha gente trabalhando sem saber que já estava na rua e tem gente viajando e não sabe bem como vai voltar para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma aeromoça da BRA falou com exclusividade para o Bom Dia Brasil sobre as condições em que a empresa operava. Há mais de dois anos na empresa, ela ficou sabendo pela televisão que estava desempregada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cheguei a ligar para a companhia aérea, mas não informaram nada. Ficaram dando desculpas e ninguém informa nada”, disse ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a funcionária, nos últimos dois meses a situação estava cada vez mais precária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitas vezes não tinha nem o que servir para o passageiro em três horas de vôo. Várias vezes deixamos de comer a nossa refeição que a gente comprava fora da aeronave, porque para a gente também não tinha mais nada, para dar para criança. No finalzinho, só serviam água e olhe lá ainda”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aeromoça questiona a segurança dos aviões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma situação que a gente vê que não tinha nada para servir dentro da aeronave, como será que anda a manutenção? São aviões que já tinham históricos de que poderia acontecer alguma coisa. Era histórico de despressurizações, principalmente despressurizações. Graças a Deus, a empresa parou numa hora ainda que não tivesse acontecido nada de grave, porque, se tivesse continuado, com certeza poderia ocorrer mais uma vez no Brasil outra tragédia”, comentou a aeromoça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela diz que faltavam funcionários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quantas vezes a gente descia junto com os passageiros para levar até outra aeronave, porque não tinha funcionário em solo. A gente precisa receber o que a gente trabalhou. Eu só quero isso”, continuou a aeromoça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As demissões também pegaram de surpresa os sindicalistas, que temem que uma cena conhecida no setor se repita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que tememos é que, a exemplo dos trabalhadores da Vasp, da TransBrasil e da Varig, os trabalhadores da BRA tenham o mesmo fim: vão sair com uma mão na frente e outra atrás e não receberão seus direitos trabalhistas. Empresa não pode fazer greve. Pode ser que eles estejam tentando com artifício, fazendo um nocaute, para pressionar o governo para colocar dinheiro no negócio”, afirmou o presidente da Federação de Trabalhadores de Transportes Aéreos, Uébio José da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consultora no mercado de aviação, Amarilis Romano, diz que a saída da BRA do mercado às vésperas das festas de Natal e de Ano Novo pode dificultar a vida de quem pretende viajar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A situação dos vôos do cliente e do consumidor que quer voar vai ficar bem mais complicada, porque ele deixou de ter uma opção importante”, observa Amarilis Romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa era conhecida por oferecer passagens mais baratas. “A BRA tem preço melhor. Por isso, viemos direto para a BRA comprar”, comentou um senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A BRA tem uma frota de dez aeronaves. Até terça-feira (6), seis estavam em operação. Com a suspensão dos vôos, a partir desta quarta (7) os consumidores que compraram passagens serão reembolsados ou reacomodados em outras companhias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou que vai pedir prioridade às empresas aéreas para aqueles passageiros que já usaram o bilhete de ida e agora precisam retornar ao ponto de origem. Nos aeroportos, as lojas da BRA estão fechadas. Horas depois do anúncio, ainda tinha gente querendo comprar passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acho isso um absurdo. Fui surpreendida”, comentou uma passageira. “Na verdade, acho que existe aí uma omissão de informações”, disse uma jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor que procurou informações pela internet encontrou o site da companhia fora do ar. Ficou só uma mensagem da empresa aérea informando um endereço eletrônico para contato e um número de telefone, que passou boa parte da noite desta terça com sinal de ocupado. Esta é uma dificuldade a mais para os 70 mil passageiros que compraram bilhetes da companhia até março do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anac diz que quer uma solução para os passageiros da BRA, mas o que se vê nos aeroportos é uma situação bem diferente. No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, os guichês da BRA amanheceram vazios – sem passageiros, sem funcionários e também sem qualquer tipo de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o nome da empresa aérea foi retirado dos painéis que informam embarques e desembarques no aeroporto. A Anac disse que vai tentar acomodar os passageiros que compraram passagens de ida e volta em vôos de outras companhias aéreas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos que quem compraram pacotes de viagens, por lei a BRA tem até 30 dias para fazer o reembolso. Nesta terça-feira, uma equipe da Anac fará uma vistoria no centro de operações da BRA. A Anac proibiu a BRA de vender novas passagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil entrevistou um grupo de 21 brasileiros que viajou para Milão com a BRA e que deveria ter embarcado de volta na segunda-feira (5), mas não conseguiu. A passageira Gabriela disse que eles foram levados para o aeroporto e devem embarcar dentro de uma hora em um vôo da TAM, que vem para São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o drama ainda não está totalmente encerrado: como a BRA reservou lugares na classe econômica da TAM, a quantidade de bagagem permitida é menor. Por isso, muitos passageiros na Itália abriram as malas para jogar o excesso de bagagem fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Bom dia Brasil em 7/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-6784093666769790186?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/6784093666769790186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=6784093666769790186' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6784093666769790186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6784093666769790186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/bra-sai-do-ar.html' title='BRA sai do ar'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-8579406338022548633</id><published>2007-11-07T02:38:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T02:39:28.732-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Vale se prepara para ter usina nuclear no País</title><content type='html'>Em meio à crise de abastecimento do gás e aos temores de um novo apagão energético no curto e médios prazos, a CVRD , maior consumidora individual de energia do País, acelera projetos de autoprodução de eletricidade. [...]&lt;br /&gt;Para entrar na atividade nuclear, a Vale, que destinará US$ 470 milhões em 2008 para geração própria, defende mudanças na legislação para quebra do monopólio do urânio, setor controlado exclusivamente pela estatal Eletronuclear. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Empresa defende mudança na legislação para quebrar o monopólio da Eletronuclear. Em meio à crise de abastecimento do gás e aos temores de um novo apagão energético no curto e médios prazos, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), maior consumidora individual de energia do País, acelera projetos de autoprodução de eletricidade. Ontem, o seu presidente, Roger Agnelli, disse que, para enfrentar a escassez da oferta, planeja investir na exploração de urânio e na construção de usinas nucleares no País. "A energia nuclear é uma tendência inevitável." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entrar na atividade nuclear, a Vale, que destinará US$ 470 milhões em 2008 para geração própria, defende mudanças na legislação para quebra do monopólio do urânio, setor controlado exclusivamente pela estatal Eletronuclear. "O Brasil tem uma das maiores reservas de urânio do planeta e nosso interesse é estabelecer parceria com o governo para pesquisar o potencial do País", disse Agnelli. A empresa já explora urânio no exterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Página C-2(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Júlio Ottoboni)07/11/2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-8579406338022548633?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/8579406338022548633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=8579406338022548633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8579406338022548633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8579406338022548633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/vale-se-prepara-para-ter-usina-nuclear.html' title='Vale se prepara para ter usina nuclear no País'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-605121527039132849</id><published>2007-11-07T02:36:00.001-08:00</published><updated>2007-11-07T02:36:39.972-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Lucro da Gerdau Ameristeel sobe 35% no 3o trimestre</title><content type='html'>A Gerdau Ameristeel divulgou nesta terça-feira um aumento de 35 por cento em seu lucro líquido no terceiro trimestre em relação a igual período no ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa apresentou lucro de 123,8 milhões de dólares, ou 0,4 dólar por ação, no período encerrado em 30 de setembro, ante 91,4 milhões de dólares no mesmo período de 2006, ou 0,3 dólar por ação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros nove meses de 2007, o lucro total ficou em 396,5 milhões de dólares, 29 por cento acima dos 307,9 milhões de dólares nos primeiros nove meses de 2006, afirmou a empresa em comunicado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A receita líquida trimestral cresceu 20 por cento, para 1,4 bilhão de dólares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os ganhos nos primeiros nove meses de 2007 já ultrapassam o nosso lucro anual do ano de 2006. A desaceleração no setor de construção residencial da América do Norte tem pouco impacto direto em nossa demanda, pois atendemos principalmente o segmento de infra-estrutura e de construção não residencial que seguem aquecido", afirmou o presidente de empresa, Mário Longhi, em comunicado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa protocolou junto às autoridades reguladoras do mercado acionário no Canadá e Estados Unidos para oferta de 110 milhões de ações ordinárias de suas emissão. Segundo a empresa, a Gerdau S.A possui cerca de 66,5 por cento das ações ordinárias emitidas pela Gerdau Ameristeel e aceitou adquirir cerca de 73 milhões de ações nesta oferta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters em 06/11/20007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-605121527039132849?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/605121527039132849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=605121527039132849' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/605121527039132849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/605121527039132849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/lucro-da-gerdau-ameristeel-sobe-35-no.html' title='Lucro da Gerdau Ameristeel sobe 35% no 3o trimestre'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5077206653179173076</id><published>2007-11-07T02:27:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T02:32:32.718-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissão Contábil'/><title type='text'>GESTÃO</title><content type='html'>Levantamento mostra quais sâo as principais preocupações dos catarinenses em relação à carreira. Confira as dicas na íntegra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena manter uma rede de relacionamentos? Mesmo empregado, você deve manter seu currículo atualizado? Como se relacionar com funcionários da concorrência? Como medir sua competitividade no mercado? É correto fazer leilão do seu emprego entre duas empresas? Como se livrar de fofocas no trabalho? Essas e outras questões, levantadas diariamente por profissionais catarinenses, encontram respostas num levantamento inédito realizado pela CC&amp;G Gestão de Pessoas, de Joinville, empresa que atua há 15 anos na gestão estratégica de pessoas. As orientações às dúvidas têm como base a atuação prática da CC&amp;G em áreas como gestão por competências, educação corporativa, outsourcing de RH e executive search.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa foi elaborada pela consultora e diretora da CC&amp;G, Lise Steigleder Chaves. “Buscamos ouvir as principais dúvidas e anseios de profissionais catarinenses em relação à carreira. A partir das principais questões levantadas, produzimos uma relação de dicas para quem busca orientações sobre carreira e comportamento no trabalho”, informa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a consultora, o momento atual é bastante positivo para carreiras, pois os modelos de gestão adotados pelas empresas nunca valorizaram tanto as competências e a qualificação. “As empresas sabem que só irão adiante se contarem com pessoas motivadas, capacitadas e que, acima de tudo, tenham vontade de crescer e de contribuir com o crescimento delas. O lucro de uma empresa não é mais proporcionado pelos produtos, mas pelas pessoas que nela atuam, em toda a sua cadeia produtiva”, afirma Lise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Lise, o segredo do sucesso está na reciprocidade entre empresas e funcionários. “Quando existe esse equilíbrio, em que a empresa está satisfeita com você e você está motivado, criam-se as melhores condições para o crescimento tanto de um, como de outro. Por isso é preciso investir sempre na gestão do conhecimento, para que você possa fazer parte do processo estratégico da empresa”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GESTÃO POR COMPETÊNCIAS &lt;br /&gt;“A essência do trabalho da CC&amp;G é conectar as pessoas à geração dos resultados desejados pelos clientes, levando a gestão do capital humano a um nível estratégico, provendo o diagnóstico e apontando soluções específicas e customizadas”, assinala a diretora Lise Steigleder Chaves. Com uma equipe 18 pessoas, todas com graduação, a CC&amp;G tem uma carteira de clientes formada por empresas como Perdigão, Multibrás e Embraco (Whirlpool), Remy, WEG, Wetzel, Datasul, Fabio Perini, Frank, Termotécnica, Unimed entre outras. “As empresas catarinenses valorizam muito o profissionalismo e buscam sempre as melhores parcerias para identificação e contratação de talentos. Elas investem para a disseminação de suas culturas e conhecimentos, pois têm a consciência de que são as pessoas que fazem o sucesso de um negócio”, avalia Lise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com clientes nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a CC&amp;G tem entre suas especialidades a gestão por competências, método que identifica e estimula a carreira de profissionais dentro das empresas a partir de talentos demonstrados. “As empresas sabem que a execução de suas estratégias passa pelo envolvimento e pelas condições de crescimento por parte dos funcionários, que devem estar aptos a assumir novas responsabilidades. Depois de terem suas competências identificadas, os funcionários passam a ter uma atenção especial”, explica Lise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gestão de competências é uma metodologia de gestão de pessoas e negócios que, baseada nas competências necessárias à organização, estrutura e gerencia os processos existentes, atuando desde o mapeamento das competências até o estabelecimento de processos de desenvolvimento. Garante o vínculo da gestão das pessoas com as necessidades do negócio e estratégias da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema mede as competências apresentadas pelos profissionais da empresa, fornecendo insumos para processos de seleção, sucessão, promoção e qualificação. Fornece aos gestores a informação de quem é quem na organização e a melhor forma de utilização do seu potencial para cada dimensão do negócio, alocando-as para exercerem seus conhecimentos e habilidades, resultando em atitudes pró-ativas e no trabalho alinhado com as estratégias da empresa. É realizado com metodologias reconhecidas, em sintonia com as melhores práticas, proporcionando amostragem acurada a respeito do perfil dos profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CC&amp;G atua também na identificação e captação de profissionais especializados e executivos, conforme o perfil técnico e comportamental estabelecido pela organização. Também presta serviços nas áreas de outplacement, preparação para a aposentadoria, diagnósticos de recursos humanos, pesquisas, clima organizacional, processos de avaliação e programas de remuneração variável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMO IMPULSIONAR SUA CARREIRA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A seguir, as principais orientações produzidas pela CC&amp;G a partir de dúvidas levantadas por profissionais catarinenses:&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Devo atualizar meu currículo mesmo estando empregado?&lt;br /&gt;Mesmo estando empregado, você deve manter seu currículo atualizado. Procure atualizá-lo pelo menos uma vez por ano, colocando nele as principais atividades realizadas. O simples ato de atualizar o currículo serve para que você constate o quanto sua carreira está estagnada ou não.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Mesmo com um emprego estável, devo me preocupar com minha carreira?&lt;br /&gt;Mesmo estando empregado há dez ou 20 anos e que a empresa esteja satisfeita com seu desempenho, você deve se preocupar com a carreira. Você precisa ter em mente que uma carreira é um processo contínuo e que o futuro sempre será incerto. Por isso, semeie hoje cuidados com a sua carreira que você poderá colher no futuro.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Se não aceitar um curso pago pela empresa, ficarei mal visto?&lt;br /&gt;Leve em conta que, no futuro, talvez esse benefício não volte a ser oferecido a você e, além disso, poderá aparecer uma oportunidade em que o curso poderia ter lhe habilitado a assumir novos desafios.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Devo manter uma rede de relacionamentos? Como tratar com colegas que trabalham na concorrência?&lt;br /&gt;Uma rede de relacionamentos é sempre fundamental para qualquer carreira, pois abre portas no futuro, caso seja necessário. O relacionamento com colegas da concorrência é salutar, desde que respeitados alguns limites, como o sigilo em relação a assuntos estratégicos e internos da empresa.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Se meu chefe souber que falo com concorrentes, serei demitido?&lt;br /&gt;Não, desde que você haja com responsabilidade, não repassando informações sobre a empresa, evitando fofocas sobre comportamentos pessoais. Demonstre sempre segurança e adote uma conduta ética em seu ambiente de trabalho e, com certeza, a empresa terá confiança em você mesmo que você converse com os concorrentes.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Como saber se esta na hora de mudar de emprego?&lt;br /&gt;A hora de mudar começa a se materializar quando nos sentimos cansados, desmotivados e passamos a falar sobre essa situação com amigos, familiares e superiores. Caso não surjam novas perspectivas, então é hora de mudar.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Como saber se continuo competitivo no mercado?&lt;br /&gt;O caminho mais confortável é quando você é procurado ou indicado para novas funções dentro ou fora da empresa, fruto de sua visibilidade no mercado. Caso você esteja empregado, a melhor opção é conversar com um especialista. Se estiver procurando emprego, cadastre-se nos bancos de talentos e responda a anúncios de emprego para avaliar a receptividade.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Se estiver procurando um novo emprego, devo abrir o jogo com o meu chefe?&lt;br /&gt;Depende. Você precisa avaliar os riscos e deve levar em conta o suporte financeiro caso a empresa decida dispensá-lo por causa disso. Mas nunca faça isso como forma de chantagem para tentar arrancar aumentos de sua atual empresa, pois você se verá desempregado e desprestigiado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Posso barganhar aumento informando sobre o interesse de outra empresa?&lt;br /&gt;Não. O leilão costuma não funcionar nas empresas. Se seu problema é remuneração, converse francamente com seu chefe, mostre o quanto tem trazido de resultados e peça aumento como reconhecimento. Somente depois disso, informe sobre sua decisão de sair não tendo como causa principal uma outra oferta, mas pela não valorização da empresa em relação ao seu desempenho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meus colegas continuam trabalhando após o expediente. Devo imitá-los para ser valorizado?&lt;br /&gt;Se você consegue executar suas tarefas ou mesmo antecipá-las, não há motivos para ficar depois do expediente. O importante é que seu trabalho seja qualitativamente bem avaliado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como devo me posicionar caso seja alvo de fofocas?&lt;br /&gt;A questão é delicada. Nunca faça queixas a seu superior. Se necessário, informe a ele de forma assertiva e direta. Não use e-mails e nem escreva nada em suas respostas a respeito. Mostre que você quer cortar o assunto e solicite à empresa providências caso a pessoa que está originando a fofoca não desista.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: Noticenter em 07/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5077206653179173076?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5077206653179173076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5077206653179173076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5077206653179173076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5077206653179173076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/gesto.html' title='GESTÃO'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-6833033370850605668</id><published>2007-11-07T02:25:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T02:26:27.317-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Bradesco cria multimercado multigestor</title><content type='html'>Em busca de diversificação e na tentativa de obter retornos diferenciados, o investidor tem aceitado correr um pouco mais de risco e os fundos multimercados têm sido destaque. Só para se ter idéia, neste ano, os multimercados são os que mais captam recursos, com ingresso de R$ 34 bilhões até outubro, segundo dados do site financeiro Fortuna.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fisgar parte desses recursos, o Bradesco está ampliando sua prateleira de carteiras mais sofisticadas. A gestora do banco está lançando esta semana o Bradesco Prime FIC Multimercado Multigestor, o primeiro fundo da casa que aplicará os recursos em outras instituições. Inicialmente, somente os clientes afortunados (privates) e os investidores de varejo de alta renda poderão investir na carteira, que terá entre cinco e dez gestores. Entre os já selecionados estão UBS Pactual, Hedging-Griffo, BBM, Schroders e Mellon. Os outros cinco ainda estão em definição, diz Robert van Dijk, diretor superintendente da Bradesco Asset Management (Bram). "É uma forma de diversificar o risco por meio de estilos de gestão diferentes", diz o executivo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um dos gestores selecionados irá montar fundos exclusivos para receber os recursos da carteira do Bradesco, informa Marcos Rabinovich, superintendente de fundos de fundos da Bram. Dados do ranking global de administração de recursos de terceiros elaborado pela Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) mostram que a asset do Bradesco tinha, em setembro, R$ 137,124 bilhões sob gestão, dos quais R$ 27,670 bilhões eram de clientes de varejo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia é criar fundos mais agressivos à medida que o investidor vá se familiarizando com esses produtos, diz Marcos Villanova, superintendente executivo do departamento de investimentos do Bradesco. Segundo ele, a instituição está dobrando o número de consultores de investimentos disponíveis para sanar dúvidas por telefone, internet ou até pessoalmente, com agendamento prévio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundo tem aplicação mínima de R$ 50 mil e taxa de administração que varia de 1,5% a 2,6%. Esse valor dependerá das taxas cobradas pelos gestores que irão compor a gestão do fundo. Há taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Não há prazo de carência para os resgates. De acordo com Villanova, a carteira é voltada principalmente para os clientes que normalmente eram investidores de fundos mais conservadores, como DI e renda fixa prefixada, e que agora começam a buscar um retorno um pouco superior ao CDI. A meta do fundo é oferecer a rentabilidade do CDI mais 1% ao ano.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de van Dijk, o Brasil vive um momento ímpar, embora ainda tenha algumas lições de casa para fazer. O país está a um passo do "investment grade" - classificação de risco que permite aos grandes fundos de pensão aplicarem diretamente aqui -, mas ainda tem gargalos na área de infra-estrutura, diz. E mesmo com o Índice Bovespa caminhando para o quinto ano consecutivo de alta, van Dijk avalia que ainda há boas oportunidade na bolsa. "Mas, com certeza, encontrá-las demandará uma análise fundamentalista ainda mais detalhada das empresas", diz o executivo. "Além disso, esse novo grupo de empresas vindo à bolsa é muito positivo, já que aumenta o universo de aplicação."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Luciana Monteiro&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online 07/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-6833033370850605668?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/6833033370850605668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=6833033370850605668' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6833033370850605668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6833033370850605668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/bradesco-cria-multimercado-multigestor.html' title='Bradesco cria multimercado multigestor'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5117956388557030771</id><published>2007-11-07T02:23:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T02:24:43.181-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>O cliente no centro das atenções</title><content type='html'>“É a sua atitude que determina o seu legado”. Foi com essa frase que Anne Mulcahy, presidente do conselho e CEO da Xerox Corporation iniciou sua palestra no segundo dia da ExpoManagement 2007, realizada pela HSM. Há 31 anos na companhia, Anne atribuiu seu sucesso à importância que imputa ao cliente da empresa. “Colocar o cliente no centro do círculo das atenções é fundamental para o sucesso dos negócios”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é exatamente o foco que destina ao cliente que levou Anne a perceber a importância de manter, mesmo em momentos de crise, os investimentos voltados à pesquisa e desenvolvimento, geralmente cortados nessas situações. “Não poderíamos tomar uma atitude dessas em uma empresa de tecnologia, que depende da inovação para atender bem o cliente”, relatou a profissional, ao proferir que a crise é uma motivadora poderosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco estratégias fundamentais - Considerada uma das mulheres mais poderosas do mundo, a responsável pelo ousado plano que levou a Xerox de volta à lucratividade, também atribuiu em seu discurso em prol da importância que deve ser atribuída ao cliente cinco estratégias que devem ser adotadas pelas empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira é saber ouvir o cliente para saber quais são os seus problemas. Em segundo lugar, preconizou a importância das empresas investirem até nos momentos mais difíceis. Enfatizou também que os funcionários devem ser instruídos a dar valor aos anseios dos clientes, que possuem aspirações individuais. Ensinou ainda que as empresas não devem vender produtos, mas soluções para problemas. “Essa é uma questão muito importante porque, nos últimos 50 anos, o mercado de TI privilegiou o T, de tecnologia, mas na verdade o I, de informação, já mostrou ser muito mais importante para o sucesso dos negócios”, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, Anne revelou a importância de ofertar serviços que extrapolem as expectativas dos clientes como a quinta estratégia fundamental. “O inimigo do ótimo é o bom”, elucidou ao relatar uma pesquisa realizada junto ao mercado automobilístico que revelou que apenas 40% dos clientes satisfeitos com a marca do carro que possuem compram outro veículo do mesmo fabricante. “E o sucesso depende da lealdade do cliente, que precisa ser surpreendido, sempre”, disse.&lt;br /&gt;Lealdade – Anee disse acreditar que a lealdade deve ser imputada aos valores estabelecidos pelos líderes. “Aprendi, na liderança da Xerox, a importância da cultura da informação em tempos de crise e que para articular uma visão voltada para o sucesso é preciso que todos os atores estejam envolvidos em prol do mesmo objetivo. O funcionário precisa saber de sua importância no contexto da empresa”, destacou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, Anne utiliza o mesmo discurso quando deseja se reportar aos acionistas e ao público interno. “Acredito que essa seja a conduta adequada para aqueles que desejam administrar em benefício de todos os interessados. Então, o grande desafio é proferir mensagens consistentes, que atinjam todos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A responsável pela recuperação da Xerox ingressou na companhia como representante de vendas. Foi nomeada CEO em 2001, época em que a companhia tinha dívidas de US$ 17,1 bilhões e apenas US$ 154 milhões em caixa. “A perspectiva da falência assombrava a empresa. A receita e as vendas diminuíam, os clientes estavam infelizes, os funcionários se demitindo e valor das ações sendo reduzidos”, lembrou a executiva, que galgou os degraus da liderança internamente, ao contrário de outros profissionais de cargos altos, geralmente oriundos de outras empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal HSM On-line&lt;br /&gt;06/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5117956388557030771?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5117956388557030771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5117956388557030771' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5117956388557030771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5117956388557030771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/o-cliente-no-centro-das-atenes.html' title='O cliente no centro das atenções'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7931500420069767092</id><published>2007-11-07T02:21:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T02:22:11.423-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Equívocos sobre a participação nos lucros</title><content type='html'>Passados quase 13 anos do lançamento da primeira medida provisória sobre a participação nos lucros ou resultados - a chamada PLR -, vale a pena analisar comportamentos e práticas adotadas pelas empresas. Durante este período, surgiram casos de sucesso e modelos equivocados, procedentes do desconhecimento da matéria por parte de alguns empregadores, empregados, sindicatos e até mesmo legisladores. Sua proposta é incentivar a integração entre capital e trabalho para promover a motivação dos colaboradores e, conseqüentemente, a melhoria da produtividade da empresa: a parceria perfeita.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado, apesar do tempo transcorrido, a PLR ainda é uma experiência ainda relativamente nova no Brasil, por outro lado o tema é item presente da pauta de reivindicações em convenções coletivas de trabalho. Tem sido também um requisito quase que indispensável para a retenção de talentos, pois o direito se tornou alvo desejado pelos empregados. O artigo 7º da Constituição Federal garante esse direito aos cidadãos, que veio a ser regulamentado pela Lei nº 10.101, de 20 de dezembro de 2000. Hoje é comum assistir o desligamento de um profissional formado e competente para outra empresa que lhe ofereça a participação nos lucros, o que acaba sendo um custo alto para a empresa, que terá que treinar um novo funcionário. A PLR trata-se, portanto, de um mecanismo que pode aumentar a produtividade da empresa e reduzir custos, algo nada desprezível em uma economia de alta competitividade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início, empresários pensavam que a PLR aumentaria os gastos e que informações confidenciais poderiam ser reveladas, e isto parecia assustador. Entretanto, com a lei promulgada, foram assegurados direitos importantes para as empresas, como os fiscais, destacando-se a isenção de encargos sociais, a não-habitualidade e a não-integralização ao salário, ou seja, um dinheiro livre de quaisquer ônus trabalhistas. Hoje, além de muitos receios terem caídos por terra, incentivando a adoção de PLRs, cresceu muito a procura das empresas pelo mecanismo, pois a prática mostra que ele é um ótimo instrumento que agiliza a gestão e aumenta a produtividade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ainda assusta é o ranço infundado estampado em sua nomenclatura - participação nos "lucros", tão difíceis de serem auferidos em um país onde a carga tributária e o ônus trabalhista quase que esmaga a atividade empresarial, dentre outros custos. O que ainda persiste, apesar de tudo, é a falta de informação sobre a matéria, fato que tem levado muitos negociadores a situações de risco. A ausência de conhecimento, por vezes, acarreta seu descumprimento, o que traz conseqüências desastrosas para as empresas, pois configura a descaracterização da PLR, atribuindo ao pagamento a característica de natureza salarial, com seus encargos e multas retroativas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Cláusulas de PLR em acordos e convenções coletivas têm apresentado inúmeras irregularidades&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Implantar este programa não é coisa tão simples de se fazer. É preciso tomar alguns cuidados, principalmente quando se deseja migrar sistemas de remuneração variável e de avaliação para o programa. A definição da base financeira sobre a qual deve assentar-se o programa é fundamental, pois não se pode defini-la a esmo. Além disso, no capítulo da escolha das metas reside a alma da PRL, já que é o resultado do alcance de tais metas que será compartilhado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cláusulas de PLR em acordos e convenções coletivas têm apresentado inúmeras irregularidades. Nascem sem metas, fixam valores e acabam por atribuir a PLR um caráter de salário adicional. A lei é clara quanto à fixação de direitos substantivos e regras adjetivas. Nas convenções, por vezes, os valores são pagos sem metas, contrariando o objetivo da parceria, o que pode ser tudo, menos PLR. Já acordos celebrados através de comissões em empresas têm grandes chances de sucesso. Muitas empresas desconhecem que os acordos de PLR celebrados através de comissões de negociação as desobrigam de seguir as cláusulas de PLR da convenção coletiva, mantidos os direitos assegurados. Há de se destacar ainda a discussão sobre a obrigatoriedade do PRL, um capítulo à parte. A lei, embora não seja obrigatória, não elimina a hipótese da negociação que é prerrogativa dos empregados e não pode ser negada.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem ser citadas ainda outras práticas inadequadas: acordos verbais, periodicidade incorreta, metas utópicas ou mal dimensionadas, problemas com representantes de sindicatos que desconhecem as regras, critérios inadequados de distribuição, exclusão de trabalhadores, acordos ignorando o caráter econômico da medida, julgamentos equivocados e outras práticas que acabam por fazer com que o programa seja improdutivo para as empresas e levem ao descontentamento tanto trabalhadores quanto empresas - um desperdício. A PLR deve ser um instrumento de gestão, um programa com metas e recompensas que se traduza em resultado positivo para a empresa e que lhe permita eliminar gargalos produtivos. Um programa de PLR deve ser entendido como um desafio a ser perseguido e alcançado, que movimente todos os participantes, que seja legítimo, inteiro e não apenas um mero cumprimento legal, sob pena de gerar um irreparável dano no clima organizacional.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, para ter sucesso, o programa deve ter credibilidade e transparência para não vir a ser apenas mais um encargo. Somente a informação e a sensibilização poderão aplainar este caminho. A PLR promove e melhora a cultura profissional e social da empresa devendo ser fruto do amadurecimento das relações capital-trabalho. Quem tenta implementá-la, por tentativa e erro, poderá dar-se mal. Um programa bem feito, que considera todos os detalhes, construídos à luz do conhecimento de outros modelos praticados, somente poderá ser elaborado por quem esteja totalmente inserido em seus propósitos. A outra alternativa é correr riscos desnecessários.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Fernanda Della Rosa&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 07/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7931500420069767092?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7931500420069767092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7931500420069767092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7931500420069767092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7931500420069767092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/equvocos-sobre-participao-nos-lucros.html' title='Equívocos sobre a participação nos lucros'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1429130522000657964</id><published>2007-11-06T02:33:00.001-08:00</published><updated>2007-11-06T02:33:37.237-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Compradores do ABN iniciam cortes de 19 mil empregos</title><content type='html'>Os três compradores do ABN Amro estão iniciando a tarefa de cortar cerca de 19 mil empregos, mais da metade deles na Holanda, enquanto tentam reter as "estrelas" da instituição, os profissionais que geram as maiores receitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o ABN Amro Real disse não ter informações sobre demissões. Já o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região afirmou que ainda não há dados sobre cortes, mas a previsão é que áreas específicas, como a administrativa, sofram as maiores baixas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Royal Bank of Scotland --que liderou a compra do banco holandês por 71 bilhões de euros (102 bilhões de dólares), feita em conjunto com o Fortis e o Santander --, é grande a pressão para que repita o sucesso que teve quando comprou o rival de maior porte NatWest, sete anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A lição que você leva do NatWest é que as pessoas que estamos adquirindo fazem a maior diferença", disse o presidente-executivo do RBS, Fred Goodwin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O RBS vai se dedicar especialmente a evitar a fuga da equipe do banco de investimentos do ABN, que tem relacionamentos que trazem importantes receitas para a instituição holandesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oferta de lucrativos pacotes de incentivo a grandes nomes do ABN pode ser uma maneira óbvia para convencê-los a ficar, mas pode causar tensão com a equipe do Royal Bank of Scotland.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os nomes do ABN que devem ser alvo de medidas de retenção está Tom Willett, que assessorou a operação de compra da Scottish Power; Jitesh Gadhia, que trabalhou na maior aquisição internacional feita por uma empresa indiana; e Fiona Clutterbuck, cujo relacionamento com Hugh Osmond tem ajudado o ABN a aconselhar a seguradora Pearl, incluindo a oferta pela rival Resolution.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RBS, Santander e Fortis afirmam que podem cortar 19 mil empregos no mundo. Combinados com o ABN, a força de trabalho chega a 400 mil pessoas. O ABN tem cerca de 100 mil funcionários, incluindo 23 mil na Holanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase metade dos cortes será na Holanda, onde o Fortis terá sobreposição de clientes com o ABN, depois de ter comprado as áreas de varejo e gestão de ativos e fortunas do banco holandês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais cortes podem ocorrer na área de atacado, onde o Royal Bank of Scotland terá que integrar negócios do ABN com seus próprios em um momento difícil para os mercados de capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, o Santander enfrenta a menor pressão para cortes de empregos uma vez que não terá quase nenhuma sobreposição importante entre seus atuais negócios e unidades do ABN que está comprando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trio de bancos afirma que vai precisar de três anos para completar todas as reduções de custos, segundo Ahmed Kansouh, do sindicato holandês de trabalhadores CNV, que representa grande porção dos funcionários do ABN na Holanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A maior ação vai acontecer nos próximos nove meses. Dentro de dois anos, 90 por cento (dos cortes de empregos) já terá sido feito. Então, eu creio que será muito mais rápido que três anos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters&lt;br /&gt;01/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1429130522000657964?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1429130522000657964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1429130522000657964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1429130522000657964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1429130522000657964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/compradores-do-abn-iniciam-cortes-de-19.html' title='Compradores do ABN iniciam cortes de 19 mil empregos'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-383174400138886015</id><published>2007-11-06T02:31:00.000-08:00</published><updated>2007-11-06T02:32:16.428-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Pão de Açúcar investe R$207 mi em joint-venture com Assai</title><content type='html'>O grupo Pão de Açúcar anunciou na sexta-feira que investiu cerca de 207 milhões de reais para formar uma joint-venture com a rede atacadista paulista Assai Comercial e Importadora, ingressando em um segmento de consumo com foco em pequenos comerciantes e consumidores de baixa renda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia terá 60 por cento de participação na joint-venture. A Assai tem 2.700 funcionários e 14 lojas localizadas no Estado de São Paulo, informou o Pão de Açúcar em comunicado. A rede teve faturamento bruto em 12 meses de 1,15 bilhão de reais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A operação das lojas do Assai continuará sob a comando dos sócios originais da empresa, que seguirá operando com a marca Assai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pão de Açúcar fechou o ano passado com faturamento de 16,4 bilhões de reais, segundo o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril, o Carrefour anunciou a compra da rede brasileira Atacadão, que tem cerca de 30 hipermercados, por 2,2 bilhões de reais, elevando o faturamento do grupo a algo em torno de 17 bilhões de reais e colocando o grupo na liderança do varejo nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters em 05/11/2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-383174400138886015?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/383174400138886015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=383174400138886015' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/383174400138886015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/383174400138886015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/po-de-acar-investe-r207-mi-em-joint.html' title='Pão de Açúcar investe R$207 mi em joint-venture com Assai'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-8849619657558441261</id><published>2007-11-06T02:24:00.000-08:00</published><updated>2007-11-06T02:25:12.407-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Para poucos e bons</title><content type='html'>Os fundos de ações vêm atraindo uma legião de investidores seduzidos pela forte valorização do Índice Bovespa neste ano, de 46,87% até o dia 31. Mas é preciso ficar atento: nem todos os fundos de ações ativos estão conseguindo superar o Ibovespa, embora muitos cobrem caro por uma gestão dita diferenciada. Levantamento do Valor, com base nos dados do site financeiro Fortuna, mostra que de 137 fundos de ações que buscam superar o Ibovespa, apenas 43 efetivamente rendem mais do que o índice acumulado do ano. Dos vencedores, porém, só 15 aceitam aplicação de pequenos investidores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À primeira vista, quando se olha para o desempenho dos fundos de ações, com 31% das carteiras classificadas como Ibovespa ativo batendo o referencial, a análise é positiva, avalia Marcelo D'Agosto, sócio do Fortuna. "Esse resultado é natural, pois não são realmente todos os gestores que conseguirão superar o índice; alguns ganham, enquanto outros perdem", avalia. "Além disso, é preciso lembrar que há o impacto da taxa de administração sobre essa rentabilidade." Para ele, como o pequeno investidor raramente consegue ter acesso a essas carteiras com melhor desempenho, ele acaba optando por fundos mais populares, com os da Vale do Rio Doce.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Marcelo Assalin, diretor da SulAmérica Investimentos, ao decidir aplicar num fundo, o investidor deve observar atentamente a consistência de resultados da carteira no longo prazo. Além disso, precisa ver a taxa de administração cobrada pela carteira e, se for o caso, a taxa de performance, já que as duas trazem impacto à rentabilidade líquida. Outro fator importante é se o fundo poderá alavancar ou não. Pelo conceito de alavancagem, o gestor faz um empréstimo e, portanto, consegue mais recursos do que realmente têm em carteira para aplicar, o que potencializa os ganhos ou as perdas. Nesses casos, portanto, o risco aumenta.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer o levantamento dos fundos ativos, foram levadas em consideração somente as categorias de fundos de ações cujo referencial é o Índice Bovespa e que buscam superar o indicador, adotando, ou não, o mecanismo de alavancagem. Não foram levados em conta os fundos Ibovespa passivos, cujo objetivo é apenas replicar o índice, pois, como as carteiras cobram taxa de administração, é natural que o desempenho dessas aplicações fique ligeiramente abaixo do retorno apresentado pelo indicador. Ficaram de fora também os fundos de ações diferenciados, como os de dividendos, "small caps" ou aqueles compostos somente por papéis da Vale do Rio Doce ou Petrobras. Carteiras que não divulgaram a cota do dia 31 de outubro foram ignorados.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi justamente essa forte valorização dos papéis da Vale que fez muitos gestores terem rendimento abaixo do Ibovespa no ano, até agora. Isso porque, diante desses altos ganhos, muitos preferiram embolsar os elevados retornos e reduzir um pouco a exposição ao papel, diz Saulo Sabbá, diretor da Máxima Asset Management.Ele lembra que somente a Vale (junto com Bradespar, controladora mineradora) tem peso de 14,61% no Ibovespa, perdendo apenas para Petrobras, com 16,15%. "Mesmo se olharmos os fundos de ações como um todo, 60% deles estão com ganho abaixo do Ibovespa no ano", diz o executivo da gestora.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os 15 fundos Ibovespa ativo com desempenho acima do indicador e que estão abertos ao público em geral está o Máxima Tag Along Access, com rentabilidade acumulada de 66,32% no ano, até outubro, ante 46,87% do Ibovespa. Segundo Sabbá, o fundo busca deixar 70% da carteira atrelada ao índice e os outros 30% hoje estão em ações ligadas direta ou indiretamente ao setor imobiliário, como Cyrela, Gafisa e Duratex, e de tecnologia, como Positivo e Ideiasnet.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório do site Fortuna mostra que novamente os fundos de ações foram os mais rentáveis no mês de outubro, com ganho médio de 2,36% ante 3,10% do Ibovespa no mesmo período. A boa rentabilidade ante outras aplicações atraiu pelo menos R$ 2,202 bilhões para a categoria no mês passado. No ano, até o dia 31, os fundos de ações acumulam rendimento médio de 39,18% e registram captação de R$ 18,377 bilhões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a valorização de 46,87% do Ibovespa até outubro dê a impressão de que ganhar com a bolsa tem sido moleza, não foi bem assim se analisarmos o retorno comparado ao índice. No início do ano, ganharam os gestores de recursos que fizeram as apostas em empresas de menor capitalização, as chamadas ações "small caps", lembra Assalin, da SulAmérica. Depois, em julho e agosto, a bolsa passou por um processo de correção. A recuperação do mercado nos meses seguintes, no entanto, foi puxada por Vale e Petrobras e, quem ficou com menor exposição a esses papéis, rendeu menos que o Ibovespa, diz ele.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundo Sul América Equilibrium, com retorno de 47,41% no acumulado do ano pode ficar até 130% investido no Ibovespa, ou seja, pode alavancar. A carteira, que já existe há 13 anos, tem hoje menor exposição a Vale e Petrobras. Em contrapartida, aumentou as aplicações em ações do setor de varejo, infraestrutura, bancos e bens de capital, diz Assalin.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro que pode alavancar é o fundo GWI FIA, que acumula retorno de 103,22% no ano, até o dia 31. Segundo André Cury Maialy, da GWI Asset Management, a gestora tem como filosofia investir apenas em empresas que tendem a apresentar desempenho sólido, independentemente do ambiente político e econômico. É o caso, por exemplo, dos setores de energia, metalurgia, siderurgia, varejo e infra-estrutura. A maior parte dos retornos veio do segmento de siderurgia, com 52% do total, seguido por energia, com 37%, e varejo, com 11%, conta Maialy.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Luciana Monteiro&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 06/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-8849619657558441261?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/8849619657558441261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=8849619657558441261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8849619657558441261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8849619657558441261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/para-poucos-e-bons.html' title='Para poucos e bons'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-486697156896770809</id><published>2007-11-06T02:21:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T11:16:25.281-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Lucro líquido do Bradesco cresce 73,6% com a expansão do crédito</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_LLWtiiPMMTI/RzBAfhRPJaI/AAAAAAAAAAc/FmNo-Mllup4/s1600-h/bradesco.gif"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_LLWtiiPMMTI/RzBAfhRPJaI/AAAAAAAAAAc/FmNo-Mllup4/s320/bradesco.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5129670885825783202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Bradesco anunciou ontem ter obtido um lucro líquido de R$ 1,81 bilhão no terceiro trimestre, acumulando R$ 5,817 bilhões nos primeiros nove meses do ano. Puxado pelas operações de crédito, o resultado é 73,6% superior ao de igual período de 2006 e o maior já registrado por um banco brasileiro nos últimos 20 anos, segundo a consultoria Economatica.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, as ações preferenciais do Bradesco caíram 2,32% para R$ 56,20, ontem, superando a baixa de 1,7% do índice Bovespa, afetadas pela desconfiança dos investidores com os papéis de bancos, depois de o Citigroup ter anunciado mais perdas no mercado de hipotecas e crédito.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Bradesco, Márcio Cypriano, afirmou, porém, que não há nenhuma possibilidade de os bancos brasileiros passarem pelos mesmos problemas que os americanos. "O Brasil está imune a esse problema. As operações aqui são garantidas desde que foi aprovada a alienação fiduciária dos imóveis e não há refinanciamentos, como nos Estados Unidos. Financiamos até 80% do valor dos imóveis", disse Cypriano.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, é grande a expectativa dos bancos de crescer com a expansão do crédito imobiliário. Como lembrou Cypriano, o crédito imobiliário representa cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB). O Bradesco estima que chegará a 12% em 2014. Nos Estados Unidos, equivale a metade do PIB.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos um espaço enorme para crescer. Há uma demanda de 7,2 milhões de unidades habitacionais", disse Cypriano. E isso já está acontecendo. O Bradesco esperava destinar R$ 3 bilhões ao crédito imobiliário neste ano e a meta já foi atingida em outubro. Agora, prevê R$ 4 bilhões em 2008.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O banco reclama a posição de líder entre os privados no crédito imobiliário, com uma fatia de mercado de 22,6%. Ao final de setembro, a carteira de financiamento imobiliário para pessoas jurídicas somava R$ 1,362 bilhão, com expansão de 87,1% em doze meses; e a destinada a pessoas físicas, de R$ 1,404 bilhão, com aumento de 40,1% no mesmo espaço de tempo. A produção totalizou R$ 1,205 bilhão no terceiro trimestre, envolvendo 10,8 mil imóveis.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carteira de crédito imobiliário foi uma das que mais cresceu nos últimos doze meses, com 60%. Só foi superada pela linha de cartão de crédito, cujo aumento de 61,8% em doze meses, para R$ 7,230 bilhões, reflete a aquisição do American Express.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro destaque foi a expansão do crédito consignado e do financiamento de veículos. A linha de consignado aumentou 41,69% nos doze meses terminados em setembro, chegando a R$ 5,608 bilhões, engordado pela compra do BMC, cuja incorporação foi aprovada em agosto. Já o financiamento de veículos cresceu 24% no mesmo período para R$ 19,556 bilhões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na média, o Bradesco acompanhou o mercado de crédito em geral. A carteira total do banco atingiu R$ 140,093 bilhões em setembro, com crescimento de 27% em doze meses e 7,1% no terceiro trimestre, em comparação com 28,7% e 7,6% do mercado de crédito com recursos livres.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As operações de crédito para pequenas e médias empresas puxaram a média, com expansão de 33% nos doze meses terminados em setembro, quando a carteira atingiu R$ 37,379 bilhões. Em seguida veio o crédito para pessoas físicas, que cresceu 28,5% para R$ 54,383 bilhões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cypriano afirmou que o Bradesco está cumprindo a promessa de ampliar o crédito entre 21% e 27% neste ano. Para o próximo ano, a expectativa é que o crédito cresça menos, entre 20% e 25% por causa da previsão de uma expansão menor do PIB, de 4,37% em comparação com os 4,91% deste ano.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não há preocupação com os resultados porque o ritmo de queda dos juros básicos vai diminuir. O Bradesco prevê que a Selic, atualmente em 11,25%, vai fechar o ano nesse mesmo patamar e recuará a 10,25% no final de 2008.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o vice-presidente Milton Vargas, o banco deixa de ganhar R$ 200 milhões a cada ponto que a taxa Selic cai. O ajuste foi pior nos dois últimos anos, depois que a Selic saiu de 18%. Agora, o ajuste é bem menor e pode ser compensado pelo aumento dos negócios, como ocorreu nos últimos anos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capital o Bradesco tem para isso. Ao final de setembro, o patrimônio líquido do banco atingiu R$ 29,2 bilhões, colocando o índice da Basiléia em 14,2%. Segundo Cypriano, isso é suficiente para a carteira crescer R$ 78 bilhões. "O clima de confiança nas famílias, com aumento de renda e nível de emprego nos dá conforto para isso", disse Cypriano, que espera que o país seja elevado a grau de investimento no próximo ano por pelo menos uma agência de rating.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expansão do crédito levou o Brades co a ampliar as despesas com provisões embora a inadimplência esteja estabilizada e até com tendência a queda. As despesas com provisões acumularam R$ 3,942 bilhões nos nove primeiros meses deste ano, 22,3% a mais do que em igual período de 2006. Mas, o percentual de crédito com atraso acima de 90 dias era equivalente a 3,5% da carteira em setembro, praticamente estável em comparação com 3,4% um ano antes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Maria Christina Carvalho&lt;br /&gt;Fonte: Valor Econômico em 06/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-486697156896770809?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/486697156896770809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=486697156896770809' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/486697156896770809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/486697156896770809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/lucro-lquido-do-bradesco-cresce-736-com.html' title='Lucro líquido do Bradesco cresce 73,6% com a expansão do crédito'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_LLWtiiPMMTI/RzBAfhRPJaI/AAAAAAAAAAc/FmNo-Mllup4/s72-c/bradesco.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7821216339451152886</id><published>2007-11-06T02:07:00.000-08:00</published><updated>2007-11-06T02:08:33.223-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Oferta de ação dispara 300% no País em 2007</title><content type='html'>A captação de recursos por empresas brasileiras em ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) nos dez primeiros meses de 2007 totalizou US$ 25,4 bilhões, disparando 300;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para especialistas, o movimento evidencia que, a despeito da retração na oferta global de crédito, motivada pela crise no setor imobiliário dos EUA, a demanda por papéis de companhias domésticas segue forte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emissões de ações totalizaram US$ 25,4 bilhões de janeiro a outubro, 10,7% do mercado mundial. A captação de recursos por empresas brasileiras em ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) nos dez primeiros meses de 2007 totalizou US$ 25,4 bilhões, disparando 300% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da consultoria Thomson Financial. Na mesma base de comparação, as operações do setor no mundo inteiro tiveram expansão de 17%, para US$ 237,5 bilhões. Com isso, a fatia brasileira do mercado global do setor triplicou em doze meses para 10,7% do total. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mês passado foi especialmente intenso no mercado doméstico, quando as emissões totalizaram US$ 7,9 bilhões, quase um quinto de tudo o que foi emitido por esse canal no mundo inteiro. O movimento foi puxado pelo IPO da Bovespa Holding, de R$ 6,62 bilhões, o maior da história do País. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para especialistas, o movimento evidencia que, a despeito da retração na oferta global de crédito, motivada pela crise no setor imobiliário dos EUA, a demanda por papéis de companhias domésticas segue forte. "Ainda há bastante espaço para empresas brasileiras que tenham boas histórias para contar", diz José Olympio Pereira, responsável pela área de banco de investimentos do Credit Suisse, a instituição líder na coordenação de operações desse tipo no Brasil. A exemplo do que aconteceu por aqui, os setores financeiro e imobiliário foram os líderes em emissões mundiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Página B-2(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)em 06/11/2007&lt;br /&gt;Por Aluísio Alves&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7821216339451152886?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7821216339451152886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7821216339451152886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7821216339451152886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7821216339451152886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/oferta-de-ao-dispara-300-no-pas-em-2007.html' title='Oferta de ação dispara 300% no País em 2007'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7797539741099604982</id><published>2007-11-06T02:05:00.000-08:00</published><updated>2007-11-06T02:06:24.366-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Tributária'/><title type='text'>Nova classificação de atividades</title><content type='html'>Segundo a consultora do IBGE em assuntos de classificação a nova versão, que substituiu a publicada 1994, foi elaborada para acompanhar as mudanças no cenário produtivo no País.[...]Nesse segmento estão todas as atividades em que o conteúdo da informação é gerado e transmitido: edição da informação, telecomunicações, informática, televisão e rádio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo federal pretende ampliar a padronização de dados sobre as atividades econômicas no País. Para tanto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou ontem a nova versão da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (Cnae). Segundo a consultora do IBGE em assuntos de classificação, Madalena Góes, a nova versão, que substituiu a publicada 1994, foi elaborada para acompanhar as mudanças no cenário produtivo no País. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mudou muito a abordagem do setor de informação e comunicação, pois são áreas que mudaram completamente, não só no nível tecnológico como na forma de organização. Nesse segmento estão todas as atividades em que o conteúdo da informação é gerado e transmitido: edição da informação, telecomunicações, informática, televisão e rádio. Em 2006, elas se davam separadamente, hoje são atividades que estão absolutamente relacionadas". Segundo ela, houve mudanças também nos setores de meio ambiente e serviços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova classificação está disponível desde janeiro e vem sendo implementada gradativamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Brasil - Gazeta Mercantil)&lt;br /&gt; Em 6 de novembro de 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7797539741099604982?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7797539741099604982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7797539741099604982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7797539741099604982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7797539741099604982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/nova-classificao-de-atividades.html' title='Nova classificação de atividades'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5299843760856079109</id><published>2007-11-05T03:05:00.000-08:00</published><updated>2007-11-05T03:10:39.217-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Governança Corporativa'/><title type='text'>CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO</title><content type='html'>ASPECTOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA DE EMPRESAS LISTADAS NA BOVESPA: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE A COMPOSIÇÃO E PERFIL DOS CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A governança corporativa tem sido apontada como um dos fatores determinantes do desempenho das empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, segundo as boas práticas de governança, difundidas nos meios acadêmico e empresarial, deve-se reservar atenção especial à forma com a qual se constituem e atuam os conselhos de administração das companhias de capital aberto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos estudos já foram realizados sobre governança, porém, ainda é pequena a parcela de pesquisas empíricas que exploram a composição e estrutura efetiva dos conselhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, o objetivo deste artigo é analisar a composição dos conselhos de administração de empresas listadas na Bovespa, no ano de 2004, pertencentes a dois dos principais setores industriais presentes na Bolsa, Alimentos &amp; Bebidas e Energia Elétrica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram examinados 434 conselheiros, distribuídos entre 61 empresas, sendo utilizado o pacote estatístico SPSS® para operacionalização dos dados. Os resultados revelam uma expressiva predominância de conselheiros do sexo masculino (91,9%); em relação à formação acadêmica, constatou-se que 7% dos conselheiros sequer possuem a graduação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionalmente, verificou-se que mais de 80% dos conselheiros pesquisados atuam no conselho de apenas uma companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Base &lt;br /&gt;Auotres: &lt;br /&gt;Augusto José Bruère&lt;br /&gt;Wesley Mendes-da-Silva&lt;br /&gt;Joséte Florencio dos Santos&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/publicacoes_cientificas/base/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=43&amp;Itemid=124&amp;menu_ativo=active_menu_sub&amp;marcador=124"&gt;Artigo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5299843760856079109?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5299843760856079109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5299843760856079109' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5299843760856079109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5299843760856079109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/conselhos-de-administrao.html' title='CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-664550877048771961</id><published>2007-11-05T02:53:00.000-08:00</published><updated>2007-11-05T02:55:27.747-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Tributária'/><title type='text'>Junta Comercial esclarece dúvidas dos contabilistas</title><content type='html'>Cláusulas de responsabilidade técnica, quando não consta na consolidação e a alteração que se pretende naquele momento não diz respeito ao objeto, deve-se fazer a exigência para constar a referida cláusula na consolidação?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Sim, conforme disposição do artigo 89 da Resolução JUCESC 01/03.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segurança e vigilância, capital mínimo, tanto para armada quanto desarmada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECRETO Nº 89.056, DE 24 DE NOVEMBRO 1983. &lt;br /&gt;Regulamenta a Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, que "dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores e dá outras providências".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 30. São considerados como segurança privada as atividades desenvolvidas em prestação de serviços com a finalidade de: (Redação do Dec.. 1.592/95) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (...) § 7º O capital integralizado das empresas especializadas não poderá ser inferior a 100.000 (cem mil) UFIR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Última UFIR: R$ 1,0641 - Logo capital mínimo é de R$ 106.410,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DARF pago em internet. Pode ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ·   Segundo explicações dadas no Parecer 130/97 do DNRC, a JUCESC cobra Preço Público  não taxas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Portaria SRF nº 410, de 18 de abril de 2001 é que dispõe sobre o pagamento de receitas federais por meio de aplicativos em ambiente Internet , com a efetivação do respectivo débito em conta-corrente bancária, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A JUCESC não pode aceitar protocolo de processos que tenham sido os DARF´S pagos via internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Poderes dos administradores.  Quando citar somente poderes de “administrar” isto é suficiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•         O artigo 997, VI, do Código Civil, diz que devem constar os poderes e atribuições do administrador, por isso, a resposta acima é que pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Emancipação por escritura pública. Basta apresentar a escritura feita no cartório de Títulos e Dctos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•         Deve ser averbado no Registro Civil, ou seja, deve ser averbado na certidão de nascimento, como é feito, por exemplo, nos casos de separação e divórcio, na certidão de casamento (IN 98, item 1.2.10.1, p. 13). Será documento hábil para comprovar a emancipação, a própria certidão de nascimento com a averbação, ou uma certidão do Registro Civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Com a nova IN 105 do DNRC, no caso de transferência de quotas, será exigido somente a CND do INSS?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•   O artigo 1º da IN 105, diz que nos atos de EXTINÇÃO, REDUÇÃO DE CAPITAL, CISÃO, INCORPORAÇÃO, FUSÃO E TRANSFORMAÇÃO, deverão ser apresentadas as seguintes CNDs:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - CND conjunta da Receita com a Procuradoria Geral da União;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - CND da Receita Previdenciária;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - Certificado de Regularidade do FGTS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O § 1º deste artigo diz que: A CND da Receita Previdenciária será também exigida quando houver transferência do controle de quotas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este “também” entende-se que no caso de transferência deve-se exigir, somente esta negativa (Parecer 86/07).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Firma social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome = prenome + sobrenome (16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1158, parágrafo 1o. (firm será composta pelo nome)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prenome = Fabiana, ou José Luís, ou Ana Paula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobrenome = Everling de Freitas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabiana Everling de Freitas &amp; Cia LTDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Everling de Freitas &amp; Cia LTDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E. de Freitas &amp; Cia LTDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EVERLING DE FREITAS &amp; SILVA KOERICH LTDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E. DE FREITAS &amp; S. KOERICH LTDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERIA ERRADO EVERLING &amp; SILVA LTDA  OU FREITAS &amp; KOERICH??????&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Assinaturas isoladas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Com base no artigo 1º da Lei 8.934/94 e do Decreto 1.800/96 não podem estar em folhas isoladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Material elaborado por vogais e analistas da JUCESC – O texto na íntegra está disponível no site do CRCSC (www.crcsc.org.br) em artigos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-664550877048771961?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/664550877048771961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=664550877048771961' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/664550877048771961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/664550877048771961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/junta-comercial-esclarece-dvidas-dos.html' title='Junta Comercial esclarece dúvidas dos contabilistas'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7970452238465022501</id><published>2007-11-05T02:52:00.001-08:00</published><updated>2007-11-05T02:52:48.716-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>Candidatos perfeitos podem virar funcionários medíocres</title><content type='html'>Contratar rápido virou sinônimo de eficiência nas empresas. Um erro comum, que custa caro. Num piscar de olhos, o candidato sorridente e simpático pode transformar-se num transtorno inimaginável para a companhia. Eles têm ótimo desempenho nas entrevistas de emprego, mas sofrem profundas mutações quando começam a trabalhar. Simplesmente não são nada daquilo que seduziu o entrevistador.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem afirma isso é o consultor Patrick Sweeney, que há 25 anos avalia o potencial de candidatos para organizações de diversos tamanhos e setores. Ele é vice-presidente da Caliper, consultoria especializada em desenvolver talentos, presente em 39 países, que já trabalhou com 2 milhões de pessoas, entre contratantes e aspirantes a uma vaga. Sweeney estará falando aos brasileiros hoje na Expomanager, em São Paulo. Antes de embarcar para o evento, concedeu uma entrevista para o Valor, de seu escritório em Princeton, nos EUA.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sweeney diz que o problema de contratar errado é que isso desviará a atenção dos administradores de seus melhores funcionários. Isso porque eles terão muito trabalho em consertar os danos causados por alguém que não funcionou no cargo. Para acertar na contratação é preciso observar as qualidades dos talentos com melhor desempenho ("top performers"). "Nunca contrate alguém porque ele é parecido com você", diz. Sweeney é autor, com Herb Grreemberg, do best-seller "O sucesso tem fórmula?". A seguir os principais trechos da entrevista:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Por que o senhor acredita que as empresas ainda sofrem tanto para identificar talentos?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sweeney: Existem inúmeras razões. Muitas delas ligadas à maneira como as companhias pensam sobre as pessoas e as contratam. Nos processos tradicionais de contratação existem muitos erros clássicos. Um deles é a idéia de preencher uma vaga o mais rápido possível. Muitas empresas acham isso importante, porque quando vêem uma cadeira vazia acham que o trabalho não foi feito. Na verdade, esse é um grande erro porque quando você faz isso acaba contratando a pessoa errada. É importante levar o tempo que for necessário para encontrar a pessoa certa. Uma das melhores coisas a fazer é entender profundamente as qualidades que distinguem as pessoas de melhor performance da sua organização. O que eles têm e que parece faltar aos outros? Mas, ironicamente, o que acontece em diferentes companhias é que os administradores parecem dedicar mais tempo às pessoas com má performance do que às com melhor desempenho. Eles ficam tentando ajustá-los. Ficam solucionando os problemas que eles causam. Muitos até gostariam de ficar mais com os "top performers", mas acreditam que eles são tão bons que não devem ser incomodados. O que acontece é que muitos "top performers" se sentem renegados, acham que não recebem atenção.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Como melhorar o processo de contratação?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sweeney: Outro erro clássico na hora de contratar é escolher pessoas muito parecidas com você, que lembram sua própria imagem. Às vezes numa entrevista de emprego quem contrata gosta muito de uma pessoa, porque encontra afinidades. O resultado é que ele acha que a entrevista foi ótima. Mas ela talvez não tenha sido tão profunda na avaliação da pessoa e do que é necessário para aquele cargo. Foi uma boa conversa, mas isso não necessariamente significa uma boa entrevista de emprego. Obviamente não vamos contratar pessoas que não gostamos, mas geralmente acabamos nos encantando e contratando. Existem pessoas que são experts em causar uma boa primeira impressão. São ótimas de entrevista. Mas depois de contratadas quem as contratou se pergunta: "Onde está aquela pessoa que eu entrevistei?" Porque elas não estão mais no palco, não querem impressiona-lo. O resultado é que a sua performance é ruim. Não existe substância.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Imagine que você não se reconheça como um líder potencial na empresa, observando os modelos admirados pela organização. O que deverá fazer?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sweeney: Se você olha para sua organização e vê que não tem potencial para se tornar um líder, seu trabalho não é reconhecido, a pergunta é o quanto isso importa para você. Você gosta de trabalhar lá? É tão importante para você ser um líder? O fato é que nem todas as pessoas se tornarão líderes, mesmo porque se fosse assim não haveria ninguém para segui-los. Eu acho que se você quer e pensa que esse não é o lugar ideal para você, deve procurar uma colocação em outro lugar. Mas se gosta da organização e não vê a abertura para se tornar um chefe, então você tem que pensar o que é mais importante. Você pode refinar seus conhecimentos de liderança estudando e trazendo isso para a organização. Ou talvez seja tempo de procurar outro emprego. Em biologia, eles dizem que quando o ambiente muda, existem várias reações possíveis. Você pode migrar ou mudar de atitude.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Você deve fazer a empresa prestar mais atenção em você?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sweeney: Existem maneiras de demonstrar suas habilidades de liderança e isso está relacionado com mudar a percepção sobre você. Isso pode ser feito de algumas maneiras. Você pode começar ajudando outras pessoas que precisam fazer algo que elas não conseguem e você sabe. Mostre para elas e não apenas fale como elas devem fazer. O importante não é mudar o que você faz, mas comece a olhar à sua volta, porque o que você precisa é mudar a percepção sobre o que você faz.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O senhor tem uma pesquisa sobre a importância da resiliência e do otimismo nas empresas. O que ela mostra?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sweeney: A Caliper ajuda as companhias a contratar e desenvolver talentos. Fazemos isso há meio século, temos escritórios em dezenas de países, inclusive no Brasil. Pesquisamos quase dois milhões de indivíduos, candidatos e contratantes, em grandes companhias como Johnson &amp; Johnson, Avis e em 25 mil pequenas empresas. Encontramos algumas características comuns aos "top performers". Duas delas são o otimismo e a resiliência, que é como elas lidam com a rejeição e o fracasso. Se aprendemos com o erro e seguimos em frente ou tomamos aquilo de forma pessoal. Como lidamos com as situações de fracasso demonstra muito como somos. Outra qualidade importante é o otimismo. O pessimista e o otimista vêem o mundo de maneiras diferentes. Se algo ruim acontece, o pessimista vai pensar: "O que vamos fazer agora?". O otimista vai encarar como uma coisa temporária, que passará. Se algo positivo acontece, o pessimista vai achar que foi uma sorte passageira, o otimista vai achar que tem a ver com uma mudança de método, que é possível mudar as coisas, influenciar o mundo. Com isso, criam uma energia boa em volta deles. Quando você está ao lado deles começa a pensar em alternativas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Para uma organização funcionar bem deve existir equilíbrio entre "top performers" e pessoas comuns. Não seria melhor manter apenas os empregados com melhor desempenho?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sweeney: Isso seria um mundo perfeito. A maioria das organizações tem 20% de "top performers", 20% de pessoas com má performance e 60% no meio termo. O que você faz com esses? Alguns não querem nada a não ser permanecer no meio, estão confortáveis ali. Para eles, é só um emprego. Mas alguns desses que estão no meio têm potencial para se tornarem "top performers". O objetivo deve ser identificá-los e ajudá-los a melhorar seu desempenho. Às vezes um pequeno empurrãozinho pode causar um enorme benefício para a organização e para o indivíduo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Que tipo de talento é mais importante para empresas com um perfil global?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrick Sweeney: Eu acho que o desafio dessas organizações é colocar juntas pessoas muito talentosas mas que falam outras línguas e se expressam de forma diferente. É necessário ter pessoas que administrem esses talentos em diferentes países, que não sejam apenas brilhantes, mas flexíveis e abertas. Administradores que verdadeiramente queiram colaborar, comprometidos e curiosos para ouvir os outros. O mais fascinante nas companhias que trabalham em diferentes países é que você pode reunir o melhor de vários mundos, mas precisa de pessoas realmente interessadas em aprender com os outros no comando. E você tem que prestar atenção nisso, se não pode presumir que ouviu algo e não era exatamente aquilo. Uma das coisas que aprendemos com a internet é que a informação está disponível para todos, o que interessa não é quanta informação você tem, mas os insights que você têm a partir delas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Stela Campos&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 05/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7970452238465022501?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7970452238465022501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7970452238465022501' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7970452238465022501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7970452238465022501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/candidatos-perfeitos-podem-virar.html' title='Candidatos perfeitos podem virar funcionários medíocres'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-9103815930272943444</id><published>2007-11-05T02:50:00.000-08:00</published><updated>2007-11-05T02:51:47.360-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Elétricas quintuplicam dividendos</title><content type='html'>As companhias de energia elétrica listadas na Bolsa de Valores de São Paulo mais do que quintuplicaram os dividendos pagos aos acionistas desde o fim do racionamento. De 2002, um ano após a crise, o montante distribuído pelas empresas passou de R$ 1,3 bilhão para R$ 6,6 bilhões, no ano passado. Descontando a estatal Eletrobrás, a evolução é igualmente intensa: de R$ 791 milhões para R$ 6 bilhões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A receita que fez o bolo crescer tanto é composta por ganhos de faturamento com expansão de consumo de energia e aumento de tarifa, no caso das distribuidoras; forte redução de endividamento líquido; e ausência de grandes projetos de geração no país. Especialistas apontam as dificuldades na obtenção das licenças ambientais pertinentes como uma das razões da baixa quantidade de investimentos. Neste ano, até mesmo a Light, que não pagava dividendos há quase uma década - desde 1998 - anunciou a distribuição de R$ 518 milhões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantamento da Economática, feito a pedido do Valor, mostra que a dívida líquida das companhias passou de R$ 99,7 bilhões para R$ 53,9 bilhões, de 2002 a 2006, considerando todas as companhias. Nesse intervalo, os investimentos ficaram praticamente estáveis na casa de R$ 7 bilhões anuais, a despeito da melhoria nas condições financeiras das empresas e do aumento do consumo - motivado pela recuperação pós-racionamento e pela expansão da economia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A principal motivação para esse elevado pagamento foi o fato de a Tractebel não ter identificado oportunidades de investimentos que trouxessem o retorno desejado pelo acionista controlador", explica Manoel Zaroni Torres, presidente da Tractebel Energia, controlada pela franco-belga Suez. De acordo com o estudo, a companhia, que em 2002, não desembolsou um centavo sequer com dividendos, ofereceu aos acionistas R$ 930,2 milhões no ano passado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de contentar os acionistas minoritários, a prática também beneficia os controladores, que ficam com boa parte dos pagamentos. Obrigadas pela Lei das Sociedades por Ações a distribuir 25% do lucro líquido em dividendos, algumas das empresas aumentaram substancialmente essa fatia nesse tempo de sobra de caixa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da Tractebel, o compromisso assumido é de pagar um mínimo de 55% do lucro aos acionistas. Porém, entre 2003 e 2006, desembolsou 95% dos ganhos. Neste ano, o grupo voltou aos investimentos pesados, já que capitaneia a construção da usina hidrelétrica de Estreito, cuja potência é de 1,087 mil megawatts (MW). O executivo diz que manterá o mesmo percentual de distribuição frente ao lucro - o que, entretanto, não é garantia do mesmo volume. Estreito é um dos maiores projetos hídricos em construção no país.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Abdalla, analista do Unibanco Research, explica que o cenário macroeconômico auxiliou na recuperação da rentabilidade do setor. A queda do dólar beneficia as geradoras que pagam pela energia de Itaipu em moeda estrangeira. Com mais dinheiro em caixa, mas sem projetos relevantes para aplicar, as companhias optaram por reduzir dívida e ampliar os dividendos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Luiz Fernando Rolla, diretor financeiro da Cemig, a nova regulação do setor de energia no país permitiu que a companhia capturasse clientes também em São Paulo, no Rio de Janeiro e até no Rio Grande do Sul. "Como o preço do megawatt hora encontrava-se em patamar elevado anos atrás, nós oferecemos um valor competitivos e conseguimos ganhar os contratos." Assim, para ele, a melhora na remuneração reflete a evolução do negócio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora resista em falar sobre o comportamento setorial, de forma abrangente, Rolla diz que "de um modo geral, as empresas ficaram reticentes quanto à obtenção das licenças para a viabilização dos projetos de geração de energia e isso ajudou na distribuição maior".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já para Alexandre Innecco, vice-presidente de finanças da AES Brasil, subsidiária do grupo americano AES, é o perfil da dívida que ajuda os desembolsos. "O nível de endividamento do setor caiu entre 2000 e 2006", conta o executivo. O grupo americano detém 50,01% da holding Brasiliana e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) responde pelos 49,99% restantes. A Brasiliana controla a distribuidora Eletropaulo e a geradora AES Tietê.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio Prado, analista do banco Santander, não vê prejuízo com a decisão das companhias de pagar dividendos, a despeito da expectativa de contínuo aumento da demanda de energia. Ele explica que a capacidade de gerar caixa das empresas é ainda superior ao lucro - base para o dividendo. Além disso, destaca que os projetos que começam a ser executados são de alta alavancagem, ou seja, de 70% a 80% financiado por dívidas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando contratarem dívidas para esses empreendimentos, mesmo que as empresas não reduzam o porcentual do lucro pago, poderá haver queda no montante absoluto. Maiores compromissos financeiros elevam as despesas e, consequentemente, reduzem o lucro - portanto, a remuneração.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Graziella Valenti e Maurício Capela&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 05/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-9103815930272943444?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/9103815930272943444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=9103815930272943444' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/9103815930272943444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/9103815930272943444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/eltricas-quintuplicam-dividendos.html' title='Elétricas quintuplicam dividendos'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1821245819235658221</id><published>2007-11-05T02:49:00.000-08:00</published><updated>2007-11-05T02:50:35.882-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Besc tem perdas em cotas por inadimplência em CCBs</title><content type='html'>O Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) teve de fazer um ajuste, entre os dias 22 e 23 de outubro, em dez fundos de seu portfólio por conta de perdas com Cédulas de Crédito Bancário (CCB) emitidas pela EletroDireto, empresa atacadista e varejista de eletrodomésticos. Os prejuízos chegaram a 4,6% na cota do dia 23 do fundo de renda fixa Besc Private, de acordo com dados do site Fortuna. Três fundos do Besc possuíam esses papéis e outros sete aplicavam em cotas desses fundos, totalizando em dez as carteiras com prejuízos, entre renda fixa, DI e multimercado. A contabilização da perda decorreu do processo de recuperação judicial da empresa de varejo, anunciado em julho deste ano.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá para cá, a gestora acreditava em uma recuperação até o vencimento dos títulos, que aconteceu na semana retrasada, diz Luiz Gastão de Lara, diretor de administração de recursos de terceiros do Besc. Ele diz que o Besc acionou sua área jurídica e tem participado de reuniões com outros credores. Segundo Lara, o reconhecimento da perda seguiu recomendação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com informações da gerência de acompanhamento de mercado da CVM, a autarquia identificou, pelo monitoramento habitual que faz dos fundos, que a instituição catarinense havia contabilizado uma parcela não paga relativa ao CCB da EletroDireto. A autarquia, então, informou que a prática correta de marcação a mercado seria contabilizar uma perda total relativa ao CCB da empresa e não apenas a fatia não honrada.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse procedimento foi adotado pelo Besc em 22 de outubro, como informou o banco em fatos relevantes arquivados na CVM. Mas, como três meses já tinham transcorrido, as cotas desse período terão de ser reprocessadas pela instituição financeira.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os papéis em questão eram CCBs que foram renovadas em fevereiro e que ofereciam rentabilidade de 1,10% ao mês, além da variação do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI, o juro interbancário) - rentabilidade elevada para os padrões do mercado brasileiro. Os pagamentos periódicos já haviam vencido sem ser honrados desde julho, quando a empresa entrou em recuperação. Mas apenas no fim do mês passado, os títulos venceram integralmente.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Lara, do Besc, são diversas as aplicações que seus fundos efetuam em títulos de crédito privado para oferecer melhor rentabilidade aos aplicadores. No ano passado, o fundo Prático, o mais agressivo da renda fixa, rendeu 16,04%, acima da variação de 15,03% do CDI, segundo dados do site Fortuna. Neste ano, porém, todos os fundos DI e renda fixa do Besc rendem abaixo do indexador. "Esses fundos são agressivos", diz. Lara afirma ainda que as CCBs da EletroDireto tinham nota Bra- pela SR Rating e A-, pela Austin Rating, em tese, um risco aceitável.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Besc não submete seus fundos ao código de auto-regulação da Associação Nacional de Bancos de Investimento (Anbid), que recomenda aos gestores fechar os fundos para captação quando há um problema de crédito. De julho até agora, os fundos do Besc permaneceram abertos para entradas e saídas. Dessa forma, quem resgatou recursos antes do dia 23 não teve o impacto do prejuízo verificado no mês passado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lara diz que, quem resgatou antes, ficará com o lucro extra por não ter sofrido o prejuízo. "Mas estamos reprocessando nossos dados para ressarcir quem entrou depois de 24 de julho e sofreu o prejuízo agora", informa. A quem permaneceu no fundo desde julho até agora, a recomendação, diz ele, é esperar o processo judicial e uma eventual recuperação dos valores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor do Besc diz que direcionou esforços para capacitar sua equipe de atendimento por telefone para explicar aos aplicadores a perda dos fundos. "Desde o dia 24 de outubro, nossos fundos rendem normalmente e não houve corridas para saques", diz.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta não é a primeira vez que cotistas de fundos experimentam perdas por contas de CCBs no mercado brasileiro. O caso mais emblemático ocorreu nas carteiras do Banco Santos, no fim de 2004, quando o Banco Central interveio na instituição. O caso levou, inclusive, a CVM a rever as regras para a alocação de CCBs em fundos de investimento, tornando-as mais restritivas. Hoje, um fundo só pode ter até 20% do patrimônio líquido em CCBs, mas há ainda um limite de 5% por emissor. Ou seja, se um gestor quiser alocar 20% do fundo em CCBs, por exemplo, teria de escolher pelo menos quatro emissores diferentes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o gerente de acompanhamento de mercado da CVM, Luiz Américo Ramos, o volume de CCBs aplicados em fundos de investimento é de cerca de R$ 3 bilhões, o que não é tão alto se comparado ao patrimônio total da indústria de fundos, de R$ 1 trilhão. Porém, ele concorda que os investidores devem cada vez mais monitorar de perto as carteiras de seus fundos, principalmente para saber se elas estão ajustadas a seu perfil de risco, para evitar sobressaltos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a taxa de juros em níveis menores e a conseqüente redução do ganho oferecido pelos títulos públicos, a tendência é de que os fundos tenham cada vez mais títulos privados em suas carteiras como forma de tentar obter rentabilidades diferenciadas. "A CVM está atenta a esses movimentos", diz Ramos, lembrando que a autarquia está trabalhando também na chamada regra de "suitability". Essa norma vai exigir das instituições financeiras que cada produto esteja adequado aos perfil de risco dos seus investidores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Catherine Vieira e Danilo Fariello&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 05/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1821245819235658221?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1821245819235658221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1821245819235658221' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1821245819235658221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1821245819235658221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/besc-tem-perdas-em-cotas-por.html' title='Besc tem perdas em cotas por inadimplência em CCBs'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3489839483336378463</id><published>2007-11-01T04:10:00.000-07:00</published><updated>2007-11-01T04:15:05.370-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissão Contábil'/><title type='text'>SISTEMA DE REMUNERAÇÃO DE EXECUTIVOS</title><content type='html'>E CONSELHEIROS COMO SUPORTE À ESTRUTURA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo tem por objetivo verificar se existe alinhamento entre o sistema de remuneração de executivos e conselheiros com a estrutura de governança corporativa. Compõem a estrutura de governança corporativa o presidente do conselho de administração, os conselheiros, CEO e a diretoria executiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A literatura consultada indica a existência de obras que evidenciavam aspectos de governança e de remuneração isolados, mas não de forma conjunta e integrada. Para a realização da pesquisa1 foi utilizado o método exploratório e a técnica de entrevista junto às empresas que aderiram aos níveis diferenciados de governança corporativa da Bovespa (nível 1, nível 2 e novo mercado). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tratamento dos dados, utilizou-se a análise de conteúdo. Como principal conclusão pode-se afirmar que houve alinhamento entre a Estrutura de Governança Corporativa e o Sistema de Remuneração de Administradores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verificou-se haver o contínuo acompanhamento dos resultados operacionais e financeiros e uma preocupação em mostrar aos investidores como as empresas possuem controles confiáveis, sendo a remuneração um dos elementos periodicamente auditados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Base janeiro/abril 2007&lt;br /&gt;Autores:&lt;br /&gt;EDUARDO DE CAMARGO OLIVA&lt;br /&gt;LINDOLFO GALVÃO DE ALBUQUERQUE&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/publicacoes_cientificas/images/stories/pdfs_base/v4n1/art05_oliva.pdf"&gt;Artigo completo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3489839483336378463?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3489839483336378463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3489839483336378463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3489839483336378463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3489839483336378463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/sistema-de-remunerao-de-executivos-e.html' title='SISTEMA DE REMUNERAÇÃO DE EXECUTIVOS'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7858788317535773274</id><published>2007-11-01T04:03:00.000-07:00</published><updated>2007-11-01T04:04:32.744-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Antes de investir, pense quanto quer perder</title><content type='html'>"O Melhor Conselho sobre Investimentos que Eu Já Recebi" - De Liz Calman. Larousse do Brasil. 160 páginas, R$ 19,90  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a Bolsa de Valores de São Paulo batendo recordes sucessivos semanalmente, muitos investidores passaram a sonhar em se tornar uma espécie de Warren Buffet ou, para citar um exemplo nacional, de um Lázaro de Mello Brandão, do Bradesco. Mas quais são os pontos fundamentais na carreira de profissionais como estes que determinaram o caminho do sucesso financeiro?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro "O Melhor Conselho sobre Investimentos que Eu Já Recebi", recém-lançado pela Larousse do Brasil, a jornalista especializada em negócios da rede de TV americana CNBC Liz Claman revela o que nomes pesados do mercado financeiro consideram o ponto essencial de suas vidas profissionais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Donald Trump, por exemplo relembra uma frase de seu grande mentor: "Meu pai dizia que qualquer coisa que pareça boa demais para ser verdade será mesmo boa demais para ser verdade", conta o megainvestidor americano do setor imobiliário. Trocando em miúdos, Trump recomenda cautela na hora de investir. "Sua sugestão era simples: antes de investir, avalie quanto dinheiro está disposto a perder", prossegue.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buffet, por exemplo, não compra idéias ou modismos. Ela sempre compra empresas. Caso ele vá apostar em uma, demonstrará como uma criança faria com um rádio velho, tentando descobrir como todos os fios e pequenas peças funcionam. O seu ponto de mudança aconteceu quando tinha 19 anos e leu o livro "The Intelligent Investor", de Benjamin Graham. Seu princípio básico pode ser resumido em um: é preciso olhar para uma ação como sendo ela parte de um negócio, e não algo que lhe tem luz própria ou algo que seu corretor ou vizinho lhe indique.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses dois depoimentos são complementados por mais 52 outros nomes. Entre eles: Fábio Barbosa, Roberto Irineu Marinho, Emílio Odebrecht, Abram Szjaiman, entre outros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 01/11/2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7858788317535773274?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7858788317535773274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7858788317535773274' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7858788317535773274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7858788317535773274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/antes-de-investir-pense-quanto-quer.html' title='Antes de investir, pense quanto quer perder'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-4622589448464700683</id><published>2007-11-01T04:02:00.000-07:00</published><updated>2007-11-01T04:03:20.655-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Tributária'/><title type='text'>Inicia hoje exclusão do Simples</title><content type='html'>A Receita Federal do Brasil e as secretarias de Fazenda dos Estados e municípios iniciam hoje os procedimentos para a exclusão, do Supersimples, das empresas que aderiram ao novo sistema simplificado de recolhimento de tributos federais, estaduais e municipais, mas que não regularizaram seus débitos e pendências tributárias, conforme a exigência dos fiscos. As empresas receberão comunicados de exclusão e terão um prazo de 30 dias para comprovar sua regularidade fiscal e assim, garantir sua permanência no Supersimples. O registro da exclusão da empresa por parte dos fiscos federal, estaduais e municipais só poderá ocorrer depois de decorridos os prazos de defesa ou recurso, ou ao fim do processo administrativo relativo. O prazo para a regularização dos débitos tributários termina hoje.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas regras da Lei Complementar nº 123, de 2006, que criou o Supersimples, as micro e pequenas empresas que estavam no antigo Simples e que não tinham débitos pendentes com os fiscos migraram automaticamente para o novo sistema. Já para as que tinham débitos, mas que estavam no antigo sistema ou queriam ingressar no Supersimples, foi dada a opção de financiá-los em 120 meses para débitos cujo fato gerador tenha ocorrido até 31 de maio de 2007.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de fisco exigir a regularidade fiscal, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região garantiu a uma empresa de pequeno porte a inclusão no sistema mesmo com débitos em aberto, com base no entendimento de que a Lei Complementar nº 123 passou dos limites ao estabelecer a regularidade como critério para entrar no regime.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 01/11/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-4622589448464700683?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/4622589448464700683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=4622589448464700683' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4622589448464700683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4622589448464700683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/inicia-hoje-excluso-do-simples.html' title='Inicia hoje exclusão do Simples'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1048160423358613955</id><published>2007-11-01T03:51:00.000-07:00</published><updated>2007-11-01T03:53:01.749-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Tributária'/><title type='text'>Troca de ISS por IVV traria prejuízo a capitais</title><content type='html'>proposta do governo federal de incorporar o Imposto sobre Serviços (ISS) ao Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) estadual deverá trazer perda para a maior parte das capitais. Pela proposta, as prefeituras perderiam a arrecadação de ISS e passariam a arrecadar o Imposto sobre Vendas a Varejo (IVV). Numa alíquota de 1,5% de IVV, apenas deixariam de perder os municípios de Boa Vista, João Pessoa, Porto Velho, Rio Branco, Teresina e Macapá.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda mostra que, para que não houvesse perdas em relação à atual arrecadação de ISS, São Paulo deveria ter uma alíquota de 3,3% de IVV. O Rio, de 3,3% também. Brasília, 3,1% e Salvador, 1,8%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com a alíquota que está sendo divulgada, de 1,5%, São Paulo arrecadaria com o IVV cerca de R$ 2 bilhões. A arrecadação prevista de ISS em São Paulo para este ano é de R$ 5 bilhões. Isso significa uma perda de R$ 3 bilhões", diz o procurador municipal Fernando D. Fleury Curado, coordenador do Grupo de Trabalho sobre a Reforma Tributária. A possibilidade de ressarcimento via Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é considerada remota. O FPM da capital paulistana, lembra o secretário de Finanças do município, Luiz Fernando Gusmão Wellisch, é de apenas R$ 100 milhões anuais. "São valores incomparáveis."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"De acordo com os estudos da União, para que os municípios não percam receitas em relação ao ISS, a alíquota média de IVV seria de 1,7%. Ou seja, mesmo considerando a média, com a proposta de 1,5% já haveria desvantagem global na comparação com o ISS", argumenta Curado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os cálculos da prefeitura paulistana, o IVV do município de São Paulo precisaria ser de, no mínimo 5% para manter o nível de arrecadação atual do ISS. "Essa alíquota, porém, vale para uma base de venda a varejo ampla que inclui, além de venda de mercadorias, os serviços, inclusive combustíveis, energia elétrica e telecomunicações", explica. Numa base que inclua apenas mercadorias, diz, a alíquota necessária seria de 14%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja de 5% ou 14%, a alíquota é considerada muito alta pela própria secretaria de Finanças. "As altas alíquotas são inviáveis porque geram sonegação", lembra Wellisch.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o estudo da Fazenda, Belo Horizonte manteria a atual arrecadação de ISS com uma alíquota de IVV de 1,6%. Para o secretário de Finanças de Belo Horizonte, José Afonso Bicalho, porém, a conta não é tão simples. O governo, diz, levou em consideração os números de 2005, mas nas regiões metropolitanas o ISS tem registrado tendência de aumento de arrecadação em função do crescimento do setor de serviços. "De 2005 a 2006, por exemplo, o ISS teve aumento real de arrecadação da ordem de 10% a cada ano", lembra. "É um recolhimento que tem se tornado cada vez mais importante para as capitais em função do crescimento do setor de serviços." A troca do ISS pelo IVV tende a ser vantajosa somente para as cidades muito pequenas que possuem uma arrecadação de ISS insignificante. "Nesses casos, não há praticamente nada a perder e a prefeitura ainda terá uma nova fonte de arrecadação."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No município de São Paulo, a evolução em termos reais também foi significativa. Dos R$ 1,8 bilhão em 2001, o recolhimento do imposto saltou para R$ 4 bilhões em 2006, com projeção a R$ 5 bilhões para 2007. O crescimento real do ISS desde 2001 foi superior a 40%, informa a prefeitura. "O governo federal propõe retirar o recolhimento do ISS dos municípios exatamente num momento em que o tributo começa a dar mais resultados", argumenta Wellisch.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bicalho, de Belo Horizonte, aponta outro problema. "Além da perda de arrecadação, teremos um custo adicional para renovar toda a fiscalização, que hoje está focada no setor de serviços", diz ele. Além de redirecionar toda a política de fiscalização, o município teria o desafio de cobrar o ISS de um universo formado por pequenos estabelecimentos, com alta pulverização e, por isso, difícil de controlar. "O número de varejistas com certeza será maior do que o de prestadores de serviços", diz. "Não se sabe também como ficará o caso das empresas varejistas que já estão no Supersimples. Em Belo Horizonte, 85% do varejo está nessa sistemática, o que talvez inviabilize a cobrança do novo IVV."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pulverização do segmento varejista também é um ponto de preocupação na capital paulista. Segundo o procurador municipal Fernando Fleury Curado, uma estimativa preliminar da prefeitura mostra que o universo de contribuintes do ISS é de cerca de 800 mil prestadores. "Em torno de 50% da arrecadação, porém, é garantida por 700 empresas porque há uma certa concentração de recolhimento. As instituições financeiras, por exemplo, são contribuintes importantes." No setor varejista, a escala é outra. "Os mesmos 50% de arrecadação demandariam o recolhimento do IVV por cerca de 40 mil contribuintes. "  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo do Ministério da Fazenda sobre o impacto do IVV calculou o custo que a União deverá ter com a implantação de várias alíquotas do novo imposto. A Fazenda fez cálculos usando ao total seis alíquotas, entre 0,5% e 3%. O custo da União, segundo o levantamento, aconteceria em duas pontas. Na primeira, para compensar os municípios que perderiam arrecadação na migração do ISS para o IVV. O segundo seria o custo de manutenção da carga tributária, já que a União se compromete a reduzir a carga tributária global caso o IVV represente aumento do nível totalç de tributos. Na alíquota de 1,5%, o custo fiscal da União é calculado em R$ 2,16 bilhões, levando em consideração os números de 2005.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 01/11/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marta Watanabe&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1048160423358613955?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1048160423358613955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1048160423358613955' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1048160423358613955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1048160423358613955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/troca-de-iss-por-ivv-traria-prejuzo.html' title='Troca de ISS por IVV traria prejuízo a capitais'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-4194208304357164157</id><published>2007-11-01T03:46:00.001-07:00</published><updated>2007-11-01T03:48:58.275-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Lucro da MasterCard no 3o tri dispara com ajuda de Redecard</title><content type='html'>A operadora de cartões de crédito MasterCard divulgou nesta quarta-feira que seu lucro trimestral saltou 63 por cento, apoiado por aumento no volume de gastos dos clientes e venda de parcela de sua participação na brasileira Redecard . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados superaram as expectativas dos investidores e as ações da Mastercard disparavam 8 por cento no pregão eletrônico antes da abertura dos mercados. A companhia divulgou lucro de 314 milhões de dólares no terceiro trimestre, ou 2,31 dólares por ação, ante ganho de 193 milhões de dólares, ou 1,42 dólar por ação, um ano antes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O balanço do terceiro trimestre inclui ganho de 70 milhões de dólares gerado pela venda de participação na Redecard. A receita cresceu 20,1 por cento, para 1,08 bilhão de dólares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Dan Wilchins &lt;br /&gt;Fonte: Reuters em 31/10/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-4194208304357164157?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/4194208304357164157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=4194208304357164157' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4194208304357164157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4194208304357164157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/lucro-da-mastercard-no-3o-tri-dispara.html' title='Lucro da MasterCard no 3o tri dispara com ajuda de Redecard'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-4207610250291957504</id><published>2007-11-01T03:45:00.000-07:00</published><updated>2007-11-01T03:46:27.767-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade de Custos'/><title type='text'>Lucro da Kraft cai com alta nos custos com derivados de leite</title><content type='html'>A maior fabricante de produtos alimentícios da América do Norte, Kraft Foods, divulgou lucro trimestral menor nesta quarta-feira, pressionado por disparada nos custos com derivados de leite. Apesar disso, os números superaram as expectativas do mercado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia teve lucro de 596 milhões de dólares, ou 0,38 dólar por ação, no terceiro trimestre, ante 748 milhões de dólares, ou 0,45 dólar por ação, no ano anterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excluindo itens extraordinários, o lucro foi de 0,44 dólar por ação. Analistas, em média, esperavam ganho de 0,41 dólar por ação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vendas cresceram 9,8 por cento, para 9,05 bilhões de dólares, superando estimativa do mercado de faturamento de 8,7 bilhões de dólares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Kraft foi prejudicada por um custo maior dos ingredientes enquanto investiu em marketing e novos produtos para aumentar suas vendas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters em 31/10/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-4207610250291957504?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/4207610250291957504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=4207610250291957504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4207610250291957504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4207610250291957504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/lucro-da-kraft-cai-com-alta-nos-custos.html' title='Lucro da Kraft cai com alta nos custos com derivados de leite'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-2953391644425886087</id><published>2007-11-01T03:44:00.000-07:00</published><updated>2007-11-01T03:45:27.047-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade de Custos'/><title type='text'>Desperdícios de marketing: onde começam e onde podem terminar</title><content type='html'>Em nosso país, detentor de uma longa e variada cultura de desperdícios, tomar a iniciativa de atacar os desperdícios de marketing pode parecer subtrair uma gota ao oceano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, se houvesse, em cada área específica, uma preocupação semelhante, provavelmente as coisas não seriam como são hoje, e os desperdícios em geral se comportariam de forma mais administrável, sendo bem menos prejudiciais à nossa economia e à nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que tendemos, por comodismo ou desinformação, a menosprezar os efeitos do desperdício, ora considerando que eles são inerentes a todo e qualquer negócio, ora avaliando que é custoso demais identificar suas fontes e pouco realista combatê-los eficazmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao eleger os desperdícios de marketing como campo de atuação, ainda enfrentamos outros preconceitos. O primeiro deles é entender essa proposta como voltada exclusivamente para uma eventual redução dos gastos com propaganda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É curioso como a propaganda, e os profissionais ligados a ela, sofrem de má consciência. Sendo o pecado original da categoria a célebre história do empresário que admitia saber que 50% de seus investimentos em propaganda eram inúteis. Ele apenas não sabia identificar quais 50% funcionavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse tempo para cá muita água rolou e muitas tecnologias de aferição foram desenvolvidas, de tal forma que essa história passou a ser encarada como uma piada, parte do variado folclore da propaganda, mas que ainda hoje provoca calafrios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propaganda, por se apresentar algumas vezes como resultado de um excesso de intuição ou como fruto de um brilhantismo criativo por vezes inconseqüente, acaba aceitando uma carapuça que, embora lhe sirva, não foi feita exclusivamente para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de transformar a propaganda no bode expiatório dos desperdícios em marketing, convém encarar outros vilões, tão ou mais perniciosos. Especialmente pelo fato de serem “esquecidos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, destaque para o targeting. O processo de pensar estrategicamente a segmentação, fugindo ao lugar comum dos mercados maduros e saturados, é um exercício pouco freqüente, mas altamente promissor, repleto de recompensas a serem conquistadas. Localizar novos nichos de mercado e buscar novas oportunidades de negócios exigem tempo, capacidade, sensibilidade, visão e coragem de assumir riscos. Porém, se assim não fosse, qual seria a graça, não é mesmo? Brincadeiras à parte, existem ferramentas de pesquisa apropriadas para a identificação de nichos promissores, ou seja, para a criação das chamadas “ilhas de consumidores”, mais propensas à lealdade e mais rentáveis para as empresas e suas marcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto pouco reconhecido diz respeito aos posicionamentos. Aqui, novamente, o que mais se vê é a opção pelo posicionamento genérico, pouco relevante, sem diferenciais reais ou vantagens reconhecíveis. Tudo bem. É cada vez mais difícil sustentar por longo prazo um diferencial efetivo. As cópias se apresentam a cada dia mais fiéis, mais baratas e mais acessíveis. Porém, isto faz somente com que o desafio seja maior, mas não impossível. Buscar um posicionamento que não se confunda com a categoria de produto traz como fruto resultados palpáveis em termos de performance e produtividade de vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transferir para a propaganda o ônus da diferenciação de qualquer produto ou serviço é preguiça e, mais uma vez, fonte de desperdícios. Fazer a mesma coisa por meio de promoções é ilusório, normalmente traz significativos custos embutidos e, de novo, não resolve a falta de posicionamentos verdadeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os vilões, ou alguns deles, são o targeting pouco preciso e a falta de posicionamentos relevantes, de quem é a culpa? Certamente não das agências de propaganda. Nesses casos o buraco é mais em cima e anterior, cronologicamente falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Generalizando, podemos afirmar que são várias as causas dos problemas com o targeting e o posicionamento, merecendo destaque aspectos que se tornaram típicos nas corporações atuais: a tirania do trimestre, as conference calls, as reuniões intermináveis, os relatórios semanais, mensais, trimestrais, a cobrança de resultados mais imediatos etc. Resumindo: a falta de tempo que torna os executivos seniores menos disponíveis para pensar estrategicamente os negócios sob sua responsabilidade e a conseqüente multiplicação de executivos menos experientes em funções que exigiriam mais supervisão do que é possível lhes dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maneira resumida, seria este o cenário abrangente onde começam os desperdícios de marketing. Não somente na propaganda, embora nela as manifestações possam ser mais coloridas e esfuziantes. Porém, bem antes disso, nos departamentos de marketing sob o jugo dos deadlines e das equipes juniores, bem intencionadas, bem formadas muitas vezes, mas carentes de algo que somente o tempo lhes dará, a experiência necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como esses desperdícios podem ser reduzidos ou minimizados? Assumindo que o marketing deve ser preciso. Uma precisão alcançável quando se busca a convergência do targeting eficaz com promessas de marca verdadeiras e relevantes, traduzidas em mensagens persuasivas e pertinentes, no timing mais adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se chegar a essa convergência certeira é necessário agregar inteligência de marketing + imaginação + validação financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Inteligência de marketing no uso e na interpretação das informações obtidas por estratégias de pesquisa inovadoras. É preciso ir além dos focus groups, dos bancos de dados e de media optimizers. É preciso ter respostas rápidas, acionáveis e conclusivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Imaginação na busca por idéias honestas, emocionais, relevantes e motivadoras que reforcem o poder da marca e mobilizem as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E validação ao se empregar pilotos e business cases para confirmar e ajustar as estratégias, as métricas de marketing, de vendas e, principalmente, os parâmetros financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a única fórmula que conhecemos para que o marketing seja visto como investimento e não como mais uma despesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples, não é. Factível, seguramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal HSM On-line em 31/10/2007&lt;br /&gt;Autor: Auler, Álvaro&lt;br /&gt;Sócio-diretor da Precision Marketing&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-2953391644425886087?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/2953391644425886087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=2953391644425886087' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2953391644425886087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2953391644425886087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/desperdcios-de-marketing-onde-comeam-e.html' title='Desperdícios de marketing: onde começam e onde podem terminar'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7684962059505664892</id><published>2007-11-01T03:39:00.000-07:00</published><updated>2007-11-01T03:41:12.361-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>HARMONIZAÇÃO CONTÁBIL: 2 OU 3 BALANÇOS?</title><content type='html'>O processo de harmonização contábil brasileiro levou à constituição do CPC – Comitê de Pronunciamentos Contábeis, formado por ABRASCA, APIMEC, BOVESPA, CFC, FIPECAFI e IBRACON, contando ainda com a presença do BACEN, da CVM, da SRF e da SUSEP. Está ele produzindo pronunciamentos a serem aprovados por esses órgãos reguladores e deverá se constituir na única fonte de emissão de documentos contábeis brasileiros, na busca da harmonização entre esses órgãos nacionais e deles com as Normas Internacionais de Contabilidade emitidas pelo IASB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Paralelamente, corre no Congresso o Projeto de Lei 3741/2000 que contém, entre outros pontos, uma mudança que deverá eliminar certas influências das regras tributárias sobre o balanço societário. Mas têm surgido comentários no sentido de que, por isso, serão divulgados dois balanços, o que tem causado certa confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estão, de fato, previstos dois, mas com uma característica nova: primeiro será feito, pelas companhias abertas e pelas fechadas que assim optarem, os balanços para fins do imposto de renda e da contribuição social; mas estes serão “secretos”, não divulgados, para relacionamento apenas entre o fisco e a empresa (como já existe, de certa forma, hoje, quando os balanços fiscais sofrem ajustes para cálculo desses tributos). Após, serão elaborados os balanços para fins societários, agora livres das amarras fiscais, que serão, esses sim, publicados e válidos para todos os efeitos de cálculo de dividendo obrigatório, valor patrimonial, aprovação pelos acionistas etc. Com isso, não haverá nenhuma possibilidade de confusão junto ao usuário externo, pois este não tomará conhecimento do balanço fiscal (como hoje), e sim apenas do balanço “oficial” que irá à AGE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Por outro lado, o BACEN determinou que, a partir de 2010, as instituições financeiras deverão divulgar seus balanços consolidados conforme as regras do IASB. E a CVM está em audiência pública com minuta de Instrução na mesmíssima direção. Teremos então três balanços? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O plano das instituições ligadas ao CPC, e também do governo, é que o Brasil tenha sua contabilidade totalmente harmonizada com as normas internacionais, e o trabalho desse comitê está sendo desenvolvido no sentido de que isso seja já aplicado diretamente nos balanços individuais, primários, de tal forma que não exista um balanço de acordo com as regras brasileiras e outro de acordo com as internacionais, como está ocorrendo hoje nos países da União Européia, onde cada empresa faz o seu balanço de acordo com suas regras nacionais e, depois, o consolidado de acordo com o IASB. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos evitar isso, queremos que o individual e o consolidado brasileiros sejam feitos com base em um único conjunto de regras.&lt;br /&gt; Mas esse trabalho do CPC não tem um tempo totalmente definido para ser completado, pois precisa ser implantado paulatinamente, já que atingirá todas as empresas brasileiras que elaboram balanços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ambas as autarquias estão determinando que, a partir de 2010, as sociedades a elas submetidas publiquem seus balanços consolidados de acordo com o IASB, poderá haver, sim, temporariamente, dois conjuntos publicados: o balanço individual, dentro das regras em vigência no Brasil, e o balanço consolidado, totalmente conforme o IASB. A diferença com relação a hoje, quando já temos os dois conjuntos, é que tanto o individual quanto o consolidado estão, com raras exceções, dentro das mesmas regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O que se espera, todavia, é que, até lá, as diferenças sejam bastante restritas e que, rapidamente, elas desapareçam completamente, e assim teremos os dois balanços, o individual e o consolidado, dentro das mesmas regras, as internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vê-se, concluindo, que o balanço fiscal não será nunca publicamente divulgado. E a divulgação de dois balanços com critérios diferentes (brasileiro e internacional) só ocorrerá para as companhias abertas e as instituições financeiras, a partir de 2010 e somente durante o tempo que faltar para a completa harmonização da contabilidade brasileira às normas internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: IBRACON NEWS em 1/11/2007&lt;br /&gt;Autor: Eliseu Martins &lt;br /&gt;Sócio do IBRACON&lt;br /&gt;Vice Coordenador Técnico do CPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7684962059505664892?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7684962059505664892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7684962059505664892' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7684962059505664892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7684962059505664892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/11/harmonizao-contbil-2-ou-3-balanos.html' title='HARMONIZAÇÃO CONTÁBIL: 2 OU 3 BALANÇOS?'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-6743764679988201742</id><published>2007-10-31T03:54:00.000-07:00</published><updated>2007-10-31T04:10:41.785-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análise Contábil'/><title type='text'>FATORES DETERMINANTES DA ESTRUTURA DE CAPITAL DAS MAIORES EMPRESAS QUE ATUAM NO BRASIL</title><content type='html'>Estrutura de capital é um tema ainda controverso em teoria de finanças. Desde a discussão entre a teoria tradicional, que defende a existência de uma estrutura de capital ótima que leva à maximização do valor da empresa, e a proposta por Modigliani e Miller (1958), que considera que o valor da empresa não é afetado pela forma como ela é financiada, diversos estudos empíricos têm sido realizados com o objetivo de identificar os fatores que explicam a forma como as empresas se financiam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta pesquisa analisa a estrutura de capital das maiores empresas que atuam no Brasil, investigando a relação entre o nível de endividamento e os fatores apontados pela teoria como seu determinante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo é baseado em dados contábeis extraídos das demonstrações financeiras de empresas de capital aberto e de empresas de capital fechado. A técnica estatística utilizada no estudo é a regressão linear múltipla. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados indicam que os fatores risco, tamanho, composição dos ativos e crescimento são determinantes da estrutura de capital das empresas, enquanto que o fator rentabilidade não é determinante. Os resultados, também, mostram que o nível de endividamento da empresa não é afetado pelo fato de ela ser de capital aberto ou de capital fechado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Contabilidade &amp; Finanças &lt;br /&gt;NÚMERO 43&lt;br /&gt;Janeiro/Abril de 2007&lt;br /&gt;Autores: &lt;br /&gt;Giovani Antonio Silva Brito&lt;br /&gt;Flávio Donizete Batistella&lt;br /&gt;Luiz João Corrar&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.eac.fea.usp.br/cadernos/completos/cad43/giovani_flavio_corrar_pg9a19.pdf"&gt;Artigo na íntegra&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-6743764679988201742?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/6743764679988201742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=6743764679988201742' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6743764679988201742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6743764679988201742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/fatores-determinantes-da-estrutura-de.html' title='FATORES DETERMINANTES DA ESTRUTURA DE CAPITAL DAS MAIORES EMPRESAS QUE ATUAM NO BRASIL'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1136362674900901928</id><published>2007-10-31T03:43:00.000-07:00</published><updated>2007-10-31T03:44:20.507-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>Empresas descentralizadas têm uma vantagem competitiva</title><content type='html'>Empresas bem-sucedidas são rápidas para reconhecer mudanças em seu ambiente imediato e podem adaptar suas estratégias de forma flexível. Além disso, uma estrutura organizacional mais descentralizada permite que as empresas respondam melhor aos desafios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são os resultados de um estudo feito pela Roland Berger Strategy Consultants, uma das mais conceituadas consultorias em gestão empresarial do mundo, que pesquisou 1.700 empresas na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, entre 1991 e 2005. Nos últimos anos, o gerenciamento das empresas vem se tornando mais difícil. Isto é resultado das grandes mudanças nos relacionamentos globais da economia, de uma guinada no equilíbrio do poder econômico (com o surgimento da China e da Índia), da crescente concorrência por matérias-primas. As mudanças climáticas e a situação política global também desempenham funções importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estratégias corporativas precisam ser mais flexíveis. Esta complexidade crescente tem um impacto sobre a estratégia corporativa. Para serem bem-sucedidas, as companhias precisam aprender a antecipar as mudanças de seus ambientes e a ajustar suas estratégias da melhor forma para as condições de mudança. Anteriormente, as estratégias de negócio eram mapeadas para uma estrutura de tempo tradicional de sete a dez anos, mas, diante das mudanças da realidade de mercado, este já não é mais um ponto de referência adequado. Atualmente, as companhias precisam pensar em termos de cenários estratégicos e devem detalhar alternativas, num esforço para eliminar estratégias obsoletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Companhias descentralizadas podem responder melhor aos novos desafios – Para fazer frente às exigências estratégicas, as companhias precisam se descentralizar. Organizações descentralizadas conhecem seu ambiente –por exemplo, seus clientes e fornecedores– melhor do que empresas centralizadas, pois podem estar mais perto desses agentes e responder às suas necessidades imediatas. Além disso, empresas descentralizadas tendem a ser mais inovadoras, uma vez que podem permitir que seus funcionários sejam mais livres e ofereçam melhor suporte ao desenvolvimento de idéias originais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo sobre empresas da indústria de bens de capital mostrou que 47% das companhias bem-sucedidas testam regularmente seus produtos. Entre as menos bem-sucedidas, esse número foi de 28%. Empresas bem-sucedidas geram 27% de suas vendas com produtos novos e inovadores, ao passo que para as menos bem-sucedidas esse percentual é de apenas 18%. Companhias bem-sucedidas também apresentam uma parcela maior de padronização (64%), maior do que suas colegas não tão bem-sucedidas (40%). Nessa área, 59% das principais empresas reduziram a quantidade de fornecedores, em contraste com 45% das menos bem-sucedidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Companhias que se esmeram na definição de estratégias funcionais deixam suas concorrentes para trás no que tange importantes indicadores de performance. Por exemplo, a produtividade das 1.700 principais empresas na tríade de mercados (Europa, EUA, Japão) cresceu a uma taxa média anual de 7,2% entre 1991 e 2005. A produtividade das demais empresas cresceu cerca de 4,1% ao ano. Os fluxos de caixa livres das principais empresas aumentaram 53,5%; e os de suas concorrentes 43,2%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, as empresas líderes tendem a contratar mais pessoas. Entre 1991 e 2005, a quantidade de funcionários aumentou a uma taxa média de 12,4%. As concorrentes contrataram apenas 3,8% de funcionários adicionais. Durante esse período, o retorno dos acionistas das principais empresas cresceu em média 19,5%, ao passo que nas concorrentes menos bem-sucedidas, aumentou apenas 12,7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aptidão para responder às mudanças do ambiente – Para que as companhias líderes mantenham ou melhorem suas posições, elas devem estar aptas a reagir rapidamente às mudanças do ambiente. Caso contrário, correm o risco de desaparecer do mercado. Um bom exemplo disso está nas listas da Forbes 100 entre 1917 e 1987: 61 das 100 companhias já não existiam mais em 1987. Uma comparação do índice S&amp;P 500 apresenta resultados semelhantes: das 500 companhias que estavam na lista em 1957, apenas 74 continuavam lá em 1997. Além disso, somente um quarto das 1.700 companhias pesquisadas entre 1991 e 2005 no mercado tríplice conseguiu obter um crescimento acima da média de suas vendas e lucros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal HSM On-line em 16/10/2007&lt;br /&gt;Autores: Roland Berger Strategy Consultants&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1136362674900901928?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1136362674900901928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1136362674900901928' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1136362674900901928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1136362674900901928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/empresas-descentralizadas-tm-uma_31.html' title='Empresas descentralizadas têm uma vantagem competitiva'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7370821138687593901</id><published>2007-10-31T03:41:00.000-07:00</published><updated>2007-10-31T03:42:52.751-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissão Contábil'/><title type='text'>Remuneração e aumentos por mérito: variáveis continuam em alta enquanto aumentos coletivos acompanham a inflação</title><content type='html'>Foi-se o tempo em que trabalhar bem e cumprir com suas obrigações contavam ponto a favor de um profissional. Atualmente, essas condições ajudam, quando muito, a manter o emprego. Para ingressar à lista seleta dos que terão oportunidades melhores, promoções e remuneração variável é preciso muito mais. A constatação está na análise dos dados apurados na última edição da Pesquisa de Aumentos Salariais (SIS) e da Pesquisa de Remuneração Total (TCM) da Hewitt Associates, que contou com 216 empresas de diferentes segmentos (126-TCM e 90-SIS), atuantes no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumentos gerais no salário base seguem de perto a inflação – Os dados apurados pelas pesquisas da Hewitt Associates neste ano também apontam outra mudança de comportamento. Nos últimos anos, as empresas, em sua maioria, concederam aumentos coletivos um pouco acima da inflação; para 2008 a tendência é acompanhar mais de perto o índice de inflação, projetada em 4,0%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do universo pesquisado, 93% praticam algum tipo de remuneração variável. Dessas, a maior parte tem algum programa de participação nos lucros, com predominância clara pelo PLR (Participação em Lucros e Resultados), e 56% adotam atualmente o pagamento de bônus por desempenho –prática que caiu um pouco, quando comparada ao ano passado, quando 59% adotavam o pagamento de bônus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O percentual destinado pelas empresas à remuneração por mérito se manteve estável em relação ao ano passado –a maioria prevê destinar cerca de 4% de seu orçamento para este fim. A escolha dos profissionais que têm direito a remuneração por mérito, no entanto, está cada vez mais rigorosa. Para apoiar essa seleção, as empresas estão investindo na implantação de matrizes objetivas para a verificação de desempenho –61% das empresas participantes do estudo já dispõe de métricas claras– e treinando seus gestores para uma melhor avaliação de suas equipes e concessão do aumento por mérito –42% das empresas pesquisadas já fazem isso, contra 28% que treinavam seus gestores nessa prática em 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Renato Rovina, líder de Remuneração da Hewitt Associates para a América Latina e Caribe, o movimento indica uma maior preocupação das empresas em adotarem programas transparentes e apoiados em avaliação objetiva do grau de contribuição de cada um de seus colaboradores para o resultado da empresa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas opções para os executivos – A oferta de incentivos de longo prazo para os executivos está mais diversificada. Além dos stocks options –estável em relação a 2006 e restricted stocks; algumas poucas empresas já estão praticando novas modalidades, como os performance units (2% do universo pesquisa este ano); o phantom stock (1%) e o stock apprenciation rights (5%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retenção de Talentos – Para reter os talentos, a remuneração variável e as promoções continuam as ferramentas preferenciais. Para os top performers (funcionários de alto desempenho) a prevalência são os pagamentos de bônus especiais de reconhecimento e inclusão em programas de distribuição de ações; enquanto para os hight potentials (funcionários de alto potencial de crescimento hierárquico) a prática mais freqüente é a de promoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal HSM On-line em 30/10/2007&lt;br /&gt;Auotres: Hewitt Associates&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7370821138687593901?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7370821138687593901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7370821138687593901' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7370821138687593901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7370821138687593901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/remunerao-e-aumentos-por-mrito-variveis.html' title='Remuneração e aumentos por mérito: variáveis continuam em alta enquanto aumentos coletivos acompanham a inflação'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-684368507560413682</id><published>2007-10-31T03:39:00.001-07:00</published><updated>2007-10-31T03:39:43.119-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação Contábil'/><title type='text'>Empresas fictícias pedem votos para sair do papel</title><content type='html'>Com o objetivo de praticar o que foi ensinado em sala de aula e aprimorar a aprendizagem, os estudantes de Sistemas de Informação e do Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Regional de Blumenau (Furb) criaram empresas fictícias na disciplina de Empreendedorismo, ministrada pelo professor Oscar Dalfovo. Trinta alunos se dividiram em nove grupos e agora participam de uma feira simulada na internet.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cada grupo definiu um produto e fez um plano de negócios. Os dados foram disponibilizados em um site com logomarca, informações sobre a equipe e, principalmente, sobre o produto. Desde a etapa de escolha do produto até o final da feira serão cerca de quatro meses de trabalho, que encerra no final de novembro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“O objetivo principal é lançar o produto, após o término do plano de negócios. Aquela empresa que for bem estruturada, seguindo o plano de negócios, poderá ser incubada”, explica o coordenador dos trabalhos, professor Oscar Dalfovo. Os planos de negócios das empresas estão on-line. Os internautas podem votar e escolher o melhor Plano de Negócios.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para conseguir mais votos, os empreendedores estão usando diversas estratégias, como enviar mensagens aos colegas e familiares. Foi o que fez o acadêmico Thiago Wilvert, que “convocou” os colegas de trabalho através de e-mail para acessarem o link da empresa fictícia Eclipse Customizações Automotivas e votar, de preferência com nota máxima, no seu trabalho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ele analisa a experiência como positiva. “Está sendo interessante porque temos que nos empenhar e buscar os votos, fazer a divulgação da empresa, além de aprender a lidar com o público”, relata Wilvert.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“A empresa que obtiver mais pontos por meio da votação vai ganha a maior nota”, reforça o professor Dalfovo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria publicada em 31/10/2007&lt;br /&gt;Fonte: Noticenter&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-684368507560413682?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/684368507560413682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=684368507560413682' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/684368507560413682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/684368507560413682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/empresas-fictcias-pedem-votos-para-sair.html' title='Empresas fictícias pedem votos para sair do papel'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1599405063529238501</id><published>2007-10-31T03:33:00.000-07:00</published><updated>2007-10-31T03:34:36.389-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Mercado de private banking no Brasil cresce 24% ao ano--pesquisa</title><content type='html'>O mercado de private banking no Brasil deve crescer 24 por cento ao ano nos próximos três anos segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira, influenciado por um crescimento no número de participantes no setor e expansão econômica do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prognóstico para a expansão da receita no segmento no período é de 31 por cento ao ano apontou levantamento da PricewaterhouseCoopers feito para a Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Novas instituições estão vindo para o Brasil e isso não só aumenta a competição como também demanda uma melhor qualidade. O Brasil é um dos focos desse segmento", disse Celso Scaramuzza, vice-presidente da Anbid durante a apresentação do estudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sondagem foi feita entre janeiro e fevereiro com 265 organizações que administram recursos entre 100 mil e 50 milhões de dólares por cliente em 43 países. Os resultados para o Brasil são similares aos globais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os private bankers estimam um avanço do mercado mundial de 30 por cento ao ano nos próximos três anos e de 26 por cento na receita. Não foram divulgados informações sobre outro países além do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os dados do Brasil estão muito coerentes com os dados globais e em alguns aspectos melhores", disse João Santos, sócio da PricewaterhouseCoopers. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a maioria dos private bankers prevê que o crescimento do mercado se dará organicamente e os principais focos dos gestores nos próximos três anos são aquisição e retenção de clientes e desenvolvimento de produtos e serviços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a maioria dos private bankers no país detém de 21 a 40 por cento dos recursos de seus clientes, com o restante indo a outros serviços financeiros. A previsão da maioria para os próximos três anos é que essa variação suba para entre 41 e 60 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Vanessa Stelzer&lt;br /&gt;Fonte: Reuters&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1599405063529238501?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1599405063529238501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1599405063529238501' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1599405063529238501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1599405063529238501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/mercado-de-private-banking-no-brasil.html' title='Mercado de private banking no Brasil cresce 24% ao ano--pesquisa'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-2970656799265651262</id><published>2007-10-31T03:29:00.000-07:00</published><updated>2007-10-31T03:30:46.787-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>Odebrecht alia-se à trading japonesa para crescer mais</title><content type='html'>A ETH Bioenergia, braço de açúcar e álcool do grupo Odebrecht, associou-se à trading japonesa Sojitz Corporation, que adquiriu 33,3% das ações da empresa de agroenergia brasileira. A aliança entre as duas companhias tem como meta acelerar a expansão dos negócios sucroalcooleiros do grupo no país e no exterior.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Consideramos essa associação estratégica, uma vez que a Sojitz tem forte atuação na distribuição de commodities agrícolas", disse Clayton Hygino Miranda, presidente da ETH. O valor da operação não foi divulgado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o primeiro investimento efetivo de um grupo japonês no setor sucroalcooleiro do Brasil. A parceria já anunciada entre a estatal brasileira Petrobras com a trading japonesa Mitsui para a construção de usinas de álcool ainda não saiu do papel.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com sede em Tóquio, a sócia japonesa da ETH conta com 72 escritórios e 621 subsidiárias e coligadas nos cinco continentes. A Sojitz (ex-Nissho Iwai) está presente no Brasil desde 2004. A trading atua nos segmentos de agronegócio, têxtil, energia, minerais, químicos e plásticos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma usina em operação em São Paulo e sete projetos "greenfield" (construção) anunciados, a Odebrecht pretende também fazer pesados investimentos na área de logística, o que inclui aportes em alcoodutos e também em terminais portuários, afirmou Miranda. No caixa, a empresa tem US$ 5 bilhões para investir no setor, dos quais 60% do total já estão comprometidos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, o grupo anunciou investimento de US$ 1,05 bilhão para a construção de três usinas no Mato Grosso do Sul. Há um mês, a Odebrecht também tinha anunciado aporte no mesmo valor para erguer três plantas em Goiás. Com isso, o grupo planeja processar no Centro-Oeste cerca de 30 milhões de toneladas de cana nos próximos cinco anos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gigante Odebrecht colocou os pés no setor sucroalcooleiro em maio deste ano, após a compra da usina paulista Alcídia, na região do Pontal do Paranapanema. Nesta mesma região, também construirá uma unidade em parceria com a empresa ACP Agropecuária. "Temos projetos para a construção de mais duas usinas em São Paulo", afirmou Miranda. A intenção do grupo é erguer dez usinas até 2015, com o processamento de 40 milhões de toneladas de cana por ano, o que a coloca entre as três maiores companhias do país.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com forte atuação nos setores de engenharia e construção, química e petroquímica, onde é líder na América Latina, a Odebrecht também deverá fazer investimentos em usinas de álcool fora do Brasil. Na semana passada, o grupo confirmou que a construção de uma usina de álcool em Angola em parceria com a estatal de petróleo Sonangol e empresários do país africano. Esse investimento será feito pela construtora Norberto Odebrecht, não pelo braço de agroenergia ETH.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online&lt;br /&gt;Por Mônica Scaramuzzo&lt;br /&gt;31/10/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-2970656799265651262?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/2970656799265651262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=2970656799265651262' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2970656799265651262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2970656799265651262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/odebrecht-alia-se-trading-japonesa-para.html' title='Odebrecht alia-se à trading japonesa para crescer mais'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7078618463211449774</id><published>2007-10-30T03:49:00.000-07:00</published><updated>2007-10-30T03:51:59.936-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>CUSTEIO ABC NO AMBIENTE HOSPITALAR:</title><content type='html'>UM ESTUDO NOS HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO BRASILEIROS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Custeio Baseado em Atividades tem se mostrado como uma alternativa promissora para fazer frente à complexidade que caracteriza os custos hospitalares. Nos últimos dez anos, somente na Plataforma Lattes, foram encontrados mais de uma centena de estudos dessa natureza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho tem como objetivo, conhecer, empiricamente, a utilização do Custeio ABC nos hospitais universitários e de ensino brasileiros e comparar os resultados, conforme as possibilidades, com as pesquisas realizadas nas maiores empresas brasileiras pelos autores: Khoury (1999), Beuren e Roedel (2002) e Azevedo, Santos e Pamplona (2004). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos 115 questionários enviados aos hospitais universitários, 34 foram respondidos. O estudo levou a conclusões importantes, como: Os sistemas de custos atuais dos hospitais têm poucas condições de fornecer informações úteis à gestão; o Custeio ABC é bastante conhecido no ambiente, mas o número de usuários ainda é relativamente pequeno: apenas 15% da amostra; mas existe expectativa por parte de 44% dos hospitais com relação ao uso futuro da abordagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais causas apresentadas para a não-utilização do Sistema ABC foram: (a) o sistema utilizado atende às necessidades da organização e (b) o Custeio Baseado em Atividades é muito complexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores:&lt;br /&gt;Paula Danyelle Almeida da Silva&lt;br /&gt;Odilanei Morais dos Santos&lt;br /&gt;Aracéli Cristina de Sousa Ferreira&lt;br /&gt;Fonte: Revista Contabilidade &amp; Finanças &lt;br /&gt;NÚMERO 44 Maio/Agosto de 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7078618463211449774?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7078618463211449774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7078618463211449774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7078618463211449774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7078618463211449774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/custeio-abc-no-ambiente-hospitalar.html' title='CUSTEIO ABC NO AMBIENTE HOSPITALAR:'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-81660481228267346</id><published>2007-10-30T03:37:00.001-07:00</published><updated>2007-10-30T03:45:18.187-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Controladoria'/><title type='text'>Controladoria ou contadoria?</title><content type='html'>A falta de cultura doutrinária implica conceitos deformados, estes que difundidos, confundem funções e deturpam a realidade. Isso se passa em todos os campos do conhecimento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Einstein e Infeld em sua época, relativamente aos domínios da Física (em sua obra A Evolução da Física) muito acusaram aos que estabeleciam a desordem conceitual.&lt;br /&gt;A falta de preparação no campo da Lógica, miopia cultural, despreparo científico, forma afoita em definir os fatos, pobreza educacional, sempre foram responsáveis pela deturpação conceitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também contribuiu para o equívoco no campo do conhecimento, mesmo em doutos, o fato de inverterem óticas na observação da matéria que desenvolveram.&lt;br /&gt;Nas áreas das ciências da riqueza o mesmo tem ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesclas de maneiras de entender, propósitos nem sempre éticos visando domínio de mercado de trabalho, com a prática de fortes pressões, têm produzido tumulto propositado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a confusão entre as funções de controle e as contábeis é, de há muito, desde os fins do século XIX a responsável pelo “Controlismo” (escola italiana doutrinária da Contabilidade que pouco durou) e pelo surgimento da concepção de “Controladoria” (concepção pragmática de origem estadunidense).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O erro fundamental esteve e ainda está em deixar de considerar que não é a Contabilidade que serve ao controle, mas, sim o controle que serve a Contabilidade para que esta enseje a análise e estudo dos fenômenos relativos ao comportamento da riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, também, uma lesão à legalidade entregar-se no Brasil, a função que se tem dado o nome de “Controladoria” a “não contadores”, pois, envolve matéria eminentemente contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatórios analíticos, coordenação, auditoria, orçamentos, modelos, desde que relativos ao comportamento patrimonial de um empreendimento ou grupo é tarefa eminentemente contábil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se isso não está sendo entregue ao Contador em alguma empresa compete ao Conselho Regional de Contabilidade agir no sentido se fazer cumprir a lei. A expressão “Controladoria” como disfarce para burlar o exercício da função contábil é ato delituoso que merece ser enfrentado com determinação pelos órgãos de classe que possuem a responsabilidade de fiscalizar o exercício da profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controle interno é uma forma de saber apenas como estão sendo cumpridos os procedimentos determinados pela vontade de uma administração e isto não se confunde com o estudo da movimentação e transformação dos capitais.&lt;br /&gt;Uma coisa é um “instrumento” e outra é a “ciência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática do uso de um bisturi para que uma cirurgia seja eficiente não se confunde com o estudo da biologia, com a indagação sobre o comportamento do corpo humano.&lt;br /&gt;Incoerente perante a razão humana é crer que a vigilância sobre atos se confunda com o estudo das relações lógicas que envolvem um fenômeno e as conclusões a serem tiradas para orientar e prevê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato controlado e fato contábil não são a mesma coisa.&lt;br /&gt;A prevalecer uma inversão de raciocínio estará subvertida toda a estrutura do conhecimento humano, desrespeitadas as organizações racionais que se estabeleceram para construir as ciências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controladoria é no máximo, no seu sentido conceitual, uma vigilância sobre a execução de procedimentos de gestão. O uso do termo de outra forma é uma deturpação do vernáculo, da terminologia, para servir a interesses de grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Análise dos fenômenos patrimoniais, estabelecimento de modelos de comportamentos da riqueza, previsão sobre os fatos relativos ao aludido desenvolvimento, são matérias da ciência da Contabilidade, portanto, responsabilidades funcionais do Contador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desordem conceitual que já estão a causar algumas ditas “Normas” e práticas denominadas como “internacionais” (na verdade comandadas por grupos anglo-saxônios e seus agentes submissos) o futuro bem haverá de indicar os danos que ao conhecimento contábil trarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passado já bem denunciou as fraudes no mercado de capitais que há muitas décadas se agasalham sob o manto das ditas Normas como acusou o Senado dos Estados Unidos, como alertaram e ainda advertem muitos intelectuais da Contabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelecer a confusão conceitual, passar por cima das leis, sonegar funções ao profissional adequado, são formas utilizadas para subverter a realidade e abalar o grande edifício cultural e intelectual construído através de séculos pelos gênios que edificaram a ciência contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender Controladoria como Contadoria é deveras uma dessas lesões injustificáveis tão graves quanto a da invasão que se tem feito no campo do exercício profissional, com lesões aos interesses dos contadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Antônio Lopes de Sá&lt;br /&gt;Fonte: Portal da Classe Contábil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-81660481228267346?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/81660481228267346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=81660481228267346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/81660481228267346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/81660481228267346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/controladoria-ou-contadoria.html' title='Controladoria ou contadoria?'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3454497493253087000</id><published>2007-10-30T03:37:00.000-07:00</published><updated>2007-10-30T03:38:27.437-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Receita quer reduzir os informais com mutirão</title><content type='html'>O informal vai expedir o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e todos os outros documentos necessários para regularizar o negócio. A Receita visitará 7 municípios nos dias 20 e 21 de novembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Superintendência da Receita Federal da 4ª Região irá realizar, nos dias 20 e 21 de novembro, um mutirão por sete cidades pernambucanas em prol da redução no número de micros e pequenos empresários informais. Em um só local, o empreendedor poderá expedir o seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) pela Receita Federal e todos os outros documentos necessários para regularizar o seu negócio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no próximo dia 5, um ônibus percorrerá seis bairros do Recife levando funcionários e equipamentos da Receita para, gratuitamente, emitir o Cadastro para Pessoa Física (CPF) de pessoas carentes que não têm condição de se dirigir aos Correios e agências do Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal. A intenção é realizar a ação toda segunda-feira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intitulado de Ônibus da Cidadania, ele atenderá, no primeiro momento, os bairros de Casa Amarela, Vasco da Gama, Água Fria, Beberibe, Alto José Bonifácio e Alto José do Pinho. Serão oferecidas também orientações para a realização da Declaração de Isento, cujo prazo final é o dia 30 de novembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mutirão contra a informalidade ocorrerá em todo o País, em mais de 1.000 municípios. Em Pernambuco, passará por Recife, Salgueiro, Petrolina, Caruaru, Serra Talhada, Olinda e Jaboatão dos Guararapes. No evento ainda será traçado um perfil dos empreendedores informais do Estado para subsidiar novas políticas públicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Além da emissão do CNPJ, nós estaremos realizando palestras sobre a importância da regularização e quais as vantagens de aderir ao Simples Nacional. Serão apresentadas também as diversas modalidades de crédito para microempresários”, explicou a superintendente da 4º Região, Lina Maria Correia. Estão envolvidos no projeto o Sebrae, Banco do Brasil, Junta Comercial de Pernambuco, Câmara de Dirigentes Lojistas e prefeituras municipais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal do Comércio em 29/10/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3454497493253087000?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3454497493253087000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3454497493253087000' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3454497493253087000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3454497493253087000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/receita-quer-reduzir-os-informais-com.html' title='Receita quer reduzir os informais com mutirão'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5598221257240493866</id><published>2007-10-30T03:31:00.000-07:00</published><updated>2007-10-30T03:34:15.204-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Light busca R$ 1 bilhão para reduzir custo de dívidas</title><content type='html'>A Light se prepara para captar R$ 1 bilhão no mercado. A intenção da companhia, segundo Ronnie Vaz Moreira, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores, é pré-pagar em janeiro de 2008 recursos captados por meio de emissão de debêntures em janeiro de 2007, com vencimento em até 7 anos e taxa de 1,5% acima do CDI. A meta é obter uma taxa abaixo de CDI mais 0,85%, negociada em agosto com o Bradesco, disse Moreira ao Valor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de segunda-feira, a empresa vai remeter cartas-convite às instituições financeiras para envio das suas propostas até o dia 20 de novembro. "A forma de captação dos recursos está aberta, cabendo aos bancos apresentarem suas sugestões de instrumentos como debêntures, bônus e outros", informou o vice-presidente da Light. Ainda na semana que vem, Vaz Moreira fará um "road show" para investidores em Nova York, Boston e Londres, para mostrar a recuperação da companhia, hoje com valor de mercado de R$ 7,5 bilhões.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Light vinha de cinco anos de prejuízo e este ano, está dando uma "virada", como destacou seu principal executivo. Na sexta-feira, o BNDES, sócio da companhia, mas sem participar do bloco de controle, converteu os restantes das debêntures da distribuidora de energia em seu poder, ampliando sua participação no capital da empresa de 31,4% para 33,7%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo dia, a Light divulgou seu balanço do terceiro trimestre com números robustos. Nos primeiros nove meses do ano, o lucro líquido acumulado foi de R$ 848, 1 bilhões ante um prejuízo de R$ 244,4 milhões no mesmo período de 2006. Isoladamente, a empresa lucrou entre julho e setembro deste ano R$ 120,4 milhões, ante prejuízo de R$ 337,5 milhões em igual período de 2006.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de reduzir sua dívida líquida de janeiro a setembro em 55,3%, quando caiu de R$ 2,7 bilhões para R$ 1,2 bilhão, o endividamento da empresa encolheu 13% só no terceiro trimestre. Sua geração de caixa medida pelo Lajida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidou R$ 1 bilhão no acumulado de nove meses, ou expansão de 177,6%. O Lajida cravou R$ 248,5 milhões no terceiro trimestre. A receita líquida da Light somou R$ 3,9 bilhões até setembro e R$ 1,1 bilhão no trimestre.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moreira informou ainda que o caixa da Light até setembro fechou com R$ 520 milhões. Ele não considera que estes números reflitam ainda toda a recuperação da companhia, que teve início com a assunção ao poder do novo grupo de controle composto pela Cemig, Pactual, Andrade Gutierrez Concessões e Fundo Luce, em 11 de agosto de 2006.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Todo nosso esforço de sanear a Light ainda não acabou. Muitas das coisas que fizemos em 2007 ainda não estão refletidas no resultado do terceiro trimestre. Renegociamos todos os contratos da companhia, coisa de R$ 600 milhões. O impacto total da redução de custo ainda não está refletido no balanço. A partir de 2008 é que esperamos consolidar esta nova estrutura da companhia".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O executivo disse que a Light ainda estuda se vai entrar ou não no leilão da usina de Santo Antônio do Rio Madeira, apesar de ter como foco aumentar a geração de energia. No entanto, aplaudiu a decisão da Odebrecht de desistir dos contratos de exclusividade de equipamentos e turbinas para as obras. "Agora, o leilão vai ter igualdade de competição", celebrou.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 30/10/2007&lt;br /&gt;Por Vera Saavedra Durão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5598221257240493866?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5598221257240493866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5598221257240493866' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5598221257240493866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5598221257240493866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/light-busca-r-1-bilho-para-reduzir.html' title='Light busca R$ 1 bilhão para reduzir custo de dívidas'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-967368697958034715</id><published>2007-10-30T03:26:00.000-07:00</published><updated>2007-10-30T03:28:19.287-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Impactos legais dos IPOs dentro das companhias</title><content type='html'>Tem se tornado cada vez mais freqüente a abertura de capital de empresas brasileiras. Com isso, ouvimos nos corredores termos novos como IPO, fato relevante, código de ética, segregação de funções, RI, "insider", "china wall", autenticação forte, entre outros. Mas o que a empresa precisa implementar dentro de seu ambiente para construir uma cultura interna de empresa aberta, que presta contas a acionistas, investidores, ao mercado?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a acessibilidade e a mobilidade de dados, com a internet, com as informações em tempo real, como de fato garantir o cumprimento de regras legais que exigem a proteção do sigilo do fato relevante até que ele seja informado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e aos acionistas? Há um dever de casa a ser feito que deve começar bem antes da oferta pública de ações. A governança corporativa passa pela implementação de controles, pela documentação de relações e pela garantia à transparência. Tudo, no entanto, começa na gestão de risco, que deve observar, dentro dos riscos corporativos, os riscos operacionais e os riscos eletrônicos, que geram impactos jurídicos, financeiros e institucionais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda empresa que vai passar ou que já passou por um IPO precisa garantir níveis adequados de segurança da informação em toda a sua base - de colaboradores a terceirizados - e de forma permanente, com base na classificação da mesma de pública a secreta, estando sujeita, dependendo de seu segmento, à ISO 17.799, à ISO 18.044, à ISO 27.001, à Resolução nº 3.380 do Banco Central (Bacen), ao Decreto nº 4.553, de 2002, entre outros. É preciso monitorar para dentro e para fora. A empresa que vira companhia precisa saber quais informações estão sendo ditas sobre ela na internet, analisar os casos e estudar cenários e impactos para tomar decisões imediatas - precisa ser rápida na resposta a incidentes, pois a demora pode ser fatal. Precisa ainda ter conhecimento do que seus funcionários estão publicando em blogs, comunidades e fóruns. Não pode haver dissonância na comunicação da empresa para com o mercado. Um e-mail cujo endereço traga o nome da empresa é informação oficial.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois riscos jurídicos maiores para a companhia são o vazamento de informações confidenciais - especialmente se entendido como fato relevante - e o uso de informações privilegiadas para operações de compra e venda de ações. Para tanto, é essencial ter uma política de segurança da informação, normas de classificação da informação e de uso de dispositivos móveis e acesso remoto, de descarte seguro de informações, de processos de segurança para terceirizados e fornecedores, entre outras. De nada adianta fazer o trabalho jurídico para fora, na relação com os órgãos, com a assinatura de documentos e de termos de responsabilidade sem fazer o trabalho jurídico para dentro da empresa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com apenas um "click" as ações caem e a reputação e o patrimônio sofrem danos bem reais&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Ressaltamos que os diretores estatutários respondem com seu próprio patrimônio por danos causados a investidores e ao mercado. Logo, isto é muito sério. Há CIOs ("chief information officer") e CSOs ("chief security officer") se tornando diretores estatutários e que precisam estar atentos a isso. Não pode uma empresa aberta ter problemas para salvar arquivos na rede por falta de espaço, deixando que os usuários os deixem na máquina local, ou ter portas USB sem controle algum de que dados estão saindo por elas. Ou seja, uma máquina ligada e logada sem ninguém na estação de trabalho, um notebook pessoal que sincroniza com a rede, um notebook da empresa que é furtado, um "pen drive" que carrega dados sem criptografar, uma comunidade de funcionários comentando sobre suas atividades, um software pirata em um equipamento, o uso de webmail para comunicação confidencial da empresa por executivos remotos ou iPods soltos nas mesas portando 60 megabytes de sabe lá que dados - todas estas situações são exemplos de incidentes reais, que temos acompanhado em diversos clientes. Tudo isso poderia ser evitado, com normas claras, conscientização e monitoramento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As medidas tecnológicas geram proteção jurídica, blindagem para a operação. Uma companhia tem que investir nestas proteções - ela precisa, sim, de softwares que analisam padrões de comportamento no acesso à rede e de autenticação com biometria para certos níveis de executivos. A cultura da secretária com a senha do presidente é inaceitável. Não ter picotador ou fragmentadora é imperdoável. Não ter as provas eletrônicas que eram e-mails corporativos de tomadas de decisão, mas que foram apagados pois não eram espelhados no servidor é inconcebível. Além disso, faz parte da política de transparência criar um ambiente no website para as "relações com investidores" - o famoso RI. A empresa precisa garantir que este ambiente irá reunir suas informações oficiais e controlar para que não haja dados equivocados replicados em outros sites, ou mesmo dados velhos. Tem que fazer uma faxina periódica na web para retirar informação velha ou errada. Isso é uma obrigação da empresa aberta em bolsa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há tempo para planejar e implementar as boas práticas, elaborar as regras, atualizar os contratos e treinar as pessoas enquanto o volume de dados ainda é gerenciável e a empresa ainda está em fase de abertura. A gestão tem que ser séria, técnica, segura e legal. Depois, pode ser tarde demais. Com apenas um click as ações caem e a reputação e o patrimônio sofrem danos bem reais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Patricia Peck é advogada especialista em direito digital, sócia do escritório PPP Advogados e autora do livro "Direito Digital" pela editora Saraiva  &lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 30/10/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-967368697958034715?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/967368697958034715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=967368697958034715' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/967368697958034715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/967368697958034715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/impactos-legais-dos-ipos-dentro-das.html' title='Impactos legais dos IPOs dentro das companhias'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-7272908425022287003</id><published>2007-10-29T09:45:00.000-07:00</published><updated>2007-10-29T09:48:28.093-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação Contábil'/><title type='text'>Convite !!!</title><content type='html'>A Câmara de Assuntos Tributários e Legislativos da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras - FIPECAFI, órgão de apoio institucional da FEA/USP, sintonizadas com a necessidade de atualização empresarial sobre temas que afetam ao setor produtivo, convidam para palestra a ser ministrada sobre Gestão de Custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciclo de Palestras FIPECAFI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gestão de Custos: Como ser competitivo em tempos de carga tributária elevada, inflação baixa e câmbio valorizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tópicos que serão abordados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a.. Instrumentos contemporâneos de gestão de custos;&lt;br /&gt;b.. Pontos críticos a considerar na gestão de custos;&lt;br /&gt;c.. Inimigos e aliados na guerra da redução de custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestrante: Dr. Welington Rocha - Professor do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA/USP e Diretor Financeiro da FIPECAFI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 13 de novembro de 2007 (3º feira)&lt;br /&gt;Horário: 14h30&lt;br /&gt;Local: Centro de Eventos Sistema FIESC&lt;br /&gt;Rodovia Admar Gonzaga, 2.765, Itacorubi, Florianópolis/SC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições Gratuitas: A participação deverá ser confirmada até o dia 9  de novembro, através do e-mail: gustavo@fiescnet.com.br ou pelo telefone  (48) 3231-4329, com Gustavo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-7272908425022287003?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/7272908425022287003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=7272908425022287003' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7272908425022287003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/7272908425022287003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/convite.html' title='Convite !!!'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3853377024547714355</id><published>2007-10-29T04:58:00.000-07:00</published><updated>2007-10-29T05:04:27.519-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>CONTROLE GERENCIAL:</title><content type='html'>DELINEAMENTO DO PERFIL METODOLÓGICO DE UMA AMOSTRAGEM DE PUBLICAÇÕES ACADÊMICAS NAS ÁREAS DE ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DE 2000 A 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo deste artigo é traçar o perfil metodológico da produção científica relacionada a Controle Gerencial (CG), publicada nos anos de 2000 a 2004, em periódicos estabelecidos nas áreas de Administração e Contabilidade, classificados com conceito “A” no Sistema Qualis/Capes em 2004. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta é classificar os trabalhos conforme o perfil metodológico, isto é, classificá-los conforme o foco dado à pesquisa, verificando a freqüência de trabalhos&lt;br /&gt;que: (1) tratam de conceitos e idéias (teóricos); (2) os focados nos dados, gerando informações a partir da observação dos mesmos (empíricos); (3) aqueles que pretendem descrever ou explicar um fato por meio da pesquisa de dados, tendo como base pressupostos teóricos que delimitam a pesquisa (teórico-empíricos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo caracteriza-se como exploratório e descritivo. Utiliza-se da pesquisa bibliográfica para obtenção dos dados, os quais são analisados com o uso da estatística descritiva. Para atingir o objetivo da pesquisa inicialmente&lt;br /&gt;são delimitados os assuntos que dizem respeito ao controle gerencial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida buscam-se tais assuntos nos periódicos selecionados. Para delimitar os assuntos de controle gerencial, utiliza-se a obra de Anthony e Govindarajan (2002) como texto base, em contraposição a temas de outras 11 obras similares publicadas no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os temas mais freqüentes nestas obras são agrupados em 6 (seis) clusters temáticos, os quais passaram a representar os assuntos de CG para pesquisa nos periódicos selecionados. A pesquisa revela,numa análise geral, um equilíbrio do perfil metodológico nos artigos das revistas, porém, ao analisá-las individualmente tal equilíbrio não se mantém. Percebeu-se uma tendência a artigos com perfil empírico na RAP, teórico na C&amp;F-USP e teórico-empírico na RAC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Base&lt;br /&gt;Autores:&lt;br /&gt;MAURÍCIO VASCONCELLOS LEÃO LYRIO&lt;br /&gt;JOSÉ ALONSO BORBA&lt;br /&gt;JEANE MARIA DA COSTA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3853377024547714355?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3853377024547714355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3853377024547714355' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3853377024547714355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3853377024547714355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/controle-gerencial.html' title='CONTROLE GERENCIAL:'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-6930168233866300450</id><published>2007-10-29T04:50:00.000-07:00</published><updated>2007-10-29T04:52:06.474-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação Contábil'/><title type='text'>INVESTINDO EM EDUCAÇÃO</title><content type='html'>Com a abertura de capital de instituições de ensino, mercado descobre o potencial de crescimento do setor e espera mais IPOs. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é de hoje que a educação representa um dos mais importantes pilares das sociedades modernas. É a partir dela que os cidadãos adquirem condições básicas de convívio e subsistência. Desde março, o setor educacional brasileiro vem atraindo a atenção de pessoas interessadas não somente no conteúdo ministrado por escolas e universidades, mas também no alto potencial de retorno financeiro que essas instituições podem proporcionar. Após a recente abertura de capital da Anhanguera, primeira empresa do ramo a chegar à bolsa de valores, a educação entrou no radar de investidores e analistas do mercado de ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como os bancos médios, os frigoríficos e as construtoras, as instituições de ensino ainda ensaiam seus primeiros passos no mercado de capitais. O sucesso obtido pela Anhanguera abriu de vez as portas para que outras instituições seguissem o mesmo caminho. Após observarem os papéis da concorrente se valorizarem mais de 60% apenas nos primeiros quatro meses de negociação, a Kroton Educacional e a Estácio Participações também realizaram suas ofertas iniciais de ações (IPOs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As operações chegaram ao mercado em um momento favorável. Contaram com uma prolongada onda de liquidez no mercado financeiro internacional e com um cenário interno altamente promissor para quem deseja investir no ramo educacional, decorrente da conjunção de alguns fatores. O primeiro é o aumento na renda média do cidadão brasileiro. Por se tratar de uma necessidade essencial, existe forte demanda para os serviços de ensino. “As pessoas fazem o possível, verdadeiros sacrifícios para destinar parte da renda à educação”, afirma Milton Milioni, diretor da corretora Geração Futuro. Opinião semelhante tem Ricardo Binelli, diretor de operações da Petra Corretora. “O aumento da renda e a disponibilidade de crédito vão favorecer o segmento”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaço para o crescimento dos serviços e produtos de educação também justifica a expectativa favorável. No Brasil, apenas 20% dos jovens de 18 a 24 anos estudam. Para se ter uma idéia do que isso representa, nenhum outro país da América do Sul ostenta números abaixo de 30% nessa faixa etária. A grande pulverização dos players é outro atrativo: “75% dos alunos são servidos por instituições de pequeno porte, que não trabalham com a escala necessária para oferecer ensino de qualidade a um custo competitivo”, diz Ricardo Scavazza, diretor de Relações com Investidores da Anhanguera Educacional. Neste contexto, a consolidação desponta como principal fator de crescimento para o setor. Somente a Anhanguera agregou este ano dez campi a sua estrutura e pretende manter a média de uma nova unidade por mês. “O alcance da consolidação que está em curso é imensurável neste momento”, ressalta Milioni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A habilidade para administrar um número cada vez maior de unidades também se mostra fundamental. “A eficiência administrativa faz muita diferença no potencial de avanço, no número de novos alunos e no poder de retenção dos estudantes já matriculados”, afirma Eduardo Borges, sócio do banco Modal. Se a fórmula do sucesso começa com uma boa gestão, a segunda etapa passa pela área acadêmica. “Não tenho dúvida de que o salto de qualidade será a segunda onda. A primeira ainda é atingir o nível de preço que a eficiência administrativa permite”, conclui Borges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Métodos menos ortodoxos de ensino também figuram na lista de quem está de olho no potencial desse mercado. Os cursos a distância e on-line ganham cada vez mais espaço atualmente. De acordo com o Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (Abraead), o número de alunos matriculados nesses cursos saltou de menos de 2 mil para quase 160 mil no período de 2000 a 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os prospectos de distribuição de ações de Anhanguera, Kroton e Estácio revelam que as instituições estão a par do caminho que precisarão trilhar para prosperar daqui em diante. Todos contemplam, entre outros projetos, planos de crescimento através da aquisição de concorrentes de menor porte e alternativas para suprir deficiências administrativas. Os investidores se mostraram igualmente confiantes com os rumos traçados pelas companhias e garantiram o sucesso das ofertas iniciais. Daniel Gorayeb, economista e analista da Spinelli Corretora, classifica o nicho como forte candidato à abertura de capital. “Salvo se ocorrer um problema generalizado de liquidez na bolsa, haverá espaço para pelo menos dez companhias educacionais”, estima Gorayeb. O otimismo é compartilhado por Binelli, da Petra, que usa o setor imobiliário como base de comparação. “Por maior que seja o número de empresas abertas, isso ainda é pouco em relação ao PIB da área de construção civil”, compara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, em meio à euforia dos milhões levantados nos IPOs, alguma dose de cautela também é bem-vinda, principalmente por se tratar de um ramo desconhecido na bolsa. “Hoje o mercado aposta no setor como um todo. No momento em que as empresas não entregarem o que estão prometendo, haverá maior seleção e um natural amadurecimento”, afirma Ryon Braga, presidente da Hoper Consultoria, especializada no segmento de educação. Em sua opinião, existe um risco real de excesso de ofertas. “Haverá mais companhias abertas do que o setor comporta. Será preciso analisar cuidadosamente cada caso para realizar bons negócios”, prevê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio mercado deu uma demonstração de que está atento às singularidades de cada oferta. Apesar de exibir números bem mais robustos que as concorrentes (veja gráfico na página 60), a Estácio não conseguiu captar o valor esperado. Suas units atingiram R$ 22,50, contra a previsão do prospecto preliminar para um intervalo entre R$ 32,50 e R$ 42,50. O mesmo não ocorreu com Anhanguera e Kroton, que ofertaram seus papéis pelo valor máximo da faixa. Para Augusto Vieira, analista da Neo Investimentos, a Anhanguera se destaca por atuar em um nicho promissor e com boas perspectivas de crescimento, que é o do aluno trabalhador. De fato, quem possui um diploma de ensino superior no Brasil consegue obter rendimentos até 170% maiores que os daqueles que não completam o terceiro grau, o que impulsiona a procura por serviços de ensino na fase adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animadas, mais instituições se apressam para pegar carona na boa receptividade do mercado. Um dos maiores grupos de educação do País, formado pela rede universitária Unip e pela de ensino médio e fundamental Objetivo, manifestou publicamente sua intenção de abrir o capital. Outra que já deu o primeiro passo rumo à bolsa foi a rede COC, cujo prospecto preliminar de distribuição se encontra em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), sob a denominação de Sistema Educacional Brasileiro S.A (SEB). Gorayeb, da Spinelli, aposta que, até o fim do ano, mais cinco chegarão à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investidores estrangeiros, como invariavelmente vem ocorrendo, estão de olho nas novatas e nas empresas que ainda postulam seu lugar no pregão. Alguns dos maiores grupos de ensino norte-americanos detêm hoje fatias generosas do capital de instituições brasileiras. Desde 2005, a Laureate International Universities controla a Universidade Anhembi Morumbi. A Whitney International University System, outro peso-pesado do segmento, arrematou a participação na Faculdade Jorge Amado no fim de 2006. A Apollo Group atualmente negocia com cerca de dez instituições brasileiras e a DeVry University, primeira empresa de educação no mundo a abrir o capital, está prestes a concretizar um negócio no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o apetite das companhias de fora se mostra cada vez mais voraz, o impasse sobre a sua participação no capital de instituições de ensino é objeto de discussão, inclusive, no Congresso Nacional. Tramita na casa um projeto de lei denominado Reforma Universitária, cujo conteúdo prevê, entre outros assuntos, a limitação da participação estrangeira no capital votante das empresas educacionais a 30%. Para Scavazza, da Anhanguera, a medida tem boas chances de emplacar. Já Braga, da Hoper, vê dificuldades. Além de já existir a presença majoritária de estrangeiros nas instituições de ensino brasileiras — um precedente que teria de ser contornado —, é forte o lobby de instituições privadas para que a medida não seja aprovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOAÇÕES E CONFLITO — O interesse dos estrangeiros nos negócios de educação do Brasil tem se mostrado resistente às diferenças de ordem social e cultural entre os países. A realidade norte-americana, por exemplo, é muito distinta do que se tem hoje no País. Lá cada estado possui legislação própria sobre doações a instituições educacionais. Os governos, historicamente, estimulam os cidadãos a doar recursos através de benefícios fiscais e conseguem bons retornos com isso. De acordo com Vitor Gomes e Cláudia Levasier Mahler, advogados tributaristas do escritório Tozzini Freire, a legislação brasileira praticamente não contempla benefícios fiscais por doações a escolas e universidades. No antigo Código Civil, ainda havia a previsão de que eventuais heranças sem destinatários poderiam ser transferidas aos estados, que, por sua vez, as repassavam para instituições como Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Estadual Paulista (Unesp). O dispositivo foi alterado e agora os bens são transferidos para os municípios. Também não existem programas específicos que estimulem doações. “Essa fonte de recursos é inviável para as universidades. As hipóteses são muito restritas”, afirma Gomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já um ponto em que todos convergem refere-se ao potencial conflito ideológico do processo de mercantilização do ensino. A questão é como equilibrar a função social que a educação exerce com a expectativa de retorno financeiro de analistas e investidores e sua inerente pressão por custos. Essa relação não poderia provocar um choque de interesses que colocasse a sociedade civil de um lado e os investidores de outro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Ryon Braga, o conflito é mais irreal do que parece. Segundo ele, a qualidade dos serviços prestados será determinante para que uma empresa seja bem ou malsucedida, inclusive na bolsa. Ricardo Scavazza concorda: “Quem prestar serviços de qualidade conseguirá satisfazer aos dois lados”. Segundo Daniel Gorayeb, da Spinelli, essa preocupação já está incorporada no dia-a-dia dos pregões. Ele cita como exemplo o índice ISE da Bovespa, que reflete a consciência dos investidores quanto à responsabilidade social. “Se uma companhia de celulose desmatar a Amazônia, ninguém vai querer comprar suas ações”, afirma. Se a crença na sustentabilidade realmente prevalecer, a expectativa é de que não faça a menor diferença se a empresa atua no ramo de saúde, educação, aço ou energia. Para quem desejar lucros sustentáveis, o respeito aos stakeholders será peça fundamental no modelo de negócio de uma companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Capital Aberto &lt;br /&gt;Por Fabio Marrey e Camila Guimarães Hessel&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-6930168233866300450?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/6930168233866300450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=6930168233866300450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6930168233866300450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6930168233866300450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/investindo-em-educao.html' title='INVESTINDO EM EDUCAÇÃO'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-5558815920759802734</id><published>2007-10-29T04:49:00.000-07:00</published><updated>2007-10-29T04:50:27.898-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Facilidade para abrir empresa</title><content type='html'>Abrir uma empresa no Distrito Federal pode ficar mais fácil. Ontem, a Receita Federal e o Governo do DF assinaram convênio de cooperação na área de cadastros. Pelo acordo firmado, o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) pode ser usado como identificador único, o que facilita a fiscalização da União e dos estados sobre a empresa. Além de melhorar o controle de fraudes, a intenção é acelerar a emissão dos números de inscrição da firma a ser aberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A unificação facilita a abertura de empresas e propicia maior formalização da nossa economia”, afirmou Jorge Rachid, secretário da Receita Federal. “É o primeiro passo para a desburocratização da abertura de empresas com o objetivo de melhorar nosso ambiente de negócios”, disse o governador José Roberto Arruda. Segundo o secretário de Fazenda do DF, Luiz Tacca Júnior, a integração dos sistemas federal e local favorecerá uma redução da evasão fiscal além de promover uma diminuição da informalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A unificação dos cadastros poderá diminuir o tempo necessário para a abertura de uma empresa que hoje é de 150 dias, segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico e vice-governador, Paulo Octávio. De acordo com Rachid, assim que o sistema começar a operar, a intenção é liberar o número de CNPJ em 72 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinado o convênio, a Receita e o GDF passam à fase de elaboração do cronograma de implantação do sistema. O trabalho deve durar entre três e quatro meses. Segundo Tacca, não é possível prever quanto o DF deve arrecadar com o aumento da formalização das empresas e o reforço nas ações de repressão. “Não temos um valor específico, mas esperamos resultados na arrecadação”, afirmou o secretário de Fazenda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Correio Brasiliense em 26/10/07&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-5558815920759802734?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/5558815920759802734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=5558815920759802734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5558815920759802734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/5558815920759802734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/facilidade-para-abrir-empresa.html' title='Facilidade para abrir empresa'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-4272251880636498772</id><published>2007-10-29T04:42:00.000-07:00</published><updated>2007-10-29T04:43:44.406-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Rodízio de Auditores</title><content type='html'>Parece que a idéia do rodízio dos auditores não deu certo. A proposta tinha finalidade de reduzir o poder do oligopólio das 4 grandes empresas. Ontem a CVM suspendeu o rodízio até 2008:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Monetário Nacional prorrogou, até 31 de dezembro de 2008, a suspensão de obrigatoriedade do rodízio de auditores independentes contratados pelas instituições financeiras. A medida vale também para as demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e câmaras e prestadores de serviços de compensação e de liquidação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O adiamento, por um ano, é necessário para aprofundamento dos estudos sobre a eficácia dessa exigência no mercado brasileiro, considerando seus custos e benefícios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CMN suspende obrigatoriedade de rodízio de auditores até fim de 2008&lt;br /&gt;Bruno Rosa, O Globo - 25/10/2007&lt;br /&gt;Fonte: Blog Contabilidade Financeira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-4272251880636498772?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/4272251880636498772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=4272251880636498772' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4272251880636498772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/4272251880636498772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/rodzio-de-auditores.html' title='Rodízio de Auditores'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-8299770445754762689</id><published>2007-10-29T04:29:00.001-07:00</published><updated>2007-10-29T04:29:55.874-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>Yes, nós temos governança</title><content type='html'>Algumas das empresas da América Latina com melhores práticas de governança corporativa decidiram assumir a responsabilidade de ser um canal de comunicação pelo mundo afora para mostrar o valor do mercado local. O Círculo de Companhias da Mesa-Redonda Latino Americana de Governança Corporativa - que conta com 14 empresas de cinco países da região para disseminar procedimentos responsáveis para as outras empresas - resolveu agir como intermediário entre empresas daqui e agências que avaliam a governança local, situadas principalmente nos EUA. A iniciativa é uma forma de melhorar a visão dos estrangeiros sobre as empresas da AL e, por conseqüência, aumentar a vazão de recursos para cá.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado recente mais espantoso para as empresas foi a última edição do ranking dos mercados divulgado no mês passado pela Governance Metrics Internacional (GMI), que coloca o Brasil na 39ª colocação em uma lista de 50 países segundo a governança, atrás de México, Rússia e Venezuela. O grupo acredita que as agências de ratings de governança avaliam as empresas da região sob a ótica estrangeira, sem considerar as peculiaridades e os avanços das empresas da AL. "As agências começaram a olhar para a região no ano passado e ainda usam uma lente única, em que predominam os assuntos de lá", diz Sandra Guerra, coordenadora do Círculo das Companhias.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos exemplos citados na reunião anual do grupo, que ocorreu neste mês em Medellín, na Colômbia, é a diferença da estrutura societária das empresas da região e as americanas. Como lá a maior parte das empresas tem o controle pulverizado, as agências de rating de governança olham muito para o compromisso e remuneração dos administradores, mas aqui é diferente, com muitos grupos de acionistas majoritários. Isso muda totalmente a análise da governança da empresa, diz ela. "E um bloco de controle não é necessariamente negativo, pois tem a virtude de um dono vigilante, por exemplo."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas que fazem parte do Círculo de Companhias são Argos e ISA, da Colômbia; Atlas, da Costa Rica; Buenaventura e Ferreyros, do Peru; Homex, do México - recém-ingressa, acrescentando mais um país ao grupo -; e CCR, CPFL Energia, Embraer, Marcopolo, Natura, Net, Suzano e Ultrapar, do Brasil. O grupo foi formado por uma iniciativa do Banco Mundial, seu braço financeiro, o International Finance Corporation (IFC), e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senso comum entre as empresas do grupo, acostumadas a lidar com investidores de grande porte, é que a escolha das empresas para aplicar será cada vez mais pautada por aspectos de governança, em paralelo à previsão de crescimento das próprias ações, diz Sandra. "Se os resultados são vistos superficialmente, isso poderá prejudicar a decisão de investimento", diz ela, relatando opinião do grupo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só agora começamos a ter questões de governança comparáveis ao exterior, comenta Marco Geovanne, presidente da comissão Internacional do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri). "Não me estranha a colocação brasileira nesses rankings, porque equilíbrio entre poderes de acionistas, transparência, prestação de contas, responsabilidade social e mesmo o próprio Ibri - com dez anos - são fatos ainda recentes no país."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geovanne lembra, ainda, que o mercado brasileiro tem algo que prejudica a avaliação e com razão muito justa: a existência des ações preferenciais, que não dão direito a voto. "Com pouco mais de 25% do capital social você controla uma empresa aqui e isso não é comum lá fora, porque fere o preceito de eqüidade entre os acionistas."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da abordagem genérica internacional - o GMI avaliou 44 empresas brasileiras para dar os pontos e a colocação de 39º ao Brasil - e de o Brasil ter muito a avançar, o país conta com empresas com aspectos de governança superiores a diversas companhias do primeiro mundo, diz Geovanne. Ele destaca que os EUA conquistaram o nível atual a duras penas, após as crises de gigantes como Enron e Worldcom e a conseqüente promulgação da Lei Sarbanes-Oxley, que elevou os critérios mínimos de governança.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ratings de governança corporativa ainda são pouco usados em comparação àqueles de risco de crédito, mas tendem a ganhar importância conforme se amplie o consenso em torno dos critérios. Além da GMI, também fazem estudos similares no mundo, atualmente, a RiskMetrics e The Corporate Library. A internacional Standard &amp; Poor's já considera critérios de governança corporativa como um dos elementos avaliados no rating de crédito. É nessas portas que o Círculo das Companhias deverá bater para explicar as diferenças do mercado regional em relação ao internacional. No Brasil, a única empresa a fazer análise de governança é a Austin Rating, que concedeu nota AA ao Bradesco, primeira companhia no Brasil a divulgar sua classificação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendência do mercado, porém, é de universalizar os critérios de avaliação de governança, diz Sandra, mas por enquanto os pesos e medidas conforme a região ainda são muito diferentes. "As práticas de governança e sua avaliação tendem a ser harmonizadas em níveis internacionais", acrescenta Geovanne, do Ibri. Mas isso não exclui a necessidade de as empresas avançarem em governança.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 29/10/2007&lt;br /&gt;Por Danilo Fariello&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-8299770445754762689?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/8299770445754762689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=8299770445754762689' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8299770445754762689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/8299770445754762689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/yes-ns-temos-governana.html' title='Yes, nós temos governança'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-6339503768836318165</id><published>2007-10-29T04:26:00.000-07:00</published><updated>2007-10-29T04:27:36.706-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>BNDES vai medir capital intangível das companhias</title><content type='html'>O BNDES começará a medir a presença do capital intangível nas empresas para as quais empresta. O que se pretende é criar uma nota de classificação de risco baseada no peso do fator "inteligência" dentro das corporações. Este rating poderá beneficiar o cliente na análise de crédito feita pelo banco, reduzindo o custo de capital. Nesta classificação entram práticas de governança, treinamento de mão-de-obra, práticas de gestão, processos de relacionamento com clientes, design, software, tecnologia da informação, tratamento dos minoritários, P&amp;D, marca e patentes, entre outros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para implementar a novidade nas políticas operacionais, o banco desenvolveu junto com a Coppe/UFRJ uma metodologia para medir o capital intelectual no universo de seus tomadores de crédito. O resultado do trabalho BNDES/Coppe, inédito no país, vai ser apresentado no seminário "Avaliando os capitais intangíveis no Brasil", hoje e amanhã na sede do banco.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa do BNDES foi bem recebida por empresas de pequeno porte como a Genoa, da área de biotecnologia, estruturada em ativos intangíveis com destaque para P&amp;D. "O que temos de tangível é muito pouco", disse Ana Paula Wirthmann, diretora financeira da empresa. A expectativa de Ana é que com a nota de risco do BNDES a Genoa possa ser mais valorizada no mercado financeiro e consiga abrir espaço para se capitalizar via fundos de venture capital.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Rogério Luiz, vice-presidente de gestão e relações com investidores da Totvs, que produz software de gestão e tem faturamento de quase R$ 500 milhões, prevê que a introdução dos intangíveis na análise de crédito do banco reforce a idéia de que não há risco de emprestar às companhias que tenham em sua composição mais capital intangível. "Muitas instituições financeiras não sabem reconhecer isto", disse Luiz. Ele enfatizou que os resultados financeiros da Totvs, que dobrou seu faturamento nos últimos três anos, demonstram que o conhecimento usado de maneira intensiva tem se convertido em números palpáveis e sólidos e revertido em crescimento para a empresa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Genoa e a Totvs, junto com Embraer e Suzano, foram selecionadas para terem seus ativos intangíveis medidos pelo estudo do BNDES/Coppe. Elas são referências nacionais e até mesmo internacionais nessa área, como é o caso da Embraer, além de pertencerem a diferentes setores e terem portes diversos, o que as credenciou para um projeto-piloto. Cada uma foi visitada pelos pesquisadores e respondeu a um amplo questionário em 53 indicadores de qualidade que geraram relatórios e um Plano de Ação para o futuro. O resultado da pesquisa foi o rating de capital intangível (CI), ao qual ainda não tiveram acesso.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para lidar com os novos conceitos, o BNDES acabou de criar um Departamento de Programas e Políticas, na área de Planejamento, chefiado por Helena Tenorio Veiga de Almeida. Ela participou do grupo de trabalho para criar a metodologia de avaliação do capital intangível. Sua função será a de incorporar o conceito intangível à rotina de análise de projetos de financiamento do banco.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Rath Fingerl, diretor da área de Mercado de Capitais do BNDES e organizador do seminário, disse ao Valor que a idéia do banco, ao promover um debate sobre o capital intangível, é buscar acompanhar a tendência mundial das empresas. "Estamos diante de uma mudança de paradigma, em que os principais fatores competitivos das corporações não são mais os tradicionais, como mão-de-obra, equipamentos e imóveis. O conhecimento tem sido cada vez mais determinante no desempenho das companhias", alertou.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação dos capitais intangíveis no Brasil é ainda uma questão embrionária, reconhece. E muito complexa. Rath Fingerl diz que o interesse do banco pelo assunto é resultado de visão estratégica sobre os fatores que criam hoje um diferencial no valor das companhias. "Isto é uma mudança estrutural fundamental para quem trabalha no longo prazo".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, o bem intangível é algo difícil de ser transformado em ativo e por isso não entra no balanço das empresas, pois não é considerado investimento. Quando entra, no geral, entra como despesa. "O que o banco quer é tornar este capital intelectual ativável, pelo menos em parte, dando-lhe um referencial de valor. Esta é uma discussão grande no mundo atual, envolvendo a SEC, a OCDE, o Banco Mundial, o METI do Japão", analisou. "A divulgação das atividades de capital intelectual dentro das empresas vai afetar diretamente as contas nacionais dos países. Tem um PIB gerencial gigante não contabilizado no mundo. Mas esta é ainda uma tarefa muito complexa", concluiu Rath Fingerl.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Online em 29/10/2007&lt;br /&gt;Por Vera Saavedra Durão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-6339503768836318165?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/6339503768836318165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=6339503768836318165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6339503768836318165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/6339503768836318165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/bndes-vai-medir-capital-intangvel-das.html' title='BNDES vai medir capital intangível das companhias'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-3448588030110002953</id><published>2007-10-26T03:59:00.000-07:00</published><updated>2007-10-26T04:02:43.104-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>JOGOS DE EMPRESAS APLICADOS AO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE CONTABILIDADE</title><content type='html'>O jogo sempre esteve presente na história do homem. No entanto, a utilização dos “Jogos de Empresas” como estratégia de ensino e aprendizagem em negócios teve seu incremento nos Estados Unidos, a partir da década de 50, com a finalidade de treinar executivos da área financeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho estuda a aplicação dos jogos simulados de gestão, conhecidos como “Jogos de Empresas” em Contabilidade. “Jogos de Empresas” são abstrações matemáticas simplificadas de uma situação relacionada com o mundo dos negócios. Um jogo de empresas permite, em laboratório, experimentos muitas vezes não possíveis na realidade, propiciando aos jogadores novas experiências, sendo um recurso adicional para fixação do aprendizado, simulando situações reais de gestão e/ou outras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No desenvolvimento deste estudo foram resgatados os conceitos de didática como a arte e ciência do ensino, as diferentes correntes teóricas que abordam o processo de ensino e aprendizagem, a aprendizagem de adultos denominada andragogia, e as contribuições da teoria dos jogos para tomada de decisão, relacionando estes com o ensino de contabilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propusemos e testamos através de uma pesquisa experimental um “Jogo de Empresas” especificamente projetado para o ensino e aprendizagem em Contabilidade. Este permite que o professor e/ou aluno tenham flexibilidade na montagem e formatação dos relatórios contábeis, pois existem diferentes formas de avaliação do patrimônio e apuração do resultado, e também diferentes usuários que necessitam de informações diferenciadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, observamos que esta estratégia de ensino e aprendizagem deveria ser aplicada dentro de um contexto de aprendizagem em adultos, sob o enfoque da educação centrada no aluno, através de uma perspectiva de trabalhos em equipe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Contabilidade e Finanças&lt;br /&gt;Autor: Roberto Vatan dos Santos&lt;br /&gt;Artigo: &lt;a href="http://www.eac.fea.usp.br/cadernos/completos/cad31/art6_revis_31.pdf"&gt;NA ÍNTEGRA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-3448588030110002953?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/3448588030110002953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=3448588030110002953' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3448588030110002953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/3448588030110002953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/jogos-de-empresas-aplicados-ao-processo.html' title='JOGOS DE EMPRESAS APLICADOS AO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE CONTABILIDADE'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-2445834209238360207</id><published>2007-10-26T03:51:00.000-07:00</published><updated>2007-10-26T03:52:00.854-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças Pessoais'/><title type='text'>Títulos públicos prefixados pelo correio ou em casas lotéricas</title><content type='html'>Está em início de gestação na Secretaria do Tesouro Nacional uma medida que tem potencial para revolucionar a forma como o pequeno investidor brasileiro cuida de suas economias: a venda de títulos do Tesouro em casas lotéricas e por meio do Banco Postal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para viabilizar a venda ao público varejista, os técnicos do Tesouro estudam a formatação de um produto mais simples do que hoje é ofertado na internet por meio do Tesouro Direto. A idéia é ter um título prefixado, sem cupom e com prazo de vencimento de um ano e meio. O objetivo é facilitar o entendimento do produto pelo pequeno investidor e aumentar o alcance do Tesouro a esse grande público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A venda de títulos pela internet, que hoje é feita pelo site www.tesourodireto.gov.br, tem crescido, mas o Tesouro ainda se ressente da falta do conhecimento do produto pelo grande público. Dados mostram que o pequeno investidor, em setembro de 2007, continuou a aparecer no sistema e houve um elevado volume de vendas por faixa de aplicação até R$ 5 mil, cuja participação concentrou 66,0% das aplicações no mês. Mas, ainda assim, as vendas de títulos via Tesouro Direto representam uma parte ínfima da dívida pública, de cerca de 0,1%. O potencial de crescimento é, portanto, grande. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal entrave para que o brasileiro tenha acesso ao produto Tesouro Direto são os canais de distribuição. As redes de bancos varejistas não têm interesse que seus clientes conheçam o produto. Para eles, este é um forte concorrente aos seus fundos de investimento em renda fixa, CDB e outros produtos, como a caderneta de poupança e os títulos de capitalização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprar papéis do Tesouro diretamente tem um custo mais baixo para o pequeno investidor, pois é possível acessar a aplicação com um mínimo de R$ 200 a um custo que fica abaixo de 1% ao ano (esse custo varia conforme o agente de custódia). Além disso, o imposto de renda dos fundos de investimentos é recolhido no último dia útil dos meses de maio e novembro, em um sistema chamado de "come-cotas". Já na aplicação em papéis do governo, o imposto é pago só no vencimento ou no resgate da aplicação. Em investimentos de longo prazo, trata-se de um apelo e tanto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tesouro precisaria de uma intensa campanha de divulgação, contudo, para mostrar seus atributos aos investidores, furar esse bloqueio dos bancos varejistas e se tornar conhecido entre os pequenos e médios investidores brasileiros. Essa campanha também está em andamento, mas aguarda a aprovação da secretaria de comunicação do governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a campanha não sai, os técnicos do Tesouro têm empreendido esforços para a divulgação do produto em empresas e universidades. Nas próximas semanas, eles começam a divulgar o produto na própria Esplanada dos Ministérios, em Brasília. É impressionante, mas mesmo entre os funcionários públicos federais esta aplicação ainda é totalmente desconhecida. No site do Tesouro Direto, há um canal para que qualquer entidade solicite uma visita dos técnicos para que eles esclareçam as dúvidas sobre essa forma de aplicação financeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: MARA LUQUET&lt;br /&gt;Fonte: Blog da Mara Luquet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-2445834209238360207?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/2445834209238360207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=2445834209238360207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2445834209238360207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/2445834209238360207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/ttulos-pblicos-prefixados-pelo-correio.html' title='Títulos públicos prefixados pelo correio ou em casas lotéricas'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-1192285717008682982</id><published>2007-10-26T03:47:00.000-07:00</published><updated>2007-10-26T03:48:48.266-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Financeira'/><title type='text'>IFRS e sustentabilidade</title><content type='html'>(...)Algumas empresas já publicam como informação suplementar informações como a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) e o Balanço Social de acordo com a Demonstração do Balanço Social Ibase (DBSI), ou pela norma Brasileira de Contabilidade Técnica (NBCT15). Mas o momento contribui para uma reflexão de como indicadores como o GRI poderão ser incorporados às demonstrações contábeis propriamente ditas, ou nas notas explicativas ou ainda em informes suplementares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, os indicadores de sustentabilidade constantes das demonstrações contábeis trimestrais tradicionais são elementares. Depois da migração para o IFRS poderá ser mais comum o uso de indicadores mais completos de sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o advento do IFRS amplia-se também a importância das notas explicativas. Uma dimensão disso pode ser vista no livro sobre IFRS publicado pela Atlas, em conjunto com a Deloitte, em que o capitulo dedicado as notas explicativas ocupa mais da metade do livro. A redação das notas explicativas terá que ser mais compreensível do que nunca e a parceria com os comunicólogos poderá contribuir para o melhor desenvolvimento desta parte das demonstrações contábeis, afinal os atos de gestão têm que estar fielmente retratados nas demonstrações contábeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor:Roberto Gonzalez  &lt;br /&gt;Por demonstrações financeiras mais completas &lt;br /&gt;Fonte primária: Gazeta Mercantil - 25/10/2007&lt;br /&gt;Fonte secundária: Blog Contabilidade Financeira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/344992980273454500-1192285717008682982?l=contabilomania.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contabilomania.blogspot.com/feeds/1192285717008682982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=344992980273454500&amp;postID=1192285717008682982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1192285717008682982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/344992980273454500/posts/default/1192285717008682982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contabilomania.blogspot.com/2007/10/ifrs-e-sustentabilidade.html' title='IFRS e sustentabilidade'/><author><name>Fernando Carvalho ou Graciele Crispim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-344992980273454500.post-8513858978112049631</id><published>2007-10-26T03:36:00.000-07:00</published><updated>2007-10-26T03:37:28.296-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contabilidade Gerencial'/><title type='text'>TIM convoca atacante e diz que Vivo ainda é adversário</title><content type='html'>operadora de telefonia móvel TIM convocou o atacante e dublê de técnico Romário, do Vasco, para anunciar um plano de serviços com o qual pretende atrair clientes de baixa renda. O reforço entrou em campo num lance decisivo da partida, quando a empresa precisa se esforçar para convencer a torcida de que não está combinando o resultado com o adversário.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois dias após a Anatel ter aprovado, com restrições, a entrada da Telefónica no bloco de controle da Telecom Italia, a operadora chamou a imprensa para apresentar seu garoto-propaganda, divulgar um novo plano de serviços - e dizer que continua disputando a liderança do campeonato.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É muito simples: estamos totalmente separados. Nós vamos competir e guerrear ", disse o presidente da TIM, Mario Cesar Pereira de Araujo, ao ser indagado sobre qual será a estratégia da companhia, agora que tem um acionista em comum com a Vivo. "Quero os clientes da Vivo na minha base e tenho certeza de que ela tem as mesmas más intenções."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril, um consórcio do qual fazem parte a Telefónica e bancos italianos fez proposta para adquirir o controle da Telecom Italia. O negócio foi fechado ontem na Itália.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estratégia lançou dúvidas, pois o grupo espanhol já controlava a Vivo, junto com a Portugal Telecom, e passaria a ter presença indireta na TIM. Isso poderia ser interpretado como sobreposição de licenças, mas o órgão regulador entendeu que se a gestão for 
